O Corinthians começou a temporada em alta e levantou a taça da Supercopa do Brasil. Em decisão disputada neste domingo (em Brasília), o Timão venceu o Flamengo por 2 a 0, no Estádio Mané Garrincha, e garantiu o bicampeonato do torneio. Os gols da vitória foram marcados por Gabriel Paulista e Yuri Alberto, em uma atuação segura e eficiente da equipe comandada por Dorival Júnior. Eficiência corintiana decide a final Apesar de ter maior posse de bola no primeiro tempo, o Flamengo encontrou dificuldades para transformar o domínio em chances claras de gol. O Corinthians, por sua vez, apostou nos contra-ataques e foi mais objetivo. O placar foi aberto em jogada de bola parada. Após cobrança de escanteio, Gabriel Paulista aproveitou desvio na área e mandou para o fundo da rede. Mesmo em desvantagem, o Flamengo seguiu com problemas na criação ofensiva, enquanto o Timão quase ampliou ainda antes do intervalo, em chute perigoso defendido por Rossi. Expulsão muda o cenário O segundo tempo começou com um episódio incomum. Carrascal, do Flamengo, foi expulso após revisão do VAR por uma falta cometida ainda no fim da primeira etapa. A decisão deixou o time carioca com um jogador a menos e facilitou o controle do jogo pelo Corinthians. Com superioridade numérica e mais espaço em campo, o Timão confirmou a vitória com Yuri Alberto, que marcou o segundo gol e fechou o placar em 2 a 0. Premiação e impacto financeiro Além do título, o Corinthians também garantiu um importante reforço financeiro. O clube embolsou R$ 11,61 milhões pela conquista da Supercopa, valor considerado fundamental diante da atual crise financeira, com dívida estimada em cerca de R$ 2,8 bilhões. O Flamengo, vice-campeão, ficou com R$ 6,35 milhões em premiação. Ranking de campeões da Supercopa Flamengo – 3 títulos Corinthians – 2 títulos Grêmio – 1 título Atlético-MG – 1 título Palmeiras – 1 título São Paulo – 1 título Resumo 👉 O Corinthians foi mais eficiente, soube explorar os erros do adversário e venceu com autoridade.👉 O título consolida um início de temporada positivo e traz alívio financeiro ao clube paulista. Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News
Projeto quer permitir CNH para jovens de 16 anos em áreas rurais
Um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados pode mudar a realidade de milhares de jovens do campo. A proposta autoriza que moradores de áreas rurais tirem a CNH categoria A (moto) a partir dos 16 anos, algo que hoje não é permitido no Brasil. O texto é de autoria do deputado Adilson Barroso (PL-SP) e permite que esses jovens conduzam motocicletas de até 250 cilindradas, desde que cumpram todas as exigências legais previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Quem poderá ter a CNH aos 16 anos O projeto deixa claro que não vale para todo mundo. A autorização será: ✅ Exclusiva para moradores da zona rural, conforme critérios do IBGE ✅ Com uso restrito à região rural indicada no comprovante de residência ❌ Não permite circulação livre em áreas urbanas Ou seja, a habilitação teria limite geográfico, justamente para evitar riscos maiores no trânsito das cidades. Por que o projeto avançou A proposta ganhou força após receber parecer favorável do deputado federal por Mato Grosso, Rodrigo da Zaeli (PL), na Comissão de Agricultura da Câmara. Segundo Zaeli, o projeto reconhece uma realidade simples do campo: 👉 Em muitas regiões rurais, a motocicleta é o principal — e às vezes o único — meio de transporte. Ele destaca que: As distâncias são grandes O transporte público quase não existe Famílias dependem de veículos próprios para ir ao trabalho, escola e serviços básicos O problema que o projeto tenta resolver De forma bem direta, Zaeli aponta que: Muitos jovens já trabalham no campo a partir dos 16 anos Usam motos para transportar insumos, produtos agrícolas e se deslocar entre propriedades Como não podem tirar CNH, acabam andando de forma irregular, sem habilitação Isso gera dois problemas: ❌ Risco maior de acidentes, por falta de formação adequada ❌ Risco legal, com multas e outras penalidades Para o deputado, permitir a CNH legal aumenta a segurança, em vez de estimular a irregularidade. Quais serão as exigências O projeto não libera geral. O jovem terá que: ✔️ Passar por exame médico e psicológico ✔️ Fazer curso de formação ✔️ Ser aprovado em prova teórica e prática Para jovens analfabetos, o texto prevê: Provas orais, em vez de escritas Cursos e exames de baixo custo, com regras a serem definidas pelo Denatran Por que a proposta é considerada cautelosa Zaeli destaca dois pontos que mostram responsabilidade: 🔒 Limite de cilindrada da moto (até 250cc) 🔒 Restrição territorial da habilitação Segundo ele, isso garante que o jovem use a moto apenas para sua realidade rural, sem exposição a situações mais perigosas do trânsito urbano. O que acontece agora O projeto tramita em regime ordinário e ainda será analisado pelas comissões de: Viação e Transportes Constituição e Justiça (CCJ) Até agora, nenhuma emenda foi apresentada. A expectativa é que o texto chegue ao plenário ainda em fevereiro, com a retomada dos trabalhos do Congresso. Em resumo 👉 O projeto não é sobre flexibilizar regras, mas sobre adequar a lei à realidade do campo.👉 A ideia é regularizar, dar segurança e incluir jovens rurais, sem abrir mão das exigências legais. Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News
Secretário afirma que Sinfra já trabalha para resolver problemas encontrados na Prainha
A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) já está trabalhando para resolver os problemas encontrados durante a execução das obras de implantação do BRT na Avenida da Prainha. O secretário Marcelo de Oliveira esteve na obra na manhã deste domingo (1º.2) para verificar o andamento dos trabalhos e definir ações imediatas. O secretário afirmou que o que foi encontrado na Avenida da Prainha foram situações imprevisíveis em uma obra. No entanto, a Sinfra já está trabalhando, junto com a concessionária Águas Cuiabá e a Prefeitura de Cuiabá, para dar uma solução ao trecho. “O que acontece é que no passado algumas ligações de bocas de lobo com o canal central não foram efetivamente concluídas, o que gerou vazamentos não visíveis e provocou desmoronamentos no solo. Mas neste domingo estivemos na obra, para verificar e já dar algumas determinações para o Consórcio que realiza as obras do BRT”, afirmou Marcelo. Apesar de os problemas não terem sido provocados pelas obras que o Governo do Estado executa, a Sinfra-MT precisa resolvê-los, caso contrário, grandes acidentes poderiam ocorrer no local. Foram encontrados pelo menos cinco pontos que necessitam de correção imediata. O secretário explicou que a Águas Cuiabá cumpre um termo de ajustamento de conduta, firmado junto à prefeitura e ao Ministério Público para implantação da drenagem da bacia da Prainha. A Sinfra aproveitou que a concessionária iria fechar um trecho da Avenida para realizar a obra para fazer sondagens, ocasião em que descobriu os problemas. Os trabalhos de correção incluem o reaterro manual das caixas de drenagem, o recorte das pistas para fazer novo aterro onde ocorreram as erosões e o remendo profundo, antes da aplicação de uma nova capa de asfalto. O trabalho atualmente é realizado na pista que vai no sentido Centro-Porto, no trecho entre a Praça Ipiranga e a Avenida Dom Bosco. O secretário Marcelo de Oliveira afirmou que o objetivo é que os trabalhos sejam concluídos até o próximo domingo, para que então tenha início o trabalho de correções na pista contrária. O secretário ainda lembrou que há o trecho entre a Dom Bosco e a XV de Novembro, que precisará ser verificado. Mas, ele acredita que, como na época do VLT foi realizado um reforço na laje do local, esses problemas não deverão ser encontrados. Entenda o problema Algumas tubulações que deveriam levar a água da chuva captada pelas bocas de lobo até o Córrego da Prainha estão posicionadas a cerca de 40 centímetros de distância da parede do canal. Desta forma, a água não estava sendo levada para dentro do córrego canalizado e acabava sendo despejada diretamente no solo, o que acabava por levar terra para dentro do canal e criou buracos por baixo da pista. Isso coloca em risco a segurança da Avenida, podendo gerar grandes deslizamentos e abertura de crateras na pista da Prainha. Rotas de Desvio OPÇÃO 1: Para quem vem pela Av. Tenente Coronel Duarte (Prainha), para chegar ao bairro Porto, acessar a Av. Getúlio Vargas e em seguida, acessar pela esquerda a Rua 13 de Junho até a Rua Thogo Pereira (Hospital Geral), virando à esquerda para pegar a Av. 15 de Novembro. OPÇÃO 2: Vindo pela Av. Tenente Coronel Duarte e no semáforo da Av. Generoso Ponce, virar à esquerda e subir a Rua Clóvis Hugueney até o semáforo do Hospital Santa Casa, acessar à direita a Rua Dom Aquino até a Av. 15 de Novembro. Os passageiros da Estação Ipiranga continuarão utilizando o ponto provisório na Rua 13 de Junho. E os das linhas intermunicipais, do mesmo modo, continuarão utilizando a Rua Clovis Hugueney, exceto a 08 que está desviando pela Rua 13 de Junho.