Motoristas e pedestres que trafegam pela Avenida Mato Grosso, em Cuiabá, devem redobrar a atenção a partir desta quarta-feira (06/08). A via passará por intervenções para obras de drenagem, com bloqueio parcial do trânsito em meia pista nos dois sentidos da avenida, entre 8h e 16h30, pelo período estimado de 10 dias. As obras acontecerão simultaneamente nos dois lados da avenida, no trecho entre a Avenida Barão de Melgaço e a Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha), e serão realizadas em etapas. De acordo com a Concessionária Águas Cuiabá, responsável pelos trabalhos, o cronograma prevê a conclusão das obras e liberação total das pistas em até 10 dias, caso não haja imprevistos climáticos. Faixas da direita serão interditadas Durante o período, as faixas da direita de cada sentido da avenida serão interditadas, o que deve provocar redução no fluxo de veículos e lentidão no trânsito. A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) recomenda o uso de rotas alternativas para evitar congestionamentos e garantir mais fluidez no deslocamento. “O sistema de drenagem vai fracionar o fluxo da água, de modo que ela não chegará de uma só vez à Avenida Prainha. Como consequência, o volume será dissipado sem causar transtornos maiores”, explicou o supervisor de interdições da Semob, Reginaldo Leonel. Obra preventiva contra alagamentos O objetivo da intervenção é minimizar os alagamentos e transtornos causados em períodos chuvosos, especialmente na região da Prainha, que historicamente sofre com acúmulo de água. O novo sistema de drenagem irá controlar a vazão das águas pluviais, promovendo mais segurança e durabilidade à malha viária.
MPF acompanha cumprimento de condicionantes ambientais em obras da MT-251
O Ministério Público Federal (MPF), por meio do procurador da República Frederico Siqueira Ferreira, instaurou procedimento administrativo para acompanhar as medidas adotadas pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra-MT) quanto ao cumprimento das condicionantes impostas na Autorização de Licenciamento Ambiental nº 02/2018. O licenciamento se refere às obras na rodovia MT-251, que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães. A abertura do procedimento consta na Portaria nº 70, de 31 de julho de 2025, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (4). O objetivo é fiscalizar se as ações determinadas como pré-requisitos para o andamento da obra estão sendo efetivamente aplicadas, com monitoramento do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela gestão do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães — unidade de conservação federal impactada pelo projeto. Instrumento legal O procedimento administrativo é previsto no inciso II do artigo 8º da Resolução nº 174/2017 do Conselho Nacional do Ministério Público e é considerado o instrumento apropriado para acompanhar a implementação de políticas públicas. A atuação do MPF se ancora também na função de zelar pelo respeito aos direitos constitucionais assegurados pela atuação do Poder Público, conforme estabelece a Lei Complementar nº 75/1993. O ato foi comunicado à 4ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, seguindo normas da Resolução nº 87/2006 do Conselho Superior do MPF. Histórico das obras na MT-251 Há mais de um ano e meio, a rodovia MT-251 tem enfrentado interdições parciais e totais devido ao risco de deslizamento de rochas na região conhecida como Portão do Inferno, além do comprometimento da estrutura da pista para o tráfego de veículos pesados. Atualmente, as obras no local estão paralisadas, mas em junho deste ano o Governo de Mato Grosso anunciou uma mudança no projeto original. Em vez do retaludamento das encostas, como inicialmente previsto, será construída uma estrutura em túnel. Segundo a Sinfra-MT, a alteração ocorreu com base em novos estudos técnicos obtidos a partir do avanço das obras. A expectativa do governo é lançar ainda neste mês de agosto o edital de licitação para contratação da empresa que executará o novo projeto. O que diz a Sinfra Procurada pela reportagem, a Sinfra-MT informou que o anúncio do anteprojeto está previsto para este mês, mas não se manifestou sobre a portaria publicada pelo MPF.
Sine de Cuiabá tem vaga para mecânico com salário de R$ 5 mil
O Sine Municipal de Cuiabá, vinculado à Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, está disponibilizando 393 vagas de emprego nesta terça-feira (5). Entre as oportunidades, destaca-se uma vaga para mecânico de diesel, com salário de R$ 5 mil, além de benefícios. Para concorrer, é necessário ter ensino médio completo e experiência comprovada em carteira. Do total de vagas, 171 não exigem experiência anterior, o que amplia as chances para quem busca o primeiro emprego ou deseja reingressar no mercado de trabalho. A função com o maior salário entre essas é a de pizzaiolo, que oferece remuneração de R$ 2.700, além de vale-transporte, premiação, refeitório no local e plano de cargos e carreira. Para essa vaga, é exigido apenas o ensino fundamental. Atendimento Os interessados devem procurar o Sine, localizado na Travessa Celso Luís M. de Almeida, nº 45, bairro Poção, no prédio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho (Smat). O horário de atendimento é das 8h às 17h. Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone e WhatsApp: (65) 99251-7480. No local, também é oferecido atendimento ao Microempreendedor Individual (MEI), com apoio para abertura, regularização e encerramento do registro. Serviços do Sine O Sine Municipal realiza a intermediação de vagas de emprego e atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal. Informações importantes ao trabalhador Mantenha o cadastro atualizado nos postos do Sine ou por canais digitais. Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br Solicitação de seguro-desemprego on-line: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo site acima. Exclusivo para empresas O Sine também dispõe de canais exclusivos para empresas interessadas em anunciar vagas. O contato pode ser feito pelos telefones: (65) 3645-7216 ou 3645-7237, WhatsApp: (65) 99255-2450, e e-mail: sine.pmc@cuiaba.mt.gov.br. Confira as oportunidades Açougueiro – 02 Ajudante de carga e descarga de mercadoria – 07 Ajudante de obra – 18 Armador de estrutura e concreto armado – 03 Assistente administrativo – 02 Assistente de compras – 01 Assistente de engenharia (construção civil) – 01 Assistente de vendas – 02 Atendente balconista – 10 Atendente balcão – 20 Atendente de lanchonete – 09 Atendente de lojas – 05 Atendente de padaria – 07 Auxiliar administrativo – 01 Auxiliar de armazenamento – 02 Auxiliar de cozinha – 02 Auxiliar de desenvolvimento infantil – 02 Auxiliar de limpeza – 08 Auxiliar de linha de produção – 09 Auxiliar de logistica – 06 Auxiliar de manutenção de edificios – 01 Auxiliar de mecanico de autos – 01 Auxiliar de operação – 15 Balconista de lanchonete – 03 Biomédico – 01 Camareira de hotel – 02 Carpinteiro – 13 Comprador – 01 Controlador de pragas – 02 Cozinheiro geral – 01 Cumim – 01 Eletricista auxiliar – 01 Eletricista de instalação de veiculos automotores – 01 Empregado doméstico nos serviços gerais – 01 Empregado domestico arrumador – 01 Engenheiro florestal (vaga temporária estágio) – 01 Esteticista – 02 Garçom – 95 Gerente de empresas comerciais – 03 Mecânico de veículo – 02 Mecânico de diesel (exceto de veículo automotores) – 01 Operador caixa – 06 Operador de caixa – 07 Operador de compactador de solo – 12 Operador de vendas (loja) – 03 Pedreiro – 08 Pizzaiolo – 50 Promotor de vendas – 10 Recepcionista em geral – 03 Repositor de mercadorias – 10 Técnico em atendimento de venda – 01 Vendedor interno – 15 Vendedor pracista – 01
Aluna de 12 anos é brutalmente agredida por grupo de colegas em escola pública de MT; Polícia aponta inspiração em facções criminosas
Um episódio de violência escolar vem causando forte comoção em Mato Grosso. Uma aluna de apenas 12 anos foi espancada por um grupo de colegas dentro da Escola Estadual Carlos Hugueney, em Alto Araguaia (415 km ao sul de Cuiabá), nesta segunda-feira (4). O caso foi registrado em vídeo e circula nas redes sociais, chocando pais, educadores e autoridades. De acordo com a Polícia Civil, as autoras da agressão, com idades entre 12 e 14 anos, fazem parte de um grupo estruturado com regras próprias, punições e liderança definida, moldado com base em facções criminosas. Segundo as investigações, a agressão ocorreu porque a vítima teria desrespeitado uma das “normas” estabelecidas pelo grupo. Durante o depoimento das agressoras, a polícia descobriu que outras quatro estudantes já haviam sido espancadas anteriormente por motivos semelhantes. A apreensão dos celulares revelou novos vídeos de agressões, indicando que o episódio não foi isolado. “Elas confidenciaram que agrediram outras quatro colegas por descumprimento das regras do grupo. E os vídeos confirmam isso”, afirmou o delegado Marcos Paulo Batista de Oliveira. Grupo com referências criminosas O delegado também destacou que o grupo foi inspirado em facções reais. As adolescentes reproduziram regras e posturas semelhantes às de organizações criminosas, cujos “estatutos” estão disponíveis na internet. Algumas das envolvidas, segundo a polícia, possuem histórico familiar ligado ao crime, o que pode ter influenciado seu comportamento. “Elas internalizaram e replicaram um modelo de organização com base no que talvez veem em casa”, declarou Marcos. Ele afirmou ainda que o caso será encaminhado ao Ministério Público, com pedido de internação das envolvidas, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Nota da Seduc-MT: providências em andamento A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) emitiu nota informando que já está apurando o caso com rigor e que medidas disciplinares estão sendo tomadas. Confira a íntegra: “A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) informa que já está apurando com rigor o caso de agressão envolvendo um grupo de estudantes contra uma aluna da Escola Estadual Carlos Hugueney, em Alto Araguaia, registrado em vídeo e divulgado nas redes sociais. As equipes gestora e psicossocial da unidade e da Diretoria Regional de Educação já foram mobilizadas para prestar atendimento à vítima, aos demais envolvidos e às suas famílias, com o objetivo de oferecer acolhimento e suporte necessários. O caso já foi registrado junto à autoridade policial competente e, paralelamente, a Seduc está tomando as medidas disciplinares cabíveis, conforme as normas do Regimento Escolar e demais legislações vigentes, com providências firmes para que situação como esta não se repita, aplicando punições exemplares dentro do que permite a legislação. Reafirmamos nosso compromisso com a promoção de um ambiente escolar seguro, respeitoso e acolhedor para todos.” ⚠️ Reflexão necessária: onde estão as falhas? O caso levanta um ponto de atenção importante: se esta não foi a primeira agressão registrada, como apontam os próprios depoimentos das alunas envolvidas, é inevitável questionar o nível de vigilância e prevenção dentro da escola. Mesmo com o esforço da Seduc em prestar apoio e tomar medidas, o caso mostra que talvez seja necessária uma reavaliação mais profunda do ambiente escolar, da atuação das equipes pedagógicas e das políticas de prevenção à violência nas escolas estaduais. A pergunta que fica é: quantos outros casos semelhantes poderiam ter sido evitados se sinais anteriores tivessem sido identificados a tempo? Veja o Vídeo:
Prisão domiciliar de Bolsonaro gera reações intensas entre lideranças políticas de Mato Grosso
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de decretar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por quebra de medidas cautelares e suposta tentativa de coação ao Judiciário, provocou forte repercussão entre parlamentares e lideranças políticas de Mato Grosso. As reações foram imediatas, principalmente entre representantes da direita no estado, que classificaram a decisão como “perseguição”, “revanchismo” e até “instalação de ditadura”. Reações da direita em MT: Senador Wellington Fagundes (PL) afirmou que Bolsonaro não cometeu crime e que a decisão busca apenas calar sua voz. “Ele não roubou, não está envolvido em escândalos. O que querem é silenciar Bolsonaro, mas não vão conseguir. O povo já está na rua”, declarou. Fagundes também destacou que os atos do domingo (3), intitulados “Reaja Brasil”, superaram manifestações anteriores. “O bolsonarismo não vai morrer. Está no coração do povo”, concluiu. Deputado Estadual Gilberto Cattani (PL) classificou a prisão como absurda e afirmou que o Brasil não vive mais em uma democracia. “Foi instaurada uma ditadura. Ele não cometeu crime algum, apenas cumprimentou manifestantes”, disse. Deputado Federal Coronel Assis (União) emitiu nota de repúdio, apontando a decisão como “midiática”. “O decreto busca antecipar um espetáculo pretendido pela esquerda para tirar de cena o maior líder da direita brasileira.” Deputado Federal José Medeiros (PL) defendeu que Bolsonaro não fez publicações nas redes e criticou o critério da prisão. “Se for por isso, então vão ter que prender metade do Congresso. Ele [Moraes] está exagerando. Está mais preso que o próprio Bolsonaro.” Deputada Federal Coronel Fernanda (PL) apontou perseguição política: “É uma injustiça que envergonha o Brasil. Mas não conseguirão calar quem sempre defendeu o povo.” Prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL) compartilhou vídeo do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) criticando a decisão de Moraes. Também publicou a nota de repúdio do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), que classificou a prisão como “injusta e desnecessária”. Vozes da esquerda e críticas ao ex-presidente: Deputado Estadual Valdir Barranco (PT) defendeu a medida, apontando que Bolsonaro descumpriu reiteradamente as medidas impostas. “Ele brinca com a Justiça. Logo será preso em definitivo”, comentou. Ex-deputada Federal Rosa Neide (PT) disse que o grupo de Bolsonaro desrespeita a democracia e os problemas econômicos atuais têm raízes em sua gestão. “Eles atacam o STF e não respeitam a Constituição. A população já entendeu quem são os verdadeiros traidores da pátria.” Senadora Margareth Buzetti (PSD) também criticou o ministro Moraes, dizendo que “ninguém está acima da lei” e afirmou que assinou o pedido de impeachment do magistrado. “Paciência tem limite”, declarou em vídeo. Contexto da decisão judicial: O ex-presidente Jair Bolsonaro foi colocado em prisão domiciliar por, supostamente, ter descumprido a proibição de usar redes sociais — direta ou indiretamente. O estopim foi a participação remota de Bolsonaro em uma manifestação no Rio de Janeiro, com o vídeo sendo compartilhado por seus filhos, parlamentares federais. A medida segue outras ações do STF que investigam o ex-presidente por tentativa de golpe e coação institucional. O cenário político que se forma: Enquanto muitos apontam o risco de enfraquecimento da direita, aliados acreditam que a prisão de Bolsonaro pode causar efeito contrário. A insatisfação popular com a atual situação econômica — marcada por juros altos, instabilidade do mercado, preços elevados e dificuldades no comércio — pode reacender o desejo de mudança e reforçar a mobilização da base conservadora. Além disso, lideranças de direita em Mato Grosso, como Gilberto Cattani (Assembleia Legislativa), José Medeiros (Câmara dos Deputados), Coronel Assis, Abilio Brunini e Coronel Fernanda, reforçam que o movimento bolsonarista continua vivo e atuante. A prisão domiciliar de Bolsonaro, embora simbólica, reacendeu o debate político em Mato Grosso e em todo o país. De um lado, a Justiça alega quebra de regras. Do outro, a direita interpreta a decisão como tentativa de silenciamento. Seja qual for o desfecho, o episódio reafirma o clima de polarização no Brasil e antecipa os desafios e estratégias que marcarão as eleições de 2026. 🗞️ Por MT Urgente News
Mesmo com Bolsonaro em prisão domiciliar, Direita pode sair fortalecida para 2026
A prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, deu início a um novo ciclo na política nacional. Embora muitos enxerguem esse fato como um golpe quase fatal na direita brasileira, o episódio pode ter efeito contrário: mobilizar, fortalecer e amadurecer o campo conservador — agora mais consciente da necessidade de estrutura, estratégia e representatividade em todas as esferas do poder. A ausência de Bolsonaro nas urnas é um duro baque, mas não representa o fim do movimento. O legado político plantado pelo ex-presidente permanece vivo — e suas sementes estão se reorganizando para florescer em 2026. Eduardo Bolsonaro: articulador fora do país, mas presente no jogo político Mesmo estando atualmente nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, continua sendo um nome central na engrenagem da Direita. Com forte articulação internacional, influência digital massiva e laços sólidos com líderes conservadores de diversos países, Eduardo é peça-chave na composição do grupo que organizará a chapa de candidatos do PL para as eleições de 2026. Sua missão será dupla: proteger o legado do pai e garantir que os nomes escolhidos estejam alinhados com os princípios que mobilizaram milhões de brasileiros desde 2018 — liberdade econômica, combate à corrupção, fortalecimento da família, da segurança pública e respeito à Constituição. Michelle Bolsonaro: mais que ex-primeira-dama, um ativo político crescente Michelle Bolsonaro tem se consolidado como um dos maiores trunfos da Direita. Com uma imagem positiva, discurso firme, forte conexão com a comunidade evangélica e apelo popular, ela pode assumir papel de destaque nas eleições de 2026. Seja como candidata ou coordenadora nacional da campanha do PL, sua presença será estratégica para mobilizar públicos específicos e reforçar a essência do bolsonarismo de forma mais sensível, agregadora e simbólica. Tarcísio de Freitas: o presidenciável técnico e confiável O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é hoje o nome mais forte da Direita para disputar a Presidência. Ex-ministro de Infraestrutura, gestor técnico e político habilidoso, Tarcísio representa a combinação de capacidade administrativa, discurso equilibrado e fidelidade aos princípios conservadores. Sua gestão em São Paulo é aprovada por grande parte da população e seu nome circula com cada vez mais força nos bastidores do PL como possível sucessor natural de Jair Bolsonaro. Reestruturação estadual: a missão do PL até 2026 O desafio agora é não deixar a base conservadora se esvaziar. O Partido Liberal precisará se organizar com rigor em cada estado, evitando que candidatos oportunistas “caiam de paraquedas” na legenda apenas para se eleger, sem compromisso com as bandeiras da direita. Cada estado será uma trincheira política. O objetivo? Fortalecer o Senado, ampliar a bancada federal, conquistar governos estaduais e montar um exército de deputados estaduais alinhados com o projeto nacional. Panorama por estado: os nomes que devem puxar a Direita 📍 São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos): liderança consolidada com grande potencial presidencial. Michelle Bolsonaro também deve ter forte atuação no estado, principalmente no interior paulista. 📍 Minas Gerais Nikolas Ferreira (PL): fenômeno político e digital, é o principal nome da Direita para o governo mineiro. Sua eventual vitória em Minas poderá impulsionar toda a campanha nacional. 📍 Goiás Ronaldo Caiado (União Brasil): figura tradicional do conservadorismo, com papel estratégico na articulação do Centro-Oeste e possível influência no Senado. 📍 Rio de Janeiro Eduardo Bolsonaro (PL) manterá forte influência na composição da bancada do estado e na defesa dos pilares bolsonaristas, mesmo sem concorrer deve lançar grandes nomes. 📍 Bahia Terreno ainda em desenvolvimento, mas com abertura para lideranças conservadoras crescerem nas regiões do interior. O PL deve focar na construção de nomes com forte vínculo popular e religioso. 📍 Mato Grosso Gilberto Cattani (PL), deputado estadual, é referência na defesa de pautas conservadoras e deve puxar a mobilização no estado, sendo exemplo de fidelidade ideológica e atuação parlamentar combativa. Tiro pela culatra? A prisão e a crise do governo podem impulsionar a Direita A tentativa de fragilizar a direita com a prisão do ex-presidente pode gerar o efeito contrário. Com o país vivendo: Juros altos, Preços nas alturas, Comércio enfraquecido, Setores produtivos em alerta, E crescente insatisfação da população com o governo federal… … o clima pode se inverter. A população começa a perceber que é preciso mudar os gestores, os políticos que se omitiram, e aqueles que prometeram muito e entregaram pouco. O sentimento de injustiça, somado ao caos econômico, pode impulsionar a Direita para um novo ciclo de crescimento. O Jogo Político Está em Movimento A política brasileira é dinâmica. O que hoje parece um baque, amanhã pode ser a faísca de uma virada. A Direita tem estrutura, nomes, base e apoio popular. O que precisa agora é de estratégia, unidade e planejamento. 2026 começou — e quem não se preparar agora, vai assistir de fora. 📌 Alex Rabelo – JornalistaPara o MT Urgente News
Nikolas Ferreira critica prisão domiciliar de Bolsonaro e fala em “escalada autoritária”
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se manifestou nas redes sociais nesta sexta-feira (2) sobre a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Para o parlamentar, a medida representa uma “escalada autoritária sem precedentes” e teria sido motivada pela suposta utilização de redes sociais de terceiros para divulgar a manifestação marcada para o próximo dia 3 de agosto. “Prisão domiciliar decretada para Jair Bolsonaro por Alexandre de Moraes. E qual foi o motivo? Corrupção? Rachadinha? Lavagem de dinheiro? Nada disso. O motivo seria o uso de redes sociais de terceiros para divulgar a manifestação do dia 3 de agosto”, disse Nikolas. Em tom de crítica, o deputado mencionou que “nem a Lei Magnitsky” — legislação internacional que trata de sanções contra violações de direitos humanos — “seria suficiente para Alexandre de Moraes”, sugerindo que o ministro teria ultrapassado os limites legais com a decisão. A prisão domiciliar foi determinada no contexto do inquérito que investiga uma tentativa de golpe de Estado e envolvimento em atos antidemocráticos. Além de Bolsonaro, outros aliados também são alvos da operação. O caso segue em apuração pelo STF e pela Polícia Federal.