Secretário de Segurança Pública é um dos principais nomes de confiança do governador Mauro Mendes e se consolida como destaque da nova geração política de Mato Grosso Os bastidores da política mato-grossense estão cada vez mais movimentados, e um nome vem se destacando com força e consistência: o do coronel César Roveri, atual secretário de Segurança Pública de Mato Grosso.Com uma gestão técnica, resultados expressivos e o apoio direto do governador Mauro Mendes (União Brasil), Roveri se consolida como um dos grandes nomes da próxima eleição, ganhando espaço, respeito e projeção em todo o estado — e já tirando o sono de adversários, entre eles o deputado federal Coronel Jonildo de Assis (PL). Gestão moderna, firme e de resultados Desde que assumiu a Sesp, o coronel Roveri vem conduzindo uma gestão reconhecida pela eficiência, seriedade e inovação.Com foco em tecnologia, inteligência e integração entre as forças de segurança, o secretário fortaleceu a estrutura operacional do estado, ampliou o policiamento em áreas estratégicas e promoveu uma atuação conjunta entre Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Politec. Os resultados já são visíveis. Mato Grosso apresenta queda nos índices de criminalidade, avanços em investimentos estruturais e valorização dos profissionais da segurança pública.Esses fatores fizeram de Roveri uma figura de destaque dentro do governo, vista como referência em comprometimento, planejamento e entrega de resultados concretos. Homem de confiança do governador Mauro Mendes O crescimento político de César Roveri é fortalecido por um elemento-chave: a confiança do governador Mauro Mendes.Fontes próximas ao Palácio Paiaguás afirmam que Roveri é hoje um dos integrantes mais leais e respeitados da base do governador, sendo frequentemente citado como exemplo de eficiência administrativa e equilíbrio político. “O coronel Roveri é um gestor leal, técnico e comprometido com resultados. É o tipo de profissional que traduz na prática o padrão de gestão que o governador Mauro Mendes exige de sua equipe”, destacou um interlocutor do governo. Essa proximidade e confiança tornaram Roveri um dos nomes mais influentes da atual gestão, com destaque não apenas dentro da estrutura administrativa, mas também nos bastidores políticos. Respeito dentro da tropa e prestígio político Além do respaldo do governador, o coronel Roveri conquistou respeito e admiração entre os oficiais de alta patente e as bases da segurança pública.Sua postura firme, aliada ao diálogo constante com as corporações, fez dele um líder natural, que representa a voz da tropa e o equilíbrio entre comando e empatia. Esse reconhecimento interno, somado ao apoio político que cresce a cada dia, o coloca entre os nomes mais fortes e competitivos de Mato Grosso para 2026.Analistas políticos apontam que, caso confirme sua candidatura, Roveri deve figurar entre os mais votados do estado, reunindo apoio da estrutura governista e de boa parte dos profissionais da segurança pública. Assis tenta manter espaço, mas o cenário mudou Enquanto isso, o deputado federal Coronel Jonildo de Assis, eleito em 2022 com 47.479 votos, tenta manter sua influência política e o apoio da tropa.Contudo, há uma percepção crescente de que Roveri vem ocupando naturalmente o espaço que antes pertencia a Assis, com maior visibilidade, resultados e articulação política. Enquanto Assis atua de Brasília, Roveri está em campo, entregando ações e políticas que impactam diretamente a vida da população e dos profissionais da segurança.Nos bastidores, o comentário é de que o secretário vem crescendo de forma consistente, com base sólida e apoio direto de Mauro Mendes, o que o coloca em vantagem em um possível confronto político futuro. Um novo protagonista na política mato-grossense César Roveri representa uma nova geração de líderes públicos, com perfil técnico, disciplina militar e sensibilidade política.Sua atuação à frente da Sesp mostra que é possível unir gestão, eficiência e resultados, sem perder o foco humano e institucional. Com o apoio do governador, o respeito da tropa e o reconhecimento público, Roveri surge como um dos protagonistas da política de Mato Grosso, um nome preparado, confiável e com potencial real para se tornar um dos mais votados nas eleições de 2026. ✍️ Alex RabeloJornalista e Analista Político
Mauro Mendes rebate Eduardo Bolsonaro e diz que deputado “divide a direita” enquanto vive nos Estados Unidos
Governador de Mato Grosso criticou as declarações de Eduardo e afirmou que ele está enfraquecendo o campo político ao atacar até o próprio pai O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), respondeu nesta segunda-feira (10) às declarações do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que o havia chamado de “frouxo” e “covarde” durante o fim de semana. Em entrevista concedida à Jovem Pan, direto de Belém (PA), onde participa da COP30, Mendes fez duras críticas ao parlamentar e o acusou de dividir a direita brasileira enquanto vive fora do país. “Ele tem que parar de ficar nos Estados Unidos falando merda, dividindo a direita. Quando ele faz tudo isso, criticando até o próprio pai, ele está enfraquecendo o nosso campo político”, afirmou o governador. A resposta de Mendes veio após uma sequência de publicações de Eduardo Bolsonaro nas redes sociais, nas quais o deputado chamou o governador de “frouxo” por, supostamente, não defender com mais veemência o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no debate sobre a anistia dos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. “Como pode um filho chamar o pai de ingrato?”, questiona Mendes Durante a entrevista, Mauro Mendes citou ainda um áudio que circulou na imprensa, no qual Eduardo Bolsonaro teria chamado o pai de “ingrato”. O governador classificou o episódio como lamentável e reforçou que a postura do deputado enfraquece o movimento político que o próprio Bolsonaro ajudou a construir. “Meu Deus, como pode um filho chamar o pai de ingrato? Se os nossos pais nos dão a vida e cuidam de nós desde pequenos, se ele é alguma coisa hoje, deve isso a Jair Messias Bolsonaro. Não dá pra admitir um negócio desse”, disse Mendes, demonstrando indignação. Governador desafia Eduardo a voltar ao Brasil Mauro Mendes também rebateu o ‘desafio’ feito por Eduardo Bolsonaro nas redes sociais e disse estar disposto a atuar em defesa da anistia dos condenados pelos atos de 8 de janeiro — desde que o parlamentar retorne ao Brasil e participe ativamente da articulação política. “Eduardo, o que eu fiz, estou fazendo e farei pelo seu pai é pelo bem dele e pelo bem do Brasil. Se você quer me ajudar, venha pro Brasil. Vamos andar dez dias no Congresso Nacional pedindo voto pela anistia, para resolver esse problema dele e de todos aqueles brasileiros que foram injustamente condenados. Agora, dos Estados Unidos, meu amigo, não dá”, declarou. Tensão dentro do campo bolsonarista As trocas de farpas entre Mauro Mendes e Eduardo Bolsonaro refletem as divisões internas que vêm se intensificando dentro da direita brasileira. Embora o governador mato-grossense seja um dos poucos líderes regionais que mantém diálogo com diferentes alas políticas, ele tem sido criticado por apoiadores mais radicais de Bolsonaro, que o acusam de “moderar” o discurso. Por outro lado, aliados de Mendes afirmam que o governador busca preservar a governabilidade e a imagem institucional de Mato Grosso, evitando confrontos desnecessários e priorizando o desenvolvimento econômico do estado. A fala do governador, feita durante a COP30, também chama atenção pelo cenário simbólico: um líder de direita, presente em um evento global sobre meio ambiente, respondendo a ataques internos de seu próprio campo político — o que reforça a fragmentação da direita brasileira em um momento pré-eleitoral. Entenda o contexto A polêmica teve início após Eduardo Bolsonaro cobrar publicamente que governadores e parlamentares aliados do ex-presidente defendessem a anistia dos presos pelos atos de 8 de janeiro, que resultaram em depredações nas sedes dos Três Poderes, em Brasília.Mauro Mendes, que já se manifestou em defesa de uma solução jurídica equilibrada, evitou adotar um tom de confronto, o que irritou parte do bolsonarismo mais radical. As declarações cruzadas reacendem o debate sobre os rumos da direita no Brasil, a relação entre os novos e antigos aliados do ex-presidente e o papel das lideranças regionais nas eleições que se aproximam. 📰 Por Alex RabeloMT Urgente News
“Política 5.0: o voto, o WhatsApp e a inteligência artificial na era dos lobos digitais”
Por Alex Rabelo — Jornalista e Analista Político Há pouco mais de uma década, a política brasileira era dominada por grupos. Campanhas milionárias, alianças costuradas nos bastidores e coligações partidárias decidiam quem teria espaço e quem ficaria de fora. Para chegar a cargos como deputado, senador, governador ou presidente, era preciso pertencer a um grupo político forte, com base consolidada e recursos para viajar, montar comitês e financiar estruturas em dezenas de municípios. A velha política se mantinha firme com o peso das coligações — alianças entre partidos que somavam tempo de TV, força eleitoral e controle estratégico sobre as candidaturas. Isso dificultava a chegada dos novos nomes e limitava o acesso de quem não fazia parte do sistema. A regra era clara: sem grupo, não havia vitória. Mas, de repente, um novo fenômeno começou a surgir, e com ele, a política começou a mudar de lado — do palanque para o celular. O nascimento da era digital e dos “lobos solitários” Com o avanço da internet e das redes sociais, a política passou a caber na palma da mão. Surgiram os chamados “lobos solitários”, candidatos independentes que falavam diretamente com o povo — sem precisar pedir espaço aos grandes líderes ou depender de cabos eleitorais. Esses políticos começaram a usar as redes sociais para construir autoridade, mostrar suas ideias e dialogar com uma população cansada da velha política. As pessoas, antes acostumadas a ver política só durante as eleições, começaram a acompanhar o dia a dia dos mandatos, as opiniões e até os bastidores. A internet abriu as portas para o discurso espontâneo, sem intermediários, e o eleitor passou a enxergar o político mais próximo, humano e real. O voto de protesto e o início da virada O primeiro grande símbolo dessa mudança foi o humorista Tiririca, eleito em 2010 deputado federal mais votado do Brasil, com 1.348.295 votos.Com o bordão “Pior do que tá, não fica”, ele deu voz à insatisfação popular e mostrou que o eleitor buscava algo diferente — autenticidade, simplicidade e coragem de falar o que muitos pensavam. Ali nascia o voto de protesto, o prenúncio de uma nova geração de políticos e de eleitores — mais críticos, conectados e dispostos a romper com o modelo tradicional. A revolução Bolsonaro: o poder do celular e da conexão direta Mas o verdadeiro divisor de águas veio com Jair Bolsonaro. O então deputado federal, até então um político de discurso firme e presença discreta, entendeu antes de todos o poder das redes. Com um celular, um tripé e uma internet simples, Bolsonaro falava diretamente com milhões de brasileiros. Suas lives, vídeos curtos e discursos diretos atravessaram o país, sem precisar de marqueteiros tradicionais, tempo de TV ou grandes grupos partidários. Ele quebrou paradigmas e mostrou que era possível vencer a maior eleição do país apenas com comunicação digital.Sua campanha de 2018 foi um marco na história: a primeira eleição presidencial do Brasil vencida pela força das redes sociais. E o resultado foi avassalador — Bolsonaro criou um novo modelo político, inspirando dezenas de novos líderes que hoje seguem a mesma fórmula: falar com o povo, pelo povo e para o povo, através do celular. A força do WhatsApp: o “boca a boca digital” que move a política Se o Facebook e o Instagram deram voz aos políticos, o WhatsApp deu poder à população.Hoje, o aplicativo é a principal ferramenta de disseminação de informações políticas no Brasil. Em segundos, mensagens, vídeos, prints e áudios percorrem o país inteiro, chegando aos grupos de família, trabalho e comunidade. É o novo “boca a boca” da era digital — capaz de impulsionar um candidato ou destruir uma reputação em poucas horas.A força do WhatsApp é tão grande que mudou completamente a dinâmica das campanhas: o eleitor não espera mais ser convencido; ele é impactado o tempo todo, de forma rápida, emocional e direta. Essa velocidade da informação trouxe poder e risco: ajuda candidatos a se conectarem, mas também amplia o alcance das fake news, exigindo responsabilidade e estratégia.O WhatsApp se tornou o campo de batalha invisível da política moderna, onde o conteúdo certo, no momento certo, pode decidir uma eleição. A nova era: estratégia, IA e a política dos algoritmos Hoje, nenhuma campanha vence sem presença digital.O político precisa entender que comunicação é poder, e o marqueteiro político se transformou em o novo general de campanha — o estrategista capaz de alinhar discurso, imagem e emoção. A chegada da inteligência artificial promete mudar ainda mais esse cenário. Com ela, imagens, vozes e vídeos podem ser criados com realismo assustador, o que abre espaço para um novo desafio: a manipulação de informações.O que antes era ficção, agora é realidade — e pode tanto fortalecer quanto comprometer uma campanha. O futuro da política exigirá estratégia, ética e autenticidade. A tecnologia será apenas a ferramenta; o diferencial continuará sendo quem entende o povo e fala a sua língua. Política, a arte da estratégia A política é, e sempre será, a arte da estratégia.Antes eram os palanques e os grupos; hoje são as câmeras e os algoritmos.O que não mudou é a essência: vencer exige leitura de cenário, narrativa e conexão humana. Aqueles que entenderem isso — que política é feita de presença, verdade e inteligência — continuarão escrevendo a história.Os demais ficarão presos no passado, enquanto o eleitor segue, rápido, para o futuro digital. Alex RabeloJornalista e Analista Político
Quatro apostas de Mato Grosso acertam a quina da Mega-Sena e levam mais de R$ 220 mil
Bolão de Primavera do Leste e apostas de Rondonópolis e Sinop estão entre os premiados no concurso 2.938 Quatro apostas feitas em Mato Grosso acertaram cinco das seis dezenas sorteadas no concurso 2.938 da Mega-Sena, realizado na noite de sábado (8), em São Paulo. Juntas, elas vão dividir mais de R$ 220 mil em prêmios. Em Primavera do Leste (231 km de Cuiabá), um bolão com 12 participantes apostou sete números e faturou R$ 88.094,16. Já em Rondonópolis (212 km da capital), duas apostas simples acertaram cinco dezenas e renderam R$ 44.047,10 cada. A quarta aposta premiada saiu para Sinop (500 km de Cuiabá), também com R$ 44.047,10. Além dos ganhadores de Mato Grosso, outras 65 apostas de diferentes estados também acertaram cinco números e receberão o mesmo valor individual. As dezenas sorteadas foram: 10 – 14 – 15 – 35 – 44 – 56. Como ninguém acertou os seis números, o prêmio principal acumulou e deve chegar a R$ 67 milhões no próximo sorteio, que será realizado na terça-feira (11). Como jogar na Mega-Sena A Mega-Sena paga prêmios milionários para quem acerta os seis números sorteados. Também há premiações para quem acerta quatro ou cinco dezenas. A aposta mínima, com seis números, custa R$ 6,00. Quanto mais dezenas forem marcadas, maiores são as chances de ganhar, mas também aumenta o valor da aposta. As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio, em qualquer casa lotérica do país ou pelos canais digitais das Loterias Caixa — pelo site oficial ou pelo aplicativo disponível para smartphones, tablets e computadores.