Uma operação digna de filme! A Polícia Civil deflagrou nesta sexta-feira (4) a Operação Fruto Oculto, mirando uma facção criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
O que mais chocou? A principal fachada usada para “esquentar” o dinheiro sujo era uma loja de artigos religiosos no coração de Cuiabá.
🔔 Mas é preciso deixar claro:
❌ O erro não está nas igrejas ou na fé.
❌ A falha está nas mãos de quem usa a religião como escudo para o crime.
⚖️ A justiça dos homens já está batendo à porta… e a justiça de Deus será ainda mais implacável.
📍 OS NÚMEROS DA OPERAÇÃO:
▪️ Mais de R$ 50 milhões movimentados
▪️ 24 mandados de prisão preventiva
▪️ 29 buscas e apreensões
▪️ Bloqueio de contas e sequestro de bens
▪️ Quatro empresas envolvidas, entre elas uma loja de “fé e fachada”
A única empresa que realmente funcionava era a loja religiosa – onde, por trás das imagens sacras, o dinheiro do tráfico passava como oferta.
FÉ CAMUFLADA, LUCRO ILEGAL
Além da loja, outras três empresas em Cuiabá, Várzea Grande e São Paulo completavam o esquema de lavagem. Um dos “sócios” é do Amazonas.
O foco da operação é claro: descapitalizar a facção criminosa, atingindo a estrutura que sustenta o tráfico.
Durante as investigações, ainda foi descoberto o envolvimento com menores, armas de fogo, drogas e uma estrutura bem definida de hierarquia criminosa.
“NÃO MEXAM COM A FÉ DO POVO!”
O nome da operação, Fruto Oculto, mostra exatamente o que o grupo tentava fazer: camuflar o lucro do crime em meio a símbolos sagrados. Mas a verdade veio à tona.
🙏 A fé verdadeira segue intacta. O povo segue firme.
🚨 Mas quem usa o nome de Deus para lavar dinheiro do crime…
⚖️ Vai ter que prestar contas aqui — e no tribunal lá de cima também.