Eleitores de Primavera do Leste, Poxoréu, Colniza e Cotriguaçu vão decidir sobre duas propostas de alteração territorial em votação marcada para 25 de outubro Os eleitores de quatro municípios de Mato Grosso poderão participar, em outubro, de dois plebiscitos para decidir sobre mudanças nos limites territoriais de Primavera do Leste, Poxoréu, Colniza e Cotriguaçu. As consultas foram autorizadas pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) e estão previstas para ocorrer no dia 25 de outubro, junto ao segundo turno das Eleições Gerais de 2026, caso haja nova votação para os cargos em disputa. As propostas permitem que os eleitores decidam sobre o desmembramento de determinadas áreas e sua incorporação a municípios vizinhos. Para cada consulta, poderá ser formada uma frente favorável à mudança e outra contrária. Embora a criação dos grupos não seja obrigatória, as chamadas Frentes terão autorização para realizar campanha pelo “sim” ou pelo “não”. A formação das Frentes poderá ocorrer entre os dias 21 e 26 de agosto, enquanto o pedido de registro deverá ser apresentado à Justiça Eleitoral até 5 de setembro. A propaganda eleitoral relacionada aos plebiscitos poderá começar em 26 de agosto e deverá obedecer às regras estabelecidas para as eleições de 2026. Os grupos poderão ser integrados por eleitores com domicílio eleitoral nos municípios envolvidos e por representantes de organizações da sociedade civil. Cada Frente deverá contar, ainda, com pelo menos um vereador em exercício, que ficará responsável pela presidência da organização. As despesas com materiais de campanha serão de responsabilidade das próprias Frentes, e eventuais pesquisas de opinião deverão respeitar as normas estabelecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No primeiro plebiscito, moradores de Primavera do Leste e Poxoréu serão chamados a decidir sobre a proposta de desmembramento do Distrito de Nova Poxoréu, atualmente pertencente a Poxoréu, para posterior incorporação ao território de Primavera do Leste. A segunda consulta envolve Colniza e Cotriguaçu. Nesse caso, a proposta prevê o desmembramento das chamadas “Ilhas de Ocupação”, pertencentes ao Projeto de Assentamento Nova Cotriguaçu e atualmente vinculadas a Colniza, com possibilidade de incorporação ao município de Cotriguaçu. Nas duas consultas, o eleitor poderá escolher entre as opções “sim” e “não”. Os números correspondentes a cada resposta foram definidos por sorteio realizado durante sessão plenária do TRE-MT nesta quinta-feira (13). O número 2 representará o “sim”, enquanto o número 1 corresponderá ao “não”. A decisão será tomada pela maioria simples dos votos válidos. Votos brancos e nulos não serão considerados para a definição do resultado. A votação deverá utilizar as mesmas urnas eletrônicas destinadas às Eleições Gerais. O voto será obrigatório para eleitores maiores de 18 anos e facultativo para analfabetos, pessoas com mais de 70 anos e jovens de 16 e 17 anos. A organização da votação e a apuração dos resultados ficarão sob responsabilidade das zonas eleitorais competentes. Após a conclusão da apuração, os resultados dos dois plebiscitos serão consolidados pelo TRE-MT e encaminhados ao Tribunal Superior Eleitoral para homologação.
Fagundes minimiza atritos com Medeiros e diz que chapa não precisa dividir todos os palanques
Candidato ao Governo afirma que integrantes da chapa podem representá-lo em diferentes municípios e reforça que Medeiros segue como candidato ao Senado pelo PL O candidato ao Governo de Mato Grosso Wellington Fagundes (PL) minimizou, nesta quinta-feira (13), os recentes atritos com o candidato ao Senado José Medeiros (PL) e afirmou que os integrantes da chapa não precisam participar juntos de todos os atos de campanha. Segundo ele, a estratégia é ampliar a presença política nos municípios e fortalecer individualmente as candidaturas que integram o grupo. A declaração ocorre em meio ao distanciamento entre Fagundes e Medeiros, que se tornou mais evidente após o anúncio da aliança entre PL e MDB, que colocou a deputada estadual Janaina Riva, também candidata ao Senado, no mesmo grupo político. Nos últimos dias, os dois também adotaram posições diferentes sobre a Operação Heritage, deflagrada pela Polícia Federal no dia 6. Medeiros chegou a defender a apresentação de um projeto para impedir operações policiais contra candidatos nos seis meses que antecedem as eleições. Fagundes, por outro lado, classificou como “absurdo” qualquer iniciativa que tente restringir investigações durante o período eleitoral. A ausência de Medeiros na sede do diretório estadual do PL, nesta quinta-feira, durante o anúncio do empresário Reinaldo Morais como candidato a vice-governador na chapa de Fagundes, também evidenciou o atual distanciamento entre os dois. Questionado sobre a possibilidade de dividir palanques com Medeiros durante a campanha, Fagundes afirmou que a atuação política não precisa ocorrer necessariamente de forma conjunta em todos os eventos. O senador Jayme Campos, segundo ele, também poderá representar sua candidatura em diferentes cidades. “Não precisa estar todo mundo ao mesmo tempo no mesmo lugar. Nós temos é que potencializar a nossa campanha”, afirmou Fagundes. Apesar das divergências recentes, o candidato ao Governo disse que considera Medeiros integrante da chapa e candidato ao Senado pelo PL. Ele afirmou ainda que pretende manter o apoio a todos os nomes que compõem o grupo político. “Eu desafio vocês a pegarem uma fala minha que eu não tenha citado o Medeiros como nosso candidato a senador do PL. Então não tem gesto maior do que esse”, declarou. Fagundes também afirmou que sua intenção é reunir as diferentes candidaturas em torno do projeto eleitoral, citando Medeiros, Janaina Riva, o candidato a vice e os postulantes a deputado federal e estadual. A declaração busca reforçar a unidade formal da chapa, mesmo diante das divergências públicas registradas nas últimas semanas.
Mauro Mendes declara R$ 67 milhões em bens e registra queda de patrimônio em relação a 2022
Candidato ao Senado declarou patrimônio 38% menor que o informado em 2022; maior diferença está na avaliação da participação societária na Bipar Investimentos O candidato ao Senado por Mato Grosso e ex-governador Mauro Mendes (União) declarou à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 67,18 milhões para as eleições de 2026. O valor é cerca de 38% inferior aos R$ 108,99 milhões informados por ele na eleição de 2022. As informações constam no DivulgaCand, sistema da Justiça Eleitoral que reúne os dados apresentados pelos candidatos. Apesar da redução expressiva no patrimônio total declarado, Mendes informou essencialmente os mesmos bens registrados na eleição anterior. A principal diferença está na avaliação de sua participação na Bipar Investimentos Ltda., empresa que concentra a maior parcela de seu patrimônio. Neste ano, o ex-governador declarou possuir 75% do capital social da companhia, participação avaliada em R$ 63,75 milhões. Em 2022, o mesmo percentual havia sido declarado pelo valor de R$ 105,71 milhões. A alteração na avaliação da participação societária responde pela maior parte da diferença entre os patrimônios declarados nas duas eleições. Entre os demais bens informados por Mendes está uma casa localizada no condomínio Alphaville Cuiabá, avaliada em R$ 2,87 milhões. Ele também declarou um galpão de estrutura metálica situado na Rodovia dos Imigrantes, com valor informado de R$ 378,1 mil. A relação inclui ainda mais de R$ 154 mil aplicados no fundo de investimentos America P.E.V. e um terreno localizado no município de São Francisco, em Goiás, avaliado em R$ 24 mil. Suplentes O empresário Cidinho Santos (PP), primeiro suplente de Mauro Mendes, declarou patrimônio de R$ 8,21 milhões à Justiça Eleitoral. O principal item informado é uma participação de 48,08% na MC Empreendimentos & Participações Ltda., avaliada em R$ 3,78 milhões. Santos também declarou possuir 50% da Fazenda Bandeirantes, avaliada em R$ 2,11 milhões; 50% da Fazenda Alto da Serra, no valor de R$ 638,5 mil; e 50% da Fazenda São João II, avaliada em R$ 550 mil. Entre os demais bens estão mais de R$ 300 mil em previdência privada na Brasilprev e uma Toyota Hilux avaliada em R$ 185,2 mil. Já o segundo suplente, o empresário Elson Ramos (Podemos), declarou patrimônio de R$ 5,38 milhões. O maior bem informado é uma área rural de 539 hectares, avaliada em R$ 3,15 milhões. Ramos declarou ainda R$ 815 mil em aplicações financeiras no Banco Santander e outros R$ 361 mil mantidos em depósito na mesma instituição. Também consta na declaração outro imóvel rural, com mais de 470 hectares, avaliado em R$ 500 mil. As declarações de bens são apresentadas pelos próprios candidatos à Justiça Eleitoral e ficam disponíveis para consulta pública por meio do DivulgaCand.
Sinfra nega pagamento antecipado e diz que R$ 247,6 milhões do BRT correspondem a serviços executados
Estado afirma que não realizou pagamentos antecipados nas obras do BRT e informa que R$ 12 milhões já foram destinados à construção dos terminais A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) esclareceu que os pagamentos realizados nas obras do Bus Rapid Transit (BRT) em Mato Grosso estão vinculados à execução dos serviços previstos nos contratos. Segundo a pasta, não houve antecipação de recursos para a realização das obras. A manifestação ocorre após questionamentos sobre a forma de pagamento dos contratos. De acordo com a Sinfra, em dezembro de 2025, o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) autorizou, em caráter excepcional, a possibilidade de antecipação de valores exclusivamente para a aquisição de equipamentos destinados às estações do sistema. Apesar da autorização, o Estado afirma que não efetuou nenhum pagamento antecipado. Conforme os registros oficiais, todos os desembolsos realizados pelo Governo de Mato Grosso seguem os procedimentos administrativos estabelecidos pela legislação e são lançados nos sistemas públicos, permitindo a fiscalização pelos órgãos de controle e o acompanhamento pela sociedade. A Sinfra informa ainda que, até o momento, R$ 12 milhões foram destinados pelo Governo do Estado à execução das obras de construção dos terminais do BRT. Considerando o conjunto dos contratos relacionados à implantação do sistema, os pagamentos já somam R$ 247,6 milhões. A secretaria ressalta que os valores correspondem a serviços efetivamente executados e medidos, conforme as obrigações previstas nos contratos. O montante representa aproximadamente 25% dos recursos obtidos com a venda dos equipamentos que integravam o antigo Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Segundo a Sinfra, portanto, os pagamentos realizados no atual projeto do BRT estão vinculados ao andamento e à execução das etapas contratadas, sem antecipação de recursos para obras ainda não realizadas.
Campanha ‘Não é Não’ contra assédio e violência em estabelecimentos de Várzea Grande
O Programa de Proteção e Defesa dos Direitos dos Consumidores de Várzea Grande (Procon-VG), em parceria com o Procon Estadual, realiza ações de conscientização e orientação dentro do programa “Não é Não”, campanha voltada ao combate ao assédio sexual, à importunação e à violência contra as mulheres em locais públicos. A iniciativa integra as ações do Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher. Nesta quinta-feira (13.08), a equipe de fiscalização estará na região central de Várzea Grande com o objetivo de orientar e conscientizar empresários e a população sobre medidas de prevenção e combate à violência e ao constrangimento contra as mulheres em estabelecimentos comerciais, casas de shows, bares, restaurantes e academias. Conforme a coordenadora do Procon-VG, Carolina Moreira, a ação possui caráter educativo e preventivo e busca estimular a adequação voluntária dos estabelecimentos às exigências legais, promover ambientes mais seguros para as mulheres e fortalecer a cultura do respeito, da prevenção e da responsabilidade social. “Também abrangeremos, posteriormente, essas ações orientativas em outros pontos da cidade. Estamos simplesmente orientando sobre as principais obrigações previstas nas legislações federal, estadual e municipal, dentre elas a divulgação do protocolo e a adoção de procedimentos de acolhimento às vítimas, o acionamento dos órgãos de segurança, quando necessário, e a preservação das imagens de videomonitoramento, entre outras medidas previstas em lei”, explicou Moreira.
Incêndio mobiliza Bombeiros após chamas atingirem residência
Moradores tentaram conter as chamas com uma mangueira antes da chegada da equipe; fogo foi controlado e ninguém ficou ferido. Um incêndio em uma residência mobilizou o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) na tarde desta quinta-feira (13.8), no bairro Centro, em Primavera do Leste (234 km de Cuiabá). A ocorrência foi atendida por militares da 6ª Companhia Independente Bombeiro Militar (6ª CIBM), acionados por volta das 15h. Quando chegaram ao endereço, os bombeiros encontraram moradores tentando conter as chamas com uma mangueira de jardim. Diante da situação, a equipe assumiu o combate e iniciou imediatamente os procedimentos para controlar o incêndio e preservar a segurança das pessoas que estavam no imóvel. Após a atuação dos militares, o fogo foi completamente controlado. Na sequência, os bombeiros realizaram o rescaldo, trabalho destinado a eliminar possíveis focos de calor e evitar que as chamas voltassem a se espalhar. Apesar do susto e dos danos provocados pelo incêndio, não houve registro de pessoas feridas. As circunstâncias que deram início ao fogo ainda não foram informadas.
Combustíveis terão fiscalização reforçada contra fraudes e adulterações
Nova resolução do CNPE amplia controle sobre postos e demais agentes do setor, exige registros eletrônicos de estoques, preços e operações e prevê maior integração entre órgãos de fiscalização O mercado de combustíveis terá novas regras para combater fraudes, adulterações e irregularidades em toda a cadeia de comercialização. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) publicou nesta sexta-feira (14), no Diário Oficial da União, uma resolução que determina o reforço da fiscalização realizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). As medidas abrangem desde a produção e importação até a distribuição e a revenda de combustíveis. A proposta é ampliar a capacidade de identificação de irregularidades por meio de fiscalizações presenciais e remotas, uso de ferramentas tecnológicas, análise de risco e compartilhamento de informações entre diferentes órgãos públicos. Uma das principais mudanças estabelece que os postos deverão manter registros eletrônicos certificados de estoques, preços e movimentações de compra e venda. A exigência busca aumentar a rastreabilidade das operações e permitir que a ANP acompanhe com mais precisão a movimentação dos produtos comercializados. A resolução também prevê um controle mais rigoroso sobre as empresas autorizadas a atuar no setor. A intenção é evitar que agentes mantenham credenciamentos ou autorizações sem exercer efetivamente as atividades para as quais foram habilitados. No caso das importações, os pedidos de licença poderão ser submetidos a análises mais detalhadas. Solicitações poderão ser rejeitadas quando forem identificados indícios de fraude, adulteração ou inconsistências nas informações apresentadas pelos responsáveis pelas operações. O combate às irregularidades também deverá contar com uma atuação integrada entre a ANP e outros órgãos, incluindo Procons, Ministérios Públicos, polícias, secretarias de Fazenda e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A cooperação pretende ampliar o cruzamento de informações e tornar mais eficiente a identificação de práticas ilegais. Pelas novas regras, a ANP também deverá divulgar periodicamente os resultados das fiscalizações e encaminhar relatórios anuais ao CNPE. A maior parte das medidas deverá ser implementada pela agência no prazo de até 360 dias. Com o reforço da fiscalização e a digitalização de informações, o governo pretende aumentar o controle sobre o setor, dificultar a atuação de empresas irregulares e ampliar a transparência nas operações envolvendo combustíveis.
TJ-MT derruba votação secreta da AL e manda deputados reanalisarem veto a reajuste de servidores
Tribunal considerou irregular a sessão de dezembro de 2025 e determinou que a Assembleia Legislativa volte a analisar o veto ao reajuste de 6,8% dos servidores do Judiciário, desta vez em votação aberta. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) determinou que a Assembleia Legislativa refaça a votação que, em dezembro do ano passado, manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que previa reajuste de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. O entendimento foi firmado de forma unânime pelos desembargadores da Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo. A decisão, relatada pelo desembargador Márcio Vidal, foi publicada nesta quinta-feira (13) e considera irregular o procedimento adotado pelos deputados na ocasião. O veto havia sido mantido por 12 votos a 10, em uma votação secreta. A discussão chegou ao Judiciário por iniciativa do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat). A entidade sustentou que a regra utilizada pela Assembleia não poderia prevalecer diante dos princípios estabelecidos pela Constituição Federal, especialmente aqueles relacionados à transparência e à publicidade dos atos parlamentares. Ao analisar o caso, o TJ-MT entendeu que a apreciação de vetos não deve ocorrer sob sigilo. Para os desembargadores, os parlamentares precisam ter seus votos conhecidos pela sociedade, já que decisões dessa natureza integram o exercício da representação política. Na avaliação do relator, manter o caráter secreto da votação impediria que os cidadãos acompanhassem de maneira efetiva a atuação de seus representantes. O princípio da publicidade, segundo o entendimento apresentado no julgamento, é fundamental para permitir a fiscalização da atividade legislativa. A decisão, no entanto, não significa que o reajuste de 6,8% tenha sido aprovado. O Tribunal não entrou no mérito da escolha que deverá ser feita pelos deputados. O que foi invalidado foi a votação realizada em dezembro, cabendo agora ao Legislativo decidir novamente sobre o veto. Com isso, a Assembleia Legislativa terá de colocar a matéria novamente em pauta e realizar uma nova votação, desta vez de forma aberta e nominal. A medida deverá ser conduzida pela Presidência da Casa, atualmente ocupada pelo deputado Max Russi (Podemos). O julgamento também reforçou os limites da atuação do Poder Judiciário diante de decisões políticas do Legislativo. Conforme o acórdão, cabe exclusivamente aos deputados decidir se o veto será mantido ou rejeitado. Ao Tribunal compete apenas assegurar que essa decisão seja tomada dentro das normas constitucionais. A nova apreciação deverá permitir que a população conheça individualmente a posição de cada parlamentar sobre o veto que impede, até o momento, a concessão do reajuste aos servidores do Judiciário. nto da sociedade.
Confronto com a PM deixa quatro mortos e um ferido grave em Pontes e Lacerda
Cinco suspeitos foram baleados durante ação da Força Tática e da Rotam; quatro morreram no hospital e um permanece internado em estado grave Um confronto entre policiais militares e suspeitos de envolvimento com uma organização criminosa terminou com quatro mortos e um ferido na noite de quinta-feira (13), no Residencial Glória, em Pontes e Lacerda (448 km a oeste de Cuiabá). A ocorrência envolveu equipes da Força Tática do 12º Comando Regional e do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), que realizavam patrulhamento na região após receberem denúncias sobre a possível atuação de integrantes de um grupo criminoso. Durante as diligências, os policiais se aproximaram de uma edificação indicada nas informações recebidas e, segundo a Polícia Militar, foram surpreendidos por disparos de arma de fogo. As equipes reagiram e teve início uma intensa troca de tiros em uma área residencial. Cinco suspeitos foram atingidos durante o confronto. Eles receberam os primeiros atendimentos das próprias guarnições e foram encaminhados ao Hospital Vale do Guaporé. Quatro deles não resistiram aos ferimentos e tiveram as mortes confirmadas na unidade de saúde. O quinto permanece internado em estado grave. Nenhum policial militar ficou ferido durante a ação. Após o confronto, equipes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram no local para realizar os procedimentos periciais, incluindo o levantamento da cena e a coleta de projéteis, armas e outros materiais que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos. A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar as circunstâncias do confronto, identificar oficialmente os mortos e apurar a possível relação dos suspeitos com uma organização criminosa que estaria atuando na região Oeste de Mato Grosso.