As críticas feitas pela deputada Janaina Riva (MDB), que alegou um suposto boicote da Casa Civil ao pagamento de suas emendas parlamentares, levaram o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (PSB), a se posicionar com firmeza sobre o tema. Em entrevista, Russi afirmou que não permitirá qualquer tipo de discriminação por parte do governo estadual entre deputados da base e da oposição. De forma ponderada, o presidente destacou que a lei é clara quanto à obrigatoriedade do pagamento das emendas parlamentares e que isso deve ser cumprido para todos os parlamentares, independentemente da posição política. “É lei, tanto para deputada de situação quanto para deputada de oposição. A emenda vai ser paga, tem que ser paga. Se não for, eu vou cobrar. Agora, cobrar agora, em maio? Não, não posso cobrar agora. Se a pessoa tem até dezembro para me pagar uma conta, eu não vou exigir que ela pague antes,” reforçou. Max Russi ainda explicou que a cobrança formal será realizada dentro do prazo legal, e que, caso o governo não cumpra a obrigação, a Procuradoria da Assembleia será acionada para garantir os repasses. “No prazo certo, e não havendo o pagamento, vamos cobrar. Com certeza, acionaremos nossa Procuradoria. Eu não vou aceitar que não seja pago nem para a situação, nem para a oposição. Essa é minha obrigação como presidente,” afirmou. Ao comentar as acusações de Janaina Riva, que alegou na tribuna que há favorecimento do governo aos deputados da base aliada, Russi deixou claro que não percebe discriminação até o momento. Ele citou como exemplo sua própria situação e a de outros deputados aliados, que também aguardam o pagamento de emendas. “Eu sou base e não tenho as minhas emendas encaminhadas. Tem vários deputados da base que ainda não receberam. Então, vamos aguardar o prazo legal e, caso não seja cumprido, a cobrança será feita como manda a lei,” concluiu. Com um discurso equilibrado e transparente, Max Russi demonstrou mais uma vez sua postura institucional e imparcial, buscando assegurar que os direitos dos deputados, independentemente da posição política, sejam respeitados e cumpridos dentro da legalidade.
MDB e Republicanos avançam em negociações para formar federação e sacudir o cenário político nacional
O tabuleiro político em Brasília pode ganhar uma nova e poderosa peça. Os presidentes do MDB, Baleia Rossi, e do Republicanos, Marcos Pereira, deram mais um passo estratégico ao se reunirem na última terça-feira (6) para discutir a criação de uma federação entre as duas siglas. O movimento promete mudar o equilíbrio de forças no Congresso Nacional. Se confirmada, a federação somará 88 deputados federais, posicionando-se como a terceira maior bancada da Câmara, atrás apenas da união entre União Brasil e Progressistas (109 deputados) e do PL (92 deputados). Esse novo bloco não apenas reforçaria a atuação legislativa das duas legendas, mas também aumentaria significativamente seu poder de barganha em pautas nacionais e negociações políticas. O foco da federação vai além do Congresso: a intenção é consolidar uma atuação conjunta em todo o país, mirando nas eleições de 2026. Entre as vantagens estão a divisão de tempo de propaganda eleitoral, acesso ampliado ao fundo partidário e maior capacidade de articulação política nas disputas estaduais e municipais. Apesar do otimismo, as tratativas ainda estão em fase de ajustes. As legendas trabalham nos bastidores para alinhar estatutos, estratégias e resolver eventuais divergências internas, fatores essenciais para garantir a unidade da futura federação. Nos bastidores políticos, a movimentação já gera burburinho e expectativa sobre os impactos dessa nova força política no cenário eleitoral e nas articulações em Brasília. Se concretizada, a federação entre MDB e Republicanos pode ser decisiva para os rumos da política nacional nos próximos anos. Por enquanto, os partidos mantêm a discrição, mas nos corredores da política já se comenta: vem aí uma aliança de peso que pode mexer com a engrenagem do poder em 2026.
MC Guimê e Fernanda Stroschein anunciam gravidez: “Nosso maior sonho realizado”
O cantor MC Guimê e sua noiva, Fernanda Stroschein, anunciaram nesta quarta-feira (8) que estão à espera do primeiro filho. O casal compartilhou a novidade por meio das redes sociais, pegando fãs e seguidores de surpresa poucas semanas após terem oficializado o noivado. A revelação foi feita com um vídeo emocionante publicado no Instagram, onde Guimê e Fernanda aparecem se beijando e exibindo a barriga de grávida. Na legenda, o funkeiro celebrou o momento com palavras de gratidão e felicidade: “O nosso maior sonho se tornou realidade. Sim, nós seremos papais! Deus, toda honra e glória a Ti. Sem palavras pra descrever essa emoção que estamos sentindo, é tanta felicidade que nem cabe no peito.” O anúncio rapidamente viralizou, gerando uma onda de carinho e mensagens de apoio de fãs e amigos famosos, que celebraram a nova fase na vida do casal. MC Guimê, conhecido nacionalmente por hits como País do Futebol e Plaquê de 100, e Fernanda vêm demonstrando nas redes sociais a sintonia e a força da relação, que agora ganha um novo e especial capítulo com a chegada do bebê. A data prevista para o nascimento ainda não foi divulgada, mas o casal já adiantou que está curtindo intensamente cada momento dessa nova jornada.
Humorista leva lambadão e tradição cuiabana para evento com peixada no Ditado Popular
Depois de lotar o Bar Ditado Popular, em Cuiabá, em fevereiro com o show de stand-up “Só num pode afobá”, o humorista Cumpadre Vevé está de volta ao local com mais uma grande novidade. No dia 07 de junho, ele realiza sua primeira peixada, unindo humor, boa comida e o tradicional lambadão cuiabano em um só evento. Natural de Bonsucesso, em Várzea Grande, o humorista atravessa novamente a ponte para fazer história na esquina mais charmosa da cidade. A primeira edição da peixada promete reunir amantes da gastronomia regional e da cultura da baixada cuiabana. O cardápio será servido no estilo buffet livre e inclui pratos típicos que todo mato-grossense respeita: arroz branco, farofa de banana, feijão, ventrecha frita, peixe assado, mojica de pintado, batata frita e salada verde. Tudo isso por R$ 90 por pessoa, com comida liberada durante o evento. A animação fica por conta da banda Scort Som, que levará muito lambadão para o público dançar e celebrar as raízes da baixada cuiabana. Vevé, a proposta do evento é mais do que entretenimento — é preservar a cultura. “A importância de um evento como esse é não deixar a cultura nossa do lambadão morrer. Hoje quem aprecia o lambadão é um público mais velho e precisamos que nossos jovens continuem vivenciando essa história. E baseado nisso que estamos conseguindo levar pela primeira vez o lambadão para a esquina mais charmosa da cidade, o Ditado Popular. E para unir duas coisas boas, a peixada vai unir com o lambadão valorizando ainda mais nossa cultura, que todo mato-grossense adora um bom peixe”, afirmou o humorista. Em fevereiro, o humorista reuniu mais de 300 pessoas no Ditado Popular em uma noite de casa cheia e muita risada. Agora, a expectativa é repetir o sucesso com um evento que mistura sabor, música e tradição cuiabana. Serviço 📅 Data: 07 de junho de 2025 (sábado) ⏰ Horário: das 11h às 15h 📍 Local: Bar Ditado Popular (Cuiabá) 💸 Valor: R$ 90 por pessoa – buffet livre 📲 Informações e reservas: https://www.facepassbrasil.com.br/evento/27c820b2-f114-40d5-91b4-1d6b97363877/ingressos ou (65) 99245-8981 📸 Instagram: @cumpadreveve
Câmara de Cuiabá segue empurrando com a barriga a convocação de suplentes após afastamento de vereadores
Já se passaram nove dias desde o afastamento dos vereadores Chico 2000 (PL) e Sargento Joelson (PSB), alvos da Operação Perfídia, e até agora… nada de convocação oficial dos suplentes para ocupar as vagas no Legislativo. A decisão judicial que determinou o afastamento dos parlamentares foi clara: afastamento imediato. No entanto, na prática, a Câmara parece seguir um outro ritmo. Na última terça-feira (6), a presidente da Câmara, Paula Calil (PL), alegou que a Casa ainda não recebeu informações oficiais da Polícia Civil, o que, segundo ela, impede o início do processo de posse dos suplentes. Enquanto isso, Rafael Yonekubo (PL) e Gustavo Padilha (PSB), os dois suplentes que deveriam ter assumido as cadeiras, seguem esperando e sem qualquer previsão concreta de posse. Ambos se disseram prontos para assumir imediatamente, mas começam a estranhar a demora. “Já se passaram quase duas semanas. Conversei com a Paula e ela disse que estão aguardando o ofício da Justiça. Eu entendo que eles têm receio de errar por conta de problemas anteriores, mas a decisão da Justiça já saiu. Estou achando demorado, mas sigo pronto para assumir assim que me convocarem”, disse Rafael Yonekubo, que teve 1.158 votos na última eleição. Gustavo Padilha, que obteve 2.113 votos, também se mostrou incomodado: “Acompanhei tudo pelos noticiários. A Câmara até agora não fez contato oficial. É preocupante essa demora, porque estamos falando de uma decisão judicial, não de licença médica ou afastamento pessoal. O Regimento fala em até 30 dias, mas isso é para outros casos. Aqui é afastamento por liminar judicial, deveria ser imediato.” Nos bastidores, cresce a percepção de que a Mesa Diretora está sendo cautelosa demais — ou, como muitos avaliam, apenas empurrando com a barriga até que uma eventual nova decisão judicial defina o retorno dos titulares. Enquanto isso, a Câmara segue com duas cadeiras vazias em pleno andamento das atividades parlamentares. A assessoria da presidência da Câmara informou que aguarda acesso formal aos autos do inquérito para avançar com o processo de convocação, algo que só deve acontecer, pasmem, na próxima semana. Vale lembrar que Chico 2000 e Sargento Joelson são investigados por suposto recebimento de propina para aprovar matérias legislativas envolvendo pagamentos atrasados do município a uma empresa em 2023. A Operação Perfídia foi deflagrada no último dia 29 de abril, e desde então, o caso segue repercutindo e gerando pressão por transparência e agilidade. Enquanto isso… o tempo passa, e a pergunta que não quer calar: até quando a Câmara vai adiar o que a Justiça já determinou?
Leão XIV: Cardeal norte-americano com trajetória na América Latina é eleito novo Papa
O Conclave de 2025 elegeu nesta quarta-feira (7) o cardeal Robert Francis Prevost como novo papa da Igreja Católica. Sob o nome de Leão XIV, o pontífice norte-americano traz consigo uma sólida trajetória missionária, com forte atuação no Peru, e assume o comando da Igreja com um perfil pastoral e social em continuidade ao papa Francisco. O arcebispo de Cuiabá, Dom Mário Antonio da Silva, comemorou a escolha, destacando a importância das orações durante o Conclave e a relevância do novo Papa para a região latino-americana. “Me emociono e me alegro em poder dizer essas palavras, agradecendo a Deus pelo dom da eleição do cardeal Robert. Ele tem experiência na América Latina, sobretudo no Peru, e conhece profundamente nossa realidade. Estou confiante na continuidade do processo sinodal iniciado por Francisco, agora sob a liderança de Leão XIV”, declarou Dom Mário. O arcebispo reforçou ainda que a eleição representa esperança e compromisso com as causas sociais e pastorais: “Que a bênção do novo papa nos fortaleça na fé e na luta por justiça e paz.” Perfil do Papa Leão XIV Nascido em 14 de setembro de 1955, em Chicago (EUA), Robert Prevost ingressou na Ordem de Santo Agostinho em 1977, fez votos solenes em 1981 e foi ordenado sacerdote em 1982. Seu ministério o levou para o Peru em 1985, onde passou mais de 10 anos liderando o seminário agostiniano de Trujillo e exercendo forte atuação pastoral. Prevost também foi prior geral da Ordem dos Agostinianos (2001-2013) e teve papel destacado como administrador apostólico e depois bispo em Chiclayo. Em 2023, foi nomeado prefeito do Dicastério para os Bispos, posição estratégica na nomeação de bispos ao redor do mundo. No mesmo ano, foi elevado a cardeal. Com uma formação sólida em Teologia e Direito Canônico, Leão XIV é reconhecido por seu estilo prudente e escutativo, com forte compromisso social. Defensor dos pobres, migrantes e da justiça ambiental, já afirmou em entrevistas que “um bispo não deve ser um pequeno príncipe sentado em seu reino”. Sinalização de continuidade A escolha do nome Leão XIV faz referência direta a Leão XIII, papa conhecido pela encíclica Rerum Novarum, que lançou as bases da Doutrina Social da Igreja. A escolha sugere que o novo pontífice pretende fortalecer o legado social deixado por Francisco, mantendo a Igreja próxima dos mais vulneráveis e atenta aos desafios do mundo moderno. A Igreja Católica inicia agora um novo capítulo sob a liderança de Leão XIV, com esperança renovada e um olhar atento para a América Latina e para os temas sociais que movem milhões de fiéis ao redor do mundo.
R$ 400 mil apreendidos e 14 presos em megaoperação contra crime organizado em Mato Grosso
Até o final da manhã desta quarta-feira (7), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) e o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) apreenderam cerca de R$ 400 mil durante as operações Minerva e Destino Final 2, que visam desmantelar um esquema financeiro ligado ao tráfico de drogas. O grupo investigado operava para recolher, ocultar e dissimular grandes volumes de dinheiro provenientes de atividades criminosas. Ao todo, 14 prisões preventivas foram efetuadas, sendo que 9 delas são mulheres que ocupavam papéis estratégicos dentro da organização. As investigações apontaram que o uso de mulheres era uma estratégia deliberada para reduzir suspeitas e dificultar a detecção pelas autoridades, o que revela o nível de sofisticação e audácia do grupo criminoso. Segundo apurações, as mulheres eram contratadas pela liderança da facção para recolher o dinheiro do tráfico em diferentes pontos da região centro-norte de Mato Grosso. Em seguida, esses valores eram entregues a outras integrantes, que repassavam as quantias a uma empresária de Várzea Grande — suspeita de ser dona de uma empresa de transporte utilizada para a movimentação do dinheiro ilícito. Durante o curso da investigação, uma das integrantes foi flagrada transportando meio milhão de reais escondidos em um fundo falso de um carro, em deslocamento entre Sinop e Cuiabá. 🚨 As operações continuam, e novas fases não estão descartadas. A Polícia segue apurando o envolvimento de outros suspeitos e a possível ligação do grupo com outras atividades criminosas.
Polícia Civil desarticula associação que fraudava execução de contratos públicos para perfuração de poços artesianos
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quinta-feira (8.5) a Operação Poço Sem Fundo, para cumprimento de 226 ordens judicias contra uma associação criminosa instalada na Companhia Mato-Grossense de Mineração (Metamat). A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), iniciou após denúncia feita pelo Governo de Mato Grosso, e resultou na identificação de um grupo instalado na Metamat, desde o ano de 2020, que fraudava a execução de contratos para perfuração de poços artesianos. As diligências iniciaram após a Deccor ser acionada e informada das auditorias realizadas pela Controladoria Geral do Estado (CGE), que apontaram prejuízo de pelo menos R$ 22 milhões, em razão de desvio de valores. As determinações judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais da Comarca de Cuiabá contra seis empresas e 24 pessoas físicas investigadas, dentre elas 16 são servidores ou ex-servidores, e oito são empresários. Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Tangará da Serra, sendo 30 mandados de busca e apreensão, sequestro de 49 imóveis e de 79 bens móveis, além de bloqueios bancários de valores das contas dos investigados e das empresas, no valor estimado ao montante do prejuízo gerado. Também são cumpridas outras medidas cautelares, como afastamento de função pública. O trabalho operacional coordenado pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção contou com a participação de 120 policiais civis das unidades das Diretorias de Atividades Especiais, Metropolitana e do Interior. Das ordens judiciais Das medidas judiciais decretadas, a principal é a determinação de suspensão de pagamentos pelo Estado de Mato Grosso às empresas investigadas, que também estão proibidas de contratar com o Poder Público Estadual. Estão sendo cumpridos mandados de quebra do sigilo dos dados dos dispositivos eletrônicos vinculados aos investigados. A Justiça determinou, ainda, o afastamento da função pública de servidores da Metamat e da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico. Também foram determinadas medidas cautelares diversas da prisão contra os investigados, que estão proibidos de manterem contato entre si e de acessarem todos os prédios e dependências da Metamat e da Sedec. Eles também terão os passaportes recolhidos. A pedido da Polícia Civil, o judiciário proibiu o Poder Público Estadual de nomear e/ou contratar os investigados para exercer cargos na administração pública estadual. O esquema criminoso As investigações resultaram na identificação de uma associação criminosa instalada na Metamat com o propósito de desviar valores em contratos firmados pela estatal entre 2020 e 2023, cujo objetivo seria promover o abastecimento de água em comunidades rurais do Estado de Mato Grosso. As empresas deveriam construir poços artesianos e garantir distribuição da água para os moradores próximos. Contudo, as auditorias realizadas pela Controladoria Geral do Estado apontaram inúmeras irregularidades, como poços que não foram encontrados nos locais indicados ou poços que foram perfurados sem condições de armazenamento da água, e até mesmo casos em que os próprios moradores das comunidades rurais improvisavam modo rudimentar para acessar a água do poço. Foram identificados poços que teriam sido construídos dentro de propriedades particulares, áreas de pastagens e plantações, garimpos e até dentro de uma granja, além de outros em áreas urbanas, em completo desvio ao objetivo de atender comunidades rurais. Nas auditorias, a Controladoria Geral do Estado identificou que houve diversas falhas durante a execução das obras e fiscalização, que resultaram no pagamento pela perfuração de poços secos ou improdutivos. Os prejuízos e o sequestro de bens dos investigados De acordo com os apontamentos da Controladoria, as inexecuções parciais dos contratos, pagamentos indevidos e transgressões nos termos das contratações resultaram em prejuízo de pelo menos R$ 22 milhões aos cofres públicos. O Poder Judiciário determinou outras auditorias para identificar o prejuízo causado em cada contrato e se houve direcionamento das contratações. Poço Sem Fundo O nome da operação faz alusão ao jargão popular “buraco sem fundo”, tendo em vista o desvio/evasão de recursos públicos em contratos para execução de poços em comunidades rurais. Fonte: SECOM-MT