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CPI da Saúde avança na ALMT e Max Russi defende independência do Legislativo diante de críticas

Presidente da Assembleia afirma que comissão já está formada, destaca papel fiscalizador do Parlamento e rebate insinuações de uso político.

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi, afirmou que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde já está oficialmente constituída e agora cabe ao deputado autor da proposta, Wilson Santos, convocar os integrantes para dar início aos trabalhos formais.

Segundo Russi, o próximo passo é a escolha do vice-presidente e do relator da comissão, que serão definidos por votação entre os membros. A partir daí, terão início as oitivas e os encaminhamentos considerados pertinentes no decorrer das investigações. Ele ressaltou ainda que o presidente da Assembleia não participa das etapas internas da CPI, reforçando a autonomia da comissão.

Max Russi explicou que outras três CPIs protocoladas seguem em análise na Procuradoria da Casa, sem prazo definido para conclusão dos pareceres. “Neste momento, precisamos focar na CPI da Saúde, que já está avançada e conta com o desejo de ser conduzida por quase todos os deputados”, pontuou.

O parlamentar também comentou as críticas feitas pelo governador Mauro Mendes à instalação da comissão. Para Russi, as manifestações são legítimas dentro do ambiente democrático. “Temos que respeitar o trabalho dele, assim como ele precisa respeitar o trabalho da Assembleia. Estamos cumprindo nosso papel enquanto Poder Legislativo, independente, mas que atua em harmonia com o Governo do Estado”, afirmou.

De acordo com o presidente da ALMT, a atuação do Parlamento tem sido decisiva para o avanço de políticas públicas em Mato Grosso e a criação da CPI atende a uma demanda da sociedade. “Se existe alguma dúvida, a sociedade nos cobra esclarecimentos. A CPI é um dos instrumentos que temos para isso”, declarou.

Questionado sobre a possibilidade de uso político da comissão, especialmente em período pré-eleitoral, Russi descartou essa hipótese. Para ele, o momento pode gerar interpretações, mas não acredita que os trabalhos serão conduzidos com viés partidário. “Pelo nível dos deputados que compõem a Casa, não vejo uso político. O trabalho será técnico, dentro do que deve ser feito”, disse.

A expectativa é que, ao longo dos seis meses previstos de funcionamento, a CPI possa apresentar conclusões consistentes e contribuir para o aprimoramento dos serviços de saúde no Estado. “O objetivo final é melhorar a saúde em Mato Grosso”, concluiu.

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Cuiabá-MT 04.03.2026 18:08

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