📍 Cuiabá – 18/09/2025 A feira de ambulantes organizada pela Prefeitura de Cuiabá para este sábado (20), na Rua 13 de Junho, já gera forte insatisfação entre os lojistas do Centro. O evento prevê o fechamento da via entre as avenidas Isaac Póvoas e Getúlio Vargas, das primeiras horas da manhã até às 16h, para instalação de barracas, circulação de pedestres e realização de atividades culturais. Segundo a gestão municipal, a proposta tem como objetivo estimular a economia local, oportunizar o comércio de ambulantes e oferecer lazer às famílias cuiabanas. Caso seja bem recebida, a Prefeitura pretende ampliar a iniciativa para outros sábados. 🚧 Reação dos lojistas A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) ouviu 36 empresários do Centro. O levantamento apontou que 19 se manifestaram contra o fechamento da rua e que 75% rejeitam a permanência de ambulantes na região. As principais preocupações dos comerciantes são: Concorrência desleal com o comércio informal. Possível queda no faturamento das lojas fixas. Risco à segurança de clientes e trabalhadores. Prejuízos causados pela falta de estacionamento no local. O presidente da CDL, Júnior Macagnam, afirmou que o projeto pode fragilizar ainda mais os lojistas e rebateu a versão da Prefeitura de que a feira estaria vinculada ao programa “Liquida Cuiabá”. “O Liquida Cuiabá é uma campanha própria da CDL, voltada para fortalecer o comércio formal. Não tem nenhuma relação com essa ação anunciada pelo prefeito. O que preocupa é justamente o incentivo ao comércio informal, que ameaça não só o empresário, mas também os cerca de 2 mil comerciários que dependem do movimento no Centro”, reforçou Macagnam. 🏛️ Defesa da Prefeitura Mesmo diante das críticas, a Prefeitura mantém o posicionamento de que o evento é um teste para movimentar a região central. “Queremos fortalecer o comércio, criar um espaço de convivência para as famílias e trazer vida nova para o Centro. A feira na 13 de Junho é apenas o começo dessa revitalização”, disse o prefeito Abílio Brunini (PL).
“Max Russi endurece discurso: ‘Blindagem de políticos é retrocesso democrático’”
Publicado em 18 de setembro de 2025 O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), reforçou seu posicionamento contra a chamada PEC das Prerrogativas, proposta que amplia o foro privilegiado para parlamentares e cria novos mecanismos de blindagem contra investigações e punições. Para Russi, a medida representa um retrocesso democrático e vai contra os princípios de igualdade e transparência que a sociedade exige. Contra privilégios “Meu compromisso é com um Legislativo que represente o povo de verdade. Não podemos criar uma casta de políticos protegidos, acima da lei. Somos servidores públicos temporários e devemos responder como qualquer cidadão”, afirmou o parlamentar. Segundo Russi, a PEC vai na contramão do que a população espera. “Em um país já marcado por tantas desigualdades, não precisamos de mais proteções especiais para políticos. Precisamos é de mais transparência, mais responsabilidade e mais compromisso com o interesse público”, destacou. Papel do Legislativo O presidente da Assembleia ressaltou que o verdadeiro papel do Legislativo é aproximar-se do cidadão e trabalhar em soluções para problemas reais, como saúde, educação, geração de empregos e distribuição de renda. “Enquanto a população cobra melhorias na vida prática, como acesso a serviços públicos de qualidade, não faz sentido gastarmos energia em projetos que apenas beneficiam parlamentares. Nosso trabalho deve estar voltado para o bem comum, não para nos blindar de responsabilidades”, reforçou. Exemplo para a sociedade Max Russi destacou ainda que os parlamentares precisam dar o exemplo, sendo os primeiros a abrir mão de privilégios. “Como podemos exigir rigor da lei para quem comete crimes, se nós mesmos criamos mecanismos para nos proteger? Isso mina a confiança da sociedade na política e enfraquece nossa democracia”, afirmou. Compromisso com a igualdade O deputado concluiu dizendo que sua posição contra a PEC das Prerrogativas é baseada em um princípio ético e republicano: a igualdade de todos perante a lei. “Não somos donos dos cargos que ocupamos, estamos aqui para servir. A democracia precisa de representantes que não tenham medo de abrir mão de privilégios e que compreendam que o poder vem do povo e deve ser exercido em favor dele”, finalizou.
Senadores de MT se posicionam contra a PEC da Blindagem que amplia foro privilegiado
Proposta já foi aprovada na Câmara e agora será analisada pelo Senado. Texto prevê blindagem total a parlamentares e retorno do voto secreto. Dois dos três senadores de Mato Grosso declararam que votarão contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem, que amplia o foro privilegiado de deputados e senadores, dificulta investigações criminais contra parlamentares e ainda resgata a votação secreta para casos polêmicos. A medida, aprovada pela Câmara dos Deputados por 344 votos a favor e 133 contra, agora segue para apreciação no Senado. O que muda com a PEC Na prática, a proposta prevê que qualquer parlamentar só poderá ser preso com autorização do Congresso Nacional — mesmo em casos de flagrante por crimes como homicídio, pedofilia ou violência doméstica.Além disso, amplia o foro privilegiado para presidentes de partidos políticos e institui novamente a votação secreta, eliminando a transparência em decisões delicadas. Senadores de MT contra a proposta O senador Jayme Campos (União Brasil) foi categórico ao classificar a PEC como um retrocesso: “Sou totalmente contra essa PEC. Isso vai sucumbir a nossa Justiça. Uma vergonha para o país. Como você vai proteger quem comete crime, seja ele hediondo ou contra a administração pública. Eu vou votar contra essa aberração”, disse. Segundo ele, a medida cria uma “casta política” no país e não atende ao desejo da sociedade, que cobra responsabilidade e igualdade perante a lei. A senadora Margareth Buzetti (PP) também se manifestou contra a proposta, destacando que ela fragiliza o Parlamento e transmite à população a imagem de que políticos querem se proteger a qualquer custo: “Há crimes que não podem ficar à margem da investigação judicial. Esse tipo de blindagem coloca em dúvida o caráter e a responsabilidade dos representantes eleitos, quando na verdade precisamos dar o exemplo de transparência e compromisso com a justiça.” Buzetti lembrou ainda que regra semelhante vigorou entre 1988 e 2001: dos 250 pedidos de abertura de processos criminais feitos pelo STF, apenas um foi autorizado pela Câmara.“Será que isso é bom para a democracia?”, questionou. Posição indefinida O senador Wellington Fagundes (PL) foi procurado pela reportagem para comentar o tema. Questionado se seguirá a orientação do PL — que na Câmara votou favoravelmente à PEC — ele não respondeu até o fechamento desta edição. Bancada de MT na Câmara Na votação em primeiro turno na Câmara Federal, seis dos oito deputados federais de Mato Grosso apoiaram a proposta: Coronel Fernanda (PL) José Medeiros (PL) Nelson Barbudo (PL) Rodrigo da Zaeli (PL) Gisela Simona (União) Coronel Assis (União) Os únicos contrários foram os deputados do MDB, Emanuelzinho e Juarez Costa.
Como a mudança climática ameaça fazer um país desaparecer
Tuvalu, no Pacífico Sul, pode ser engolido pelo mar nas próximas décadas, tornando-se um dos primeiros países do mundo a desaparecer por causa da crise climática. Um conjunto de ilhas paradisíacas no meio do Oceano Pacífico corre risco de sumir do mapa. Tuvalu, pequeno território no sul da Oceania, com cerca de 11 mil habitantes, pode ser engolido pelo aumento do nível do mar em poucas décadas. Em agosto de 2024, a ONU alertou que, em partes do Pacífico, o mar subiu 15 centímetros em 30 anos — quase o dobro da média global. Além de Tuvalu, outras nações insulares como Maldivas, Ilhas Marshall, Nauru e Kiribati também estão ameaçadas. O paradoxo climático Apesar de possuir vastas áreas de natureza preservada e poucas indústrias, Tuvalu responde por apenas 0,02% das emissões globais de CO2. Ainda assim, sofre diretamente os efeitos provocados pelas emissões dos grandes poluidores mundiais. Mas como as emissões de carbono impactam os oceanos? 🌡️ Aquecimento das águas: os oceanos absorvem 90% do calor extra gerado pelo aquecimento global. Quando a temperatura sobe, o volume da água se expande, representando cerca de 40% do aumento do nível do mar. ❄️ Derretimento das calotas polares: o aquecimento acelera o derretimento das geleiras, que se transformam em água e contribuem para a elevação dos mares. Tuvalu e a luta pela sobrevivência O país vem alertando a comunidade internacional há anos. Em 2009, na COP 15, o representante Ian Fry emocionou o mundo ao pedir que as nações reduzissem suas emissões: “O destino do meu país está nas mãos de vocês”. Em 2021, durante a COP 26, o ministro Simon Kofe gravou um discurso de terno e gravata dentro do mar, com a água na altura dos joelhos, para simbolizar a urgência da situação. Agora, diante da COP 30, o alerta é ainda mais urgente: se medidas concretas não forem tomadas, Tuvalu poderá se tornar a primeira nação a existir apenas no mundo digital. A pergunta que fica Tuvalu não é o responsável pela crise climática, mas está na linha de frente dos seus efeitos. A sobrevivência do país depende de decisões globais e do compromisso real das grandes economias em reduzir emissões, conter o aquecimento e proteger populações vulneráveis. 🌍 O futuro dessas ilhas pode ser também o prenúncio do nosso próprio destino.
Incentivo Verde: Janaina Riva propõe isenção de IPVA para elétricos e desconto para híbridos em MT
Proposta busca incentivar mobilidade sustentável, reduzir poluentes e alinhar o Estado às políticas de descarbonização em vigor no Brasil. A deputada estadual Janaina Riva (MDB) apresentou, nesta quarta-feira (17), um projeto de lei inovador que prevê isenção total do IPVA para veículos elétricos e redução de 50% para os híbridos em Mato Grosso. A iniciativa, protocolada em sessão plenária, tem como meta estimular a transição para uma frota menos poluente, promover a modernização da mobilidade urbana e fortalecer a agenda ambiental no Estado. O que a proposta prevê O texto estabelece que o benefício fiscal será concedido exclusivamente a veículos adquiridos ou emplacados em Mato Grosso, mediante comprovação de que se tratam de modelos elétricos ou híbridos.A regulamentação caberá ao Poder Executivo, que deverá: Definir critérios técnicos e operacionais; Calcular os impactos financeiros para o Estado; Estabelecer mecanismos de compensação da renúncia fiscal. Argumentos da deputada Na justificativa, Janaina ressaltou que o projeto coloca Mato Grosso em sintonia com políticas já adotadas em outras unidades da federação, como Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Paraíba, Maranhão, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. “O objetivo é fomentar o uso de veículos ambientalmente sustentáveis, como incentivo à mobilidade limpa, ao desenvolvimento tecnológico e à preservação ambiental. Essa é uma tendência nacional e Mato Grosso não pode ficar para trás”, declarou. Segundo a deputada, os benefícios da proposta vão além da redução da emissão de gases de efeito estufa. Ela lembrou que os veículos elétricos e híbridos também contribuem para cidades mais silenciosas e modernas, além de incentivarem o desenvolvimento de um mercado tecnológico em expansão. Impactos esperados A medida pode ter reflexos positivos em diferentes áreas: Ambiental: redução significativa da poluição do ar e das emissões de carbono. Econômica: estímulo ao mercado de veículos sustentáveis e fortalecimento da cadeia de fornecedores e concessionárias no Estado. Turismo e imagem: Mato Grosso passa a se posicionar como estado inovador e alinhado às metas globais de sustentabilidade. Social: incentivo à modernização da frota e melhora na qualidade de vida nas cidades, com menos poluição sonora e atmosférica. Próximos passos O projeto seguirá agora para análise nas comissões temáticas da Assembleia Legislativa, onde poderá receber ajustes técnicos, antes de ser submetido à votação em plenário. Se aprovado, Mato Grosso se juntará a um grupo seleto de estados que já implementaram políticas de incentivo à eletromobilidade, reforçando o compromisso com a inovação, sustentabilidade e futuro verde.
Câmara aprova urgência do PL da Anistia; bancada de MT vota majoritariamente a favor
Proposta acelera tramitação de perdão aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro; apenas um deputado de Mato Grosso se posicionou contra. A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (17), o requerimento de urgência do Projeto de Lei 2162/2023, conhecido como PL da Anistia, que concede perdão aos participantes dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, em Brasília. O placar foi de 311 votos favoráveis, 163 contrários e 7 abstenções. Com a aprovação, a proposta poderá ser votada diretamente em plenário a qualquer momento, sem precisar passar pelas comissões da Casa. Bancada de Mato Grosso Entre os oito deputados federais do Estado, sete participaram da votação: A favor: Coronel Assis (União), Coronel Fernanda (PL), Fábio Garcia (União), José Medeiros (PL), Juarez Costa (MDB) e Rodrigo Zaeli (PL). Contra: Emanuelzinho (MDB). O que diz o projeto De autoria do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), o texto concede anistia aos participantes de manifestações políticas ocorridas entre 30 de outubro de 2022 – segundo turno das eleições presidenciais – e a data de entrada em vigor da lei. Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro defendem que a anistia seja estendida também a ele, condenado na semana passada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a mais de 27 anos de prisão no processo sobre a tentativa de golpe. Contexto dos atos de 8 de janeiro Naquele dia, apoiadores de Bolsonaro invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes: Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal. O episódio resultou em centenas de prisões e condenações por crimes como golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, associação criminosa e dano qualificado. Próximos passos Com a urgência aprovada, a Câmara deve designar ainda nesta quinta-feira (18) um relator para elaborar um substitutivo capaz de reunir apoio da maioria ampla. O presidente da Câmara, Hugo Motta, ordenou a inclusão do tema após reunião com líderes partidários.
Palmeiras vence River Plate na Argentina e abre vantagem nas quartas da Libertadores
Com gols de Gustavo Gómez e Vitor Roque, Verdão supera ambiente hostil e mostra força em Buenos Aires O Palmeiras deu um passo importante rumo à semifinal da Conmebol Libertadores ao vencer o River Plate por 2 a 1, nesta quarta-feira (17), no estádio Monumental de Núñez, diante de mais de 80 mil torcedores argentinos. Na véspera, o técnico Abel Ferreira já havia dado o tom da postura da equipe: “Eu admiro e respeito muito (Gallardo), mas não temo ninguém. Respeitamos muito todas as equipes, mas não tememos ninguém.” E foi com essa confiança que o Verdão entrou em campo. Escalação ousada e início avassalador Abel inovou ao escalar Andreas Pereira como titular no lugar de Facundo Torres. O camisa 8 não demorou a justificar a escolha: logo aos 5 minutos, cobrou escanteio com perfeição para Gustavo Gómez abrir o placar de cabeça. O Palmeiras dominava as ações e tinha mais de 60% da posse de bola, mesmo em um ambiente considerado intimidador. Andreas, aberto pela direita, se movimentava para o meio e encontrava espaço para articular, aproximando-se de Flaco López e Vitor Roque, dupla ofensiva que vem funcionando bem. Solidez defensiva e segundo gol Com a marcação encaixada, o Verdão neutralizava o River. Felipe Anderson reforçava a recomposição, formando linha de cinco quando necessário, o que dificultava as investidas argentinas. Ainda no primeiro tempo, a estratégia foi coroada: Vitor Roque marcou o segundo gol, premiando uma grande atuação coletiva e ampliando a vantagem para 2 a 0. Pressão final e desconto do River O River Plate tentou reagir na etapa final, aproveitando-se do apoio da torcida e do cansaço palmeirense. O time argentino descontou, mas não conseguiu evitar a vitória brasileira em seus domínios. O resultado mantém o Palmeiras com vantagem para o jogo de volta, em São Paulo. Próximos passos Após a partida, Abel Ferreira valorizou o desempenho, mas alertou: “Foi uma grande vitória, mas ainda faltam 90 minutos.” O Palmeiras agora se prepara para decidir a vaga em casa, podendo até empatar para garantir presença em mais uma semifinal de Libertadores.
Governo realiza obras de melhorias no acesso ao Hospital Central
O Governo de Mato Grosso está realizando obras de melhorias nas ruas do entorno do Hospital Central, em Cuiabá. O objetivo é facilitar o acesso à nova unidade hospitalar e também promover melhorias na mobilidade do Centro Político Administrativo. As obras executadas pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) incluem a implantação de uma nova rua, duplicação de alguns trechos, além de recuperação do asfalto de ruas já existentes. No total, o investimento chega a R$ 13,8 milhões. A nova rua que está sendo implantada vai ligar da lateral do prédio do Incra, até a rotatória na rua Desembargador Milton Figueiredo Ferreira Mendes, logo abaixo do Hospital Central. A nova rua já foi asfaltada e as obras seguem para outros serviços, como meios-fios, calçadas e depois sinalização e iluminação. Um dos trechos que será duplicado é a subida da Rua G (rua da Creche Maria Eunice) entre a Rua Desembargador Milton Figueiredo e a entrada do Hospital Central. Essa rua também já teve o seu asfaltado totalmente recuperado. Outro trecho que será duplicado compreende parte da Rua Desembargador Milton Figueiredo, em frente ao Fórum Cível e ao Ministério Público do Estado. Assim como a Rua Dr. Hélio Ponce de Arruda (Acesso ao Inpe), entre o Ministério Público e a Avenida do CPA. O secretário adjunto de Gestão e Planejamento Metropolitano da Sinfra-MT, Isaac Nascimento Filho, explica que o objetivo das obras é garantir uma mobilidade melhor nas ruas do entorno do novo hospital. “Essa é uma das grandes obras realizadas pelo Governo de Mato Grosso, mas o acesso para ele não era dos mais fáceis. Com essas melhorias implementadas pelo Estado, o cidadão que precisar utilizar o hospital vai poder chegar nele com mais tranquilidade”, afirmou. Hospital Central A estrutura do Hospital Central, localizada em Cuiabá, ficou abandonada por 34 anos. Em 2019, o Governo de Mato Grosso apresentou um novo projeto para o hospital, com a ampliação de 9 mil m² para 32 mil m² de área construída. As obras foram retomadas em 2020 e já estão 99% executadas. Com uma infraestrutura de ponta, o Hospital Central conta com 287 leitos e está sendo estruturado para realizar uma média de 32 mil consultas médicas, 80 mil exames e 6.500 cirurgias por ano. O Einstein Hospital Israelita será responsável pela gestão da unidade, que ofertará serviços gratuitos à população e funcionará 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Mato Grosso será o quarto estado do Brasil a ter um hospital público gerido pelo Einstein.
Mato Grosso finaliza colheita da 2ª safra de milho com recorde de produção
Mato Grosso encerrou a colheita da segunda safra de milho 2024/25 com um resultado recorde. O estado alcançou 55,1 milhões de toneladas, volume 12,9% superior ao registrado na safra anterior, de 2023/24. Os números são do 12º e último Levantamento da Safra de Grãos do ciclo 2024/25 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e reforçam o protagonismo mato-grossense na produção nacional e internacional do grão. A área plantada também cresceu. No ciclo 2024/25 foram 7,28 milhões de hectares, um aumento de 3,3% em relação à temporada passada. O bom desempenho da safra está relacionado às condições climáticas favoráveis ao longo do ciclo, especialmente pela boa distribuição das chuvas durante as fases de desenvolvimento das lavouras. A Conab, em seu último levantamento, ressaltou que o desempenho de Mato Grosso advém do equilíbrio entre fatores naturais e técnicas modernas de produção. “O resultado é fruto da combinação das condições climáticas favoráveis, associada às práticas agrícolas avançadas com o uso de sementes de alta qualidade e manejo eficiente no uso de fertilizantes e contenção de pragas. Tal conjuntura culminou no recorde de produtividade e produção, beneficiando não apenas produtores locais como também o abastecimento nacional e global.” A produção mato-grossense corresponde a 49% de todo o milho de segunda safra colhido no Brasil. Em relação a produção total do grão, o estado contribui com cerca de 4% da oferta global, fortalecendo a posição do Brasil como o terceiro maior produtor mundial. De acordo com a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia, Linacis Silva Vogel Lisboa destacou que os resultados refletem a solidez da cadeia produtiva do milho em Mato Grosso. “Alcançar 55,1 milhões de toneladas demonstra o alto nível tecnológico e de gestão adotado pelos produtores, o que se traduz em ganhos de produtividade e competitividade. Esse desempenho fortalece o setor logístico, amplia as exportações e garante maior circulação de divisas, consolidando Mato Grosso como um dos principais motores da economia nacional e um player relevante no mercado global de grãos”, afirmou. Fonte: SECOM-MT