Cuiabá, MT – Em uma ação de fiscalização nesta quarta-feira (13), a Polícia Penal apreendeu 23 celulares, chips, carregadores e outros materiais ilícitos nas unidades prisionais de Centro de Ressocialização do Capão Grande e Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá. No Capão Grande, foram encontrados 15 celulares, além de pacotes de massa corrida, massa adesiva e conversores de voltagem, itens usados para adulterar aparelhos e dificultar a detecção. A apreensão ocorreu durante uma varredura em uma edificação destinada aos visitantes que aguardam para entrar na unidade. Durante a inspeção no banheiro, os policiais penais localizaram dois pacotes com os materiais proibidos, e um boletim de ocorrência foi registrado. Os itens serão encaminhados à Polícia Judiciária Civil para investigação. Ainda na PCE, a Polícia Penal apreendeu 8 celulares, 10 cabos de carregador, chips, placas de celular, fonte de carregador e adaptadores para carregadores veiculares. A apreensão foi realizada durante uma revista no raio onde os reeducandos trabalham. A direção da unidade já instaurou um procedimento administrativo para apurar a responsabilidade do reeducando envolvido, que estava prestes a progredir de regime. Agora, a apreensão pode resultar em prolongamento de sua pena devido à infração cometida. Essas apreensões demonstram a constante vigilância da Polícia Penal e a importância das operações de fiscalização para evitar que materiais proibidos entrem nas unidades prisionais, garantindo a segurança e o bom andamento das atividades dentro dos estabelecimentos.
Moradores do CPA 4 Denunciam Acúmulo de Lixo e Riscos à Saúde: “Cheiro Insuportável”
Cuiabá, MT – Moradores do bairro CPA 4, em Cuiabá, estão vivendo uma situação desesperadora há mais de três semanas. A coleta de lixo não está sendo realizada, e diversas ruas da região estão tomadas por montes de lixo, deixando um rastro de transtornos e riscos à saúde pública. Em denúncia exclusiva ao MT Urgente, os moradores relatam que, além do cheiro insuportável, o acúmulo de resíduos atrai animais, como ratos e cães, além de uma quantidade alarmante de moscas. “A situação está insustentável. O lixo está nas ruas, em frente às nossas casas. O cheiro é terrível, parece que estamos em um lixão. As moscas entram nas nossas casas, é uma coisa nojenta. Estamos expostos a doenças!”, desabafa a moradora Carla que pede providencia com urgência. O Pior: Riscos à Saúde da População O acúmulo de lixo está gerando não apenas um incômodo, mas também um risco grave à saúde pública. De acordo com especialistas, a presença de lixo acumulado pode atrair vetores de doenças como dengue, leptospirose e até doenças respiratórias, além de se tornar um ambiente propício para a proliferação de moscas varejeiras, que transmitem doenças graves. A situação é ainda mais preocupante, pois a presença de resíduos em vias públicas não só agrava o problema sanitário, mas também coloca em risco a saúde de crianças e idosos, que são mais vulneráveis a infecções. “Estamos lidando com um cenário de risco iminente. Moscas dentro de casa, ratos circulando, e um cheiro insuportável. O que mais precisamos para que as autoridades tomem providências?”, questiona outro morador da região. Empresa de Coleta e Prefeitura de Cuiabá: O Que Está Sendo Feito? A empresa responsável pela coleta de lixo em Cuiabá, foi procurada pelo MT Urgente, mas até o fechamento desta matéria não havia se manifestado sobre o atraso na coleta no bairro CPA 4. A situação de abandono da coleta de lixo e o impacto na qualidade de vida da população geram uma série de questionamentos sobre a eficácia do serviço prestado e o controle por parte da Prefeitura de Cuiabá, que é responsável por fiscalizar a execução desse tipo de serviço essencial. Em nota, a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano de Cuiabá informou que está ciente do problema, mas não apresentou um cronograma definitivo para a regularização da coleta na região. “Estamos tomando as providências necessárias para normalizar o serviço na área o mais rápido possível. Pedimos a colaboração da população e lamentamos os transtornos causados”, afirmou a secretaria. A População Exige Providências Imediatas Com a situação se agravando a cada dia, os moradores do CPA 4 exigem que as autoridades municipais e a empresa responsável pela coleta de lixo tomem providências imediatas. “Não podemos mais viver assim. Esperamos que a Prefeitura e a empresa assumam a responsabilidade e resolvam esse problema. Não podemos continuar convivendo com essa sujeira e o risco à saúde”, finaliza uma moradora indignada. A população aguarda uma resposta urgente da administração pública e da empresa responsável, que, até o momento, não demonstraram empenho em resolver a grave crise que afeta o bairro CPA 4. Veja o Video:
Polícia Civil cumpre mandados para desarticular venda de cocaína em Cuiabá e Lucas do Rio Verde
A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), com apoio da Delegacia de Lucas do Rio Verde, deflagrou, na manhã desta quinta-feira (14.11), a Operação Raio, para cumprimento de sete ordens judiciais contra uma associação criminosa voltada para o tráfico de drogas em Cuiabá e cidades do interior do Estado. As ordens judiciais, entre mandado de prisão preventiva, buscas e apreensões, bloqueio de contas bancárias e valores, foram expedidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) de Cuiabá, com base em investigações da DRE decorrentes da Operação Doce Amargo 3, deflagrada no mês de março deste ano. Com base nos elementos colhidos e com avanço das investigações, foi identificada a comercialização de drogas, especialmente cocaína, entre suspeitos de Cuiabá e Lucas do Rio Verde. A equipe de policiais da Delegacia de Lucas do Rio Verde cumpriram a prisão preventiva do principal suspeito, enquanto outras ordens de busca e apreensão foram cumpridas na capital por equipes da DRE, sob a coordenação do Delegado Gutemberg de Lucena Almeida. Nome da Operação Raio: o nome faz referência ao modo como os investigados denominavam a cocaína comercializada.
Idoso morre após ser atropelado na BR-364, em Juscimeira
O senhor Francisco Abadia de Oliveira, de 80 anos, conhecido como “Chico Poeira”, faleceu após ser atropelado por um veículo de passeio na tarde de quarta-feira (13), na BR-364, em Juscimeira, a 157 km ao sul de Cuiabá. O impacto do atropelamento foi tão forte que o corpo da vítima foi dilacerado, e ele morreu no local. De acordo com informações da concessionária Nova Rota do Oeste, a equipe foi acionada às 14h16 para atender a ocorrência no km 261 da rodovia. No entanto, no local do acidente, não foi possível determinar com precisão a dinâmica do atropelamento. Os dois ocupantes do veículo, que atropelou o idoso, não sofreram ferimentos e optaram por não ser encaminhados ao hospital, assinando o termo de recusa de atendimento médico. A Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec) foi acionada para realizar os procedimentos necessários e liberar o corpo da vítima. O caso será investigado pela Polícia Civil para apuração das circunstâncias do acidente.