Presidente da ALMT reforça nova cultura de gestão com foco nas pessoas e homenageia servidores que ajudam a construir diariamente a história da Casa A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) vive um novo tempo. Sob a liderança do presidente Max Russi (PSB), a Casa tem respirado um clima diferente — de reconhecimento, valorização e respeito a quem, de fato, faz o Legislativo funcionar: os servidores públicos. Durante solenidade especial realizada nesta quarta-feira (29), em alusão ao Dia do Servidor Público, Max Russi e o primeiro-secretário, deputado Dr. João (MDB), entregaram Moções de Mérito Legislativo e Diplomas de Reconhecimento a 38 servidores e servidoras que se destacaram pelo comprometimento, dedicação e exemplo de conduta. O ato, muito mais que uma cerimônia, consolidou um novo capítulo na história da ALMT: o de uma gestão que olha para dentro e reconhece o valor de cada colaborador. “Servir ao público é mais do que exercer uma função — é viver uma vocação. Cada parecer, cada atendimento, cada documento produzido aqui dentro impacta diretamente a vida de milhares de pessoas. E hoje, celebramos não apenas carreiras, mas histórias de vida dedicadas ao serviço público. Vocês são o coração desta Casa”, declarou Russi, emocionado. Reconhecimento que inspira A homenagem faz parte do Programa Servidor de Destaque, criado pela Resolução nº 15/2025, e simboliza a valorização contínua daqueles que dedicam anos de trabalho à Assembleia. Entre os critérios, estão o tempo de serviço, o desempenho e a contribuição exemplar ao funcionamento da instituição. “São décadas de histórias que construíram o prestígio da ALMT. Deputados passam, mas os servidores ficam — e é sobre essa base sólida que se ergue a credibilidade da nossa Casa”, reforçou o presidente. A servidora Vânia Belo, uma das homenageadas, traduziu o sentimento coletivo ao receber o reconhecimento: “Essa homenagem é mais do que um diploma — é um incentivo. Nos valoriza e nos lembra que fazemos parte de algo grande. A atual gestão mostra que está olhando para quem faz a diferença no dia a dia.” Gestão com olhar humano e institucional Desde que assumiu a presidência, Max Russi tem conduzido a ALMT com um olhar voltado às pessoas — fortalecendo a estrutura funcional, modernizando processos e estimulando um ambiente de trabalho baseado no diálogo, no respeito e na valorização. Essa postura vem sendo chamada nos bastidores de “a cartilha do respeito”, por representar uma virada de chave dentro da instituição: uma gestão que entende que o servidor é o pilar da máquina pública. “Nosso agradecimento é a todos que ajudam a fazer da ALMT uma instituição de excelência. Que este reconhecimento inspire as novas gerações e reafirme que ética, dedicação e trabalho em equipe são o que sustentam as grandes instituições”, finalizou Russi. ALMT: uma nova página A solenidade que homenageou 38 servidores simboliza mais do que uma data comemorativa — representa o espírito de uma gestão moderna, participativa e humana. Max Russi vem deixando claro, em cada gesto, que valorizar o servidor é fortalecer o serviço público. E, ao que tudo indica, essa cartilha de respeito e valorização já começa a inspirar toda uma nova geração dentro do Legislativo mato-grossense. Por Redação MT Urgente News Publicado em 29 de outubro de 2025 Alex Rabelo – Jornalista
Justiça determina perda de mandato da vice-prefeita de Jauru após condenação criminal
Justiça determina perda de mandato da vice-prefeita de Jauru após condenação criminal Ministério Público e Justiça Eleitoral notificam a Câmara Municipal para cassar os direitos políticos de Enércia Monteiro dos Santos. Por Redação MT Urgente NewsPublicado em 29 de outubro de 2025 – Atualizado às 10h45 A vice-prefeita de Jauru (MT), Enércia Monteiro dos Santos, teve seus direitos políticos suspensos e deve perder o cargo após uma condenação criminal definitiva confirmada pela Justiça. A decisão foi comunicada oficialmente pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE-MT) e confirmada pela Justiça Eleitoral da 41ª Zona Eleitoral de Araputanga, que encaminhou o caso à Câmara Municipal de Jauru para que adote as medidas necessárias. Condenação confirmada e sem direito a recurso O Ministério Público informou, por meio do Ofício nº 84/2025, assinado pelo promotor Eduardo Antônio Ferreira Zaque, que Enércia Monteiro foi condenada criminalmente no processo nº 1001081-08.2021.8.11.0047.A sentença transitou em julgado, o que significa que não cabe mais recurso. Embora a pena de prisão tenha sido substituída por restrições de direitos, a condenação definitiva gera automaticamente a suspensão dos direitos políticos, conforme determina o artigo 15, inciso III, da Constituição Federal. “A condenação criminal com trânsito em julgado é suficiente para suspender os direitos políticos, e esse efeito ocorre de forma imediata e automática”, explicou o promotor no documento. Com isso, o Ministério Público pediu que a Justiça Eleitoral informasse a Câmara Municipal, para que fosse declarada a perda do mandato da vice-prefeita. Justiça Eleitoral confirma e exige ação da Câmara Atendendo ao pedido, o juiz eleitoral Dimitri Teixeira Moreira dos Santos, responsável pela 41ª Zona Eleitoral, emitiu o Despacho nº 07284.2025-2, determinando o envio imediato do ofício à Câmara de Jauru. No despacho, o magistrado lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF) já consolidou o entendimento de que, ao receber a comunicação de uma condenação criminal definitiva, o presidente da Câmara deve declarar a perda do mandato imediatamente, sem precisar de votação dos vereadores. “Recebida a comunicação, o Presidente da Câmara de Vereadores deve declarar a extinção do mandato do Prefeito ou Vice, salvo se houver outro impedimento legal”, cita o despacho, com base em decisão do STF. Dessa forma, a Câmara Municipal deve apenas formalizar o ato em ata e comunicar o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) para atualizar o registro da vaga. Se a Câmara não cumprir a decisão, o Ministério Público pode recorrer à Justiça para garantir o cumprimento da lei. O que acontece agora Com o trânsito em julgado confirmado e a notificação oficial, a perda do mandato é automática.A vice-prefeita deixa de exercer o cargo assim que o Legislativo formalizar a decisão, e o município deverá definir como ficará a sucessão no Executivo. O caso deve gerar novo impacto político na cidade, já que a saída de Enércia pode mexer no equilíbrio de forças da atual gestão, liderada pelo prefeito Valdeci “Passarinho”. Despacho_1021193_Oficio_n___SEI_07284.2025_2Oficio_0993542_Oficio_n._84_2025_MPE_MT_PJJ___zona_eleitoral___condenacao_criminal_enercia
PL rachado em Mato Grosso: Ananias tenta conter crise após Bolsonaro sinalizar apoio a Pivetta e não a Wellington Fagundes
Presidente estadual do PL adota tom conciliador e tenta evitar um rompimento interno entre as principais lideranças do partido no estado. Por Redação MT Urgente NewsPublicado em 29 de outubro de 2025 — Atualizado às 09h20 O presidente estadual do Partido Liberal (PL), Ananias Filho, tenta conter a crise que se instalou na legenda em Mato Grosso após a informação de que o ex-presidente Jair Bolsonaro teria comunicado ao presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, sua intenção de apoiar Otaviano Pivetta (Republicanos) ao governo do Estado em 2026 — e não o senador Wellington Fagundes, nome histórico do partido e principal articulador da sigla no estado. A movimentação de Bolsonaro foi interpretada como um golpe direto nas pretensões de Wellington, que há meses vem articulando para ser o candidato ao governo com o aval do próprio ex-presidente e da executiva nacional. Clima de tensão e tentativa de apaziguamento Diante da repercussão, Ananias Filho adotou um discurso conciliador para tentar evitar um racha definitivo dentro do partido.Segundo ele, o momento é de manter o diálogo e evitar conflitos públicos que possam enfraquecer o PL em Mato Grosso. “Com tranquilidade, sem problema nenhum. Quando há manifestação de intenção, qualquer membro do partido pode se posicionar. Isso é normal, é democrático. Vemos com muita tranquilidade as manifestações de um lado ou de outro”, afirmou o dirigente. Ananias negou que haja crise interna ou clima de retaliação após a sinalização de Bolsonaro. “Não tem retaliação, não tem nada. É normal, é tranquilo. Divergências e manifestações fazem parte da democracia”, reforçou. Bastidores e movimentação política Nos bastidores, entretanto, a tensão é evidente.Aliados de Wellington Fagundes demonstraram insatisfação com a aproximação de Bolsonaro e Pivetta, vista como uma manobra costurada com o aval de Mauro Mendes (União Brasil), atual governador e padrinho político do vice-governador. Para interlocutores próximos ao senador, a decisão representa uma ruptura na relação histórica entre Bolsonaro e Wellington, que sempre foi um dos principais apoiadores do ex-presidente em Mato Grosso. O gesto também é interpretado como um reposicionamento estratégico do bolsonarismo local, que busca ampliar alianças com figuras ligadas ao grupo do governo estadual, mirando uma composição majoritária mais ampla em 2026. O discurso oficial: unidade e foco na organização interna Tentando conter o avanço da crise, Ananias Filho reforçou que o foco do partido continua sendo a organização interna e a manutenção da unidade. “Estamos trabalhando para manter o partido homogêneo, com unicidade. Essa é a nossa prioridade neste momento”, afirmou. Mesmo com o tom moderado, o desafio do dirigente será equilibrar os interesses das duas maiores forças do partido em Mato Grosso — de um lado, o grupo de Wellington Fagundes; do outro, os bolsonaristas que se aproximam cada vez mais de Mauro Mendes e Otaviano Pivetta. O que está em jogo O PL é uma das legendas mais estratégicas do país e será decisivo na disputa de 2026 em Mato Grosso.O partido deve lançar candidaturas tanto proporcionais quanto majoritárias, e o cenário de divisão pode comprometer a formação de chapas competitivas e a influência bolsonarista no estado. Analistas avaliam que a legenda precisará definir rapidamente sua linha de atuação, para evitar que o racha interno enfraqueça o desempenho eleitoral e reduza sua bancada nas próximas eleições. 🗳️ O fato é que o PL vive um dos seus momentos mais delicados em Mato Grosso — e a habilidade política de Ananias Filho será posta à prova para decidir se o partido sairá unido ou fragmentado da disputa de 2026. Veja o Vídeo:
Cenas de guerra: moradores da Penha levam 54 corpos para praça após operação policial no Rio de Janeiro
Corpos encontrados não constam no balanço oficial do governo; operação é considerada a mais letal da história do estado Por Redação MT Urgente News Publicado em 29 de outubro de 2025 – Atualizado às 08h17 O Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, viveu momentos de desespero e caos nas primeiras horas desta quarta-feira (29). Moradores da comunidade levaram pelo menos 54 corpos até a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas — uma das principais vias da região —, um dia após a megaoperação policial que deixou dezenas de mortos e foi considerada a mais violenta da história do Rio. Imagens e vídeos compartilhados nas redes sociais mostram corpos cobertos por lençóis, lado a lado na praça, enquanto moradores denunciam execuções e abusos durante a ação das forças de segurança. 🚨 A operação mais letal do estado O governo do Rio de Janeiro informou, na noite de terça-feira (28), que 60 suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas foram mortos durante a megaoperação conjunta realizada nos complexos da Penha e do Alemão. A ação também resultou na morte de quatro policiais militares. No entanto, nesta quarta-feira, o secretário da Polícia Militar, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, declarou que os 54 corpos levados à praça pelos moradores não constam no balanço oficial divulgado pelo governo. “Será realizada uma perícia detalhada para verificar se há relação entre essas mortes e os confrontos da operação”, afirmou o secretário à imprensa. Corpos foram retirados de área de confronto De acordo com informações apuradas pelo g1, os corpos foram retirados de uma região de mata conhecida como Vacaria, localizada na Serra da Misericórdia, onde ocorreram os confrontos mais intensos entre policiais e traficantes. Moradores relatam que ainda há vítimas no alto do morro, e que a movimentação para retirada dos corpos começou ainda na madrugada. “A gente passou a noite ouvindo tiros sem parar. De manhã, começaram a descer os corpos. Foi uma cena que nunca vimos aqui”, relatou uma moradora, que preferiu não se identificar. Investigação e tensão no Complexo da Penha A Polícia Civil informou que uma equipe foi enviada ao local para iniciar a perícia e identificar as vítimas. A corporação também confirmou que as mortes serão investigadas individualmente, para determinar se ocorreram durante a troca de tiros ou após o fim da operação. Entidades de direitos humanos pedem transparência na apuração e cobram que o governo esclareça a diferença entre o número oficial e os corpos encontrados pelos moradores. O clima na comunidade é de medo. Escolas e comércios não abriram as portas nesta quarta-feira, e moradores relatam toques de recolher impostos por traficantes após o confronto. “O morro está em silêncio. Ninguém sabe o que vai acontecer. Parece uma guerra”, afirmou um comerciante local. O que se sabe até agora 54 corpos foram levados por moradores para a Praça São Lucas, na Penha; 60 mortos é o número oficial divulgado pelo governo; 4 policiais militares também morreram durante a operação; As vítimas da praça ainda não estão incluídas no balanço oficial; A Polícia Civil realiza perícia e identificação; Os corpos teriam sido retirados da região da Vacaria, ponto central dos confrontos. A operação que começou na manhã de terça-feira mobilizou centenas de agentes das polícias Civil, Militar e Federal, com o objetivo de combater facções criminosas que controlam a região. Segundo o governo, o foco era reprimir o tráfico de armas e drogas e cumprir mandados de prisão contra líderes do Comando Vermelho (CV). Com os novos números extraoficiais, o total de mortos pode ultrapassar 100 pessoas, o que transformaria a ação na mais letal da história policial do país. 📰 MT Urgente News segue acompanhando o caso e atualizando as informações à medida que novas confirmações oficiais forem divulgadas.
Homem tem dedo decepado em sessão de tortura aplicada por facção criminosa em Santa Carmem
Vítima de 30 anos foi atacada por membros do Comando Vermelho e negou envolvimento com facção rival. Polícia investiga o caso. Por Redação MT Urgente News Um homem de 30 anos foi vítima de tortura brutal na noite de terça-feira (28), no município de Santa Carmem (a 531 km de Cuiabá). Segundo a polícia, o crime foi cometido por membros do Comando Vermelho (CV), que acusaram o rapaz de fazer parte de uma facção rival.Durante a agressão, a vítima teve um dedo decepado com um facão. O ataque De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada via 190 por volta das 22h, após moradores da zona rural ouvirem pedidos de socorro.Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o homem com sangramento intenso e uma camiseta enrolada na mão esquerda, tentando conter o ferimento. A vítima contou que trabalha como ajudante de pedreiro e que estava em uma praça da cidade junto com um colega, quando dois homens em uma motocicleta se aproximaram. Logo depois, outros suspeitos chegaram em um veículo Gol branco, cercando os dois. Sessão de tortura Os criminosos questionaram se o homem seria membro do Primeiro Comando da Capital (PCC).Mesmo negando qualquer envolvimento com o grupo, ele foi espancado com socos e tapas e, em seguida, um dos agressores usou um facão para amputar o dedo indicador da mão esquerda. Ferido e desesperado, o homem conseguiu fugir e se escondeu em um canavial, onde permaneceu até sentir-se seguro para pedir ajuda.Ele foi socorrido por populares e encaminhado para uma unidade de saúde do município. Investigação em andamento A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o crime e identificar os autores.Até o momento, nenhum dos envolvidos foi localizado.A principal linha de investigação aponta que o ataque estaria relacionado à disputa entre facções criminosas que atuam na região norte de Mato Grosso. 👉 A violência e o avanço das facções no interior do estado têm preocupado as forças de segurança, que reforçaram o policiamento em cidades da região. 🔗 MT Urgente News acompanhará o caso e trará novas atualizações assim que forem confirmadas pelas autoridades.