O ex-jogador de futebol e atual senador Romário, de 59 anos, voltou a chamar atenção nas redes sociais — desta vez, por um motivo estético. Ele publicou em seu perfil no Instagram o resultado de um transplante capilar e compartilhou sua satisfação com a transformação. Na postagem, Romário aparece ao lado dos profissionais responsáveis pelo procedimento e elogia o trabalho da equipe. “Esses dois são os mais ‘brabos’ do [ramo do] transplante capilar”, escreveu na legenda. 🔬 Técnica moderna e discreta Segundo os especialistas que realizaram o procedimento, a técnica utilizada foi a Long Hair FUE, considerada um avanço recente na área de transplantes capilares. O método permite que nenhuma área do couro cabeludo precise ser raspada, proporcionando recuperação mais rápida, pós-operatório discreto e visualização imediata dos resultados com os fios já implantados em comprimento longo. 🩺 Relembrando cirurgia bariátrica polêmica Além da mudança no visual, Romário também relembrou — durante entrevista ao podcast Um Assado para…, comandado por Duda Garbi — uma cirurgia bariátrica experimental que realizou há quase 10 anos com o objetivo de controlar o diabetes tipo 2. O ex-jogador relatou que tomou a decisão após enfrentar problemas de saúde sérios, como perda de visão e baixa libido. “Eu era diabético, e a minha glicose chegou a 480 mg/dl. Foda. Já estava tendo problema de enxergar, a libido já estava meio estranha… Aí é foda! Cego até vai, brocha é foda”, disse em tom bem-humorado. Ainda segundo Romário, a cirurgia foi decisiva: “Fui procurar uma forma de acabar com essa p****. Aí encontrei um cara que, naquela época, fazia essas cirurgias experimentais. Fui e fiz. Graças a Deus, hoje minha glicose está entre 90 e 100 mg/dl. Não sou mais diabético, enxergo bem. E com tesão do car****. Tesão do car****, amém”, concluiu, com o estilo irreverente que o consagrou dentro e fora dos campos.
Irmão do governador Mauro Mendes morre em acidente com trator em Goiás
Jamil Mendes Ferreira, irmão do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), faleceu tragicamente na manhã desta quinta-feira (31), aos 65 anos, após um acidente com trator em sua propriedade rural no distrito de Interlândia, em Anápolis (GO). Segundo informações do portal Anápolis Notícias, Jamil operava o trator quando foi atingido pela própria máquina. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros foram acionadas, mas ao chegarem no local apenas puderam constatar o óbito do empresário. A área do acidente foi isolada para perícia. Técnicos da Politec (Perícia Oficial e Identificação Técnica) estiveram no local e encaminharam o corpo ao Instituto Médico Legal (IML) da cidade. A dinâmica e as causas do acidente serão investigadas. 🕯️ Nota oficial Em nota divulgada à imprensa, o Governo do Estado de Mato Grosso confirmou a morte de Jamil Mendes e lamentou a perda. “O Governo de Mato Grosso lamenta o falecimento de Jamil Mendes Ferreira, irmão do governador Mauro Mendes, nesta quinta-feira (31.7), aos 65 anos. Jamil sofreu um acidente na zona rural de Anápolis, no Estado de Goiás. Ele deixa esposa, filhos e netos. O governador segue para Anápolis acompanhar o velório e o enterro do irmão.” Mauro Mendes viajou a Goiás para acompanhar as cerimônias fúnebres. Ainda não há informações oficiais sobre os horários do velório e do sepultamento.
Líder do prefeito minimiza saída de secretária e diz que saúde de Cuiabá herdou “caos de 7 anos”
O líder do prefeito Abilio Brunini (PL) na Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Dilemário Alencar (União Brasil), comentou a saída da médica Lúcia Helena Sampaio da Secretaria Municipal de Saúde. Segundo ele, a ex-gestora enfrentou uma estrutura sucateada e uma dívida acumulada nos últimos anos, o que teria dificultado sua atuação à frente da pasta. A declaração foi feita durante entrevista ao Jornal do Meio Dia (TV Vila Real, canal 10.1) nesta quarta-feira (30). Dilemário afirmou que não seria possível resolver os problemas estruturais da saúde em apenas sete meses de gestão. “Nós acabamos errando em não nos comunicarmos melhor com a sociedade cuiabana de que, em 7 meses, não daria tempo, evidentemente, de arrumar o caos da saúde que nós herdamos. É um caos que foi produzido nos últimos 7 anos, com R$ 500 milhões de dívida, saúde toda sucateada. Devia ter esse esclarecimento melhor”, declarou. Apesar das críticas recebidas pela ex-secretária por parte de parlamentares e da opinião pública, o vereador destacou que houve avanços na área, como a contratação de profissionais por meio de concurso público. “Na gestão dela nesses 7 meses, ela conseguiu, por exemplo, contratar 1.500 servidores na área da saúde. Herdamos mais de 48 PSFs (Programas Saúde da Família) sem médicos, e ela conseguiu colocar médicos em 40 unidades”, afirmou. Dilemário também ressaltou que a resolução dos problemas da saúde pública em Cuiabá dependerá de tempo e orçamento. “Para arrumar a saúde, vai demandar tempo: um ano, um ano e meio. E a perspectiva de recuperação vem com o nosso próprio orçamento, porque ainda estamos trabalhando com orçamento da gestão anterior”, explicou. Com a saída de Lúcia Helena, quem assume o comando da Secretaria de Saúde é Danielle Carmona, ex-interventora da saúde no município. A nomeação foi confirmada pelo prefeito Abilio Brunini nesta semana. “Ela é experiente, enfermeira, conhece a rede municipal. Acredito que dará continuidade na reconstrução da saúde de Cuiabá”, concluiu Dilemário. Vaja o Vídeo:
Operação Lei Seca prende foragido da Justiça e remove 36 motocicletas em Cuiabá
Um foragido da Justiça foi preso e 36 veículos foram removidos durante a Operação Lei Seca Duas Rodas realizada nesta quarta-feira (30.7) na Avenida Principal do bairro Nova Esperança, em Cuiabá. Conforme relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), foram expedidos 103 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo que 29 por conduzir veículos sem habilitação, 24 por documentação atrasada, 12 por conduzir veículo com calçado inadequado. Ao todo, a ação fiscalizou 128 motocicletas, sendo que 58 foram autuados e 36 removidas. Durante a ação, um homem de 29, procurado pela Justiça após ser condenado a 9 anos de prisão por roubo, foi preso e encaminhado a Delegacia de Polícia para as providências cabíveis. A operação Lei Seca é realizada pelo GGI, vinculado a Secretaria de Segurança Pública (Sesp), com apoio do Batalhão de Trânsito da PM, Delegacia de Delitos de Trânsito, Departamento de Trânsito, Corpo de Bombeiros, Polícia Penal, Politec e Sistema Socioeducativo.
Força Tática prende homem com 36 tabletes de maconha em Cuiabá
Policiais militares da Força Tática do 1º Comando Regional prenderam um homem, de 47 anos, por tráfico ilícito de drogas, na tarde desta quarta-feira (30.7), em Cuiabá. Com o suspeito, foram apreendidos 36 tabletes de substâncias análogas a maconha. A equipe da Força Tática estava em patrulhamento pela Avenida das Torres e visualizou um veículo Gol prata transitando de forma suspeita. Os militares se aproximaram do carro e flagraram o motorista arremessando um celular pela janela do automóvel. Imediatamente, os policiais iniciaram acompanhamento e o suspeito fugiu em alta velocidade pela avenida, desobedecendo os sinais sonoros e ordens de parada. Após perseguição ao carro, a equipe da Força Tática conseguiu abordar o veículo, no bairro Belita Costa Marques. Na abordagem ao homem, nada de ilícito foi encontrado. Já em verificação ao carro, os policiais encontraram duas caixas de papelão contendo 19 tabletes de skank (supermaconha) e 17 tabletes de maconha do tipo prensada. Para os militares, o suspeito afirmou ser motorista de aplicativo e confessou o transporte da droga. O homem ainda disse que arremessou o celular para fora do carro para que os policiais não tivessem acesso ao local da entrega da droga. Diante da situação, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido até a Central de Flagrantes de Cuiabá, com todo o material encontrado, para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências. Disque-denúncia A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Polícia Civil deflagra operação e prende faccionados envolvidos em extorsão a comerciantes de Rondonópolis
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (31.7), a Operação Vultus Legis, para cumprir 28 ordens judiciais contra membros de uma facção criminosa envolvida em crimes de extorsão a comerciantes de Rondonópolis. Os policiais da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) cumprem sete mandados de prisão preventiva, 10 de busca e apreensão, 11 de quebra de sigilo telemático, além do sequestro de contas bancárias e indisponibilidade de valores no montante de R$ 86 mil, expedidos pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) de Cuiabá. As ordens judiciais são cumpridas nas cidades de Cuiabá, Rondonópolis e no Estado de Sergipe. As investigações, conduzidas pela GCCO e Draco, iniciaram em janeiro deste ano, após denúncias anônimas sobre a prática de extorsão mediante graves ameaças de morte, realizadas por integrantes de uma facção criminosa, a comerciantes na cidade de Rondonópolis. Os elementos coletados nas investigações identificaram um esquema amplo de extorsão, envolvendo líderes da facção atualmente presos, lideranças do grupo em Rondonópolis e intermediários ligados ao recebimento dos valores ilícitos (laranjas). Dois dos mentores do esquema, que têm mandados cumpridos hoje na operação, também foram alvos da operação A César o que é de César, deflagrada em fevereiro deste ano. Eles já estão presos preventivamente pela prática de extorsões praticadas em desfavor dos comerciantes do camelô da cidade de Várzea Grande. A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado e também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). Os trabalhos contaram com o apoio das Delegacias da Regional de Rondonópolis, do Grupo de Atuação Especial ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Rondonópolis e da Polícia Civil de Aracaju (SE), por meio do Centro de Operações Especiais (COPE), para cumprimento do mandado no município de Itabaiana. Esquema de extorsão O delegado Antenor Pimentel Marcondes, responsável pela investigação, apontou que o esquema de extorsão desenvolvido pela facção criminosa era muito mais amplo do que se imaginava inicialmente, abrangendo vários setores do comércio e outras cidades do Estado de Mato Grosso. O esquema criminoso, que inicialmente foi implantado em Várzea Grande, se expandiu para Rondonópolis com o apoio de lideranças locais, com o objetivo de arrecadar valores para a facção por meio das extorsões. Utilizando perfis falsos no WhatsApp, mas ocasionalmente exibindo o rosto, o mentor do esquema, atualmente preso, se identificava como membro da facção criminosa e responsável pelo “setor de contrabando, descaminho e sonegação”. Em chamadas individuais e coletivas, ele exigia de comerciantes dos ramos de celulares, tabacarias e distribuidoras o pagamento de uma “taxa sobre faturamento”, calculada com base em notas de compra, venda ou inventário dos estabelecimentos, sob justificativa de um novo “projeto” da facção. Os pagamentos eram realizados via Pix, utilizando contas de terceiros (“laranjas”), ou até em espécie. O esquema contava também com a participação de faccionados locais, organizados por bairros, incluindo menores de idade, encarregados de coagir comerciantes e buscar valores pessoalmente. Nos últimos meses, a preferência pelo recebimento em espécie, para evitar rastros bancários, intensificou a coação psicológica e física. Relatos de comerciantes apontam graves impactos psicológicos, com alguns fechando seus estabelecimentos e outros sofrendo complicações de saúde, como infartos e AVCs. Apesar de conhecerem os faccionados dos bairros, a maioria dos comerciantes se recusa a depor sobre as ameaças que vinham sofrendo, temendo represálias diretas. Nome da Operação Vultus Legis, que significa “O rosto da lei”, remete à chegada visível e impositiva da lei onde imperava o medo “A facção vem tentando expandir seu poder por meio da força e da imposição do terror. O Estado deve enviar uma mensagem clara e direta: O Estado não se desafia, deve ser respeitado. Tolerância zero às facções”, frisou o delegado Antenor Pimentel Marcondes. A GCCO e a Draco reforçam que denúncias sobre fatos semelhantes podem ser realizadas diretamente à unidade policial, com o sigilo garantido, pelos telefones (65) 98173-0700 ou 197. O comerciante ou cidadão também pode realizar denúncias anônimas pelo Disque Extorsão. Por meio do número 181, o cidadão pode denunciar crimes de ameaça e extorsão de facções criminosas com garantia de sigilo absoluto.