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Grupo suspeito de usar drone com explosivo para tentar matar empresário é preso em Mato Grosso

Uma operação conjunta da Polícia Civil de Goiás resultou na prisão de três suspeitos em Primavera do Leste (MT), investigados por participação em uma tentativa de homicídio contra um empresário goiano, além de envolvimento em crimes de extorsão e uso de explosivos. O caso chamou a atenção das autoridades pela forma sofisticada do ataque, que teria sido realizado com o uso de drones equipados com artefatos explosivos.

A ação faz parte da Operação Cobrança Final, deflagrada no início desta semana pela Polícia Civil de Goiás, com apoio de equipes especializadas em investigação de crimes violentos.

Investigação revelou ataque com drone e granada de uso militar

De acordo com as investigações conduzidas pelo Grupo Antissequestro (GAS), vinculado à Delegacia Estadual de Investigações Criminais, e pelo Grupo de Investigação de Homicídios de Itaberaí, o grupo criminoso teria utilizado dois drones durante o atentado ocorrido no município de Itaberaí, em Goiás.

Um dos equipamentos estava carregado com uma granada modelo M67, artefato explosivo de uso militar. Segundo a polícia, o dispositivo teria sido direcionado para a residência do empresário, colocando em risco não apenas o alvo do ataque, mas também moradores vizinhos e familiares da vítima.

O atentado, no entanto, não se concretizou devido a uma falha técnica. Conforme apurado pelos investigadores, o drone colidiu e caiu antes da detonação, o que permitiu que equipes especializadas localizassem e neutralizassem o explosivo antes que ele fosse acionado.

Mandados cumpridos e atuação interestadual do grupo

Durante a operação, foram cumpridos três mandados de prisão e três mandados de busca e apreensão em Primavera do Leste, expedidos pela Justiça com base nas provas reunidas ao longo de uma investigação considerada complexa pelas autoridades.

Segundo a Polícia Civil, os suspeitos teriam participação direta no planejamento e execução do atentado, além de atuarem em um esquema de cobranças violentas e extorsões. O grupo utilizaria armas de fogo e explosivos como forma de intimidação para pressionar vítimas a realizar pagamentos.

Investigações continuam e polícia busca identificar outros envolvidos

As diligências seguem em andamento para identificar possíveis comparsas e ampliar o mapeamento das conexões criminosas entre Mato Grosso e Goiás. A polícia também investiga se o grupo possui ligação com outras tentativas de extorsão e atentados com características semelhantes.

A Operação Cobrança Final é considerada pelas autoridades um avanço importante no combate ao crime organizado e ao uso de tecnologia para a prática de crimes violentos.

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Cuiabá-MT 05.02.2026 19:24

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