Largada ainda não foi dada… mas já tem gente derrapando, trocando pneu e mudando de box! A bandeira verde ainda não foi levantada oficialmente, mas nos bastidores de Mato Grosso a corrida rumo à Assembleia Legislativa de 2026 já pegou no tranco! A disputa por uma das 24 (ou quem sabe 30!) vagas promete ser uma verdadeira corrida maluca — com troca de equipes, pilotos reformando o carro político e gente querendo correr com dois motores ligados. 🛠️ Troca de equipe? Tá tendo sim!Tem deputado que já cansou da escuderia atual e está de malas prontas para um novo partido. Alguns estão em negociação com “garagens” mais estruturadas, outros tentando escapar de rachaduras internas. O União Brasil, por exemplo, virou um pit stop confuso: Botelho e Júlio Campos já não sabem se trocam de motor ou arrumam outro piloto reserva. O time se dividiu em dois blocos e ninguém sabe qual vai cruzar a linha de chegada. 🏎️ Outros já estão reformulando o time inteiro: mecânico, engenheiro e até o cara do rádio!Tem piloto trocando coordenador, marqueteiro, chefe de gabinete, articulador regional e até o amigo do amigo do vereador. A meta é ajustar o carro político e não derrapar na curva da convenção partidária. Max Russi: motor turbinado, equipe afiada e trajetória de quem conhece cada curva da pista! Se tem alguém que larga na frente nessa corrida, é Max Russi (PSB). Com uma trajetória consolidada, Max já passou por todas as etapas da política mato-grossense: foi vereador, prefeito de Jaciara, e hoje é deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Um verdadeiro estrategista, que conhece os bastidores como poucos e sabe onde acelerar e onde frear. Com o apoio declarado do governador Mauro Mendes, da influente família Maggi e de dezenas de prefeitos do interior, Max não apenas lidera o bloco governista — ele pode escrever um novo capítulo na história política do Estado. É um dos nomes mais cotados para reassumir a presidência da ALMT, mas também é apontado como sucessor natural do atual governo ou ainda como o principal puxador de votos do grupo nas eleições de 2026. 💬 “Max não corre por correr. Ele traça estratégia, calcula cada curva e costuma cruzar a linha com o tanque cheio e o carro inteiro.” 🏎️ Outros pilotos acelerando forte: Dr. João e Dr. Eugênio – Estão turbo no municipalismo e com ótimo desempenho em votações locais. Lúdio Cabral (PT) – Forte tração na capital e no eleitorado progressista. Sebastião Rezende (União) – Motor religioso sempre em dia, com apoio fiel da Assembleia de Deus. Mas atenção: tem carro com motor batido e piloto quase fora da prova! Wilson Santos: corre o risco de ser ultrapassado por Rafaella Fávaro, filha do ministro e possível estreante de luxo. Juca do Guaraná: perdeu tração ao sair da pista da Câmara Municipal e não conseguiu se firmar na ALMT. Elizeu Nascimento: focou tanto na PM que esqueceu os outros buracos da pista. Tiago Silva: muito concentrado na base evangélica, pode perder velocidade nas curvas. Botelho e Júlio Campos: atolados num grid dividido e com falta de apoio oficial. Paulo Araújo: enfrentará pista cheia de monstros políticos. Mas quem vem com tudo, com chapéu, butina e fé no motor, é ele: Gilberto Cattani! Representando a ala bolsonarista raiz, Gilberto Cattani (PL) vem forte com apoio do interior, das famílias conservadoras, do agro e da agricultura familiar. Um dos deputados mais autênticos da Casa, corre com tração 4×4, discurso direto e base fiel. Muitos queriam ele na federal, mas o homem já avisou: “fico no estadual e venho pro pódio!” E ainda tem mais troca por vir!Partido, equipe, coordenador, discurso, público-alvo… tudo está mudando. Tem estadual querendo ser federal, federal que vai descer pra estadual, e até ex-prefeito querendo voltar com equipe nova. 🎯 Se aumentarem pra 30 cadeiras, a pista dobra!A possível derrubada do veto que impede mais vagas pode transformar o grid: mais carros na pista, mais batida, mais adrenalina. Vai ter gente que só estava na garagem voltando com tudo! Enquanto isso, nos bastidores…Já tem político pedindo número novo, encomendando adesivo, agenda de viagem e o bom e velho “fala comigo, eleitor”. E o eleitor?Esse é o verdadeiro fiscal da corrida. Vai olhar a ficha do piloto, a procedência do carro, os mecânicos que o cercam e principalmente: se ele corre limpo ou vive cortando caminho. A largada está marcada para 2026, mas até lá tem: Quebra de motor Piloto expulso Suspensão da equipe Estreante surpreendendo E nome grande rodando na última curva! Fique de olho… porque nessa corrida, quem hoje parece líder, pode rodar na última curva — e aquele que começou lá atrás pode surpreender no sprint final. 🏁 Por MT Urgente News
Primeiro fim de semana de agosto será de calor intenso e alerta de baixa umidade em MT
O mês de agosto já começa com calor extremo, tempo seco e alerta de baixa umidade em diversas regiões de Mato Grosso. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu dois alertas — amarelo e laranja — para o Estado, com níveis de umidade variando entre 12% e 30%, configurando risco à saúde da população. Alerta laranja atinge Cuiabá e região Na capital, a sexta-feira (01) já começou com temperaturas elevadas e baixa umidade. A máxima prevista é de 38°C. O alerta laranja de baixa umidade aponta que os índices podem cair a até 12% durante a tarde. O sábado também será de calor intenso, com mínima de 22°C e máxima novamente chegando aos 38°C. No domingo (04), há possibilidade de pancadas de chuva isoladas, mas o calor e o ar seco continuam predominando. 🌡️ Chapada dos Guimarães Conhecida pelo clima mais ameno, Chapada dos Guimarães (67 km de Cuiabá) também enfrentará temperaturas elevadas neste fim de semana. O céu deve permanecer limpo, com mínima de 20°C e máxima de 37°C. A cidade está sob alerta laranja, e também há chance de chuva no domingo. Sinop No norte do Estado, Sinop (500 km de Cuiabá) terá sol com poucas nuvens e clima seco. O INMET emitiu alerta amarelo, com umidade entre 20% e 30%. As temperaturas sobem gradualmente: sexta com 35°C, sábado com 36°C e domingo chegando a 37°C, com possibilidade de chuva no fim do dia. Rondonópolis Na região sul, Rondonópolis (212 km de Cuiabá) também está sob alerta laranja nesta sexta-feira. A máxima atinge 37°C. No sábado e domingo, o calor segue com mínimas de 19°C e máximas de 36°C. Há previsão de pancadas isoladas no domingo. Cáceres No oeste mato-grossense, Cáceres (225 km da capital) enfrentará um dos maiores picos de temperatura do Estado: máxima de 39°C no sábado e domingo. A mínima será de 21°C, com sol entre nuvens e possibilidade de chuvas isoladas. Recomendações do INMET: Beba bastante água ao longo do dia Evite atividades físicas ao ar livre nos períodos mais quentes Não se exponha ao sol entre 10h e 16h Use hidratantes e umidifique os ambientes internos A população deve redobrar os cuidados com a saúde e seguir as orientações para evitar desidratação, irritações respiratórias e problemas de pele.
Tarifaço dos EUA pode tirar R$ 648 milhões do PIB de Mato Grosso; setores produtivos reagem com preocupação
Com a entrada em vigor do tarifaço de 50% imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros a partir de 6 de agosto, Mato Grosso pode perder cerca de R$ 648 milhões em seu Produto Interno Bruto (PIB). A estimativa é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que apontou o estado como o 16º mais afetado do país, apesar do impacto expressivo nos principais setores exportadores locais. A medida do governo norte-americano atinge diretamente cadeias estratégicas da economia mato-grossense, como alimentos, metalurgia e produção vegetal. Produtos como carne bovina congelada, ouro em formas brutas, sebo bovino e soja estão entre os mais prejudicados — juntos, eles representaram mais de 90% das exportações do estado aos EUA em 2024. Mesmo com a retirada de quase 700 produtos da lista de sobretaxa por parte do presidente Donald Trump — como suco e polpa de laranja, combustíveis e aeronaves civis — itens como café, frutas e carnes continuam sendo taxados. Indústria madeireira teme perdas em contratos e empregos O setor industrial, especialmente o madeireiro, acompanha com apreensão os desdobramentos. Dados da UN Comtrade (ONU) revelam que o Brasil exportou US$ 1,62 bilhão em madeira e derivados para os EUA em 2024. Só Mato Grosso exportou US$ 67,7 milhões, dos quais US$ 12,2 milhões (18,8%) tiveram como destino o mercado norte-americano. Em nota, o presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem), Ednei Blasius, alertou sobre os impactos diretos em produtos de maior valor agregado, como decks e pisos envernizados, feitos sob medida para os padrões dos EUA. “Esse tipo de produto não encontra mercado alternativo com facilidade. A decisão unilateral compromete contratos em andamento, ameaça empregos e enfraquece a competitividade internacional do setor”, declarou Blasius. Pecuária vê golpe na competitividade com tarifa acumulada de 76,4% A pecuária também sofre os reflexos da medida. O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa, afirma que a nova tarifa, somada à já existente alíquota de 26,4%, impõe um custo que inviabiliza economicamente as exportações para os EUA. Em 2024, os norte-americanos importaram 229 mil toneladas de carne bovina brasileira. A previsão para 2025 era de 400 mil toneladas. Agora, o setor teme uma retração abrupta. “Estamos em diálogo com os importadores e com o governo em busca de uma solução diplomática. O ciclo pecuário americano está em seu menor nível em 80 anos. Precisamos preservar esse mercado e abrir novos canais de comércio internacional”, disse Perosa em nota. Associações como Acrimat e Imac optaram por não se manifestar até o momento. Agricultura teme acúmulo de estoque e pressão sobre preços Embora soja, milho e seus subprodutos estejam fora da lista de produtos tarifados, o setor agrícola também pode ser impactado indiretamente. O motivo é a desorganização da cadeia da proteína animal, já que os farelos de soja e milho são base da alimentação de bovinos e aves — ambos agora taxados. O presidente da Aprosoja-MT, Lucas Beber, alerta para o risco de acúmulo de estoque no mercado interno e consequente queda nos preços ao produtor. Ele também demonstra preocupação com possíveis sanções dos EUA contra fertilizantes russos, insumos fundamentais para o agronegócio brasileiro. “O momento exige diplomacia, não confronto. O Brasil precisa dialogar com os EUA, independentemente de alinhamentos ideológicos. A maioria dos produtos afetados não terá destino alternativo no curto prazo”, avaliou Beber. Comércio e serviços já sentem os reflexos da incerteza Os efeitos indiretos da medida também preocupam o setor de comércio e serviços, especialmente nas regiões mais ligadas ao agronegócio e à indústria de exportação. A possível retração no comércio exterior pode reduzir a circulação de renda e afetar o consumo interno e o emprego. “O tarifaço surge num cenário de carga tributária elevada, com aumento do IOF e a Selic em 15%. O setor depende da expectativa do consumidor e qualquer prolongamento desse cenário pode causar estagnação”, afirmou o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL), Junior Macagnam. Segundo ele, o aumento nos custos operacionais e a redução na margem de lucro são preocupações imediatas, além da possibilidade de perda no potencial de geração de empregos no estado. Cenário exige diplomacia e medidas técnicas urgentes Em todos os setores consultados, o apelo por diálogo e ação técnica se repete. A imprevisibilidade quanto à duração da tarifa e seus efeitos multiplicadores sobre o mercado interno elevam o nível de alerta entre empresários e associações. A expectativa agora recai sobre ações diplomáticas do governo federal para tentar reverter ou suavizar as sanções comerciais impostas pelos EUA e buscar novos mercados, evitando o colapso de cadeias produtivas estratégicas para o Brasil — e em especial, para Mato Grosso.
Prefeita de Várzea Grande manifesta preocupação com impacto de taxação dos EUA e alerta para queda na arrecadação
A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), demonstrou preocupação com os reflexos da nova taxação imposta pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros. A medida, anunciada pelo ex-presidente norte-americano Donald Trump, impõe tarifa de 50% sobre algumas importações e começou a valer nesta sexta-feira (1º), afetando diretamente a economia local. Durante visita à nova sede da Câmara Municipal, nesta quinta-feira (31), Flávia destacou os avanços e investimentos que sua gestão vem promovendo na cidade, mas alertou que o novo cenário econômico pode comprometer a arrecadação do município e colocar em risco projetos importantes. “Os frigoríficos são o que mais arrecadam ICMS. Nós somos a segunda maior arrecadadora de ICMS do Estado de Mato Grosso por conta dos frigoríficos no nosso município. Com certeza vamos perder com essa taxação e com o fechamento que hoje eu fiquei sabendo da Marfrig. Isso vai alterar muito a nossa arrecadação”, afirmou. A Marfrig, uma das maiores indústrias de proteína animal do mundo e instalada em Várzea Grande, decidiu suspender temporariamente a produção destinada ao mercado americano. A empresa comunicou oficialmente ao Ministério da Agricultura, alegando “motivos comerciais”. No entanto, especialistas do setor associam a medida à tensão política entre os dois países. A planta da Marfrig na cidade é considerada estratégica: abate cerca de 2.000 cabeças de gado por dia e tem capacidade de produção anual de até 70 mil toneladas de alimentos, exportando para 22 países, incluindo EUA e China. Desde sua aquisição da BRF em 2019, tornou-se um dos maiores polos industriais da cidade. A prefeita informou que ainda não há um cálculo fechado sobre o impacto fiscal, mas que sua equipe já está trabalhando na avaliação técnica. “Recebemos a notícia pela imprensa também. Então, determinei à Secretaria da Fazenda que faça um levantamento de impacto fiscal. Fiquei muito preocupada e já orientei os auditores a iniciarem esse processo”, acrescentou. Flávia Moretti também ressaltou que a possível queda na arrecadação poderá afetar investimentos importantes da atual gestão, como a implantação de uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS), já prevista para iniciar em breve. “Nós temos um problema sério com a UBS, que logo começa a implantação. Então a gente tem que ter muito zelo. Pedi para a Secretaria da Fazenda fazer esse levantamento para ver onde vamos atacar para que haja compensação”, pontuou. Apesar das incertezas, a prefeita reforçou o compromisso de sua gestão em buscar alternativas para manter os investimentos e proteger a economia local.
Harpia é solta no Pará após passar por tratamento e reabilitação em Mato Grosso
Uma harpia que foi resgatada no Pará e passou por tratamento em Mato Grosso voltou nesta quarta-feira (30.7) para o Estado de origem após passar por reabilitação e treinar habilidade de caça. A ave foi avaliada e tratada no município de Sorriso, em uma clínica conveniada da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). O órgão ambiental também auxiliou na reabilitação do animal. Ela foi resgatada na BR-163, no sul do Pará, pela Via Brasil e levada para o recinto médico veterinário em Sorriso, uma vez que a empresa tem autorização para operar nos dois Estados e a clínica também é conveniada à concessionária. O trajeto até Sorriso foi de aproximadamente mil quilômetros. A ave apresentava alteração nas garras e o tratamento foi feito com medicamentos e acupuntura para auxiliar na recuperação do movimento. Após a boa resposta ao tratamento, foi levada a um recinto de treinamento no Santuário de Elefantes Brasil, em Chapada dos Guimarães, onde desenvolveu a musculatura e habilidades suficientes para ser reintegrada à natureza novamente. A harpia chegou a Sorriso no dia 29 de maio muito debilitada. “Ela não tinha nenhum tipo de movimentação e sensibilidade nos pés e nós realizamos a primeira intervenção emergencial devido ao estado crítico. Diante da estabilização do paciente, começamos as investigações e exames hematológicos, bioquímicos e de imagem, onde foi descartado patologias. Assim, iniciamos um tratamento paliativo a fim de recuperar a movimentação. O tratamento foi bastante efetivo e em 15 dias já tinha recuperado a sensibilidade e movimentação dos membros inferiores” explicou a médica veterinária Lilian Medeiros, responsável pelo tratamento. Após a alta médica, Lilian solicitou o apoio da Sema para a reabilitação da ave, que foi destinada para o Santuário de Elefantes no dia 19 de junho, permanecendo até esta semana. Após o treinamento de voo e a certeza de que a ave poderia ser devolvida ao habitat natural, ela foi solta no Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, por decisão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), visto que o local abrange o Projeto Harpia. A ação também contou com o apoio da Ampara Silvestre para a recaptura técnica da ave, no recinto em que ela estava treinando voo, no Santuário dos Elefantes. Por ser um recinto bem alto, mais ou menos 8 metros de altura, a recaptura exigiu procedimentos específicos feitos por equipe técnica especializada. A harpia é um animal ameaçado de extinção, na categoria vulnerável. Muito imponente, ela é a maior águia das américas, podendo chegar a 2 metros de envergadura das asas, de acordo com a analista de Meio Ambiente da Sema e médica veterinária Danny Moraes. “A Sema auxiliou na reabilitação deste animal através de uma área de soltura cadastrada, o Santuário de Elefantes Brasil. Também realizou o transporte seguro e aclimatado dentro do Estado de MT através da van climatizada utilizada exclusivamente para o transporte de animais silvestres. É uma parceria muito importante, no qual diversos órgãos se articularam para que o animal ficasse assistido e que fosse solto adequadamente, contribuindo para a conservação desta espécie, que é muito imponente e topo de cadeia”. Veja o vídeo da soltura: https://www.youtube.com/shorts/PcijrFA44dw https://www.youtube.com/shorts/6O3N4xCMBUA