O prêmio da Mega da Virada atingiu a marca histórica de R$ 1 bilhão, o maior valor já ofertado pela Loterias Caixa em toda sua história. O montante foi alcançado após nenhum apostador acertar as seis dezenas do concurso 2954 da Mega-Sena, sorteado na noite deste sábado (20). Com o acúmulo, o concurso especial de fim de ano — tradicionalmente o mais aguardado pelos brasileiros — promete movimentar apostas em todo o país. O sorteio será realizado no dia 31 de dezembro, no Espaço da Sorte, em São Paulo, e terá transmissão ao vivo. Ninguém acertou as seis dezenas No sorteio de sábado, estavam em disputa R$ 62 milhões, mas as dezenas 01, 09, 37, 39, 42 e 44 não tiveram ganhadores na faixa principal. Mesmo sem acertadores na Sena, 38 apostas fizeram a quina e receberam R$ 69.615,66 cada. Outras 4.069 apostas acertaram a quadra, garantindo R$ 1.071,64. Mega da Virada não acumula Ao contrário da Mega-Sena comum, a Mega da Virada não acumula.Isso significa que o prêmio será pago mesmo que nenhuma aposta acerte os seis números.Nesse caso, o valor é dividido entre os acertadores da quina e, se necessário, da quadra. Como apostar na Mega da Virada? As apostas já estão abertas e podem ser feitas: Em qualquer casa lotérica do país No site oficial das Loterias Caixa Pelo aplicativo Loterias Caixa Pelo internet banking da Caixa, no caso de clientes do banco Para jogar, basta marcar de 6 a 15 números no volante especial do concurso. Como participar de um bolão? O apostador também pode aumentar as chances participando de um bolão oficial.O valor mínimo de um bolão é de R$ 18, com cotas a partir de R$ 7. Cada bolão pode ter 2 a 100 cotas São permitidas até 10 apostas por bolão, todas com a mesma quantidade de números Lotéricas e o site da Caixa podem cobrar uma taxa de administração de até 35% sobre o valor de cada cota Como conferir o resultado O sorteio será transmitido ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube.Logo após a extração, os números sorteados e a divisão dos prêmios serão disponibilizados no site oficial das Loterias Caixa.
Fim da escala 6×1 e IA; os planos do governo para o Congresso em 2026
Com a projeção do impacto das eleições de 2026, o governo Lula decidiu reduzir o número de pautas encaminhadas ao Congresso ao longo do próximo ano e definiu poucas prioridades. Entre elas estão o apoio à proposta de fim da escala de trabalho 6×1 e a conclusão da agenda de segurança pública, que inclui o projeto conhecido como Antifacção. Em outra frente, o Planalto enfrenta o desafio político de viabilizar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF (Supremo Tribunal Federal). Também pretende defender a regulamentação da inteligência artificial, com foco na organização da circulação de conteúdos durante as campanhas eleitorais. O cronograma foi detalhado pelo líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE). “O que é central para 2026: o fim da jornada 6 por 1, a PEC da Segurança, a Lei Antifacção e a regulamentação das big techs. As quatro matérias são fundamentais”, afirmou. A lista de metas tornou-se mais enxuta em relação aos dois últimos anos, marcados por uma ampla agenda econômica, com quase cem prioridades previstas para 2025. Ainda assim, os temas escolhidos impõem desafios políticos. Veja, a seguir, os principais pontos. Fim da jornada 6×1 A proposta para proibir a jornada de trabalho no modelo 6 por 1 e garantir aos trabalhadores duas folgas remuneradas por semana promete ser a principal bandeira do Planalto em 2026. O debate teve início neste ano, com avanço de um projeto no Senado. Outras propostas podem ser unificadas na Câmara, conforme indicou o líder do governo. Na avaliação de Guimarães, existe apoio majoritário para barrar contratações com apenas um dia de descanso semanal. “Quando começou o debate sobre 6 por 1, havia uma indiferença, mas hoje essa matéria passa com bastante razoabilidade aqui dentro, na minha percepção. É um tema central, sem motivo para evitá-lo”, disse, durante café com jornalistas na última semana. Messias ao STF O nome de Jorge Messias ainda depende de confirmação pelo Senado e enfrenta resistência por ter preterido o ex-presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), defendido por parte dos parlamentares. A dificuldade de apoio tornou-se evidente e levou o presidente Lula a adiar a sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e a votação em plenário. O envio da mensagem formal ao Congresso, necessário para oficializar a indicação, não ocorreu, o que postergou a análise para o próximo ano. O presidente aposta na atuação de ministros do governo para garantir os votos necessários. Messias precisará alcançar ao menos 41 apoios entre os 81 senadores. Pauta da Segurança O projeto relacionado ao combate às facções criminosas estava previsto para votação ainda neste ano, mas acabou adiado por acordo entre parlamentares, assim como a PEC da Segurança, que amplia o papel da União nas estratégias da área. A proposta para endurecer penas contra facções criminosas passará por nova votação na Câmara, após mudanças promovidas pelo Senado. A relatoria deve continuar com o deputado Guilherme Derrite (PP-SP), segundo apurou o R7. Ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, Derrite relatou o texto na primeira análise entre deputados, etapa marcada por críticas às alterações promovidas em relação à proposta original. No caso da PEC da Segurança, também surgiram questionamentos sobre modificações feitas em relação ao desenho inicial do Executivo. O texto previa maior centralização das ações na União, mas passou a adotar um modelo de gestão compartilhada na versão elaborada pelo relator, deputado Mendonça Filho (União-PE). Entre as mudanças, o relator propõe a realização de um plebiscito sobre a redução da maioridade penal e estabelece penas mais rígidas, com cumprimento integral das condenações.
Apesar do discurso, agronegócio perde espaço nas propostas da bancada federal de Mato Grosso em 2025
Apesar de ser o principal discurso político da bancada federal de Mato Grosso e a base econômica do estado, o agronegócio ficou longe de liderar as propostas apresentadas pelos parlamentares na Câmara Federal em 2025.Levantamento mostra que temas ligados à administração pública, cidades, transportes e saúde ocuparam grande parte da agenda legislativa dos deputados, deixando o setor agropecuário em segundo plano. Enquanto o agronegócio registrou 147 proposições, apenas as áreas de cidades e transportes somaram mais de 900 matérias, indicando uma mudança clara na prioridade temática dos representantes mato-grossenses no Congresso Nacional. Agronegócio não aparece entre os principais temas da maioria dos deputados Mesmo com forte presença de Mato Grosso na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, o setor não foi prioridade individual dos parlamentares. O agronegócio esteve entre os três temas mais trabalhados apenas pelo deputado Nelson Barbudo (PL). Já os deputados Coronel Assis (União Brasil), Gisela Simona (União Brasil) e Emanuelzinho (MDB) apresentaram juntos apenas seis proposições ligadas ao agro — deixando o setor entre os temas menos abordados por eles. Mais propostas do que outras áreas, mas longe do protagonismo Apesar da queda na centralidade do debate, o agronegócio ainda apresentou volume maior de matérias do que diversas outras áreas, como direitos humanos, segurança e economia. Entretanto, o grande destaque numérico foi para política e administração pública, que somaram mais de 2.000 proposições, consolidando-se como o foco principal da bancada mato-grossense em 2025. No campo de cidades e transporte, o deputado Rodrigo da Zaeli (PL) se destacou com 306 propostas, entre projetos, indicações e coautorias. Coronel Fernanda lidera propostas do agro entre os parlamentares de MT Entre os representantes de Mato Grosso, a deputada Coronel Fernanda (PL) foi quem mais apresentou matérias relacionadas ao agronegócio, com 43 proposições. Defensora das pautas rurais, ela foi oficializada em março como coordenadora de Abastecimento da Frente Parlamentar da Agropecuária, tornando-se a única mato-grossense em posição de liderança no grupo ruralista na Câmara Federal. A bancada de Mato Grosso também participou da aprovação de propostas polêmicas do setor, como o projeto que flexibiliza regras ambientais para atividades do agronegócio — apelidado por críticos de “PL da Devastação”. Saúde supera agro e se torna tema dominante na bancada O tema saúde teve quase 370 proposições, mais que o dobro das matérias ligadas ao agronegócio.O deputado José Medeiros (PL) liderou essa área, com 152 propostas. Entre as iniciativas, está o projeto apresentado em outubro que institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Pessoa com Depressão, com abrangência em todo o país.
“Show em Mato Grosso foi um dos melhores desse ano; energia do público foi singular”, afirma DJ Alok
O DJ Alok, reconhecido internacionalmente por arrastar multidões nos maiores festivais de música eletrônica do mundo, afirmou que o show realizado no Parque Novo Mato Grosso no último sábado (20.12) entrou para a lista dos melhores espetáculos realizados por ele neste ano. “Estamos chegando no final do ano, a régua está muito alta, mas esse foi um dos melhores shows do ano pra mim! Você tem os artistas, a mega estrutura maravilhosa, o show de laser, mas a grande atração da noite foi o público. Sem dúvida, a energia do público em Cuiabá foi muito singular”, avaliou o DJ. O show do DJ fez parte das comemorações de inauguração do Hospital Central do Estado e da Arena Show do Parque Novo Mato Grosso, que também recebeu Gusttavo Lima na noite de sexta-feira (19). Mais de 80 mil pessoas assistiram aos shows, em cada dia de evento. Para Cuiabá, Alok optou por um setlist mais acessível, diferente do que costuma apresentar em festivais exclusivamente de música eletrônica, e garantiu que a receita deu certo: a resposta do público foi intensa, do início ao fim do show, que durou mais de três horas. “A galera entregou muito. Fiquei muito feliz de estar aqui de volta e espero que não demore muito pra eu voltar”, disse. O DJ ainda elogiou o espaço do Parque Novo Mato Grosso, destacando o caráter multieventos do local, que é o maior parque da América Latina. “É um parque com uma estrutura muito grande. Eu andava de skate quando era mais novo e, quando estava vindo para o show, vi que aqui está o maior complexo de skate da América Latina e está até rolando campeonato. É muito legal essa questão de ser multieventos”, comentou. O Rodrigo Barboza, estudante que veio de Campo Grande (MS) para o show do Alok, também se surpreendeu com o que viu no Parque Novo Mato Grosso. “Achei tudo aqui muito bonito, a estrutura, o espaço. Quando cheguei, vi de longe a área do show e acho que a estrutura faz jus a esse grande show do Alok”, afirmou. O servidor público Ailton Machado, que conheceu o Parque Novo Mato Grosso durante as provas da Stock Car, realizadas em novembro, aproveitou as duas noites de show e avaliou que o local vai impulsionar o cenário de eventos no Estado. “É um espaço maravilhoso, surreal. No show do Gusttavo Lima a gente pode ver a magnitude que é isso aqui, com espaço também para a família, e por isso voltamos para ver o Alok. Acho que esse é um parque que vem para mudar realmente a parte de entretenimento e colocar Mato Grosso como centro dos eventos nacionais”, observou. Arena Show O espaço de shows no Parque Novo Mato Grosso foi projetado para receber shows nacionais e internacionais, com capacidade para 100 mil pessoas e uma área total de 45 mil m². O local conta com quatro banheiros, com capacidade para atender até 60 pessoas cada, dois bares, área de backstage, bilheteria, espaço de alimentação e um palco de 602,4 m². A segurança dos eventos contou com mais de 700 profissionais da segurança pública por dia, além da unidade móvel do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), que faz o monitoramento do espaço com câmeras de reconhecimento facial do programa Vigia Mais MT.