O cenário político de Mato Grosso para 2026 começa a ganhar definição — e um nome já desponta com força: o senador Wellington Fagundes (PL).
Além de liderar as pesquisas, Wellington vem crescendo e caindo na graça da direita em Mato Grosso, consolidando sua posição como principal representante desse campo político no estado.
Pesquisa já mostrava Wellington na frente — e tendência é de crescimento
Na última pesquisa realizada pelo Instituto Percent Brasil, já registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR 08543/2026 (TSE) e MT 06846/2026 (TRE-MT), Wellington aparece na liderança da disputa pelo Governo do Estado:
Pesquisa estimulada:
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Wellington Fagundes: 25%
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Jayme Campos: 15%
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Otaviano Pivetta: 14%
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Natasha Slhessarenko: 7%
Pesquisa espontânea:
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Wellington Fagundes: 9,1%
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Jayme Campos: 6,4%
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Otaviano Pivetta: 6,3%
Os números mostram que Wellington já largou na frente — e o cenário tende a se fortalecer ainda mais.
Isso porque, após a pesquisa, o senador recebeu o aval do ex-presidente Jair Bolsonaro, da família Bolsonaro e o apoio declarado de Flávio Bolsonaro, que já afirmou publicamente nas redes sociais que Wellington é o nome da direita em Mato Grosso.
A expectativa é que Flávio Bolsonaro venha ao estado nos próximos dias para selar esse apoio, o que pode impulsionar ainda mais a candidatura.
Pivetta vai a Brasília, tenta apoio do PL… mas movimento sai pela culatra
Na tentativa de reagir ao crescimento de Wellington, o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) esteve em Brasília nesta última terça-feira, onde se reuniu com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.
Nos bastidores, a leitura é clara:
o movimento tinha como objetivo buscar apoio do partido e, de alguma forma, tentar tirar Wellington do protagonismo da disputa.
Mas o resultado foi o oposto.
O PL reafirmou publicamente que Wellington Fagundes é o candidato da sigla ao Governo de Mato Grosso, consolidando ainda mais sua posição.
Na prática, o que era para ser uma articulação estratégica acabou fortalecendo ainda mais o senador, que já conta com apoio do partido, do ex-presidente Bolsonaro e da família Bolsonaro.
Tentativa de “colar” na direita não decola
Diante das dificuldades, ficou evidente uma estratégia por parte de Pivetta e do grupo do governador Mauro Mendes:
👉 tentar colar na direita e pegar carona nesse eleitorado para reduzir rejeição e ganhar competitividade.
No entanto, o movimento não teve efeito.
Mesmo com a máquina pública e o apoio direto do governador, Pivetta não consegue crescer nas pesquisas, o que evidencia dificuldades reais de viabilidade eleitoral.
Mauro não transfere votos e sinal de alerta está aceso
O cenário também escancara outro ponto importante:
Mauro Mendes ainda não conseguiu transferir sua aprovação para Pivetta.
Mesmo com estrutura, visibilidade e apoio político, o vice segue sem evolução — o que acende um sinal de alerta dentro do grupo governista.
Direita deve decidir eleição em Mato Grosso
Outro fator que pesa no cenário é o crescimento do campo conservador.
Tudo indica que a direita terá papel decisivo nas eleições de 2026 em Mato Grosso — e, neste momento, já tem um nome consolidado.
Com apoio nacional, alinhamento político e liderança nas pesquisas, Wellington Fagundes se posiciona como o candidato que representa esse sentimento no estado.
Cenário começa a se consolidar
O desenho político começa a ficar claro:
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Wellington cresce, lidera e se fortalece
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Tem apoio do PL, de Bolsonaro e da direita
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Pivetta tenta reagir, mas não ganha força
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E a tentativa de colar na direita não decola
A corrida de 2026 começou — e os primeiros movimentos mostram quem está avançando… e quem já começa a ficar para trás.
Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News

