Gilberto Cattani e Chico Guarnieri questionam homenagem concedida ao ministro do STF em 2024 e defendem a revogação da honraria diante das recentes controvérsias envolvendo o magistrado. A repercussão das denúncias e questionamentos envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, reacendeu na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) uma discussão sobre a homenagem concedida ao magistrado em 2024. Os deputados estaduais Gilberto Cattani (PL) e Chico Guarnieri (PSDB) defendem a retirada do título de Cidadão Mato-Grossense concedido a Moraes e já articulam medidas para tentar revogar a honraria. A iniciativa foi apresentada por Cattani durante pronunciamento na tribuna da Assembleia e também conta com a assinatura de Guarnieri. Para os parlamentares, a atuação de Moraes não justificaria a manutenção do título concedido pelo Legislativo estadual. Embora as recentes informações e acusações relacionadas ao ministro tenham ampliado a repercussão do assunto, os deputados sustentam que a insatisfação com a homenagem é anterior à atual controvérsia. Segundo eles, a atuação de Moraes nos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023, especialmente nas condenações impostas aos envolvidos, já era motivo de críticas. Na avaliação dos parlamentares, decisões atribuídas ao ministro teriam provocado consequências consideradas desproporcionais e atingido pessoas que eles classificam como inocentes. A partir desse entendimento, Cattani e Guarnieri passaram a defender que a Assembleia reveja a concessão da honraria. O debate ganhou novo impulso diante das recentes acusações que colocam o nome de Alexandre de Moraes no centro de questionamentos envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro e supostas irregularidades no sistema financeiro. As alegações, contudo, são objeto de controvérsia e devem ser tratadas com cautela até que sejam comprovadas por investigações e decisões das autoridades competentes. A eventual revogação do título dependerá da tramitação de uma proposta dentro da própria Assembleia Legislativa e do cumprimento das regras previstas para a concessão e retirada de honrarias. Até o momento, a discussão representa uma iniciativa política dos parlamentares que contestam a permanência da homenagem concedida ao ministro.
Bombeiros encerram combate e declaram extinto incêndio no Morro de Santo Antônio
Fogo consumiu área de vegetação em Santo Antônio de Leverger e mobilizou equipes terrestres e três aeronaves, que realizaram 28 lançamentos e utilizaram cerca de 85 mil litros de água O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) declarou extinto, na tarde desta quarta-feira (2.9), o incêndio florestal que atingiu o Morro de Santo Antônio, em Santo Antônio de Leverger. O fogo começou na tarde de segunda-feira (31.8) e foi controlado na terça-feira (1º), mas os trabalhos continuaram por mais um dia para garantir que não houvesse novos focos ou reignição das chamas. A operação reuniu equipes terrestres e o suporte aéreo de três aeronaves do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM) e da Defesa Civil Estadual. Durante o combate, foram realizados 28 lançamentos, com aproximadamente 85 mil litros de água empregados para conter o avanço do incêndio. A chuva registrada na região contribuiu para reduzir a intensidade das chamas, mas as condições da vegetação ainda exigiam atenção dos bombeiros. Por esse motivo, as equipes permaneceram em pontos estratégicos nesta quarta-feira, realizando inspeções e monitorando a área atingida. A confirmação da extinção ocorreu após os bombeiros verificarem que não havia novos focos de calor nem sinais de retomada do incêndio. Com isso, foi encerrada a operação, que durou quase dois dias. As primeiras informações sobre o incêndio foram obtidas por meio do monitoramento por satélite, que identificou focos de calor na região na segunda-feira. A partir daí, equipes terrestres iniciaram o combate e receberam reforço aéreo no dia seguinte. Ao todo, cinco equipes foram posicionadas em locais estratégicos, sob coordenação do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), responsável pelo acompanhamento da ocorrência e pela definição das estratégias de combate. A atuação também contou com o acompanhamento da gerência da unidade de conservação onde está localizado o Morro de Santo Antônio. Não houve registro de pessoas feridas durante a ocorrência.
“Não tem defesa e não há interpretação diversa”, diz delegado sobre mensagens entre ministro e Vorcaro
Relatório cujo sigilo caiu na terça-feira (1º) reúne mensagens, contratos e registros de encontros entre o fundador do Banco Master e o ministro do STF O delegado da Polícia Civil de Mato Grosso e candidato a deputado federal, Frederico Murta (Podemos), afirmou que as mensagens atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes e ao empresário Daniel Vorcaro levantam questionamentos sobre a relação entre os dois. Na avaliação do delegado, o conteúdo das conversas deve ser analisado pelas autoridades e vai além de uma simples troca de mensagens entre conhecidos. Delegado de polícia há mais de 15 anos, Murta afirmou que sua avaliação considera a experiência acumulada na condução de investigações e na análise de conversas privadas e outros elementos de prova. “Eu sou delegado de polícia há mais de 15 anos. Já conduzi algumas dezenas de investigações analisando esse tipo de conteúdo, conversas privadas. E uma conversa dessa, em qualquer contexto, envolvendo qualquer pessoa, é mais do que suficiente para embasar um pedido e uma decisão de prisão preventiva”, afirmou Murta em vídeo publicado nas redes sociais. Ao comentar especificamente o conteúdo das mensagens, o delegado reforçou que, na avaliação dele, não se trata apenas do contato entre Moraes e Vorcaro, mas do teor das conversas. “Não é só o fato deles manterem contato, não. É conteúdo mesmo. Tem conversa do Daniel Vorcaro dizendo que o contrato é o mais importante que ele tem e que o pagamento não pode atrasar em hipótese alguma. Uma conversa dessa não tem defesa, não há interpretação diversa. Simplesmente não existe”, afirmou Murta. A declaração ocorre após a retirada do sigilo de parte das investigações relacionadas ao Banco Master, que tornou públicas mensagens atribuídas a Vorcaro e Moraes. O material passou a gerar novos questionamentos políticos sobre a relação entre o empresário e o ministro do Supremo Tribunal Federal. Entre os documentos divulgados estão informações relacionadas ao contrato de R$ 131 milhões firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa de Moraes. Segundo reportagens baseadas no material apreendido, o ministro teria participado da edição de uma minuta do contrato. O escritório de Viviane Barci de Moraes afirmou que o ministro foi consultado sobre possíveis impedimentos legais e que não havia impedimento para a contratação. Também foram divulgadas mensagens nas quais Vorcaro demonstra preocupação com o andamento das investigações e busca orientação. Em 15 de novembro de 2025, Vorcaro perguntou: “Acha que segunda já tenho que estar fora?”. Dois dias depois, ele foi preso pela Polícia Federal ao tentar embarcar em um jato particular, em uma operação que investigava a venda de títulos de crédito falsos pelo banco. Ao concluir a manifestação, Murta afirmou: “O rei está nu. E todo mundo está vendo”.
Caminhoneiro é preso após ultrapassagem proibida que matou jovem e criança na BR-364
Motorista profissional teria invadido a pista contrária durante manobra irregular e provocado colisão que matou Jamilly Gabriele, de 18 anos, e Liz Antonella, de 3, em Jangada O motorista do caminhão envolvido no acidente que matou Jamilly Gabriele Fonseca Tisott, de 18 anos, e Liz Antonella Lemes Arnold, de 3 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil nesta quarta-feira (2). A colisão ocorreu na terça-feira (1º), na BR-364, em Jangada, a cerca de 80 quilômetros de Cuiabá. De acordo com as informações apuradas pela Polícia Civil, o caminhão Mercedes-Benz seguia pela rodovia quando o motorista teria iniciado uma ultrapassagem em um trecho onde a manobra era proibida. Durante a tentativa, o veículo teria invadido a pista contrária e atingido, com a roda dianteira direita, a região do farol dianteiro de uma Chevrolet S10 LTZ. Com a força da batida, a caminhonete saiu da pista e colidiu contra um barranco às margens da rodovia. Jamilly e Liz Antonella estavam entre os três ocupantes da S10 e morreram ainda no local. O condutor da caminhonete foi socorrido e encaminhado para uma unidade de saúde. A ocorrência foi atendida inicialmente pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), que encaminhou o motorista do caminhão para a Delegacia de Rosário Oeste, onde ele prestou esclarecimentos. Após analisar as circunstâncias da colisão, a Polícia Civil decidiu pela prisão em flagrante. Segundo a investigação, pesaram na decisão o fato de o suspeito ser motorista profissional, conduzir um veículo de grande porte e, conforme os elementos reunidos, ter desrespeitado regras de circulação ao realizar uma ultrapassagem em local proibido. O caminhoneiro foi autuado em flagrante por homicídio qualificado. Para a Polícia Civil, as circunstâncias indicam que ele teria assumido o risco de provocar o acidente ao invadir a pista destinada aos veículos que trafegavam no sentido contrário. O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil, que deverá apurar todas as circunstâncias da colisão.
União Progressista já distribuiu R$ 6,4 milhões do Fundo Eleitoral a candidatos de MT
Nilson Leitão lidera os repasses, com R$ 2,9 milhões; União Brasil destinou R$ 1 milhão a Fábio Garcia e Virginia Mendes A Federação União Progressista Nacional já destinou R$ 6,432 milhões do Fundo Eleitoral a candidatos que disputam uma vaga na Câmara dos Deputados por Mato Grosso. Os valores constam nos dados divulgados pelo DivulgaCand, sistema da Justiça Eleitoral que reúne informações sobre as candidaturas e as contas de campanha. O maior repasse individual até o momento foi destinado ao ex-deputado federal Nilson Leitão (PP), que recebeu R$ 2,9 milhões do Fundo Eleitoral. Pelo Progressistas, também foram destinados R$ 600 mil à vereadora de Cáceres Magaly da Silva. Já o ex-deputado federal Victório Galli não aparece, até o momento, com recursos do Fundo Eleitoral. Entre os candidatos do União Brasil, os maiores valores foram destinados ao deputado federal Fábio Garcia e à ex-primeira-dama Virginia Mendes, que receberam R$ 1 milhão cada. Na sequência aparece a ex-vereadora Sandy Paula, com R$ 500 mil, enquanto o vice-prefeito de Tangará da Serra, Eduardo Sanchez, recebeu R$ 432,9 mil. De acordo com os dados disponíveis, o União Brasil destinou R$ 2,9 milhões aos quatro candidatos da sigla. Já o Progressistas distribuiu R$ 3,5 milhões entre dois dos três candidatos relacionados na prestação de contas. A legislação eleitoral estabelece em R$ 3,1 milhões o limite de gastos individuais para as campanhas de deputado federal em Mato Grosso. O teto considera todas as receitas utilizadas pelos candidatos durante a disputa e não apenas os recursos provenientes do Fundo Eleitoral.
BATEU, FERIU E FOI EMBORA. QUEM FICA COM A DOR E QUEM RESPONDE PELO QUE ACONTECEU?
Imagine uma pessoa seguindo normalmente seu caminho, pode estar atravessando uma rua, andando de bicicleta, pilotando uma moto, voltando para casa ou simplesmente dirigindo para o trabalho; de repente, um acidente, e em poucos segundos, uma rotina pode se transformar em desespero. Há uma pessoa ferida no chão, alguém pede ajuda, familiares recebem uma ligação que nunca gostariam de receber, e, em meio à confusão, surge uma pergunta: quem causou isso? Às vezes, o responsável permanece no local, mas, infelizmente, existem situações em que ele vai embora; não para, não chama o socorro, não procura saber o estado da vítima, simplesmente deixa o local, enquanto quem ficou precisa lidar com as consequências de algo que pode mudar sua vida para sempre. Quando existe uma pessoa ferida, podem surgir despesas médicas, exames, medicamentos, afastamento do trabalho, limitações físicas e consequências que podem acompanhar a vítima por muito tempo; e quando o acidente termina em morte, a situação é ainda mais dolorosa, uma família perde alguém e precisa, ao mesmo tempo, lidar com o luto e buscar respostas sobre o que aconteceu. É importante compreender que fugir do local do acidente não faz o fato desaparecer; a legislação de trânsito estabelece deveres para quem se envolve em um acidente, inclusive quanto à prestação de socorro e às providências que devem ser adotadas, conforme as circunstâncias do caso. Mas existe uma diferença importante que precisa ser compreendida; a fuga do local, a omissão de socorro e a responsabilidade pela causa do acidente são questões jurídicas distintas e precisam ser analisadas individualmente. O simples fato de alguém ter deixado o local não significa, por si só, que todas as consequências do acidente estejam automaticamente definidas; é necessário investigar como aconteceu o acidente, quem estava dirigindo, se houve imprudência, negligência ou imperícia, se a vítima recebeu atendimento, se existem testemunhas, imagens de câmeras ou outros elementos capazes de esclarecer os fatos. É por isso que, diante de um acidente, as primeiras providências podem fazer muita diferença; buscar atendimento médico deve ser prioridade, mas também é importante registrar a ocorrência, identificar testemunhas, preservar fotografias, procurar câmeras de segurança próximas e guardar documentos médicos, receitas, exames e comprovantes das despesas relacionadas ao acidente. Uma câmera de segurança pode desaparecer, uma imagem pode ser apagada, uma testemunha pode deixar de ser localizada e, por isso, aquilo que parece apenas um detalhe pode se tornar uma prova importante para esclarecer o que realmente aconteceu. E quando a vítima não sobrevive? Quando um acidente termina em morte, nenhuma palavra é capaz de diminuir a dor de uma família; se o responsável ainda abandona o local sem prestar socorro, a situação pode gerar consequências jurídicas que precisam ser rigorosamente apuradas. Na esfera criminal, será necessário investigar as circunstâncias do acidente, a conduta do motorista e as consequências jurídicas que dela possam decorrer; na esfera civil, a família também pode ter direitos relacionados aos prejuízos decorrentes da morte, conforme as circunstâncias e os requisitos legais. Isso não significa que toda morte no trânsito resulte automaticamente em determinada condenação ou indenização; cada caso precisa ser analisado individualmente, de acordo com os fatos, as provas e as circunstâncias que envolvem o acidente. E onde entra o advogado? Muitas pessoas imaginam que o advogado só aparece depois que tudo já aconteceu e quando é necessário entrar com um processo, mas não necessariamente; o advogado pode atuar desde o início, orientando a vítima ou a família sobre a preservação das provas, analisando documentos, acompanhando os desdobramentos da ocorrência, avaliando as responsabilidades envolvidas e indicando quais medidas jurídicas podem ser adotadas. Também pode buscar uma solução extrajudicial quando isso for possível e, quando necessário, atuar judicialmente para buscar a responsabilização e a reparação dos prejuízos sofridos; em casos com vítima fatal, essa orientação pode ser ainda mais importante, pois a família está vivendo um momento de dor e nem sempre consegue pensar com clareza sobre documentos, provas, prazos e procedimentos. Ter orientação jurídica pode ajudar a preservar direitos que, naquele momento, podem passar despercebidos; mais do que iniciar um processo, o advogado pode ajudar a família a compreender o que aconteceu, quais são os caminhos possíveis e quais providências precisam ser tomadas. Mas existe algo que vai além do Direito. Um acidente pode acontecer, ninguém está livre de cometer um erro no trânsito, e a responsabilidade de cada pessoa deverá ser apurada de acordo com os fatos e com as provas; mas, quando alguém percebe que outra pessoa está ferida, existe uma obrigação que não deveria depender apenas do medo das consequências. É preciso parar e ajudar. Não é necessário conhecer a vítima, não é necessário saber quem ela é; naquele momento, existe uma vida precisando de socorro. Fugir não apaga o que aconteceu e não impede que os fatos sejam apurados; nenhum processo devolve uma vida, nenhuma indenização apaga a dor de uma família, mas o Direito pode ajudar a buscar responsabilidade, reparação e justiça. No trânsito, todos estamos sujeitos a acidentes. Mas ninguém deveria estar sujeito ao abandono. Prestar socorro é um dever legal, mas, antes de tudo, é um dever de humanidade. Diogo Fernandes Colunista em Justiça & Sociedade, MT Urgente News Advogado, fundador do escritório Diogo Fernandes Advocacia
Polícia Civil combate à pornografia infantil na internet em MT
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, em parceria com a Polícia Federal, a nona edição da Operação CESIN, na manhã desta quarta-feira (2.9), para cumprir ordens judiciais com o objetivo de combater a pornografia infantil pela internet. Os trabalhos também integram a Operação Nacional Proteção Integral V, coordenada pela Polícia Federal e executada em diversos estados do país, para identificar e responsabilizar investigados por crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes. Em Mato Grosso, são cumpridas quatro ordens judiciais, sendo dois mandados de busca e apreensão e dois de quebra de sigilo telemático, deferidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI). Os mandados têm como alvo dois investigados por armazenamento de conteúdo de violência sexual infantil, crime previsto no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). As ordens judiciais são cumpridas na cidade de Juína e contam com o apoio da equipe da Delegacia Regional do município. As investigações foram iniciadas após a equipe da DRCI receber denúncias sobre dois moradores de Juína, que estariam armazenando imagens de abuso sexual infantojuvenil, envolvendo principalmente crianças. Com o avanço das investigações, foi possível chegar à identidade e à localização dos suspeitos, e a representação pelas ordens judiciais foi feita pela Polícia Civil, sendo posteriormente deferidas pela Justiça. O objetivo da operação é apreender dispositivos eletrônicos utilizados pelos investigados, que possam contribuir para o avanço das investigações, assim como para a identificação de outros possíveis envolvidos. CESIN O nome da operação faz referência à sigla CESIN, que significa Combate à Exploração Sexual Infantil, trabalho investigativo constante na Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI). Operação Proteção Integral A Operação Nacional Proteção Integral V, coordenada pela Polícia Federal, dá continuidade às ações realizadas nas operações nacionais Proteção Integral I, II, III e IV, deflagradas em 2025 e 2026, e na Operação Nacional Guardião Digital, realizada em março deste ano. A operação tem como foco a repressão a crimes relacionados ao armazenamento, compartilhamento, comercialização e produção de material de abuso sexual infantojuvenil, com atuação integrada entre as forças policiais. Participaram desse esforço conjunto, além da Polícia Federal, as Polícias Civis dos Estados de Alagoas, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
Sema-MT abre concurso para cadastro de reserva com vagas em 25 áreas de nível superior
Edital foi publicado nesta quarta-feira (2); inscrições começam em 17 de setembro e provas objetiva e discursiva estão previstas para dezembro A Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) publicou, nesta quarta-feira (2), o edital de concurso público para formação de cadastro de reserva em cargos de nível superior. Organizado pela Fundação Cesgranrio, o certame contempla as carreiras de Analista de Meio Ambiente e Analista de Desenvolvimento Econômico e Social, com jornada de 40 horas semanais. As inscrições estarão disponíveis entre os dias 17 de setembro e 14 de outubro. A primeira etapa da seleção será composta por prova objetiva, enquanto a segunda contará com prova discursiva, ambas de caráter eliminatório e classificatório. As avaliações estão previstas para o dia 13 de dezembro. Para avançar à prova discursiva, o candidato deverá alcançar aproveitamento superior a 60% do total de pontos da prova objetiva, além de não zerar nenhuma das disciplinas previstas no exame. Na carreira de Analista de Meio Ambiente, o concurso contempla formações em Arquitetura, Biologia, Engenharia Agronômica ou Agronomia, Engenharia Ambiental, Engenharia Sanitária, Engenharia Sanitária e Ambiental ou Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia Civil, Engenharia de Minas, Engenharia Elétrica, Engenharia Florestal, Engenharia Geológica ou Geologia, Engenharia Hídrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Química ou Química, Geografia, Medicina Veterinária e Turismo. Já para Analista de Desenvolvimento Econômico e Social, podem participar profissionais formados em Administração, Tecnologia da Informação, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Publicidade e Propaganda, Direito, Economia, Psicologia, Serviço Social e Sociologia. As oportunidades são destinadas à sede da Sema, em Cuiabá, e às Diretorias de Unidades Desconcentradas distribuídas pelos municípios de Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Confresa, Guarantã do Norte, Juína, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra. O edital completo, com todas as informações sobre requisitos, conteúdo das provas, cronograma e procedimentos para inscrição, está disponível no Diário Oficial do Estado.
Imprensa já pode se credenciar para coletiva no lançamento da campanha de Max em Cuiabá
Arrancada 20000 será realizada na quarta-feira (9), na Musiva; credenciamento segue aberto até terça-feira (8) Está aberto o credenciamento de imprensa para a coletiva que será realizada durante a Arrancada 20000, lançamento da campanha à reeleição do deputado estadual Max Russi (Podemos) em Cuiabá. O evento será realizado na quarta-feira (9), a partir das 19h, na Musiva. Jornalistas, repórteres fotográficos, cinegrafistas e demais profissionais de comunicação interessados em participar da coletiva de imprensa com Max Russi e os demais candidatos presentes no evento poderão solicitar o credenciamento até terça-feira (8), véspera do lançamento. Para se credenciar basta clicar neste link e informar nome completo, empresa ou veículo de comunicação, função, número do registro profissional, e-mail e telefone. SERVIÇO O quê: Arrancada 20000 – lançamento da campanha de Max Russi Quando: quarta-feira, 9 de setembro, a partir das 19h Onde: Musiva, Cuiabá Credenciamento para a coletiva de imprensa: até terça-feira, 8 de setembro NESTE LINK Dados necessários: nome, empresa/veículo, função, registro profissional, e-mail e telefone
Mato Grosso terá semana de chuva, temporais e ventos de até 90 km/h
Mudanças no tempo aumentam o risco de raios, rajadas e ocorrências na rede elétrica; Energisa orienta população a redobrar os cuidados durante as tempestades Mato Grosso deve enfrentar uma semana de instabilidade climática, com previsão de chuva, descargas atmosféricas e ventos fortes em diferentes regiões do estado. A mudança nas condições do tempo começou a ser percebida nesta terça-feira (1º), com a atuação de uma frente fria que aumentou a nebulosidade e elevou a possibilidade de precipitações no centro-sul, principalmente na região de Rondonópolis. A previsão indica chuva de intensidade leve a moderada e rajadas de vento entre 30 e 55 km/h na regional de Rondonópolis, com possibilidade de ocorrência de raios. Em Barra do Garças, as temperaturas devem permanecer elevadas, mantendo o consumo de energia em alta devido ao maior uso de aparelhos de refrigeração. Em Cuiabá, os termômetros podem chegar aos 35°C. Nesta quarta-feira (2), a instabilidade deve avançar para a região central de Mato Grosso. Nos dias seguintes, a tendência é de redução das áreas de chuva, que devem ocorrer de maneira mais localizada. O cenário, porém, volta a se intensificar a partir de sexta-feira (4), quando a chegada de uma nova frente fria poderá favorecer a formação de temporais, raios e ventos de até 90 km/h, especialmente nas regiões de Barra do Garças, Cáceres e Metropolitana. Diante da previsão, a Energisa alerta para os riscos provocados pelas condições climáticas sobre a rede elétrica. Chuvas fortes e ventos intensos podem derrubar árvores, lançar objetos contra os cabos, romper fios e danificar estruturas, aumentando a possibilidade de interrupções no fornecimento de energia. O coordenador do Centro de Operação da Energisa Mato Grosso, Murilo Castilho, explica que as equipes da concessionária permanecem preparadas para atender eventuais ocorrências, mas ressalta que a população também precisa adotar medidas preventivas. Segundo ele, durante os temporais, é fundamental manter distância de qualquer estrutura da rede elétrica que apresente danos e comunicar imediatamente a empresa. As altas temperaturas previstas para algumas regiões também exigem atenção dos consumidores. O calor tende a elevar o uso de equipamentos como ar-condicionado, ventiladores e refrigeradores, aumentando a demanda por energia, principalmente nos horários de maior consumo. A recomendação é utilizar os aparelhos de maneira consciente e evitar o funcionamento simultâneo de equipamentos de alta potência, como ar-condicionado, chuveiro elétrico e ferro de passar. Durante tempestades, a orientação é não se aproximar de fios rompidos, postes ou demais estruturas danificadas, mesmo quando não houver sinais aparentes de eletricidade. Em caso de queda de árvores sobre a rede, a população não deve tentar remover galhos ou objetos por conta própria. Também é recomendado evitar o uso de equipamentos elétricos conectados à tomada durante a ocorrência de raios, além de suspender atividades em telhados, fachadas ou áreas próximas à rede elétrica enquanto houver chuva intensa ou ventos fortes. Brincadeiras com pipas e objetos que possam atingir os fios devem ser evitadas. Em situações de alagamento, o disjuntor geral da residência pode ser desligado, desde que isso possa ser feito com segurança e sem contato com áreas molhadas. Ao identificar um cabo caído, a orientação é manter distância, impedir a aproximação de outras pessoas e acionar imediatamente a Energisa pelos canais oficiais. “Mesmo que não haja faísca ou sinal aparente de energia, o fio pode estar energizado e oferecer risco de choque elétrico”, reforça Murilo Castilho, destacando que a distância segura da rede elétrica deve ser mantida durante e após os temporais.