Presidente da Assembleia Legislativa afirma que combate ao crime organizado exige integração entre instituições e rigor para impedir a infiltração de criminosos em cargos públicos. O avanço das facções criminosas deve permanecer no centro das prioridades do poder público em Mato Grosso. Essa é a avaliação do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi, que defendeu uma atuação permanente e integrada entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para enfrentar o crime organizado e impedir que organizações criminosas ampliem sua influência sobre as instituições. Durante entrevista ao programa Conexão Poder, o parlamentar abordou a possibilidade de integrantes de facções tentarem ocupar espaços na política e afirmou que a responsabilidade de identificar eventuais vínculos criminosos não cabe aos partidos políticos, mas aos órgãos de investigação, fiscalização e à Justiça Eleitoral. Segundo ele, é essencial que essas instituições atuem de forma rigorosa para impedir que pessoas ligadas ao crime organizado disputem eleições ou utilizem cargos públicos para favorecer atividades ilícitas. Para Max Russi, o enfrentamento às facções não pode ocorrer apenas em períodos eleitorais. O deputado destacou que o fortalecimento dessas organizações representa um dos principais desafios da segurança pública e exige ações contínuas, coordenadas e articuladas entre todas as instituições do Estado. O presidente da ALMT também ressaltou que Mato Grosso vem ampliando investimentos na área da segurança pública, com reforço do efetivo policial, aquisição de equipamentos e modernização da estrutura das forças de segurança. Na avaliação dele, esses avanços são importantes, mas produzem melhores resultados quando acompanhados de integração entre os órgãos responsáveis pela prevenção e repressão ao crime. Ao defender a continuidade das políticas de combate ao crime organizado, Max Russi afirmou confiar no trabalho desenvolvido pelas forças de segurança do Estado e reforçou que o fortalecimento das instituições é indispensável para preservar a ordem pública, ampliar a proteção da população e impedir que facções criminosas conquistem espaço dentro das estruturas estatais. Segundo o parlamentar, somente uma atuação conjunta e permanente será capaz de conter o avanço dessas organizações e garantir mais segurança aos mato-grossenses.
Polícia Militar inicia Agosto Lilás com mobilização estadual de combate à violência contra a mulher
Campanha será aberta na segunda-feira (3), em Cuiabá, com ações de conscientização, orientação sobre direitos e fortalecimento da rede de proteção às mulheres. A Polícia Militar de Mato Grosso dará início, na próxima segunda-feira (3), à programação da campanha Agosto Lilás, iniciativa voltada à prevenção e ao enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher. A abertura oficial ocorrerá às 7h, na Praça Santos Dumont, em Cuiabá, reunindo instituições que integram a rede estadual de proteção às vítimas. Durante todo o mês de agosto, a corporação promoverá ações educativas em diversas regiões do Estado, com foco na conscientização da população sobre a importância da denúncia, da prevenção e da garantia dos direitos das mulheres. As atividades serão conduzidas pelas equipes da Patrulha Maria da Penha, que também prestarão orientações sobre as medidas de proteção previstas na legislação e os serviços disponíveis para mulheres em situação de violência. A campanha reforça o compromisso das forças de segurança com o combate à violência de gênero e busca ampliar o acesso da população às informações sobre os canais de denúncia e o atendimento oferecido pela rede de apoio. A iniciativa é realizada de forma integrada entre a Polícia Militar, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), o Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher e a Secretaria Municipal da Mulher de Cuiabá, fortalecendo a articulação entre os órgãos responsáveis pela proteção e acolhimento das vítimas. ServiçoLançamento da campanha Agosto Lilás 2026Data: Segunda-feira (3 de agosto)Horário: 7hLocal: Praça Santos Dumont, Avenida Getúlio Vargas, Cuiabá.
Escolha de Mauro por Pivetta pode cobrar preço alto, enfraquecer o União Brasil e acelerar formação de um novo grupo em Mato Grosso
Ao impedir candidatura própria para apoiar um nome do Republicanos, Mauro Mendes ampliou insatisfações e pode ter aberto espaço para uma nova força política, com Max Russi e Janaina Riva entre os nomes mais citados A convenção do União Brasil pode ter encerrado a disputa interna pela candidatura ao Governo, mas está longe de ter encerrado a crise política provocada pela decisão. O partido tinha entre seus quadros o senador Jayme Campos, ex-governador e uma das lideranças mais conhecidas de Mato Grosso, disposto a concorrer ao Palácio Paiaguás. Ainda assim, prevaleceu a articulação defendida pelo presidente estadual da legenda, Mauro Mendes, para apoiar a reeleição de Otaviano Pivetta, que pertence ao Republicanos e foi seu vice-governador. Antes da convenção, Jayme já afirmava que Mauro tinha o direito de apoiar Pivetta pessoalmente, mas questionava que essa posição tivesse sido adotada sem uma discussão mais ampla com as principais lideranças do União Brasil. É justamente aí que está o ponto central da insatisfação: Mauro poderia declarar apoio ao antigo vice sem impedir que o próprio União Brasil apresentasse um candidato ao Governo? Para uma parte das lideranças, a resposta é sim. O problema não estaria apenas na preferência por Pivetta, mas na utilização da estrutura política para retirar da disputa um nome do próprio partido e embarcar na candidatura de outra legenda. Escolha partidária ou decisão pessoal de Mauro? Nos bastidores, a construção passou a ser interpretada por adversários e integrantes insatisfeitos como uma escolha pessoal de Mauro Mendes, baseada na relação política construída com Pivetta durante os dois mandatos no Governo. Essa interpretação ganha força porque, antes da definição, havia duas propostas claramente colocadas: a candidatura própria de Jayme Campos pelo União Brasil e a aliança com o Republicanos defendida por Mauro. A convenção havia sido convocada justamente para decidir entre esses dois caminhos. Mauro consolidou sua estratégia e garantiu apoio a Pivetta. Politicamente, porém, a vitória interna pode começar a apresentar uma conta maior do que o esperado. Ao retirar o União da cabeça de chapa, o partido abre mão do protagonismo na eleição para o Governo e passa a atuar como aliado de uma candidatura pertencente a outra legenda. União Brasil pode sair menor das eleições A preocupação de parte dos parlamentares está diretamente ligada às chapas proporcionais. Uma candidatura própria ao Governo poderia oferecer maior visibilidade ao União Brasil, criar um palanque estadual, mobilizar as bases municipais e ajudar os candidatos a deputado estadual e federal. Júlio Campos já havia defendido publicamente que uma candidatura própria seria fundamental para aumentar a competitividade do partido e ampliar sua bancada na Assembleia Legislativa. Com a escolha por Pivetta, o União Brasil corre o risco de entrar na eleição sem uma candidatura própria ao principal cargo estadual, embora tenha estrutura, lideranças e um senador disposto a disputar. A pergunta que começa a circular é inevitável: Mauro fortaleceu o projeto de Pivetta, mas enfraqueceu o próprio partido que preside? Insatisfações não começaram agora O desconforto não está restrito a Jayme Campos. Dilmar Dal’Bosco defendia diálogo e uma construção que preservasse a unidade e a força eleitoral do partido. Júlio Campos também sustentava a necessidade de candidatura própria e reconheceu publicamente a existência de um racha entre o grupo dos irmãos Campos e o comandado por Mauro Mendes. Eduardo Botelho também representa um ponto importante nessa sequência de desgastes. Depois de disputar a Prefeitura de Cuiabá e perder para o atual prefeito, o deputado afirmou que não recebeu do grupo político de Mauro o apoio que esperava durante a campanha. O episódio deixou marcas e reforçou a percepção de que importantes integrantes do grupo governista vêm sendo colocados em segundo plano quando seus projetos pessoais não coincidem com as escolhas feitas pelo núcleo mais próximo de Mauro. Agora, a retirada de Jayme da corrida estadual amplia essa sensação. Max Russi cresce sem anunciar candidatura Enquanto o União Brasil enfrenta divisões, o nome do presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, aparece cada vez mais nas conversas entre prefeitos, parlamentares e lideranças municipais. O movimento não foi iniciado por Max, que não anunciou candidatura ao Governo. São lideranças políticas que passaram a enxergá-lo como um dos nomes capazes de ocupar o espaço aberto pelas insatisfações no grupo governista. Max demonstrou força ao reunir mais de 100 prefeitos, parlamentares, vereadores e representantes de diferentes regiões durante o ato de filiação do Podemos. A mobilização mostrou capilaridade municipal, capacidade de diálogo e organização partidária. Em um momento no qual Mauro Mendes enfrenta críticas por concentrar decisões, Max passa a ser lembrado justamente por apresentar uma característica diferente: a capacidade de conversar com diferentes partidos e grupos. Janaina Riva também ganha espaço A deputada Janaina Riva, presidente estadual do MDB, também passou a ser vista como uma das principais alternativas para uma nova composição majoritária. Seu nome reúne força eleitoral, presença regional e ligação com uma legenda que mantém diálogo com diferentes forças políticas. Nenhuma chapa foi confirmada. Entretanto, nos bastidores já surgem hipóteses envolvendo Max e Janaina em uma mesma composição, inclusive com Max concorrendo ao Governo e a deputada como vice. Neste momento, essa possibilidade deve ser tratada como articulação e especulação política, não como decisão formal. O que já existe é a percepção crescente de que os dois podem representar uma alternativa competitiva ao projeto de continuidade do grupo governista. A conta política pode estar começando a chegar Mauro Mendes venceu a disputa interna, retirou Jayme Campos do caminho e manteve o União Brasil no palanque de seu antigo vice. Mas essa vitória pode ter produzido três consequências importantes: enfraquecimento do protagonismo do União Brasil, aumento da insatisfação entre aliados e abertura de espaço para a construção de um novo grupo político. Lideranças que não se sentiram contempladas agora podem buscar outra direção. E quanto mais nomes importantes forem deixados de fora, maior será o potencial de uma nova composição reunir força suficiente para enfrentar o projeto de Pivetta. Análise: Mauro ganhou a convenção, mas pode ter dividido o grupo A escolha por
Motoristas devem redobrar a atenção: Serra de São Vicente terá intervenções e bloqueios programados na próxima semana
Serviços de manutenção na BR-364 vão alterar o tráfego entre os dias 3 e 7 de agosto, com bloqueios temporários e operação em meia pista no sentido Cuiabá. A circulação de veículos na Serra de São Vicente, na BR-364, passará por mudanças entre os dias 3 e 7 de agosto devido a uma série de serviços de manutenção que serão executados pela concessionária responsável pela rodovia. As intervenções ocorrerão no trecho entre os quilômetros 343 e 352, em Santo Antônio de Leverger, no sentido norte da via, para quem segue de Rondonópolis em direção a Cuiabá. Durante o período, o tráfego funcionará em sistema de meia pista ao longo do dia, permitindo a realização dos trabalhos com segurança tanto para as equipes quanto para os usuários da rodovia. As ações incluem limpeza da faixa de domínio, retirada de vegetação, recuperação da sinalização horizontal e vertical, manutenção das defensas metálicas, limpeza dos dispositivos de drenagem e reparos no pavimento. Para garantir a execução das atividades, haverá bloqueios totais em horários específicos. Às 8h, a pista será totalmente interditada para implantação da sinalização temporária. A partir das 8h30, uma das faixas será liberada para o fluxo de veículos, enquanto a outra permanecerá interditada para a realização dos serviços. No fim da tarde, às 16h30, um novo bloqueio total será necessário para a retirada da sinalização, com liberação completa da rodovia prevista para as 17h. A orientação é para que os motoristas programem seus deslocamentos com antecedência, estejam atentos às mudanças no tráfego e respeitem a sinalização e as orientações das equipes que atuarão no trecho durante toda a semana.
Miguel Sutil ganha novo fôlego com liberação de duas pistas em frente à Todimo
Avanço das obras do Complexo Viário do Jardim Leblon melhora a fluidez do tráfego, enquanto intervenções seguem em execução para ampliar a mobilidade na região. A circulação de veículos na Avenida Miguel Sutil passou a contar novamente com duas faixas de rolamento em cada sentido no trecho localizado em frente à Todimo Lar Center, em Cuiabá. A mudança, liberada nesta sexta-feira (31), representa um importante avanço nas obras do Complexo Viário do Jardim Leblon e deve reduzir os congestionamentos registrados diariamente em um dos pontos mais movimentados da Capital. A ampliação do espaço para circulação foi possível após o progresso da construção dos dois novos viadutos previstos para o local, um em cada sentido da avenida. Durante parte da execução da obra, o tráfego permaneceu restrito devido à necessidade de intervenções na pista, provocando um estreitamento que reduzia o fluxo a apenas uma faixa em determinados momentos. Outra alteração importante diz respeito à reorganização dos acessos entre a Avenida do CPA e a Miguel Sutil. O retorno que existia nas proximidades do Hotel Taiamã foi desativado. A partir de agora, os motoristas que precisarem acessar a Miguel Sutil no sentido Coxipó deverão utilizar a via localizada ao lado da Academia Smart Fit, que conduz ao novo túnel implantado na altura da Rua Desembargador Trigo Loureiro. Apesar da liberação parcial do tráfego, o cronograma da obra segue em andamento. As equipes continuam executando serviços na parte inferior dos viadutos, além da pavimentação das pistas laterais que farão a ligação com a Avenida do CPA e das estruturas de contenção que integram o complexo viário. A expectativa é de que a retomada das duas pistas em cada sentido contribua para melhorar significativamente a fluidez do trânsito, eliminando o principal gargalo existente em frente à Todimo, onde os motoristas enfrentavam longas filas devido ao estreitamento da via. As intervenções também avançam na região da Rua Boa Vista, onde está sendo construída uma trincheira. A previsão é de que, até o fim de agosto, seja liberado o tráfego na parte superior dessa estrutura, permitindo novos ganhos para a mobilidade urbana na região.
Max defende combate permanente às facções e atuação integrada dos Poderes
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), defendeu o fortalecimento das ações de enfrentamento às facções criminosas e afirmou que o combate ao crime organizado deve ser uma prioridade permanente dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Durante entrevista ao Conexão Poder, o presidente da ALMT foi questionado sobre a preocupação com a possível infiltração de integrantes de organizações criminosas na política. Segundo ele, os partidos não dispõem de instrumentos para identificar previamente eventuais vínculos de filiados ou candidatos com facções. “Não está escrito na testa de ninguém. Quem tem condições de identificar isso são as forças de segurança, o Ministério Público e a Justiça Eleitoral”, afirmou. Max defendeu que, caso existam candidatos ligados ao crime organizado, as instituições competentes atuem com rigor para impedir que essas pessoas ocupem cargos públicos. “Se houver pessoas ligadas às facções em qualquer partido, espero que a Polícia, o Ministério Público e a Justiça atuem. Não podemos permitir que alguém seja eleito para defender os interesses do crime organizado”, declarou. O deputado avaliou ainda que o enfrentamento às facções vai além do período eleitoral. Segundo ele, é necessária uma atuação integrada e permanente, já que as organizações criminosas têm ampliado sua atuação em diferentes setores da sociedade. Para Max, o Estado precisa fortalecer sua presença, especialmente nas comunidades mais vulneráveis. “Esse é um problema do Brasil. Nós precisamos fazer a nossa parte em Mato Grosso. O enfrentamento às facções tem que ser prioridade em todos os Poderes”, afirmou. O presidente da Assembleia destacou que Mato Grosso vem ampliando os investimentos em efetivo, equipamentos e estrutura para as forças de segurança, mas reforçou que o combate às facções exige atuação coordenada e contínua entre os órgãos responsáveis. “Tenho confiança no trabalho das forças de segurança de Mato Grosso. Precisamos continuar fortalecendo esse trabalho para garantir tranquilidade à população e impedir o avanço do crime organizado”, concluiu.
Motorista fica preso às ferragens após capotamento na MT-251 e é resgatado pelos Bombeiros
Um motorista precisou ser resgatado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) após ficar preso às ferragens de um veículo que capotou na tarde de quinta-feira (30), na rodovia MT-251, em Cuiabá. A ocorrência mobilizou equipes de salvamento, atendimento médico e segurança viária. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o acidente ocorreu depois que o condutor perdeu o controle da direção, atravessou o canteiro central, invadiu a pista contrária e capotou às margens da rodovia. Quando os militares do 1º Batalhão de Bombeiros Militar chegaram ao local, encontraram a vítima consciente e orientada, mas impossibilitada de sair do veículo devido aos danos provocados pelo impacto. Com suspeita de fratura no braço direito, o motorista precisou ser retirado por meio de técnicas especializadas de salvamento veicular. Para acessar o interior do automóvel, os bombeiros utilizaram equipamentos de desencarceramento, garantindo a retirada da vítima com segurança. A operação foi realizada em conjunto com a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), responsável pelo atendimento pré-hospitalar. Após ser imobilizado, o motorista foi encaminhado a uma unidade hospitalar para avaliação médica. Durante toda a ocorrência, policiais militares atuaram no controle do tráfego e na segurança da área, permitindo o trabalho das equipes de resgate.
Burger Fest MT chega a Sinop com entrada gratuita, shows e hambúrgueres a partir de R$ 25
O Burger Fest MT desembarca em Sinop, a Capital do Nortão, para mais uma edição do maior festival de hambúrgueres de Mato Grosso. Entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, a área externa do Estádio Gigante do Norte receberá mais de 25 operações gastronômicas, shows ao vivo e atrações para toda a família. O evento será realizado das 18h à meia-noite, com entrada e estacionamento gratuitos. Durante os três dias de festival, o público poderá aproveitar hambúrgueres a partir de R$ 25, além de diversas opções de doces e outras experiências gastronômicas preparadas pelas operações participantes. Consolidado como o maior festival de hambúrgueres de Mato Grosso, o Burger Fest MT aposta em uma programação que vai além da gastronomia. Durante os três dias, o palco do evento receberá apresentações de artistas regionais, garantindo entretenimento para toda a família. Entre as atrações confirmadas está o tradicional Desafio dos Devoradores, competição que coloca à prova quem consegue comer mais hambúrgueres em um tempo determinado. O público também poderá acompanhar o concurso Melhor Hambúrguer, que vai eleger o grande destaque gastronômico desta edição. As famílias ainda contarão com um playground para as crianças, que terá entrada gratuita no primeiro dia do festival, ampliando as opções de lazer para quem visitar o evento. A expectativa da organização é reunir milhares de pessoas durante os três dias, fortalecendo o turismo, movimentando a economia local e consolidando o Burger Fest MT como um dos principais eventos gastronômicos do estado. Serviço Evento: Burger Fest MT – 11ª edição Data: 31 de julho a 2 de agosto Horário: das 18h à 0h Local: Área externa do Estádio Gigante do Norte – Sinop Entrada: Gratuita Estacionamento: Gratuito Mais informações pelo Instagram @burgerfestmt ou pelo telefone (65) 98473-4000.
Convenção do União Brasil escancara racha interno; Jayme Campos é derrotado e Mauro Mendes consolida comando sobre a legenda
A convenção estadual do União Brasil, realizada nesta quinta-feira (30), marcou um dos episódios mais emblemáticos da política mato-grossense nos últimos anos. O encontro, que deveria servir para fortalecer o partido para as eleições de 2026, acabou expondo um profundo racha interno e terminou com a derrota política do senador Jayme Campos, impedido de disputar o Governo de Mato Grosso pela legenda. Ex-governador, senador da República e uma das principais lideranças da história do União Brasil, Jayme chegou à convenção defendendo que o partido tivesse candidatura própria ao Palácio Paiaguás. Para ele, a presença de um nome majoritário fortaleceria toda a chapa, daria mais visibilidade ao partido e ampliaria as chances dos candidatos à Assembleia Legislativa e à Câmara Federal. No entanto, prevaleceu a estratégia liderada pelo governador Mauro Mendes, que trabalhou para consolidar o apoio do União Brasil ao projeto político do vice-governador Otaviano Pivetta. Ao deixar a convenção, Jayme Campos demonstrou tristeza e decepção com o desfecho da disputa. O senador afirmou que sua história dentro do partido não foi respeitada e lamentou que uma legenda que ajudou a construir tenha optado por outro caminho. Durante entrevistas concedidas após o resultado, Jayme destacou que jamais imaginou viver uma situação como essa dentro do próprio partido. Segundo ele, Mauro Mendes poderia apoiar Otaviano Pivetta como candidato ao Governo caso esse fosse seu entendimento político, mas impedir que ele disputasse internamente o direito de representar o União Brasil foi algo que considerou incompreensível. Antes mesmo da convenção, o senador já havia criticado a condução do processo interno, afirmando que convencionais estariam sendo pressionados durante a disputa. As declarações repercutiram nos bastidores políticos, embora essas alegações não tenham sido comprovadas. O resultado consolidou o projeto político defendido por Mauro Mendes, mas também deixou evidente que parte importante da legenda saiu insatisfeita com a forma como a decisão foi construída. O clima após a votação foi de desconforto entre aliados de Jayme, que passaram a questionar os rumos do partido. União Brasil sai maior ou menor? A convenção deixa uma reflexão inevitável sobre o futuro do União Brasil em Mato Grosso. Ao optar por não lançar candidatura própria ao Governo do Estado, a legenda abre mão do protagonismo na principal disputa eleitoral de 2026. Para aliados de Jayme Campos, isso reduz o espaço político do partido e enfraquece sua capacidade de mobilização durante a campanha. A avaliação defendida pelo senador era de que uma candidatura majoritária fortaleceria todo o grupo político, ampliaria a visibilidade da legenda e criaria um ambiente mais favorável para a eleição de deputados estaduais e federais. Em vez disso, o partido decidiu caminhar ao lado do projeto liderado por Mauro Mendes e Otaviano Pivetta. Análise Politicamente, a convenção deixou um vencedor claro: Mauro Mendes. O governador demonstrou força suficiente para fazer prevalecer sua estratégia e consolidar o comando sobre o União Brasil em Mato Grosso. Sua articulação garantiu que o partido seguisse o caminho por ele defendido, encerrando a possibilidade de Jayme Campos disputar o Governo pela legenda. Mas toda vitória política também produz consequências. O episódio deixa a impressão de que o União Brasil sai da convenção mais dividido do que entrou. Um partido que contava com uma das maiores lideranças políticas do Estado, ex-governador e senador da República, optou por não lhe dar a oportunidade de disputar internamente o Governo. Independentemente das razões que levaram à decisão, a imagem que ficou foi a de um partido concentrado em um único projeto político, enquanto uma de suas principais lideranças deixou o evento publicamente frustrada e afirmando que sua trajetória não foi respeitada. Outro aspecto que chama atenção é que Mauro Mendes poderia, politicamente, apoiar Otaviano Pivetta mesmo com o União Brasil apresentando candidatura própria. A decisão tomada, porém, foi outra: impedir que Jayme Campos levasse seu projeto ao eleitor pelo partido que ajudou a construir. O grande desafio agora será medir os reflexos desse episódio. Mauro Mendes mostrou força para impor sua estratégia, mas o União Brasil precisará demonstrar que consegue superar as divisões internas e manter sua unidade. Caso contrário, a convenção poderá ser lembrada não apenas pela vitória de um grupo político, mas pelo momento em que a legenda abriu mão de parte de seu protagonismo e saiu menor do que entrou para a disputa de 2026.
PSD confirma Natasha ao Governo e encerra rumores de troca por Emanuel Pinheiro
Convenção estadual homologa candidatura da médica ao Palácio Paiaguás e põe fim às especulações sobre mudança de nome; definição ocorre no mesmo dia em que o União Brasil oficializou apoio à reeleição de Otaviano Pivetta. A médica Natasha Slhessarenko foi oficialmente homologada como candidata do PSD ao Governo de Mato Grosso durante a convenção estadual do partido, realizada na noite desta quinta-feira (30), no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá. A decisão encerra as especulações sobre uma possível substituição de sua candidatura pelo ex-prefeito da Capital, Emanuel Pinheiro, assunto que ganhou força nos bastidores políticos nas últimas semanas. Antes mesmo da convenção, Natasha já havia assegurado que sua candidatura estava consolidada, afirmando que a definição interna do partido havia sido superada e que restava apenas a formalização durante o calendário oficial das convenções. Além de confirmar a candidatura ao Palácio Paiaguás, o PSD participou da convenção da Federação Brasil da Esperança, onde deve ser anunciado o nome que ocupará a vaga de candidato a vice-governador na chapa encabeçada pela médica. A homologação ocorre em um momento de definições importantes para o cenário eleitoral de Mato Grosso. Também nesta quinta-feira, o União Brasil encerrou um longo impasse interno ao decidir, após cerca de cinco horas de votação, apoiar a candidatura à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos). A proposta recebeu 30 votos favoráveis, contra 19 votos dados à tese de candidatura própria, que defendia o lançamento do senador Jayme Campos ao Governo do Estado, além de um voto nulo. Com a oficialização de Natasha Slhessarenko pelo PSD e a definição do posicionamento do União Brasil, o quadro da disputa pelo Governo de Mato Grosso ganha novos contornos e reduz as incertezas que marcaram os bastidores políticos nas últimas semanas.