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Max Russi critica acordo de Edna com governo e cobra firmeza em defesa da CPI do Feminicídio

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (PSB), criticou nesta semana a deputada Edna Sampaio (PT) por ter aceitado um acordo com o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União Brasil), que transformou a proposta da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Feminicídio) em uma comissão temática. Para Russi, a decisão enfraqueceu a iniciativa e atendeu aos interesses do governo estadual.

Segundo o presidente da ALMT, a estratégia da petista demonstrou falta de habilidade e experiência política, já que a essência de uma CPI é justamente promover investigação independente e realizar o devido enfrentamento.

“Eu não participei dessa reunião. Agora, em política, se você faz acordo, tem que cumprir. Eu acho que faltou habilidade e experiência dela. Se eu proponho uma CPI, não me reúno com o governo. Eu quero investigar. Mas, se o parlamentar que faz a proposta aceita isso, fica difícil para a presidência da Assembleia fazer qualquer ação”, declarou Max.

Pressão e retirada de assinaturas

Russi também criticou os deputados que assinaram o requerimento da CPI e depois recuaram, após relatos de pressões vindas do governo estadual, que estaria preocupado com eventuais desgastes políticos em ano pré-eleitoral.

“A intervenção na Assembleia é ruim e não podemos aceitar isso. Retirar assinaturas é muito errado. Eu evito assinar qualquer encaminhamento sem ter convicção, porque vou até o fim. Assinar e depois recuar é muito ruim para a imagem do parlamentar. Só se justifica com um motivo muito forte”, destacou.

Falhas no requerimento

O presidente da ALMT afirmou ainda que o requerimento de Edna Sampaio apresentava falhas técnicas, inclusive sugerindo investigações que extrapolam a competência do Legislativo estadual.

“Além da falta de assinaturas, o embasamento da CPI não está correto. Encaminhei à Procuradoria da Assembleia e veio cheio de falhas. Existem pontos que pedem investigação sobre o governo federal, e isso não é de nossa competência”, explicou.

Enfrentamento ao feminicídio

Apesar das críticas, Russi reforçou que não é contrário à instalação da CPI, desde que o requerimento seja juridicamente correto e obtenha o número mínimo de assinaturas. Ele também alertou para a gravidade do problema da violência contra a mulher em Mato Grosso.

“É um tema muito sensível, que infelizmente cresce em nosso Estado. Prejudica Mato Grosso, prejudica nossas mulheres. O enfrentamento, da forma que está sendo feito, não está trazendo soluções. Precisamos ampliar o debate, discutir ideias e propor novas ações. Se nas próximas semanas houver as assinaturas, não terei dificuldade nenhuma em abrir a CPI, porque é um instrumento legítimo e válido para a Assembleia”, concluiu.

Contexto

A CPI do Feminicídio foi proposta em 20 de agosto, logo na primeira semana de Edna Sampaio como deputada. O requerimento chegou a ter 13 assinaturas, mas com a retirada de seis parlamentares, restaram apenas sete apoiadores — número insuficiente, já que o regimento da ALMT exige mínimo de oito assinaturas para a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito.

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