Curvelândia, município de pouco mais de 5 mil habitantes localizado a 311 km de Cuiabá, entrou para a história neste domingo (8) ao produzir o maior queijo frescal do Brasil, durante a 15ª Festa do Queijo e 2ª Feira do Leite. O feito foi reconhecido e homologado pelo RankBrasil, único sistema nacional de certificação de recordes. O queijo gigante pesou impressionantes 3.005 quilos, resultado da utilização de mais de 28 mil litros de leite. A produção mobilizou uma verdadeira força-tarefa local, destacando o talento dos queijeiros e o potencial da bacia leiteira de Mato Grosso. Recorde, tradição e festa A iguaria se tornou a grande atração da festa, que reuniu cerca de 25 mil visitantes, número cinco vezes maior que a população da cidade. Durante o evento, mais de 7 mil pedaços do queijo foram distribuídos gratuitamente ao público. Nas redes sociais, a prefeitura celebrou o feito com entusiasmo: “Foi um momento inesquecível para todos que acompanharam de perto esse marco”. Essa é a segunda edição da produção do queijo recordista, que já se tornou uma tradição em Curvelândia. Segundo os organizadores, a fabricação da peça levou cerca de cinco horas de produção exclusiva, seguida por um período de refrigeração e conservação até o momento da distribuição. O queijo frescal é conhecido por sua textura macia, cor branca, alta umidade e sabor suave. É amplamente consumido em dietas leves e costuma ser servido com doces típicos, como a goiabada. Valorização da produção local Além do recorde, a festa contou com feira de produtores, shows e programação cultural. A iniciativa fortalece a identidade regional e evidencia a vocação produtiva de Curvelândia, que se consolida como referência na cadeia do leite e derivados em Mato Grosso.
Cid confirma plano de golpe, Ramagem nega repasses e Moraes ironiza jantar: os destaques do 1º dia de depoimentos no STF
Sessão no Supremo marca o início dos depoimentos dos principais réus envolvidos na tentativa de golpe de Estado em 2022. Cid confirma minuta golpista com aval de Bolsonaro, Ramagem nega espionagem, e clima entre acusados é cordial. Pedido de jantar de general gera resposta irônica de Moraes. O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta segunda-feira (9) a oitiva dos réus acusados de integrar o chamado “núcleo duro” da tentativa de golpe de Estado, articulada após a derrota eleitoral de Jair Bolsonaro em 2022. No primeiro dia de audiência, o ex-ajudante de ordens da Presidência, Mauro Cid, fez revelações importantes, enquanto o deputado Alexandre Ramagem negou participação nos atos. A sessão foi marcada por momentos de tensão, confissões, negações, reencontros amigáveis e até um episódio inusitado envolvendo um pedido de jantar. Confissão de Mauro Cid: “Bolsonaro leu e alterou minuta do golpe” Mauro Cid, figura central nas investigações, confirmou a existência de uma minuta com o plano para impedir a posse de Lula. Segundo ele, o documento foi lido e alterado por Jair Bolsonaro.A fala do ex-ajudante de ordens confirma as suspeitas de que o então presidente teria ciência e participação ativa na tentativa de subverter o resultado das eleições. Ramagem nega uso da Abin para espionagem Já o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), que dirigia a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) à época, negou qualquer envolvimento em operações ilegais. Ele afirmou que nunca repassou informações a Bolsonaro nem usou a estrutura da Abin para espionar autoridades. Cordialidade entre réus surpreende observadores Mesmo diante de acusações graves, os réus mantiveram um comportamento respeitoso entre si. Mauro Cid chegou a cumprimentar Jair Bolsonaro, abraçou Anderson Torres e prestou continência aos generais presentes.O ambiente contrastou com a gravidade do conteúdo discutido em plenário. Pedido de jantar causa constrangimento e ironia de Moraes Um dos momentos mais comentados da audiência foi protagonizado pelo advogado de Augusto Heleno, que solicitou o adiamento do interrogatório do general para que ele pudesse jantar.O ministro Alexandre de Moraes respondeu com ironia: “A audiência continuará. Ele terá tempo durante a semana para um belo brunch.” Próximos passos A expectativa é que, nos próximos dias, novos depoimentos tragam ainda mais esclarecimentos sobre a cadeia de comando, os documentos elaborados e as ações adotadas para viabilizar o plano golpista.O julgamento promete ser um dos mais importantes da história recente do país.
Ingressos para show de Guns N’ Roses na Arena variam de R$ 260 a R$ 25 mil
As vendas de ingressos para o show do Guns N’ Roses em Cuiabá começaram na manhã desta segunda-feira (09) para os fãs que adquirirem produtos no site oficial da banda. As vendas para o público geral abrem na terça-feira (10) a partir das 9h pelo site Bilheteria Digital. Os valores variam conforme o setor e parte de R$ 260 o mais barato. A banda, que virá pela primeira a Cuiabá, fará o show em 31 de outubro na Arena Pantanal. O mapa do evento apresenta 11 setores diferentes, com valores que variam entre R$ 260 (meia entrada arquibancada Norte Superior) até R$ 25 mil em bangalôs, de acordo com Igor Miranda, jornalista especializado em música. Os primeiros ingressos já estão sendo vendidos, mas apenas para fãs que comprarem produtos no site oficial, que custam a partir de 50 dólares, ou cerca de R$280 a depender da cotação. Ao comprar os produtos, o fã recebe um código para a adquirir o ingresso ainda nesta segunda-feira. Cada código permite a compra de até 4 ingressos. As vendas gerais ocorrem a partir das 9h de terça-feira no site da Bilheteria Digital. No local, é possível encontrar informações sobre meia-entrada, gratuidade e parcelamento dos ingressos. Além de Cuiabá, São Paulo, Curitiba, Florianópolis e Brasília receberão a turnê, que passará também pela Europa e por outros países da América Latina, como Costa Rica, Argentina, Peru e México. Divulgação Confira o mapa e os valores do evento na Arena Pantanal, em Cuiabá: ARQ. NORTE SUPERIOR 3419 R$520,00 inteira, e meia R$260,00 ARQ. NORTE INFERIOR 2281 R$600,00 inteira, e meia R$300,00 ARQ. LESTE SUPERIOR 3508 R$640,00 inteira, e meia R$320,00 ARQ. LESTE INFERIOR 2192 R$720,00 inteira, e meia R$360,00 ARQ. OESTE SUPERIOR 3272 R$640,00 inteira, e meia R$320,00 ARQ. OESTE INFERIOR 2428 R$720,00 inteira, e meia R$360,00 ÁREA VIP – Lote 01 1.000 R$760,00 inteira, e meia R$380,00 ÁREA VIP – Lote 02 2.500 R$840,00 inteira, e meia R$420,00 ÁREA VIP – Lote 03 4.000 R$920,00 inteira, e meia R$460,00 FRONT STAGE – Lote 01 1.000 R$1.300,00 inteira, e meia R$650,00 FRONT STAGE – Lote 02 5.500 R$1.380,00 inteira, e meia R$690,00 FRONT STAGE – Lote 03 2.000 R$1.460,00 inteira, e meia R$730,00 BANGALÔS 1 ao 20 R$25.000,00 BANGALÔS 21 ao 40 R$25.000,00 BANGALÔS 41 ao 60 R$22.000,00 BANGALÔS 61 ao 80 R$18.000,00
Corpo de Bombeiros combate incêndio em residência em Alta Floresta
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na manhã deste domingo (8.6), um incêndio em residência no Bairro Guaraná, em Alta Floresta (a 790 km de Cuiabá). Não houve vítimas. Segundo informações preliminares, o solicitante acionou o CBMMT após avistar uma grande quantidade de fumaça saindo pelo telhado da casa. Ao chegar ao local, a equipe da 7ª Companhia Independente Bombeiro Militar (7ª CIBM) desligou rapidamente a energia elétrica da área e iniciou o controle das chamas. Para extinguir o fogo no interior da residência, os bombeiros militares montaram uma linha de combate direto às chamas. Durante a ação, a equipe verificou que o incêndio havia se propagado rapidamente, atingindo o forro de PVC e o madeiramento do telhado, além de danificar alguns móveis, como o sofá e a cama. Após o combate, os bombeiros militares realizaram o rescaldo, prevenindo possíveis focos remanescentes. A Polícia Militar também compareceu ao local e prestou o apoio necessário durante a ocorrência.
Max Russi questiona a prorrogação automática da concessão de energia e propõe regras mais rigorosas para Mato Grosso
A prorrogação da concessão dos serviços de distribuição de energia elétrica pela Energisa S.A. em Mato Grosso está gerando uma onda de discussões acaloradas no estado. O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi, tem se posicionado de forma firme contra a renovação automática do contrato por mais 30 anos, conforme prevê o decreto federal. De acordo com o parlamentar, é necessário adotar regras mais rígidas e um processo de avaliação constante para garantir que a Energisa cumpra as exigências de qualidade do serviço prestado aos consumidores mato-grossenses. Russi defende a criação de um modelo que permita avaliações periódicas, com a implementação de metas anuais, e a possibilidade de intervenção da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) caso a empresa não cumpra os requisitos estabelecidos. Para ele, a renovação automática sem uma nova licitação não seria uma solução adequada para os problemas que o estado enfrenta, principalmente em relação à qualidade da energia fornecida. “O que estamos vendo é uma situação em que os consumidores pagam pela energia elétrica, mas não recebem um serviço de qualidade. Não podemos aceitar que a concessão seja renovada por mais 30 anos sem a devida fiscalização e sem que a Energisa seja responsabilizada pelos seus erros”, afirmou Max Russi, destacando as constantes reclamações da população sobre a instabilidade no fornecimento de energia elétrica, que tem causado danos aos eletrodomésticos e afetado a produtividade do agronegócio, principal motor da economia do estado. O histórico e os desafios enfrentados pela Energisa em Mato Grosso O setor de energia elétrica em Mato Grosso tem um histórico de dificuldades, principalmente após a privatização da CEMAT (Centrais Elétricas Mato-grossenses) em 1997 e a subsequente intervenção da ANEEL em 2012. Em 2014, a Energisa assumiu a operação da CEMAT, mas, apesar de diversos esforços para modernizar a infraestrutura, ainda existem grandes desafios, especialmente na zona rural, onde as redes elétricas são majoritariamente obsoletas e não atendem às necessidades do agronegócio moderno. Luiz Carlos Moreira, Assessor para Assuntos Institucionais da Energisa, justificou os investimentos da empresa, afirmando que, embora a Energisa tenha realizado esforços para modernizar a rede elétrica, o estado apresenta desafios significativos devido à sua grande extensão territorial e à necessidade de adaptação das redes elétricas, muitas das quais são monofásicas, quando o ideal seria que fossem trifásicas para atender à demanda crescente do agronegócio. “Temos 300 mil quilômetros de redes de transmissão em Mato Grosso, e 80% delas são monofásicas. A Energisa tem trabalhado para modernizar a infraestrutura, mas o estado é grande e a rede precisa de um investimento considerável para atender à demanda de todos os setores, especialmente o agronegócio”, explicou Moreira. Max Russi propõe a criação de instrumentos de fiscalização e punição para a Energisa Max Russi, no entanto, não se contenta com os argumentos apresentados pela Energisa. Para ele, a renovação da concessão por 30 anos sem uma nova licitação representa uma grande oportunidade perdida de garantir que o fornecimento de energia elétrica melhore de forma substancial. O presidente da ALMT propõe a criação de mecanismos de fiscalização contínuos, com metas anuais de desempenho, e a intervenção da ANEEL caso as metas não sejam cumpridas. “Precisamos de mais do que promessas de melhoria. O que queremos são ações concretas e eficazes que assegurem que a Energisa entregue um serviço de qualidade. A renovação da concessão não pode ser apenas um processo automático, mas sim algo que tenha a participação da sociedade e da Assembleia Legislativa, garantindo que os investimentos realmente aconteçam”, afirmou Max Russi, destacando a necessidade de um processo mais transparente e com controle efetivo sobre os investimentos feitos pela empresa. O impacto no desenvolvimento econômico e a necessidade de segurança jurídica Outro ponto importante levantado por Max Russi foi o impacto da energia elétrica instável sobre o desenvolvimento econômico de Mato Grosso. O presidente da ALMT destacou que o estado, sendo o maior produtor de commodities do país, tem uma dependência extrema da energia elétrica para sua produção. O agronegócio de Mato Grosso precisa de uma rede elétrica eficiente para garantir sua competitividade no mercado nacional e internacional, e a falta de infraestrutura energética está dificultando o crescimento de indústrias e grandes investimentos no estado. “Se queremos agregar valor ao que produzimos, precisamos de uma rede elétrica robusta. Não podemos depender da geração de energia privada, que tem se mostrado insuficiente para atender às necessidades do setor produtivo. O estado precisa de uma rede elétrica de qualidade, que seja capaz de garantir a competitividade do agronegócio e atrair mais indústrias para Mato Grosso”, afirmou Russi. Além disso, Max Russi destacou a importância da segurança jurídica no processo de renovação da concessão, lembrando que a grande extensão territorial de Mato Grosso aumenta os custos dos investimentos e torna ainda mais difícil atrair empresas para o estado. Ele defendeu que a renovação da concessão ou uma nova licitação sejam feitas com uma visão estratégica, levando em consideração as particularidades do estado. O apelo por um debate mais amplo e uma decisão justa Max Russi concluiu seu discurso destacando que, como representantes do povo, o Parlamento Estadual tem a responsabilidade de ampliar o debate sobre a renovação da concessão de energia elétrica e garantir que todos os setores da sociedade sejam ouvidos. Ele defendeu que a melhor decisão seja tomada com base em um processo transparente, que leve em conta a realidade do estado e a necessidade urgente de melhorar a qualidade da energia elétrica fornecida. “Vamos defender uma maior discussão sobre a prorrogação da concessão e ampliar o debate para garantir que a decisão final seja a melhor para Mato Grosso e para o futuro do nosso desenvolvimento. A população e os setores produtivos merecem um fornecimento de energia elétrica de qualidade, e isso só será possível com regras mais rígidas e uma fiscalização mais eficaz”, concluiu Max Russi, reafirmando seu compromisso com os interesses de Mato Grosso e a melhoria do serviço de energia elétrica no estado. A necessidade de uma solução eficaz e justa para Mato Grosso Com
Policial Penal: Doze visitantes são flagradas com entorpecentes e pacotes de fumo em unidades prisionais de Mato Grosso
Em um fim de semana de intensas ações de fiscalização, a Polícia Penal de Mato Grosso conseguiu frustrar a tentativa de doze visitantes de ingressarem com materiais ilícitos em unidades do Sistema Penitenciário do Estado. As ocorrências ocorreram nas cidades de Colniza, Tangará da Serra e Pontes e Lacerda, destacando o trabalho eficiente dos policiais penais na prevenção e combate ao tráfico de entorpecentes e à entrada de itens proibidos nas unidades prisionais. No Centro de Detenção de Tangará da Serra, três mulheres foram flagradas pela Polícia Penal no domingo (8) tentando levar porções de maconha para seus companheiros detidos. Durante a revista, as visitantes confessaram que esconderam as drogas nas partes íntimas do corpo, o que levou à autuação delas por financiamento ao tráfico de entorpecentes, conforme o artigo 36 da Lei 11.343/2006. Além disso, elas tiveram suas carteiras de visitação apreendidas, com o direito de visita sendo suspenso por um ano para as envolvidas com entorpecentes. Em Colniza, na região noroeste de Mato Grosso, outra visitante foi flagrada tentando entrar com pacotes de fumo, material de uso proibido dentro das unidades prisionais. O trabalho de fiscalização da Polícia Penal foi crucial para evitar que o produto chegasse aos detentos, e a visitante teve o direito de visita suspenso por 90 dias, com a carteira de visitação sendo igualmente apreendida. No Centro de Detenção de Pontes e Lacerda, a atuação do policial penal foi decisiva na identificação de oito visitantes, que foram surpreendidas durante uma revista eletrônica. O escâner corporal detectou que as mulheres estavam carregando diversos pacotes de fumo escondidos no corpo. As visitantes, que eram companheiras, irmã e mãe de detentos, também tiveram suas carteiras de visitação apreendidas, com a suspensão do direito de visitação por 90 dias. Essas ações demonstram a eficácia do trabalho da Polícia Penal em Mato Grosso, que atua de forma rigorosa e constante para garantir a segurança e a ordem nas unidades prisionais do estado. A vigilância e os métodos de fiscalização, como o uso de escâneres corporais e outras tecnologias, têm se mostrado fundamentais para impedir o ingresso de materiais ilícitos, contribuindo para a redução do tráfico dentro do sistema penitenciário e para a manutenção da disciplina nas unidades prisionais.
Max Russi se despede da presidência do PSB-MT e passa o comando para Ilde Taques: “Renovação é natural e necessária”
O deputado estadual Max Russi anunciou sua saída da presidência do Partido Socialista Brasileiro (PSB) em Mato Grosso (PSB-MT), dando início a um processo de renovação que já era esperado dentro da sigla. Em entrevista recente, o político destacou que a transição de liderança, prevista desde o início, visa fortalecer ainda mais o partido e garantir sua continuidade no cenário político estadual. “Minha saída da presidência do PSB-MT já estava prevista. A renovação da direção era algo natural dentro do partido, e está sendo feita de forma tranquila”, afirmou Max Russi, que também ocupa o cargo de presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ele destacou os resultados obtidos pelo PSB durante sua gestão, como a eleição de 200 vereadores e 15 prefeitos nas últimas eleições, além da aprovação das contas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), um feito que poucos partidos no estado conseguiram alcançar. “Eu estou deixando o partido de cabeça erguida, com o sentimento de dever cumprido. O PSB teve uma gestão bem-sucedida, e a troca de liderança será tranquila. O Ilde Taques já está preparado para dar continuidade ao bom trabalho que realizamos”, completou Russi, ressaltando que o partido se mantém forte e bem estruturado em Mato Grosso. Ilde Taques, vereador de Cuiabá, foi escolhido para assumir a presidência estadual do PSB-MT. Sua candidatura ao cargo surgiu durante o congresso nacional do PSB, realizado em Brasília, onde Taques decidiu colocar seu nome à disposição. Max Russi, que não tinha interesse em disputar a liderança do partido, expressou total confiança na escolha de Ilde, considerando-o a melhor opção para dar sequência ao trabalho iniciado. “Quando o Ilde colocou seu nome à disposição, vimos que ele estava pronto para assumir a responsabilidade de comandar o partido em Mato Grosso. A mudança nacional também traz uma renovação significativa com a chegada de João Campos à presidência nacional do PSB, aos 31 anos, um marco para a história da sigla. A renovação no partido é fundamental e não poderia ser diferente em Mato Grosso”, explicou Max Russi. A transição de liderança no PSB-MT, com a saída de Max Russi e a chegada de Ilde Taques, é vista como um passo importante para o fortalecimento contínuo da sigla no estado. O PSB-MT se prepara para as próximas eleições, com a expectativa de ampliar sua presença nas chapas estadual e federal, consolidando ainda mais sua representatividade política em Mato Grosso. Max Russi deixa a presidência do PSB-MT confiante de que o partido está em boas mãos. A renovação na liderança do PSB-MT é um reflexo do trabalho bem-sucedido realizado por Russi, que agora passará o bastão para Ilde Taques, que deverá continuar a trajetória de crescimento e fortalecimento do partido no estado.
Oitava edição da Rotam Extreme reúne mais de 4 mil corredores em estreia no Parque Novo Mato Grosso
A tradicional Rotam Extreme, promovida pela Polícia Militar, realizou sua oitava edição neste domingo (08), reunindo 4.502 corredores no Parque Novo Mato Grosso, o maior espaço Multieventos da América Latina. Pela primeira vez no local, a corrida foi marcada por mais de 25 desafios naturais e artificiais que testaram a força, equilíbrio e coordenação motora dos participantes, com trajetos de cinco e sete quilômetros repletos de obstáculos até a linha de chegada. O comandante do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), tenente-coronel Costa Gomes, celebrou a nova edição, destacando que o evento atraiu não apenas os corredores, mas também seus familiares e amigos, com a expectativa de que até 10 mil pessoas estivessem presentes para apoiar os atletas. Este evento não só celebra a superação dos limites físicos, mas também promove momentos de confraternização entre os participantes. A segurança e o bem-estar dos competidores foram priorizados durante a corrida, com a presença de uma equipe de profissionais especializados, incluindo direção de prova, fiscais de obstáculos, e apoio pós-prova. Além disso, pontos de hidratação foram espalhados ao longo dos trajetos, garantindo a integridade dos corredores em todo o percurso. Esta edição da Rotam Extreme reafirma seu papel como um dos maiores eventos esportivos de Mato Grosso, desafiando os limites dos participantes e proporcionando uma experiência única de superação e camaradagem.
De promessas a decepções: A realidade das promessas de campanha de Abilio em Cuiabá
Em Cuiabá, as últimas decisões do prefeito Abilio Brunini (PL) têm gerado um crescente mal-estar e desconfiança entre grupos que se sentiram abandonados por promessas de campanha não cumpridas. A questão não é mais sobre o que foi prometido, mas sobre o que foi deixado de lado sem qualquer explicação clara ou diálogo com aqueles que depositaram confiança nas palavras do prefeito. A situação envolvendo a causa animal é emblemática. Durante a campanha, Abilio prometeu a construção de um hospital veterinário público, uma unidade de pronto atendimento veterinário, programas de castração, vacinação, apoio aos cuidadores e ONGs, e até a criação de espaços como os parkpets. No entanto, um simples comunicado de sua parte recentemente deixou esses compromissos no passado. Ao ser confrontado por manifestantes em um protesto em Cuiabá, Abilio não só anunciou que não cumpriria a promessa do hospital público veterinário, como também informou que o serviço seria terceirizado. E o pior: sem nenhum espaço para diálogo. “Não vamos fazer o hospital público veterinário. Vamos terceirizar os serviços”, foi o que declarou o prefeito, como se a decisão já estivesse tomada de forma unilateral, sem qualquer debate. Quando questionado sobre o porquê de não cumprir a promessa, a resposta foi direta: “Não farei porque não é funcional”. A insatisfação ficou clara. E a impressão que ficou para os manifestantes é de que, mais uma vez, o voto foi conquistado com uma promessa que agora é ignorada com a justificativa de “eficiência” e sem a mínima tentativa de ouvir os envolvidos. Esse episódio levanta uma questão importante: será que as promessas feitas durante a campanha não eram, na verdade, apenas uma estratégia para conquistar votos e garantir a confiança de grupos específicos? Prometer algo para conquistar a aprovação de um segmento e, depois de eleito, simplesmente ignorá-lo parece um caminho perigoso, que alimenta a desconfiança e a sensação de que o que foi dito antes da eleição não passa de um jogo político para atrair eleitores. Será que os eleitores da causa animal podem agora se perguntar se suas vozes realmente importaram ou se foram apenas parte de um discurso para ganhar apoio? A mesma sensação de desconfiança surgiu com os comerciantes do Mercado do Porto. Durante a campanha, Abilio prometeu trabalhar em harmonia com a associação que administrava o espaço, sem alterar a gestão que já atuava ali. No entanto, o que veio depois foi uma reviravolta abrupta: o prefeito oficializou a mudança de gestão, agora sob controle direto da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, rompendo com a promessa de manter a administração anterior. A falta de diálogo e a maneira como a mudança foi imposta geraram insatisfação e revolta. Esses dois episódios apontam para um caminho perigoso, em que promessas feitas para conquistar votos acabam sendo deixadas para trás sem justificativas claras ou qualquer esforço de construir um entendimento coletivo. O que fica no ar é a sensação de que as promessas de campanha não passam de palavras vazias, que servem apenas para atrair apoio, mas não têm a mínima intenção de serem cumpridas. Para muitos, fica a pergunta: qual será a próxima promessa de campanha a ser deixada de lado? O que foi dito antes da eleição parece estar cada vez mais distante da prática e, pior, sem a devida explicação para quem realmente confiou nas palavras do prefeito. Cuiabá e seus cidadãos merecem mais do que promessas vazias e decisões sem diálogo. O que está em jogo é a confiança que foi depositada nas urnas e o compromisso real com o bem-estar da população. Continuar nesse caminho pode ser um tiro no pé para qualquer administração que deseje ser vista como transparente e comprometida com as necessidades reais de seus cidadãos.