O presidente eleito da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), participou do encontro que discutiu projetos de desenvolvimento da bioeconomia e arranjos produtivos do Pantanal de Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço. O evento aconteceu neste sábado (25), na Escola Estadual Santa Claudina, no distrito de Mimoso, e contou com a presença do governador em exercício, Otaviano Pivetta (Republicanos), e da prefeita Franciele Magalhães (PSB). A reunião foi organizada pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci). “Isso é muito bom para o nosso estado. Nosso estado é movido pelo agro, pela nossa produção, que nos dá muito orgulho, mas nós temos algumas regiões que precisam, sim, de um olhar diferenciado. E o Pantanal é essa região”, ressaltou o parlamentar. Organizado pelo secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, e equipe da Seciteci, produtores da região participaram de uma imersão nas discussões de dois importantes projetos de pesquisa e desenvolvimento de produtos do bioma Pantanal para a geração de emprego e renda: a produção de gramíneas nativas para pastagens de gado e o manejo sustentável do cambará. Os encaminhamentos também contaram com a participação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e da Secretaria de Agricultura Familiar (Seaf). Para o deputado Max Russi, trata-se de uma decisão acertada, que deve render mais desenvolvimento para os produtores locais. “O Allan acertou em cheio ao fazer esse investimento importante para os pantaneiros, valorizando o que nós temos aqui, o que é nosso. Investir nisso gera renda, desenvolvimento, melhora as condições das nossas propriedades rurais e a capacidade de investimentos. Quero dizer que tem todo o nosso apoio, apoio da Assembleia Legislativa”, discursou.
Voo com 88 brasileiros deportados dos EUA chega ao Brasil
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Um avião com 88 brasileiros deportados pelos Estados Unidos era esperado para chegar nesta sexta-feira (24) ao aeroporto de Confins, em Minas Gerais, em meio à postura anti-imigração do governo de Donald Trump. Até as 21h (de Brasília), a aeronave não havia pousado no Brasil. Trata-se, no entanto, de voo relativo a acordo firmado com Washington em 2017, ainda sob o governo de Michel Temer. O pacto visa facilitar o retorno ao Brasil de pessoas processadas nos EUA por entrar no país de forma ilegal e que já não tenham direito a recurso. No Brasil, eles não cumprem qualquer tipo de pena. Integrantes do governo Lula ouvidos sob a condição anonimato afirmaram que o voo ainda não pode ser creditado à nova política migratória de Trump, uma vez que são necessários dias para organizar a logística desse tipo de viagem. O presidente Trump promete fazer a maior deportação da história americana. Nesta sexta, o governo do republicano informou já ter prendido 538 imigrantes em situação irregular desde a posse do republicano, na última segunda (20). A média diária de prisões do ICE, o serviço de migração e alfândega americano, foi de 311 no ano fiscal que terminou em setembro de 2024. No ano anterior, foi de 467. A Casa Branca publicou as primeiras imagens de imigrantes irregulares detidos e deportados também nesta sexta. Na plataforma X, o governo escreveu que os alvos eram criminosos e que centenas deles foram deportados em aviões militares. Não está claro se todos os detidos tinham sido condenados por crimes ou se existiam acusações, porém sem condenações. Os nomes mencionados pelo governo no texto são de homens considerados culpados por variados tipos de crimes sexuais -há menções a um dominicano condenado por abuso sexual de menor e a um equatoriano condenado por estupro, por exemplo. O Pentágono afirmou ainda que as Forças Armadas americanas forneceriam voos para a deportação de mais de 5.000 imigrantes detidos por autoridades em El Paso, no Texas, e em San Diego, na Califórnia. No início da semana, o governo Trump anunciou que enviaria 1.500 soldados adicionais para a fronteira com o México. Segundo um memorando do Departamento de Segurança Interno revelado nesta sexta, a agência tenta também facilitar a designação de autoridades estaduais e municipais para auxiliar no trabalho de detenção de imigrantes. Trump carrega a bandeira anti-imigratória desde sua primeira campanha à Casa Branca, na qual alardeou a construção de um muro na fronteira sul, e o tema é o principal de seu novo mandato. Diferentemente de áreas em que as bravatas de campanha foram logo amenizadas, como a questão tarifária, o republicano assinou nos primeiros dias no cargo decretos com repercussões imediatas sobre imigrantes no país. Além de iniciar os planos de deportação, Trump declarou emergência nacional na fronteira sul e suspendeu a entrada de imigrantes por lá, autorizou a prisão de estrangeiros em situação irregular em escolas, igrejas e hospitais e restringiu drasticamente o direito à cidadania a nascidos no país de pais estrangeiros em situação irregular. Esta última medida foi contestada por uma série de estados liderados por democratas. Nesta quinta (23), o juiz federal John Coughenour, de Seattle, concedeu decisão liminar (provisória) bloqueando o decreto sob o argumento de que o texto fere a Constituição e a jurisprudência da Suprema Corte do país -o direito é garantido pela 14ª Emenda da Carta. A ONU criticou a suspensão da entrada de refugiados nos EUA nesta sexta, lembrando que o direito ao refúgio é “universalmente reconhecido”. “Todos os Estados têm o direito de exercer sua jurisdição em suas fronteiras internacionais, [mas] devem fazê-lo em conformidade com suas obrigações”, afirmou a porta-voz da agência da ONU para os direitos humanos, Ravina Shamdasani, em Genebra. O memorando interno revelado nesta sexta indica ainda que o governo do republicano concedeu a oficiais do ICE o poder de acelerar a deportação de imigrantes que tinham obtidos vistos temporários sob dois programas instituídos pelo governo Biden. Os programas buscavam diminuir o número de entradas ilegais no território oferecendo mais vias legais para pedir refúgio. Um desses programas permitia que migrantes de Cuba, Haiti, Nicarágua e Venezuela residissem nos EUA por até dois anos. O outro, um aplicativo chamado CBP One, obrigava eventuais solicitantes de asilo a formalizarem seus pedidos antes de atravessarem a fronteira, agendando hora e local para se apresentarem em um posto de alfândega. Fonte: Notícias ao Minuto Brasil – Brasil
Governo monitora 38 municípios devido às chuvas nesta sexta-feira (24)
O Governo de Mato Grosso monitora, nesta sexta-feira (24.1), 38 municípios, em razão das chuvas intensas que atingiram o Estado na última semana. Os municípios são classificados com status de atenção pela Defesa Civil do Estado, por terem sido atingidos pelas chuvas nos últimos dias e terem sofrido inundações em vias públicas, imóveis ou terem pontes e estradas danificadas. No entanto, eles não estão mais na situação caracterizada como emergência, como é o caso de alagamentos. Para atender os municípios em situação de emergência, o Governo já entregou: 250 cestas de alimentos, 250 cobertores, 250 kits de higiene e limpeza, 102 colchões, 102 travesseiros e 90 kits dormitório para as famílias de Cuiabá; 130 cestas de alimentos, 130 kits de higiene e limpeza, 130 filtros de água, 130 cobertores, 100 colchões, 100 kits dormitório (travesseiro, lençol, fronha), 80 caixas d’água, rolos de lona e 1 tonelada de roupas para Rio Branco; 20 cestas de alimentos, 20 kits de limpeza e higiene, 20 filtros de água, 20 cobertores, 20 colchões, 20 kit dormitório, 20 caixas d’água, 2 rolos de lonas e meia tonelada de roupas para Salto do Céu; 80 cestas de alimentos, 80 kits de higiene e limpeza e 80 filtros de água para Alto Paraguai. 400 cestas de alimentos, 400 kits de higiene e limpeza, 200 filtros de água e 100 cobertores para Confresa. Monitoramento Até o momento, 30 municípios declararam situação de emergência por conta das chuvas, sendo eles: Rio Branco, Salto do Céu, Paranatinga, Cuiabá, Nova Nazaré, Alto Paraguai, Luciara, Chapada dos Guimarães, Água Boa, Arenápolis, Itaúba, Nova Brasilândia, Vila Rica, Confresa, Rondolândia, Cocalinho, Serra Nova Dourada, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Porto Alegre do Norte, Canarana, Porto Estrela, Juscimeira, Nossa Senhora do Livramento, Bom Jesus do Araguaia, Lambari D’Oeste, Barão de Melgaço, Várzea Grande, Nobres e Nova Marilândia. Até o momento, apenas os municípios de Rio Branco, Salto do Céu, Alto Paraguai, Paranatinga, Confresa, Cuiabá e Nova Nazaré solicitaram homologação estadual. O Governo ainda monitora os municípios de Santa Terezinha, Rondonópolis, Barra do Bugres, Campo Novo do Parecis, Denise, Nova Olímpia, São José do Rio Claro e Lucas do Rio Verde. A Defesa Civil segue prestando apoio com levantamento de danos, elaboração de decretos e emitindo alertas para essas regiões.
Brasil Está Pronto para a Pena de Morte? Deputado Nelson Barbudo Levanta Debate Polêmico
O deputado federal Nelson Barbudo (PL) reacendeu uma discussão polêmica ao defender a pena de morte e cobrar uma reforma urgente do Código Penal Brasileiro. Em entrevista ao Jornal do Meio Dia da TV Vila Real, na última quarta-feira (22), Barbudo fez duras críticas à legislação atual, comparando-a com as leis mais rígidas dos Estados Unidos. Ele ainda sugeriu que a lentidão em promover mudanças pode estar relacionada à presença de parlamentares com possíveis vínculos com facções criminosas. “Não estou aqui dando nomes, mas sabemos que, em todos os lugares, há gente que faz parte. Nas eleições passadas, em Cuiabá, foi dito que houve apoiadores do crime organizado. Na Câmara dos Deputados, com certeza também tem gente que está lá por causa das facções. Então acho que é por isso que [o Código Penal] não muda”, afirmou o deputado. Reforma do Código Penal em 6 Meses? Barbudo deixou claro que, se dependesse dele, a reforma do Código Penal já teria sido concluída. “Hoje, advogados e policiais militares estão enxugando gelo. Eu sou totalmente favorável à mudança e fico horrorizado porque a Câmara e o Senado não fazem isso”, desabafou. Ele reforçou sua visão de que mudanças drásticas, incluindo a implementação da pena de morte, são necessárias para enfrentar a criminalidade no país. Castração Química e a Vontade Popular O deputado também criticou duramente a sinalização do governo federal de vetar o projeto de castração química para criminosos sexuais. Para Barbudo, tal veto contraria o desejo da população. “Não há justificativa para o veto. O governo está do lado do criminoso ou do cidadão de bem? Ele precisa respeitar a vontade do povo. Nós aprovamos a lei”, pontuou. Bloqueio de Emendas e Indignação Outro tema levantado pelo parlamentar foi o bloqueio de suas emendas de 2023, destinadas à saúde de municípios como Chapada dos Guimarães, Acorizal, Santo Antônio e Vera. Barbudo classificou a decisão como injusta e fez críticas ao ministro do STF Flávio Dino, responsável pela medida. “O Judiciário tem que separar o joio do trigo. Não tenho emendas Pix, não havia motivo para bloqueio”, afirmou o deputado. E Você, o Que Pensa? Com declarações firmes, Nelson Barbudo coloca em debate questões que dividem opiniões. Será que o Brasil está pronto para discutir temas como pena de morte, castração química e uma reforma ampla no Código Penal? O que você acha: essas mudanças são necessárias ou radicais demais? Participe do debate!