O que era só mais um dia de trabalho virou um pesadelo para o motorista de aplicativo João Márcio, que ficou ilhado dentro do carro durante a forte enxurrada que atingiu a Avenida Manoel José de Arruda (Prainha), em Cuiabá, nesta terça-feira (8). A cena do veículo submerso e do motorista no meio da rua alagada viralizou nas redes sociais e comoveu quem acompanhou o drama ao vivo. Mas agora, fora da internet, o que fica é o prejuízo real: mais de R$ 10 mil de conserto em um carro alugado — o único meio de sustento de João e da família. “Eu pensei no carro, no prejuízo que ia dar pro dono. Se eu já não consigo pagar um arranhado, como eu vou pagar o carro todo?”, desabafou João Márcio em entrevista ao Balanço Geral. 🎙 João, que trabalhou como garçom por anos e perdeu o emprego na pandemia, viu nos aplicativos a única saída para levar comida pra casa. Hoje, sem reservas e com dívidas, ele não tem como arcar com o conserto do motor, parte elétrica e estofado. “Só o motor é R$ 10 mil. Pago R$ 600 por semana pra rodar e o que sobra é pra casa. Eu não tenho como pagar isso.” O motorista conta que voltava de uma corrida em Várzea Grande, quando foi surpreendido pela força da água na região do Porto, em Cuiabá. Achou que dava pra passar — mas a enxurrada veio de lado e engoliu o carro. ⚠️ Ajude o João! Quem puder colaborar com qualquer valor, o contato direto dele é:📱 (65) 9 9349-7694 Vamos mostrar que a solidariedade fala mais alto. João não quer esmola — só precisa de uma chance pra continuar trabalhando.
Cuiabá sedia 1ª Feira Indígena de Mato Grosso no dia 19 de abril
CUIABÁ – A capital mato-grossense vai respirar cultura, ancestralidade e resistência no próximo dia 19 de abril, com a realização da 1ª Feira Indígena de Mato Grosso. O evento acontece no Museu de História Natural, das 8h às 21h30, e promete ser um marco para os povos originários e toda a sociedade. Coordenada por Isaac Amajunepá, a feira não será apenas uma exposição. Vai ser um verdadeiro mergulho nas tradições, na arte e na força dos povos indígenas, reunindo representantes de diversas etnias como Mehinako, Karajá, Tapirapé, Paresi, Rikbatsa, Manoki, Nambiquara, Balatiponé, Wuarao, Boe-Bororo e Kura-Bakairi. “É muito mais que uma feira. É a oportunidade de mostrar para o mundo a grandeza das nossas culturas, nossa arte e nossa resistência”, destaca Isaac Amajunepá. 🎨 Artesanato, música e sabores indígenas A programação inclui feira de artesanato, com peças autênticas, feitas por artesãos indígenas, carregadas de história e espiritualidade. Também haverá comidas típicas, apresentações culturais, danças e shows com representantes dos próprios povos. Entre os destaques está a cantora Luciana Huni Kuin, que traz a musicalidade ancestral do povo Huni Kuin, e o jovem Júnior Enemaré, do povo Balatiponé, que surpreende ao unir a língua tradicional com o ritmo do lambadão. A juventude indígena também terá seu espaço no palco, apresentando músicas e danças tradicionais — uma ponte viva entre o passado e o futuro das aldeias mato-grossenses. 🎯 Política pública e fomento à cultura A Feira é fruto de uma conquista das comunidades indígenas e foi contemplada pelo edital Feiras do MT Criativo, da Secel-MT, com recursos do Ministério da Cultura, via Lei Paulo Gustavo. O apoio financeiro garantiu a estrutura e a diversidade da programação. 📌 Serviço: 📅 Quando: 19 de abril (sexta-feira)🕗 Horário: das 8h às 21h30📍 Local: Museu de História Natural de Mato Grosso – Av. Manoel José de Arruda, próximo à UFMT🎟 Entrada gratuita ✅ Por que vale a pena ir: Conhecer e apoiar os povos indígenas do estado Vivenciar a cultura, música, gastronomia e tradições ancestrais Participar de um evento histórico e inédito em Mato Grosso 📣 MT Urgente acompanha de perto as manifestações culturais do nosso estado. Siga nossas redes sociais para mais informações, fotos e vídeos da feira indígena de Mato Grosso. Se quiser, posso montar esse conteúdo também em formato de post para Instagram, carrossel ou vídeo curto com narração. Deseja seguir com isso?
♠️ Análise Política: O jogo começou — e Max Russi pode ser a carta mais estratégica da mesa
Por Alex Rabelo, jornalista e especialista em marketing político A política mato-grossense se parece cada vez mais com uma partida de pôquer. As cartas estão sendo distribuídas, os jogadores observam em silêncio e os movimentos mais decisivos ainda estão por vir. Mas engana-se quem acha que o jogo só começa em 2026. Ele já está em andamento, com apostas sendo feitas nos bastidores e estratégias sendo desenhadas com precisão cirúrgica. Por fora, tudo parece calmo: sorrisos protocolares, discursos técnicos, promessas de foco na gestão. Mas por dentro, o clima é de concentração e leitura de cenário. É o momento em que cada peça é posicionada com cuidado — e cada passo, por menor que pareça, revela intenção. 🃏 Mauro tem um nome. Mas o tabuleiro é maior. Não é segredo: Mauro Mendes gostaria de ver Otaviano Pivetta como seu sucessor no Palácio Paiaguás. É seu parceiro de gestão, alguém que comunga da mesma visão técnica e administrativa. Mas política não se joga apenas com lógica. Se fosse assim, seria xadrez. E aqui, estamos falando de pôquer: há blefes, cartas na manga e viradas imprevisíveis. É nesse cenário que um nome cresce em silêncio, com consistência: Max Russi. ♦️ Max Russi: a carta que circula nas mãos de vários jogadores Nos bastidores, Max é o nome que aparece com frequência nas conversas sérias — entre prefeitos, deputados, lideranças regionais e até adversários. O respeito que conquistou não é emprestado, é construído. Presidente da Assembleia Legislativa, Max tem jogado com equilíbrio. Sabe articular com prefeitos, dialoga com o Executivo, mantém boa relação com o setor produtivo e circula entre partidos sem causar ruído. Tem o que falta a muitos jogadores da mesa: habilidade política e presença real nos municípios médios e pequenos — onde o jogo é decidido. De vereador a presidente da ALMT, Max não pulou etapas. Foi acumulando fichas, ganhando crédito político e consolidando alianças. Hoje, aparece como um nome que agrada a vários setores, da direita moderada ao centro, e até segmentos da esquerda — todos em nome da continuidade de um governo bem avaliado. ♣️ Mas o jogo tem mais cartas na mesa Não seria uma partida completa sem outros jogadores experientes no jogo: Jaime Campos, com forte presença no interior, tem intensificado visitas e conversas com prefeitos. Sabe jogar no corpo a corpo e tem o trunfo da experiência. Wellington Fagundes, senador e líder do PL, tem nas mãos uma base robusta de prefeitos e vereadores eleitos — além da possibilidade de trazer o apoio direto de Jair Bolsonaro, uma carta poderosa no Mato Grosso. Ambos estão em campo. Fazem leitura de cenário e se movimentam com inteligência. ♥️ O Senado: a disputa mais difícil do baralho A eleição para o Senado promete ser uma das mais acirradas da história de Mato Grosso. Não é exagero. Com tantos nomes fortes e interesses em jogo, quem construir um grupo coeso para o governo estará um passo à frente na disputa pela cadeira do Senado. E é aí que Max Russi volta a ser peça-chave. Um grupo articulado com ele na cabeça pode ser o elo que fortalece alianças e impulsiona a vitória tanto no Executivo quanto no Legislativo. 🔍 Leitura final da mesa Otaviano Pivetta é o nome de Mauro. Isso está claro. Mas Max Russi é o nome que o grupo pode escolher. Tem capilaridade, equilíbrio, presença e o mais importante: está crescendo sem fazer barulho. Está fazendo política de forma inteligente — como se joga pôquer: observando, construindo, esperando o momento certo para colocar as fichas na mesa. Se continuar nesse ritmo, pode ser o governador que Mato Grosso ainda não sabe que já escolheu. ✍️ Por Alex Rabelo Jornalista, empresário e especialista em marketing político
Cuiabá alagada no dia do aniversário: caos, destruição e prejuízo
O que era pra ser um dia de festa pelos 306 anos de Cuiabá virou uma madrugada de prejuízo, desespero e destruição. A forte chuva que caiu na tarde desta terça-feira (8) alagou ruas, invadiu casas, derrubou estruturas e deixou um rastro de danos por toda a capital. Um dos pontos mais críticos foi a UPA do Jardim Leblon, onde o muro desabou e a água invadiu a unidade de saúde, comprometendo o atendimento aos pacientes. O local, que deveria ser um ponto de acolhimento, virou cenário de caos. Na Avenida Prainha, carros foram arrastados pela enxurrada.Em um condomínio residencial, parte da garagem cedeu com a ventania.Até o prédio da Assembleia Legislativa não escapou — parte do forro desabou durante o temporal. 🌧️ Todos os córregos da cidade transbordaram. Sete bairros estão sendo monitorados pela Defesa Civil: Jardim Leblon, Dom Aquino, São Mateus, Boa Esperança, Santa Rosa, Pedregal e Jardim Tropical. ⚠️ O Inmet emitiu novo alerta de chuvas intensas para esta quarta-feira (9), com risco de alagamentos, quedas de árvores, ventos fortes e até cortes de energia. 📍 Cuiabá amanhece debaixo de prejuízo — e com o alerta ligado.
MICHELLE BOLSONARO EM MATO GROSSO! EX-PRIMEIRA-DAMA CUMPRE AGENDA POLÍTICA NO ESTADO NESTA SEXTA (12)
A ex-primeira-dama e líder nacional do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, desembarca em Mato Grosso nesta sexta-feira (12) para cumprir uma série de compromissos políticos com lideranças do Partido Liberal (PL). A agenda começa por Cuiabá, onde Michelle se encontrará com o prefeito Abílio Brunini (PL) no Palácio Alencastro. Em seguida, segue para Várzea Grande, onde participa de um almoço com a prefeita Flávia Moretti (PL), em meio aos bastidores de tensão entre a gestora e seu vice. O dia termina em Primavera do Leste, com um grande encontro do PL Mulher, marcado para às 19h no auditório do Sest/Senat. O evento será aberto ao público e organizado pela vereadora Gislaine Yamashita, coordenadora do núcleo feminino do partido no município. 📍 Será a primeira visita oficial de Michelle ao estado desde as eleições municipais de 2024 — e promete movimentar os bastidores da política local.