O tabuleiro político em Mato Grosso já se movimenta em direção às eleições de 2026. Cada passo é estratégico, e quem tem largado em vantagem é o grupo formado pelo governador Mauro Mendes, o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, e o chefe da Casa Civil, Fábio Garcia. Esse trio tem dado ritmo à gestão e às articulações políticas no Estado. Mauro consolidou-se como liderança com entregas e estabilidade; Max se firmou como articulador, mantendo diálogo aberto e união na Assembleia; e Fábio Garcia, com sua capacidade técnica, tem sido peça fundamental para organizar a máquina administrativa e fortalecer as articulações em Brasília. Pivetta como sucessor natural Com Mauro Mendes mirando uma vaga no Senado, o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) aparece como o nome mais forte para a sucessão estadual. Apoiado pelo governador, pela primeira-dama Virgínia Mendes, pela base parlamentar e pelo núcleo de articulação política, Pivetta se apresenta como continuidade de um governo bem avaliado. Max Russi: liderança consolidada e articulação política Entre os nomes que mais crescem no tabuleiro político, Max Russi (PSB) tem se destacado não apenas como presidente da Assembleia Legislativa, mas como um líder de resultados. Sob sua gestão, a Assembleia ganhou protagonismo, avançou em grandes projetos e se aproximou ainda mais da sociedade. No campo eleitoral, Max mostrou força ao conduzir seu partido a um desempenho histórico na última eleição, tornando o PSB uma das siglas mais influentes de Mato Grosso. Esse resultado reforça sua capacidade de liderança e seu papel como peça estratégica dentro do grupo governista. Mais do que cargos ou conquistas eleitorais, o diferencial de Max está em seu perfil: um político com habilidade para ouvir, unir grupos e mediar interesses. Reconhecido por prefeitos, vereadores, lideranças de classe e pela própria base parlamentar, ele se consolidou como um grande articulador e um dos jogadores mais importantes do cenário político atual. Fábio Garcia: capacidade técnica e articulação estratégica O chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, exerce papel fundamental no dia a dia da gestão. Reconhecido por sua capacidade técnica, ele é responsável por receber as demandas da sociedade, avaliar prioridades e organizar as pautas que chegam ao Palácio Paiaguás. Com isso, garante que o governador e o secretariado tenham clareza para decidir e agir com mais eficiência. Além disso, Fábio tem sido ponte direta entre Mato Grosso e Brasília, ampliando o alcance político do grupo e fortalecendo os projetos que chegam ao Estado. Sua atuação como gestor e articulador político reforça a solidez do bloco que se prepara para 2026. Grupo com vantagem, mas o jogo segue aberto Enquanto a oposição segue fragmentada, o grupo liderado por Mauro Mendes, com Max Russi consolidado como grande articulador e Fábio Garcia fortalecendo a gestão, chega às articulações para 2026 em posição de destaque. Mas é importante lembrar: esse é o cenário de hoje. Na política, tudo pode mudar muito rápido. Nenhum jogo está ganho de antemão, e os próximos movimentos é que vão definir quem realmente sairá vitorioso em 2026.
Vice-prefeita anuncia reforço no gabinete, mas dúvidas sobre entrosamento da gestão seguem em Cuiabá
Na última sexta-feira (12), a vice-prefeita de Cuiabá, coronel Vânia Rosa, reuniu a imprensa para anunciar medidas de fortalecimento do gabinete da Vice-Prefeitura. A proposta é transformar o espaço em um centro ativo de articulação política, captação de recursos e acompanhamento de políticas públicas. A iniciativa mostra empenho da vice em contribuir mais de perto com a cidade. Mas o anúncio também deixou no ar uma dúvida: por que, após quase nove meses de gestão, Vânia ainda não conseguiu consolidar seu espaço dentro da administração municipal? Durante a campanha, prefeito e vice exibiam entrosamento e defendiam a ideia de uma gestão compartilhada. Hoje, o que se vê é um prefeito extremamente atuante. Abilio está presente em praticamente todas as frentes: participa das decisões estratégicas, acompanha secretarias de perto, fiscaliza obras nas ruas, cobra qualidade nas entregas, comparece em inaugurações e mantém presença semanal na Câmara Municipal. Esse estilo de gestão, marcado pela proximidade com a máquina pública, tem levantado uma nova percepção: ao ocupar todos os espaços, será que o prefeito não estaria limitando a atuação de secretários e até da própria vice-prefeita? Enquanto isso, áreas como educação, saúde e infraestrutura seguem em evidência. Na educação, o próprio prefeito tem levantado questionamentos sobre a rede municipal. Na saúde, os desafios são diários. E na infraestrutura, obras prolongadas continuam impactando comerciantes e moradores. Nesse cenário, especialistas e sociedade reforçam que dar mais autonomia a uma equipe qualificada poderia ajudar a gestão a entregar melhores resultados. E a reflexão que fica é inevitável: essa gestão está realmente entrosada? Há espaço para que secretários e a vice-prefeita mostrem suas capacidades? Ou o modelo centralizador vai prevalecer nos próximos anos? O futuro de Cuiabá dependerá das respostas a essas perguntas.
Drenos e sustentabilidade: Max Russi lidera debate sobre produção em Mato Grosso
Presidente da Assembleia Legislativa defende equilíbrio entre segurança jurídica e preservação ambiental, diante dos desafios que envolvem os drenos nas áreas úmidas do Estado. Quando o assunto são as áreas úmidas em Mato Grosso, um tema ganha cada vez mais espaço nas discussões: os drenos. A questão preocupa diretamente o setor produtivo, mas não se resume ao meio ambiente. É também um desafio econômico e social, que afeta quem produz, gera emprego e garante alimento nas mesas de milhões de brasileiros. Na região norte, em municípios como Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Querência, estão mais de 4 milhões de hectares de drenos que dependem de licenciamento junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). Produtores e famílias relatam dificuldades para obter as liberações, o que gera insegurança jurídica e ameaça a continuidade da produção. Max Russi à frente do debate O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, tem se colocado como um dos principais defensores de soluções concretas para o tema. Entre as medidas já adotadas estão: Contratação de um estudo técnico detalhado sobre a situação dos drenos; Destinação de recursos para que servidores da Sema realizem pós-graduação, ampliando a capacidade técnica do órgão; Acompanhamento e cobrança constante para dar mais agilidade às liberações. Segundo Max Russi: “Precisamos unir produção sustentável e segurança jurídica. Esse equilíbrio é indispensável para o presente e o futuro do nosso estado.” Produção e preservação lado a lado Mato Grosso é um estado privilegiado pela natureza, abrigando ecossistemas como o Pantanal, Cerrado e Amazônia, de relevância mundial. Essas áreas úmidas desempenham papel fundamental na regulação das águas, no equilíbrio climático, na preservação da biodiversidade e no bem-estar das comunidades locais. Por isso, Max Russi reforça que as decisões sobre os drenos devem ser sempre pautadas pela ciência e pelo diálogo permanente com produtores e comunidades tradicionais. Compromisso no Parlamento O tema tem sido recorrente no Legislativo. Em 2023, junto aos deputados Dr. Eugênio de Paiva (PSB) e Valmir Moretto (Republicanos), Russi conduziu uma audiência pública para discutir a sustentabilidade no Vale do Araguaia e no Vale do Guaporé. Na ocasião, os parlamentares se posicionaram contra uma proposta que buscava transformar as áreas úmidas em planícies pantaneiras, o que poderia travar o desenvolvimento econômico da região. A opção foi pelo caminho da responsabilidade, destinando recursos para estudos técnicos que garantem tranquilidade às famílias que vivem e produzem nessas áreas. União pelo futuro Nesta semana, a pauta voltou a ganhar força na Assembleia Legislativa. Max Russi somou sua voz às de entidades representativas, como a Aprosoja, Famato e o Sindicato Rural de Primavera do Leste, em busca de soluções conjuntas para os impasses que envolvem os drenos e a sustentabilidade no estado. ✅ Compromisso reforçado:A liderança de Max Russi mostra o esforço em construir alternativas que respeitem a lei, a ciência e, principalmente, a realidade de quem produz em Mato Grosso — unindo preservação ambiental, desenvolvimento econômico e segurança para o setor produtivo.