Durante visita à Terra Indígena Capoto-Jarina, em Peixoto de Azevedo (691 km de Cuiabá), nesta sexta-feira (04), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou que os povos originários têm o direito de “reivindicar quantas terras forem necessárias” para preservar suas culturas e tradições.
A fala ocorreu diante do cacique Raoni e diversas lideranças indígenas do Xingu. Lula foi enfático:
🗣️ “Um dia os indígenas tinham 100% do território nacional, e portanto vocês têm direito de lutar, de reivindicar e de conquistar quantas terras forem necessárias.”
📍 Acompanhado de sua esposa Janja, do ministro Carlos Fávaro (PSD) e da ex-deputada Rosa Neide (PT), o presidente reforçou a importância da demarcação de terras e da presença dos povos indígenas nas decisões do governo federal.
Mas a dúvida permanece:
❗ Estaria o presidente incentivando mais conflitos fundiários?
❗ Até que ponto essas declarações não colocam em risco a segurança jurídica no campo?
Além das declarações polêmicas, Lula exaltou Raoni como “mais importante que qualquer rei”, e destacou que sua gestão é a que mais valorizou a pauta indígena, com lideranças ocupando ministérios, Funai e a saúde indígena.
🔍 Em meio a um cenário de tensão entre produtores rurais, indígenas e movimentos sociais, a visita reforça uma pauta prioritária do governo — mas também acende o alerta para o risco de novas disputas territoriais, insegurança jurídica e atritos em áreas produtivas.
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