A Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT está prestes a dar um passo importante para a inclusão na educação. O Projeto de Lei 1582/2024, de autoria do deputado Eduardo Botelho, presidente da ALMT, propõe a obrigatoriedade da contratação de intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) nas escolas públicas e privadas que tenham alunos com deficiência auditiva matriculados. A proposta está em tramitação na Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto. “Defenderemos a aprovação desse projeto, pois representa uma oportunidade de transformar a educação em Mato Grosso. Ao adotarem essa prática, as instituições de ensino não apenas cumprem a legislação, mas também reforçam o compromisso com a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva”, destaca Botelho. Objetivo, conforme Botelho, é garantir o direito à Educação Inclusiva, assegurando que alunos surdos tenham acesso pleno ao ambiente escolar. Dessa forma, as instituições deverão contratar intérpretes com certificação e proficiência na língua, que atuarão em todas as atividades escolares, desde aulas até eventos e provas. Se aprovada, Mato Grosso vai se alinhar à Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e à Constituição Federal, que garantem o direito à educação para todos. Desafios e responsabilidades O projeto prevê sanções para as instituições que não cumprirem as diretrizes estabelecidas, reforçando a responsabilidade das escolas em garantir acessibilidade. Além disso, determina que as despesas com a contratação dos intérpretes deverão ser feitas por dotações orçamentárias. Para Botelho, a presença de intérpretes de Libras facilita a comunicação, promovendo um ambiente de aprendizado mais igualitário, ou seja, alunos surdos poderão participar ativamente das atividades, trabalhos em grupo, contribuindo para seu desenvolvimento social e acadêmico. Fonte: Eduardo Botelho
Disputa pelo Comando da Câmara de Cuiabá Expõe Divergências e Movimentações Estratégicas
A vereadora Michelly Alencar (União) anunciou nesta sexta-feira (22) sua decisão de retirar sua candidatura à presidência da Câmara de Cuiabá, manifestando apoio ao nome da vereadora Paula Calil (PL), apontada pelo prefeito eleito Abilio Brunini (PL) como candidata ao cargo. Em entrevista à rádio CBN, Michelly destacou que sua escolha foi estratégica para fortalecer um alinhamento político futuro. “Eu apoio a candidatura da Paula. Avaliei que, neste momento, seria mais adequado contribuir na construção do projeto e dar suporte a outra pessoa, em vez de manter meu nome na disputa”, afirmou Michelly. A composição da chapa mencionada inclui Maysa Leão (Republicanos) como vice-presidente, Michelly como 2ª vice-presidente e a vereadora eleita Katiuscia Manteli (PSB) na 1ª secretaria. Contudo, alguns vereadores ainda não confirmaram o acordo, solicitando reuniões para definir a formação oficial do grupo. Tensão nos Bastidores A vereadora Maysa Leão afirmou que não houve consenso sobre a chapa e que os recentes posicionamentos do prefeito eleito e do deputado Faissal Calil (Cidadania), irmão de Paula Calil, geraram incômodo entre os parlamentares. Segundo Maysa, as declarações criaram um clima de insatisfação dentro do grupo, exigindo um debate mais amplo para evitar divisões. “É fundamental que a presidência da Câmara esteja alinhada com nosso grupo e não caia nas mãos dos apoiadores do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), para evitarmos uma oposição ferrenha”, alertou Maysa. O cenário político permanece indefinido, com reuniões marcadas para a próxima semana visando consolidar a chapa e assegurar unidade entre os vereadores. A disputa pela presidência da Câmara reflete não apenas interesses internos, mas também a dinâmica de forças entre o grupo de apoio ao prefeito eleito Abilio Brunini e a oposição. Enquanto os bastidores se movimentam, Michelly Alencar demonstra que sua decisão foi pautada pela busca de equilíbrio e estratégia, consolidando o grupo como força majoritária na Casa de Leis.
Trânsito no Portão do Inferno é liberado após vistoria no local
Reabertura das pistas ocorreu às 13h45; novas interrupções podem ocorrer em caso de chuv A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que, com o fim da chuva na região, o trânsito no Portão do Inferno, na MT-251, foi reaberto às 13h45 desta sexta-feira (22.11). A liberação ocorreu após vistoria técnica e avaliação do local, conforme consta no protocolo de segurança. No entanto, novas interrupções podem ocorrer em caso de chuvas acima de 20 milímetros. O trânsito está aberto nos dois sentidos, para veículos leves, de acordo com o que está estabelecido em portaria publicada pela Sinfra. Fonte: SECOM-MT