O clássico entre Cruzeiro e Atlético-MG, realizado no Mineirão, teve um ponto de virada crucial: a expulsão de Gabriel Barbosa (Gabigol) ainda no primeiro tempo. Até então, o Cruzeiro vinha tendo as melhores chances, mas a saída precoce do camisa 9 mudou completamente o panorama da partida. Com um jogador a menos, a equipe celeste perdeu força, e o Atlético soube aproveitar a vantagem para vencer por 2 a 0.
Domínio inicial e chances perdidas
Nos primeiros minutos, o Cruzeiro demonstrou mais agressividade e criou as oportunidades mais claras de gol. O próprio Gabigol teve uma grande chance dentro da área, sem marcação, mas finalizou de forma fraca, desperdiçando a melhor oportunidade do time.
Além disso, Dudu arriscou um chute perigoso, obrigando o goleiro Everson a trabalhar. O Atlético-MG, por sua vez, apostava em jogadas diretas e bolas longas, tentando explorar a defesa cruzeirense. A melhor chance atleticana nesse período veio em uma cabeçada de Júnior Alonso.
O lance polêmico que poderia ter mudado tudo
A expulsão de Gabigol aconteceu em um momento em que o Cruzeiro ainda mantinha o controle das ações. Porém, um outro lance polêmico chamou atenção antes disso: Lyanco, do Atlético-MG, pisou na mão de Dudu aos 17 minutos do primeiro tempo, mas o árbitro Felipe Fernandes de Lima e o VAR ignoraram a jogada. Caso o defensor atleticano fosse expulso, o cenário do jogo poderia ter sido totalmente diferente.
Mudança no cenário e vitória alvinegra
Com um jogador a mais, o Atlético-MG passou a ter mais controle da partida e aproveitou a vantagem numérica para impor seu jogo. Sem poder ofensivo e com dificuldades para recompor a marcação, o Cruzeiro acabou sucumbindo e viu o rival garantir a vitória no clássico.
A derrota amplia o jejum do Cruzeiro em clássicos no Mineirão e aumenta as reclamações sobre a arbitragem. O clube celeste agora tenta se recuperar para os próximos desafios, enquanto o Atlético-MG celebra a vitória em um duelo marcado por polêmicas.