Os novos valores constam em publicação no Diário Oficial da União desta sexta-feira (23) O Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) atualizou os preços médios de referência dos combustíveis que servem de base para o cálculo do ICMS. Os novos valores constam em publicação no DOU (Diário Oficial da União) e passam a valer a partir de 1º de fevereiro, em todos os estados e no Distrito Federal. Etanol em posto de combustível de Campo Grande (Foto: Renata Fontoura) Os valores correspondem ao PMPF (Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final), uma média dos preços praticados no mercado, utilizada exclusivamente para fins tributários. Eles não representam preço tabelado, nem obrigam os postos a venderem por esses valores. De acordo com a tabela divulgada pelo Confaz, os preços variam conforme o tipo de combustível e a unidade da federação. No caso da gasolina comum (QAV), os valores de referência vão de R$ 2,4456 no Rio de Janeiro a R$ 6,9930 em Roraima. Estados como Mato Grosso (R$ 6,4170), Tocantins (R$ 6,4500) e Piauí (R$ 5,6800) também apresentam valores elevados. Para o etanol hidratado (AEHC), os preços médios variam entre R$ 4,2920 no Mato Grosso do Sul e R$ 5,7900 no Amapá. Em estados como São Paulo, o valor de referência foi fixado em R$ 4,3200, enquanto em Minas Gerais ficou em R$ 4,6965. No caso do GNV, os PMPFs oscilam de R$ 3,1594 no Amazonas a R$ 6,7800 no Distrito Federal. Já o GNI, que aparece em menos estados, teve destaque no Mato Grosso, com valor de R$ 3,6700.O óleo combustível aparece na tabela apenas para alguns estados. Na Paraíba, por exemplo, o PMPF foi fixado em R$ 4,9389, tanto por litro quanto por quilo. Em Rondônia, o valor por litro é de R$ 4,0864. Para MS, os preços atualizados são: Gasolina A (QAV): R$ 4,4294 por litro Etanol hidratado (AEHC): R$ 4,2920 por litro GNV (Gás Natural Veicular): R$ 4,5111 por metro cúbico O que muda? A atualização dos PMPFs é feita com base em informações enviadas pelos próprios estados e ocorre periodicamente para manter a base de cálculo do ICMS alinhada aos preços do mercado. Embora a medida não determine o valor cobrado nas bombas, ela pode influenciar a arrecadação dos estados e, indiretamente, a carga tributária sobre os combustíveis. A lista completa com todos os valores por estado e tipo de combustível pode ser acessado AQUI. Fonte: Primeira Pagina
Mato Grosso entra no modo eleição: bastidores, forças em campo e quem larga na frente na disputa ao governo
Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News Com as eleições para o Governo de Mato Grosso marcadas para 5 de outubro deste ano, o cenário político estadual deixou definitivamente o campo das especulações e entrou na fase mais sensível do jogo: quem tem projeto, quem tem estrutura e quem tem tempo. Nos bastidores, prefeitos, vereadores, deputados e lideranças partidárias já fazem contas, medem riscos e avaliam um fator decisivo: quem chega competitivo no início da campanha tende a impor o ritmo da disputa. Hoje, quatro nomes ocupam o centro do tabuleiro — mas em estágios bem diferentes de maturação política. Wellington Fagundes (PL): o único com candidatura consolidada até agora O senador Wellington Fagundes, do PL, é, neste momento, o único pré-candidato com candidatura claramente definida. Foi o primeiro a se colocar no jogo, tem discurso afinado, agenda intensa pelo interior e aval explícito da direção nacional do partido. Além do apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro, Wellington também foi citado publicamente pelo senador Flávio Bolsonaro como o nome do PL para o governo de Mato Grosso, com compromisso de apoio político. Outro ponto observado pelos analistas é a força municipal do PL. Na última eleição, o partido venceu em cidades estratégicas como Cuiabá, Rondonópolis, Várzea Grande e Sinop, além de dezenas de outros municípios. Em uma eleição estadual, essa capilaridade pesa — e muito. Nas pesquisas já divulgadas, Wellington aparece na liderança, o que reforça a percepção de que ele larga na frente em um calendário curto e competitivo. Jayme Campos (União Brasil): força eleitoral, mas decisão ainda em aberto O senador Jayme Campos, do União Brasil, segue como um nome forte e com alto recall eleitoral. Em declarações recentes, afirmou que “só Deus o tira da disputa”, sinalizando disposição para concorrer. Na prática, porém, Jayme mantém uma postura estratégica: observa pesquisas, avalia alianças e mede o cenário antes de uma decisão definitiva. Seu capital político é inegável, mas o tempo para definição começa a se tornar um fator relevante. Otaviano Pivetta (Republicanos): candidatura do grupo governista sob avaliação interna Vice-governador e nome apontado como sucessor natural do governador Mauro Mendes, Otaviano Pivetta, do Republicanos, já colocou equipe nas ruas e intensificou investimentos em comunicação digital, buscando ampliar visibilidade e presença política no estado. Nos bastidores, porém, avaliações mais críticas circulam entre prefeitos, deputados e vereadores, que demonstram cautela em relação à viabilidade da candidatura. Parte dessas lideranças aponta dificuldades de penetração política em algumas regiões e questiona a capacidade de Pivetta de construir um projeto próprio, sem depender diretamente do capital político do atual governador. Há, inclusive, quem avalie que o vice-governador ainda atua sob o “guarda-chuva” de Mauro Mendes, o que gera preocupação dentro do grupo governista. O receio expresso por essas lideranças não se limita apenas ao risco de derrota eleitoral, mas à possibilidade de perda do comando político do Estado, caso a sucessão não se consolide de forma competitiva. Esse cenário acende um sinal de alerta no grupo, que acompanha atentamente pesquisas, reações regionais e a capacidade de articulação do vice-governador antes de uma definição definitiva sobre a estratégia de sucessão. Natascha Slhessarenko (PSD): tentativa de viabilização ainda em construção Pelo PSD, a deputada Natascha Slhessarenko busca consolidar sua pré-candidatura. O principal desafio, neste momento, é o alinhamento interno da federação partidária, especialmente com o ministro Carlos Fávaro. Sem alianças definidas e com estratégia ainda em construção, sua candidatura segue em fase embrionária, aguardando definições nacionais e estaduais. O peso das chapas e o novo comportamento do eleitor Mais do que nomes, a eleição de 2026 em Mato Grosso será decidida pela força das chapas, pela capacidade de construir alianças regionais e pelo discurso que dialogue com um eleitor mais atento e crítico. O eleitor acompanha quem se antecipa, quem tem coerência e quem apresenta projeto. Em um cenário fragmentado, tempo, organização e base municipal podem ser o diferencial entre chegar forte ou correr atrás. O jogo está aberto — mas, neste momento, nem todos jogam no mesmo ritmo.
Aval do TCU destrava duplicação da BR-163 e coroa atuação de Wellington Fagundes em conquista histórica para Mato Grosso
Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News A decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que aprovou o acordo de repactuação da concessão da BR-163 nos trechos de Mato Grosso e Pará, representa um divisor de águas para a infraestrutura do estado. Segundo o senador Wellington Fagundes, o aval autoriza um novo contrato capaz de viabilizar a duplicação de 245,8 quilômetros da rodovia em Mato Grosso, além de um pacote de investimentos estimado em R$ 10,6 bilhões. Na prática, a decisão destrava definitivamente as obras de duplicação no Nortão, região estratégica para o escoamento da produção e historicamente marcada por gargalos logísticos e altos índices de acidentes. Vitória histórica e impacto humanitário Para Wellington Fagundes, a aprovação do TCU vai além da infraestrutura e representa uma vitória humanitária. “A BR-163 é estratégica para o Brasil e essencial para Mato Grosso. Essa decisão corrige um modelo que se mostrou inviável e abre caminho para uma rodovia mais segura, moderna e compatível com o crescimento do nosso agronegócio”, afirmou o senador. A rodovia é considerada uma das mais importantes do país, conectando regiões produtoras aos portos do Arco Norte e sustentando parte significativa da economia nacional. Atuação direta e permanente em Brasília Presidente da Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura (FRENLOGI), Wellington Fagundes teve papel central na articulação política e técnica que culminou na decisão do TCU. Ao longo do último ano, o senador intensificou a agenda institucional em Brasília, com: Reuniões no TCU Audiências públicas Encontros técnicos Articulações com o Ministério dos Transportes, ANTT e DNIT Diálogo com o setor produtivo, concessionárias e lideranças regionais O objetivo era encontrar uma solução definitiva para a BR-163, especialmente diante da não concretização da Ferrogrão, projeto que inicialmente era visto como alternativa logística. Trabalho de longo prazo e avanços concretos O resultado agora anunciado é fruto de um trabalho construído ao longo de anos, conduzido por Wellington Fagundes em conjunto com a bancada federal de Mato Grosso, órgãos de controle e entidades do setor de infraestrutura. Entre os principais marcos dessa trajetória estão: Elaboração do projeto de duplicação entre Rondonópolis e Cuiabá, iniciada em março de 2006; Avanço das obras entre Rondonópolis e a divisa com Mato Grosso do Sul; Obras em andamento no trecho entre Cuiabá e Sinop; Análise, no TCU, da autorização para duplicação entre Sinop e Guarantã do Norte, considerada uma das etapas mais aguardadas. Pressão institucional e urgência reconhecida Em julho do ano passado, Wellington esteve pessoalmente no TCU em reuniões com os ministros Augusto Nardes e Antônio Anastasia, cobrando celeridade na análise da repactuação do contrato da Via Brasil no trecho entre Sinop e Guarantã do Norte. Na ocasião, o senador foi enfático ao classificar a duplicação como uma urgência humanitária: “Cada quilômetro duplicado representa uma vida preservada. O que está em jogo é a segurança de quem produz, de quem trabalha e de quem move o Brasil.” Construção de consenso no TCU A articulação envolveu ainda o Painel de Referência da Comissão de Solução Consensual da Via Brasil, promovido pelo próprio TCU, que reuniu: Órgãos de controle Representantes do governo federal Prefeitos do Norte de Mato Grosso Parlamentares e lideranças regionais O consenso foi claro: a duplicação da BR-163 é inadiável. Novo contrato e próximos passos O novo modelo aprovado pelo TCU prevê: Duplicação em trechos estratégicos de Mato Grosso; Implantação de faixas adicionais no Pará; Melhorias nos acessos aos portos do Arco Norte; Execução de obras já no período de transição, antes mesmo do leilão da concessão. Segundo Wellington Fagundes, o contrato anterior se tornou ultrapassado diante do crescimento do tráfego pesado. “Sempre defendemos uma repactuação responsável, com investimentos reais, fiscalização rigorosa e foco absoluto na segurança dos usuários”, destacou. Reconhecimento ao TCU O senador fez questão de reconhecer o papel institucional do Tribunal de Contas da União na construção da solução. “Quero registrar meu agradecimento ao presidente do TCU, ministro Bruno Dantas, ao ministro Antônio Anastasia e, de forma muito especial, ao ministro Augusto Nardes, que teve papel fundamental tanto na Nova Rota do Oeste quanto agora no novo contrato da Via Brasil. Houve sensibilidade, responsabilidade e compromisso com o país.” Ganho para o Brasil e para Mato Grosso Para Wellington Fagundes, a decisão demonstra maturidade institucional e foco no interesse público. “É uma vitória da articulação, do diálogo e da responsabilidade com a infraestrutura nacional. Mato Grosso e o Brasil ganham em competitividade, logística e, principalmente, em vidas preservadas”, concluiu.
Tempestade de inverno histórica se aproxima dos EUA e leva Nova York a decretar estado de emergência
Uma tempestade de inverno de grandes proporções avança sobre os Estados Unidos e já provoca medidas emergenciais em diversos estados. Nova York, Geórgia e Mississippi decretaram estado de emergência nesta sexta-feira (23), diante do risco elevado de nevascas intensas, gelo, ventos fortes e temperaturas extremas. De acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia, o fenômeno climático pode atingir mais de 170 milhões de pessoas, o equivalente a cerca de metade da população norte-americana, nos próximos dias. Situação já é crítica em Nova York Em várias regiões do estado de Nova York, a neve já cai com intensidade, especialmente em áreas do norte, como Fort Drum. Autoridades alertam para rápida piora das condições de tráfego, risco de acidentes e interrupções nos serviços essenciais. A decretação de estado de emergência permite que os governos estaduais mobilizem recursos adicionais, reforcem equipes de resposta e, se necessário, solicitem apoio federal. Impacto imediato no transporte e nas escolas Os efeitos da tempestade já são sentidos em todo o país. Segundo dados do site FlightAware, mais de 800 voos foram cancelados ou sofreram atrasos apenas nesta sexta-feira. Diversos sistemas de ensino anunciaram a suspensão de aulas e atividades escolares, como medida preventiva diante do risco de estradas cobertas por neve e gelo. Risco elevado e alertas severos Em comunicado oficial, o Serviço Nacional de Meteorologia alertou: “As condições de viagem ficarão cada vez mais perigosas a partir do final da tarde desta sexta-feira e devem persistir ao longo de todo o fim de semana.” Meteorologistas afirmam que os danos causados pelo gelo, especialmente em áreas com acúmulo significativo, podem ser comparáveis aos impactos de um furacão, com possibilidade de: Quedas de árvores Interrupções no fornecimento de energia Isolamento de comunidades Danos à infraestrutura Frio extremo pode bater recordes Além da neve, o frio intenso preocupa as autoridades. A sensação térmica pode chegar a –46°C em estados do norte, como Minnesota e Dakota do Norte, aumentando o risco de hipotermia e outros problemas de saúde. Monitoramento contínuo As autoridades reforçam o pedido para que a população: Evite deslocamentos desnecessários Acompanhe alertas oficiais Mantenha estoques básicos em casa Redobre os cuidados com idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade A expectativa é de que o sistema climático avance pelos próximos dias, mantendo alerta máximo em boa parte do território norte-americano. Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News
EUA, Ucrânia e Rússia iniciam primeira negociação trilateral para encerrar guerra; Donbas é principal impasse
Pela primeira vez desde o início da guerra na Ucrânia, Estados Unidos, Ucrânia e Rússia iniciam, nesta sexta-feira (23), uma reunião trilateral oficial com o objetivo de finalizar um acordo de paz para encerrar o conflito que já se aproxima de quatro anos. A cúpula inédita acontece em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e segue até sábado (24). O encontro marca uma mudança significativa no cenário diplomático, com os Estados Unidos assumindo o papel de principal mediador entre Kiev e Moscou. Papel central dos Estados Unidos Desde o retorno de Donald Trump à presidência, Washington passou a liderar diretamente as negociações, sendo hoje apontado como o único ator internacional com capacidade política de sentar Ucrânia e Rússia à mesma mesa. Embora os presidentes não participem pessoalmente desta etapa, o envolvimento direto da Casa Branca indica que o processo avançou para uma fase decisiva. Donbas é o último grande obstáculo O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky confirmou que o controle territorial da região de Donbas, no leste da Ucrânia, será o principal tema das discussões. “O Donbas é uma questão central. Ele será discutido no formato que as três partes considerarem adequado em Abu Dhabi, hoje e amanhã”, afirmou Zelensky. Segundo o governo norte-americano, a questão territorial é o último grande ponto pendente para a formalização do acordo de paz. Rússia endurece discurso antes da cúpula Às vésperas do encontro, o Kremlin voltou a endurecer sua posição. O porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, afirmou que a retirada total das tropas ucranianas do Donbas é condição indispensável para que o presidente Vladimir Putin aceite encerrar a guerra. “A posição da Rússia é clara: a Ucrânia e suas Forças Armadas devem deixar Donbas. Esta é uma condição muito importante”, declarou Peskov. O porta-voz também citou uma suposta “fórmula Anchorage”, referência indireta ao encontro entre Trump e Putin realizado no Alasca, em agosto, sinalizando que Moscou espera um acordo moldado a partir daquele diálogo. Composição das delegações As negociações em Abu Dhabi não contam, neste momento, com a presença dos chefes de Estado, mas reúnem nomes estratégicos dos três países: Rússia: a delegação é liderada pelo almirante Igor Kostyukov, chefe da inteligência militar, em substituição ao assessor do Kremlin Yuri Ushakov; Ucrânia: Kiev enviou seus principais negociadores, incluindo autoridades civis, diplomatas e representantes da área de segurança; Estados Unidos: a equipe é liderada por Steve Witkoff, enviado especial de Trump, com participação de Jared Kushner, genro do presidente, e do assessor da Casa Branca Josh Gruenbaum. Acordo “quase pronto”, segundo Zelensky Zelensky afirmou que os documentos finais do acordo estão “90% prontos”, após entendimento com Trump sobre garantias de segurança que os Estados Unidos devem oferecer à Ucrânia no pós-guerra. O presidente ucraniano ressaltou, porém, que qualquer acordo dependerá de concessões mútuas, e afirmou que espera uma postura mais flexível da Rússia. “Os russos precisam estar preparados para chegar a compromissos”, disse. Linhas vermelhas da Ucrânia Apesar do avanço nas negociações, Kiev mantém uma posição clara: não aceita ceder territórios que ainda estejam sob controle ucraniano. Esse ponto segue sendo o principal foco de tensão entre as partes. Já Moscou sinaliza disposição para encerrar o conflito, desde que o acordo seja firmado sob seus próprios termos, especialmente no que diz respeito às regiões ocupadas. Momento decisivo A reunião em Abu Dhabi é considerada um marco diplomático e pode definir o rumo final da guerra que redesenhou o mapa geopolítico da Europa e impactou a economia global. Se houver avanço no tema territorial, o acordo poderá ser formalizado nas próximas semanas. Caso contrário, o impasse sobre o Donbas pode continuar travando o fim do conflito. Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News
Polícia Militar prende três faccionados por tráfico de drogas e apreende entorpecentes
Policiais Militares do Grupo de Apoio (GAP) prenderam um homem e duas mulheres, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quinta-feira (22.1), em Nova Xavantina. Com os suspeitos, foram apreendidas 42 porções de drogas, 38 fracos de substâncias conhecida como “loló”, e uma quantia de R$269,00 em dinheiro. Durante policiamento ostensivo, a equipe policial da 32ª Companhia Independente flagrou um homem em atitude suspeita, em uma residência com diversas denúncias de que era utilizada como ponto de vendas de drogas, no bairro Deus é Amor. O suspeito, ao ver a viatura, danificou o celular e tentou fugir para o interior da casa, sendo abordado em seguida. Na abordagem, foram encontradas dez porções de pasta base de cocaína e uma quantia em dinheiro. No interior da residência, duas mulheres foram localizadas e tentaram danificar os celulares ao ver a presença policial. Questionados sobre os entorpecentes, uma das suspeitas apenas afirmou ser proprietária do imóvel. Durante buscas na residência, os policiais localizaram duas porções de cocaína e mais 36 porções de pasta base de cocaína, além de cinco litros de cola para fabricação de uma substância chamada “loló” e 33 frascos do entorpecente. Os policiais identificaram que os suspeitos tem outras passagens criminais e fazem parte de uma facção criminosa na cidade. Diante dos fatos, os suspeitos foram encaminhados para a delegacia, juntamente com o material apreendido, para as providências que o caso requer. Disque-denúncia A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939. *Sob supervisão Wellyngton Souza
Morte de adolescente em Cáceres viraliza nas redes e reacende debate sobre violência e legislação penal
A morte do adolescente Murilo Pessoa Teixeira, de 14 anos, em Cáceres, ganhou repercussão nacional nos últimos dias após um vídeo publicado pelo delegado Frederico Murta viralizar nas redes sociais. O caso trouxe à tona discussões sobre a guerra entre facções criminosas, a utilização de menores pelo crime organizado e os limites da legislação penal brasileira Morte de adolescente em Cácere… O delegado, que é chefe da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil de Mato Grosso, publicou um vídeo em seu perfil no Instagram comentando o crime e manifestando solidariedade à família da vítima. A publicação ultrapassou 1 milhão de visualizações, gerou milhares de comentários e impulsionou um intenso debate público Morte de adolescente em Cácere… Crime ocorreu dentro da residência da vítima Murilo foi morto no dia 17 de janeiro, dentro da própria casa. Segundo as investigações da Polícia Civil, o adolescente não era o alvo dos criminosos. O verdadeiro objetivo do ataque seria o irmão mais velho da vítima, de 19 anos, que, conforme apurado, teria envolvimento com uma facção criminosa rival Morte de adolescente em Cácere… Os autores dos disparos também eram adolescentes. Eles foram apreendidos durante a operação policial. Um dos suspeitos acabou morrendo em confronto com a polícia no momento da captura. Repercussão e aprofundamento do debate Diante da grande repercussão, o delegado Frederico Murta realizou uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube, intitulada “Live sobre o caso do garoto Murilo”. Na live, ele conversou com o delegado regional de Cáceres, Higo Rafael, responsável pela investigação, detalhando as circunstâncias do crime e os desdobramentos do caso Morte de adolescente em Cácere… Durante a transmissão, os delegados destacaram como organizações criminosas se aproveitam das fragilidades da legislação penal, recrutando adolescentes para cometer crimes graves, cientes das punições mais brandas previstas em lei. Comoção e protestos na cidade A morte de Murilo causou forte comoção em Cáceres. Familiares, amigos e moradores realizaram manifestações pedindo justiça, cobrando respostas mais duras do Estado e mudanças na legislação para crimes cometidos por menores envolvidos com facções criminosas. O caso evidenciou a brutalidade da disputa entre facções na região de fronteira e o avanço da criminalidade organizada sobre jovens, muitas vezes atraídos ou coagidos para o crime. Debate que ultrapassa Mato Grosso A repercussão do vídeo e do caso fez com que o tema extrapolasse os limites do estado, reacendendo um debate nacional sobre: Redução da maioridade penal Endurecimento das medidas socioeducativas Responsabilidade criminal de adolescentes envolvidos em crimes violentos Estratégias para combater o aliciamento de jovens por facções O assassinato de Murilo Pessoa Teixeira passou a simbolizar, para muitos, os efeitos colaterais de uma legislação considerada insuficiente diante da realidade da violência urbana atual. Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News
Deputado Max anuncia erro de veto e PLC que promove militares deve voltar à AL
O governador Mauro Mendes vai reenviar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso o Projeto de Lei Complementar nº 57/2025, que trata da promoção de subtenentes da Polícia Militar por ato de bravura. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (23) pelo presidente da ALMT, deputado Max Russi, e pelo secretário de Segurança Pública, coronel César Roveri, após o texto ser vetado por falha de comunicação. “Aos meus amigos militares, recebemos ontem com surpresa o veto do Governador ao projeto que condecora, por ato de bravura, os subtenentes. Mas isso aí foi um erro de assessoria lá, teve um problema de comunicação”, disse o parlamentar. Segundo o parlamentar, o tema foi tratado novamente nesta sexta-feira, com diálogo direto com o secretário Roveri e o governador, que ajudou a esclarecer a importância da proposta. “Não é justo deixar apenas os subtenentes de fora. Vamos corrigir um erro histórico”, afirmou. Max ainda disse que todos os deputados votaram favoravelmente à matéria e estariam dispostos a derrubar o veto, se fosse necessário. Ainda assim, para dar mais celeridade ao processo, Max solicitou ao governador que reencaminhe o projeto o quanto antes. A expectativa é que a nova proposta seja votada já no início de fevereiro, garantindo a correção da falha e atendendo ao anseio dos militares. “São todos subtenentes, todos militares. Agradeço ao governador, que compreendeu a situação e ao presidente Max Russi. Conversamos novamente hoje pela manhã e o governador pediu para refazer o projeto. Vamos atender às nossas instituições”, concluiu Roveri. Crédito: Anny Gondim – Assessora de Imprensa