Na tarde desta terça-feira (3), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recorreu às redes sociais para explicar sua ausência no velório de Leila Costa Neto, mãe de Valdemar Costa Neto, presidente nacional do Partido Liberal. Bolsonaro detalhou que a autorização para sua participação, concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, foi recebida apenas às 13h55, inviabilizando sua presença na cerimônia em Mogi das Cruzes (SP). Em uma postagem no X (anteriormente conhecida como Twitter), expressou sua frustração com o atraso da liberação. Agradecendo pela liminar através de seu advogado, informou que já fez um novo pedido para comparecer à missa de 7º dia. Enquanto isso, Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, representou o marido no velório e transmitiu uma mensagem de condolências. A situação gerou grande repercussão, especialmente entre os apoiadores de Bolsonaro, que interpretaram a autorização tardia como um obstáculo à presença do ex-presidente em um momento tão delicado. Esta ausência reabre a discussão sobre as limitações impostas às figuras públicas sob investigação judicial e suas implicações em situações de luto. Além disso, Bolsonaro enfrenta atualmente uma série de desafios políticos e jurídicos, incluindo intensos debates com o STF, o que acentua a ênfase no já conturbado cenário político brasileiro. Até que esses pontos restrições podem interferir em momentos humanos e essenciais, como a despedida de um ente querido?
Embaixadora Mundial do Parajiu-jitsu, primeira-dama de MT fala sobre a inclusão no Dia Internacional da Pessoa com Deficiência
Nesta terça-feira (03.12), é celebrado em diversos países o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de promover a reflexão e o debate sobre a superação, a garantia de direitos, o combate ao preconceito e a inclusão das pessoas com deficiência em todos os aspectos da vida social, cultural, econômica e política. Em Mato Grosso, o tema ganha destaque por meio das ações voluntárias da primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, idealizadora do programa SER Família Inclusivo. O SER Família Inclusivo foi criado para apoiar pessoas com deficiência ou com limitações cognitivas e motoras, oferecendo um auxílio financeiro pago pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc). O programa tem como foco a inclusão social de famílias em situação de vulnerabilidade devido à pobreza e ao risco social. Atualmente, 1.174 pessoas recebem o auxílio do programa no valor de R$ 220, pagos a cada dois meses No entanto, como destaca a primeira-dama Virginia Mendes, o SER Família Inclusivo vai além do apoio financeiro. Ele se baseia em três pilares essenciais presentes em todas as iniciativas que ela idealiza – S – Superação; E – Esperança; R – Respeito (SER). Recentemente, Virginia Mendes foi reconhecida na Grécia como Embaixadora Mundial do Parajiu-jitsu e recebeu, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, o Título Internacional da Inclusão, o que colocou Mato Grosso em evidência no cenário global como um estado exemplar no que diz respeito à inclusão. “O SER Família Inclusivo é muito mais do que um auxílio financeiro. Com esse programa, estamos transformando a vida de muitas pessoas, oferecendo apoio e criando parcerias, como a que temos com o Parajiu-jitsu, que está trilhando o caminho paralímpico para conquistar uma vaga nas Paraolimpíadas. Em parceria com a Secretaria de Estado de Esporte, conseguimos que esses paratletas participassem de competições importantes no Brasil e no exterior, sendo considerada a maior delegação paradesportiva da história do nosso estado”, afirmou Virginia Mendes.A primeira-dama destacou que o debate sobre inclusão deve ser levado a sério e que não se pode falar do tema sem a participação ativa das pessoas com deficiência. “Tem uma frase que gosto muito, que diz: ‘Nada sobre nós, sem nós’. Isso significa que, se vamos debater algo em prol das pessoas com deficiência, elas precisam ter voz e participar de maneira igualitária. Não devemos decidir por elas. Se queremos uma sociedade igualitária, precisamos nos libertar de qualquer dogma que impeça o desenvolvimento humano. Deve haver empatia”, salientou Virginia Mendes. “As pessoas com deficiência querem participar da rotina diária como qualquer outra pessoa. E, quando elas têm esse acesso, que é o mínimo que podemos oferecer, elas encontram seu caminho, se inspiram e encontram motivação para viver”, reforçou Virginia Mendes. O presidente da Federação Brasileira de Jiu-Jitsu Paradesportivo (FBJJP), Elcirley, ressaltou que a inclusão promovida pelo estado, por meio das ações da primeira-dama, é real e tem transformado vidas. “Dona Virginia não tem apenas o título, ela vive o que estamos vivendo. Não tenho dúvida de que, hoje, Mato Grosso não é apenas o estado que mais produz alimentos, mas também o estado da inclusão”, concluiu Elcirley. No mês de dezembro, ainda são celebrados o Dia da Acessibilidade (05.12), o Dia Nacional da Criança com Deficiência (09.12), e o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Visual (13.12).