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Wellington Fagundes participa de reunião no STF e defende investigação ampla sobre recursos das previdências estaduais e municipais

O senador Wellington Fagundes (PL-MT), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, participou nesta terça-feira (24/02) de uma reunião no Supremo Tribunal Federal (STF) ao lado de outros parlamentares. O objetivo foi buscar informações e cobrar providências diante de possíveis riscos envolvendo recursos de fundos de previdência de estados e municípios.

A agenda no STF aconteceu após uma oitiva realizada pela manhã na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, onde o presidente interino da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), João Uzeda, prestou esclarecimentos sobre riscos no sistema financeiro e a necessidade de reforçar a fiscalização de aplicações que envolvem dinheiro da previdência pública.

Na sequência, os senadores seguiram para o STF para dar continuidade às diligências institucionais. Após a reunião, concederam entrevista coletiva para detalhar os encaminhamentos e as próximas etapas das apurações.

Série de ações junto a órgãos de controle

A visita ao Supremo integra uma série de iniciativas realizadas junto a diferentes órgãos, como o Banco Central, a Polícia Federal e demais instituições de controle. O foco é garantir transparência, esclarecer possíveis irregularidades e assegurar que o dinheiro destinado às aposentadorias esteja protegido.

Segundo Wellington Fagundes, a preocupação dos parlamentares não se limita a um caso isolado. O senador afirmou que levou diretamente ao ministro do STF, André Mendonça, a necessidade de uma investigação mais ampla.

“Apresentamos ao ministro nossa preocupação com outras instituições que também podem estar operando com recursos das previdências estaduais. Não podemos tratar isso como um caso isolado. O Banco Central e a CVM precisam investigar imediatamente se existe qualquer outra instituição que possa gerar prejuízo ao povo brasileiro”, declarou.

Prevenção para evitar crise maior

Para o senador, a atuação precisa ser preventiva, a fim de evitar impactos maiores no sistema.

“Se há um caso identificado, pode haver outros utilizando mecanismos semelhantes. Precisamos agir com antecedência para evitar que isso se transforme em uma crise maior para o Brasil”, afirmou.

Fagundes também destacou a falta de clareza em algumas aplicações feitas por regimes próprios de previdência.

“Hoje não há total transparência sobre onde e como estão sendo aplicados alguns recursos das previdências estaduais e municipais. O alcance é grande, e o risco pode afetar milhões de pessoas, especialmente em pequenos municípios”, ressaltou.

Próximos passos

Os senadores informaram que a subcomissão criada para acompanhar o caso vai solicitar informações ao Banco Central, ao Tribunal de Contas da União (TCU) e a outros órgãos fiscalizadores. A intenção é verificar se há exposição semelhante em outras instituições financeiras.

Também foi confirmado que o investigado no caso, que possui habeas corpus parcial, assumiu o compromisso de comparecer presencialmente à oitiva marcada para a próxima terça-feira no Senado.

Para Wellington Fagundes, o principal objetivo é garantir respostas claras à população.

“Precisamos de informações transparentes e respostas firmes. Estamos cumprindo nosso papel de fiscalização para proteger o dinheiro dos trabalhadores e aposentados brasileiros”, concluiu.

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Cuiabá-MT 24.02.2026 16:06

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