Policiais militares da Força Tática do 7º Comando Regional prenderam um integrante de facção criminosa, de 21 anos, por tráfico de drogas e porte ilegal de arma, na madrugada deste domingo (2.11), em Barra do Bugres. Com o homem, foram apreendidas porções de cocaína, pasta base e maconha, além de munições e uma arma de fogo. Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da Força Tática recebeu denúncia sobre uma situação de venda de entorpecentes em um bar, no bairro Pronave. Segundo as informações, o responsável pelo tráfico de drogas no local também estaria com uma arma de fogo e afirmando ser membro de uma facção criminosa. Os militares foram ao endereço informado e confirmaram os fatos. Os policiais iniciaram a abordagem e o suspeito tentou fugir para dentro do bar, sendo detido rapidamente. Na revista pessoal a ele, foram localizados o revólver de calibre 32 e todos os entorpecentes apreendidos. Questionado pela PM, o homem afirmou ter vindo da cidade de Cuiabá a mando da facção para também cometer crimes contra faccionados rivais de Barra do Bugres. Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido, com todo o material apreendido, para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências cabíveis. Disque-denúncia A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Racha político em Mato Grosso: Jayme Campos e Pivetta travam disputa silenciosa pelo poder
Nos bastidores do Palácio Paiaguás, o clima é de tensão. Vaidade, ambição e estratégia marcam a disputa por espaço dentro do grupo que comanda o Estado. Por Alex RabeloJornalista e Analista Político – MT Urgente NewsPublicado em 3 de novembro de 2025 — Atualizado às 09h40 O tabuleiro político de Mato Grosso está se movendo — e com força. O que antes parecia uma aliança sólida entre as principais lideranças do governo agora dá sinais de desgaste.De um lado, o senador Jayme Campos (União Brasil); do outro, o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos).Ambos têm peso político, influência e história, mas também carregam o mesmo objetivo: chegar ao comando do Palácio Paiaguás em 2026. Nos corredores da política, o que se comenta é claro — a disputa já começou, ainda que em silêncio. União rachada e jogo de poder O partido que sustenta a base do governo, o União Progressista (UP), vive um momento de turbulência.Jayme Campos, experiente e de discurso firme, defende que o partido mantenha autonomia e espaço nas decisões.Do outro lado, Pivetta cresce politicamente, amparado pelo governador Mauro Mendes e agora com o apoio declarado de Jair Bolsonaro (PL), o que fortalece ainda mais seu nome na corrida sucessória. A tensão é visível — e há quem diga que, por trás das falas diplomáticas, já existe um embate pelo controle do maior grupo político do Estado. “No mundo político, quando o ego fala alto, o diálogo perde espaço. E em Mato Grosso, os sinais de vaidade estão cada vez mais claros”, analisa um observador próximo ao Palácio Paiaguás. O papel do PL e o risco de implosão O Partido Liberal (PL), que oficialmente tem Wellington Fagundes como pré-candidato ao governo, vive o mesmo dilema.Parte do partido já se aproxima de Pivetta, criando um cenário de racha inevitável. Prefeitos das duas maiores cidades do Estado — Cuiabá e Várzea Grande, ambos do PL — enfrentam crises administrativas e queda de popularidade, o que acende o alerta entre as lideranças nacionais e enfraquece a base liberal em Mato Grosso. Como se diz nos bastidores: “Dinheiro não falta. O que falta é gestão e unidade.” Jayme Campos endurece o tom Jayme Campos vem adotando uma postura cada vez mais crítica e independente.Nas últimas semanas, o senador deu declarações que soaram como recados diretos ao governo e aos aliados. “Temos que tirar muita coisa debaixo do tapete. A sociedade precisa saber o que realmente acontece”, disse Jayme em tom firme. A frase repercutiu entre aliados e adversários, reforçando a percepção de que o senador está disposto a ir para o embate — mesmo que precise mudar de partido para garantir legenda e disputar o governo em 2026. Conhecido por sua personalidade combativa, Jayme aposta em seu histórico político e no apoio popular que mantém em várias regiões do Estado.Entre os aliados, o apelido “Jayme Campos do povo” voltou a circular com força. Vaidade, estratégia e o futuro do grupo Enquanto Jayme Campos desafia as amarras do partido, o grupo de Pivetta trabalha silenciosamente.O vice-governador mantém ritmo intenso de articulações, ampliando alianças regionais e consolidando sua imagem como herdeiro político de Mauro Mendes. O movimento é estratégico e planejado — mas exige equilíbrio.Qualquer erro pode transformar a base aliada em um campo minado. “Caititu fora do bando vira comida de onça”, diz um experiente articulador político, lembrando que quem insistir em andar sozinho pode acabar fora do jogo. O que está por vir Com as eleições de 2026 se aproximando, o desafio da base governista é manter a unidade antes que os egos e ambições individuais provoquem um rompimento irreversível.Se Jayme e Pivetta seguirem caminhos diferentes, a oposição pode ser a grande beneficiada. O jogo político em Mato Grosso está apenas começando — e promete ser um dos mais acirrados da história recente do Estado. 📰 MT Urgente News — Política, poder e bastidores sem filtro.✍️ Por Alex Rabelo – Jornalista e Analista Polít
Fiscalização da Operação Lei Seca prende 14 condutores e remove 27 veículos em Cuiabá
Duas edições da Operação Lei Seca realizadas em Cuiabá, na madrugada deste domingo, (02.11), resultaram na prisão de 14 condutores e remoção de 27 veículos, sendo 23 carros e três motocicletas. As ações ocorreram simultaneamente na Avenida Beira Rio, no Bairro Praeiro, em pontos diferentes, porém próximos, com abordagens de condutores que trafegavam nos dois sentidos da pista. Das 14 prisões, dois motoristas não tinham habilitação, o que agrava a penalidades da atuação criminal da embriaguez ao volante(artigo 306 do Código de Trânsito), conforme prevê o artigo 298, da mesma legislação. De acordo com o relatório divulgado, 89 veículos foram fiscalizados e 93 testes de alcoolemia realizados (dois condutores fizeram o teste antes de assumir a direção do carro de quem apontou consumo de álcool). As operações foram iniciadas por volta das 3h da madrugada e se estenderam até às 6h, resultando, ainda, na aplicação de 46 multas por consumo de álcool, falta de Carteira Nacional de Habilitação (CNH), confiar a direção do veículo a pessoas não habilitadas, licenciamento obrigatório, entre outras irregularidades. Nos casos de prisões por embriaguez, além da autuação criminal com exigência do pagamento de fiança para responder pelo crime em liberdade, a multa inicial é de R$ 2,9 mil, podendo chegar a R$ 5,8 mil em caso de reincidência, além da suspensão da CNH, entre outras implicações legais. A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Nesta edição, foram empregadas equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Corpo de Bombeiros de Mato Grosso (CBM-MT), Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.
Lúdio Cabral defende ações na Justiça para devolver dinheiro cobrado indevidamente em empréstimos consignados
Deputado elogia decreto que suspende cobranças, mas alerta: “só decisão judicial vai garantir que o servidor tenha o dinheiro de volta.” Por Redação MT Urgente NewsPublicado em 31 de outubro de 2025 — Atualizado às 11h45 O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) avaliou como positiva a aprovação do decreto legislativo que suspende por 120 dias (quatro meses) as cobranças dos empréstimos consignados feitos por servidores públicos do Executivo e do Legislativo de Mato Grosso. A medida foi aprovada pela Assembleia Legislativa (ALMT) após denúncias de possíveis fraudes cometidas por empresas financeiras, e deve beneficiar milhares de servidores endividados. Apesar de apoiar a decisão, Lúdio destacou que a suspensão é apenas um passo inicial e que ações na Justiça são essenciais para resolver definitivamente o problema e garantir a devolução dos valores pagos indevidamente. “O decreto suspende as empresas que usaram essa modalidade fraudulenta de empréstimo consignado, que é o cartão de crédito disfarçado. Mas, na minha opinião, o drama dos consignados só será resolvido na Justiça. O governo e o Ministério Público precisam acionar essas empresas judicialmente para anular juros, multas e devolver o que o servidor pagou sem dever”, afirmou o deputado. Entenda o que o decreto faz O Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 13/2025, de autoria do deputado Wilson Santos (PSD), suspende temporariamente os efeitos financeiros e operacionais dos contratos de: Cartão de crédito consignado; Cartão de benefício consignado; Crédito Direto ao Consumidor (CDC); Outras operações com desconto em folha ou conta corrente que ultrapassem 35% do salário líquido; Operações não registradas corretamente no Sistema Registrato do Banco Central. Durante o período de suspensão, as cobranças não podem ser feitas — o que deve aliviar a situação de milhares de servidores que estavam sendo vítimas de cobranças abusivas e contratos irregulares. Fraudes sob investigação O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) já entrou com uma ação civil pública contra o Grupo Capital Consig, uma das empresas investigadas.O processo se baseia em informações levantadas por uma força-tarefa que reúne Procon-MT, Controladoria-Geral do Estado (CGE), Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), Polícia Civil e Procuradoria Geral do Estado (PGE). As investigações apontam que as empresas enganavam os servidores, oferecendo cartões de crédito como se fossem empréstimos tradicionais, cobrando juros altíssimos e comprometendo boa parte do salário dos funcionários públicos. Lúdio alerta para o risco de novas cobranças Lúdio Cabral destacou que, sem decisão judicial definitiva, as empresas podem retomar as cobranças após o fim da suspensão, com mais juros e multas. “Essas instituições têm fôlego para esperar meses e depois voltam cobrando ainda mais. A suspensão é importante, mas precisamos de uma ação judicial firme para anular essas cobranças abusivas e devolver o dinheiro ao servidor”, reforçou o parlamentar. O deputado concluiu dizendo que a luta agora é judicial, e que o governo e o Ministério Público devem agir rápido para encerrar as fraudes e reparar os prejuízos sofridos pelos servidores. 📰 MT Urgente News — Informação com clareza e credibilidade para o servidor público.
Polícia prende idoso que matou a ex-mulher com facadas
Após três dias de buscas, A Polícia Judiciária Civil (PJC) localizou o autor do assassinato de Antonieta Barroso dos Santos, de 51 anos, em Lucas do Rio Verde (333km de Cuiabá), ocorrido na última quarta-feora (29). O homem foi preso pela Polícia Civil, no final da tarde de sexta-feira (31), em uma região de mata no município. O suspeito, de 61 anos, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça embasada na investigação da Delegacia de Lucas do Rio Verde, para esclarecer o crime que vitimou Antonieta Barroso dos Santos, de 51 anos. Durante as diligências um inquérito policial foi instaurado e o suspeito foi qualificado, com ajuda da Delegacia Regional de Nova Mutum. A Polícia Civil representou pelo pedido de prisão do investigado por homicídio qualificado (feminicídio), que foi deferido pelo Poder Judiciário da Comarca local na sexta-feira (31). O crime Na madrugada de quarta-feira (29), a vítima, Antonieta Barroso dos Santos, de 51 anos, foi morta por golpes de faca desferidos pelo ex-marido, de 61 anos. A filha do casal relatou que o suspeito rompeu a grade que dá acesso à área dos fundos da casa da vítima, arrombou a porta da cozinha e, em seguida, a porta do quarto em que a ex-esposa estava. Assim que encontrou Antonieta, o homem começou a agredir a ex-esposa com uma faca na região do pescoço. As agressões começaram no quarto e terminaram na cozinha. Após o crime, ele fugiu em uma motocicleta Honda Bros vermelha. Ao tentar defender a mãe, a filha do casal ficou com lesões nas mãos. Outros familiares afirmaram à polícia que o suspeito já havia ameaçado a vítima dias antes, enviando a fotografia de uma faca, e que os dois estavam separados há cerca de um ano, mas o suspeito não aceitava o fim do relacionamento. Mandado cumprido Após ser localizado e preso, o autor do feminicídio foi conduzido até a Delegacia de Lucas do Rio Verde para as providências cabíveis, sendo posteriormente apresentado e colocado à disposição do Poder Judiciário. Fonte: gazeta digital
PM prende homem por dirigir alcoolizado e fazer disparos de arma de fogo em Itanhangá
A Polícia Militar prendeu um homem de 26 anos por embriaguez ao volante, disparo e porte ilegal de arma de fogo, na madrugada deste sábado (1.11), no município de Itanhangá. O suspeito foi preso em flagrante após efetuar disparos com um revólver em via pública e fugir da abordagem da PM. As equipes policiais receberam denúncias sobre uma sequência de tiros que haviam sido disparados, no bairro Osório. Imediatamente, os policiais seguiram até a região em busca do suspeito e esclarecimento do crime. Durante o trabalho de rondas, os militares ouviram novos disparos e seguiram em direção aos barulhos dos tiros, onde visualizaram um veículo Chevrolet Vectra prata, que fugiu em alta velocidade ao encontrar as viaturas da PM. Os policiais iniciaram acompanhamento e flagraram o homem arremessando um objeto pela janela do carro. Ele foi abordado e retornou com a PM até o local onde havia jogado o material, sendo um revólver de calibre 38 carregado com seis munições. O suspeito também foi submetido a teste de alcoolemia, com resultado de 0,92 mg/L, constatando álcool no organismo. O homem recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia de Tapurah para registro da ocorrência e demais providências.
Federação PRD–Solidariedade fecha apoio a Pivetta e fortalece aliança com Mauro Mendes para 2026
Articulação conduzida por Mauro Carvalho consolida base de apoio ao vice-governador e reforça o projeto de continuidade do grupo político que governa Mato Grosso. Por Alex Rabelo Jornalista e Analista Político Publicado em 31 de outubro de 2025 — Atualizado às 09h20 A manhã desta quinta-feira (30) foi marcada por um importante movimento político no Palácio Paiaguás.A cúpula nacional da Federação PRD–Solidariedade se reuniu com o governador Mauro Mendes (União Brasil) e o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) para oficializar o apoio à pré-candidatura de Pivetta ao Governo de Mato Grosso e ao projeto de Mendes ao Senado Federal nas eleições de 2026. O encontro contou com a presença do presidente estadual da federação, Mauro Carvalho, do presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força, e do presidente nacional do PRD, Ovasco Resende.O grupo confirmou o apoio formal à aliança política e adiantou que o PRD–Solidariedade também estará no palanque de Mauro Mendes, fortalecendo a base do governo estadual. Articulação construída com estratégia e diálogo De acordo com Mauro Carvalho, o encontro coroou um trabalho de articulação iniciado há cerca de 30 dias, com o objetivo de alinhar agendas e consolidar o apoio da federação à sucessão de Mauro Mendes. “Essa visita é resultado de um trabalho intenso de conciliação e diálogo. A federação está fechada com Pivetta para o governo e com Mauro Mendes para o Senado, caso ele confirme a candidatura. É um dia histórico para a federação e para Mato Grosso”, afirmou Carvalho. Segundo ele, o grupo já discute a formação das chapas proporcionais e a construção de um arco de alianças sólido, que deve incluir também tratativas sobre a segunda vaga ao Senado, suplências e a composição da vice-governadoria. “Fechamos uma chapa ampla para estadual e estamos finalizando a federal. Também iremos tratar da segunda vaga de Senado e da composição da vice. É um projeto coletivo e muito bem estruturado”, destacou. Apoio nacional reforça força política de Pivetta O presidente nacional do PRD, Ovasco Resende, elogiou o desempenho de Mauro Mendes e a gestão de Pivetta, destacando que o grupo já vinha se aproximando do governo estadual desde 2024. “O governador é um grande parceiro e tem feito uma gestão de resultados. Estamos consolidando a federação com o apoio do Pivetta e fortalecendo nossa presença nas chapas estaduais e federais. Esse alinhamento político dá força ao projeto e amplia o espaço da federação em Mato Grosso”, afirmou Ovasco. O presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força, também reforçou que o acordo representa uma aliança estratégica com foco na continuidade administrativa e no crescimento econômico do estado. Pivetta ganha corpo e consolida o caminho da sucessão Com o acordo, o vice-governador Otaviano Pivetta passa a reunir o apoio formal de mais uma federação partidária, ampliando seu grupo e se consolidando como o nome mais forte para suceder Mauro Mendes em 2026. O movimento também fortalece o plano do governador de disputar uma vaga no Senado Federal, garantindo uma base política estruturada e uma aliança que combina máquina administrativa, articulação nacional e unidade partidária. Fontes próximas ao Palácio Paiaguás avaliam que a costura conduzida por Mauro Carvalho foi decisiva para o alinhamento e que a entrada do PRD–Solidariedade dá volume e representatividade ao projeto político, ampliando as chances de vitória do grupo nas urnas. “O cenário está sendo construído com diálogo, seriedade e planejamento. O apoio da federação é mais um passo para consolidar um palanque forte, capaz de eleger Pivetta e garantir a continuidade do trabalho que transformou Mato Grosso nos últimos anos”, avaliou um aliado próximo do governador. A força da base governista Com o apoio da federação, o grupo de Mauro Mendes soma agora União Brasil, Republicanos, PRD, Solidariedade e PSD em torno de um projeto comum.A expectativa é que novas siglas se unam à base até o início de 2026, formando uma das coligações mais amplas do estado. O movimento reforça o discurso de continuidade e estabilidade administrativa, além de fortalecer a pré-campanha de Pivetta com o respaldo de partidos que possuem presença consolidada em prefeituras, câmaras municipais e bases regionais. A articulação selada nesta quinta-feira representa um avanço significativo para o grupo de Mauro Mendes, que agora entra no período pré-eleitoral com uma base sólida, organizada e politicamente madura. Com o apoio do PRD–Solidariedade, Otaviano Pivetta ganha impulso para liderar a sucessão estadual, enquanto Mauro Mendes se fortalece como um dos nomes mais competitivos ao Senado Federal. Tudo indica que a corrida eleitoral de 2026 em Mato Grosso será marcada por estratégia, união e poder de articulação — qualidades que, até aqui, têm definido o sucesso do grupo político que comanda o Estado. 📰 MT Urgente News – Informação com credibilidade e bastidores da política mato-grossense.
STF confirma validade de lei que proíbe benefícios fiscais a empresas que aderirem à Moratória da Soja em Mato Grosso
Decisão garante que, a partir de 2026, o Estado poderá negar incentivos e terrenos públicos a empresas que sigam o acordo da Moratória da Soja. Por Redação MT Urgente NewsPublicado em 30 de outubro de 2025 — Atualizado às 13h15 O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para validar a lei estadual que proíbe o governo de Mato Grosso de conceder benefícios fiscais ou terrenos públicos a empresas que aderirem à Moratória da Soja.A decisão consolida o entendimento de que o Estado tem autonomia para decidir com quais políticas ambientais e comerciais quer se alinhar, e passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2026. O julgamento foi concluído com 7 votos favoráveis e 2 contrários. O que o STF decidiu O ministro Flávio Dino, relator do caso, votou pela validade da lei e foi seguido pela maioria dos ministros — entre eles Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Dias Toffoli.O presidente do STF, Edson Fachin, foi um dos que votaram contra. Segundo o entendimento do Supremo, as empresas são livres para aderir à Moratória da Soja, mas o Estado não é obrigado a conceder incentivos fiscais ou terrenos públicos para companhias que atuem em desacordo com as políticas estaduais de incentivo à produção agropecuária. Em resumo:👉 As empresas podem seguir a Moratória, mas quem seguir o acordo não poderá receber incentivos ou terrenos do governo estadual. O que diz a lei de Mato Grosso A lei estadual, agora validada pelo STF, proíbe o governo de oferecer isenções fiscais ou concessões de áreas públicas a empresas que participem de acordos ou compromissos — nacionais ou internacionais — que imponham restrições à expansão da agropecuária em áreas que não são de preservação ambiental. A regra também prevê punições para quem descumprir a determinação: Perda imediata dos benefícios fiscais; Anulação da concessão de terrenos públicos; Devolução dos valores e possíveis indenizações pelo uso indevido das áreas. Entenda o histórico da decisão A lei havia sido suspensa em dezembro de 2024 por uma liminar (decisão temporária) do ministro Flávio Dino.Em abril deste ano, ele revogou a própria liminar, restabelecendo o artigo 2º da lei, que trata especificamente da proibição de benefícios para empresas ligadas à Moratória da Soja. Agora, com o julgamento finalizado no STF, a decisão ganha força definitiva e passa a valer em todo o Estado a partir de 2026. O que é a Moratória da Soja A Moratória da Soja é um acordo firmado em 2006 por empresas exportadoras e organizações ambientais.O pacto impede a compra de soja produzida em áreas desmatadas da Amazônia, mesmo que o desmate tenha ocorrido de forma legal. Empresas signatárias do acordo se comprometem a comprar apenas soja de áreas consideradas “livres de desmatamento”.Em Mato Grosso, o tema divide opiniões: Ambientalistas defendem a iniciativa como ferramenta de proteção da Amazônia; Produtores rurais argumentam que o acordo trava o desenvolvimento e penaliza áreas produtivas que estão fora de zonas de preservação. O que muda na prática Com a decisão do STF, Mato Grosso poderá recusar incentivos fiscais e cessões de terras públicas a empresas ligadas à Moratória da Soja, fortalecendo o discurso de que o Estado valoriza a produção dentro da lei, sem depender de acordos internacionais. A medida é vista por representantes do agronegócio como uma forma de defender a autonomia do Estado e dos produtores rurais, permitindo o avanço da produção agrícola em áreas que já possuem licenciamento ambiental válido. Por outro lado, empresas exportadoras que seguem o pacto ambiental deverão reavaliar seus investimentos e operações no estado a partir de 2026. O STF confirmou a validade da lei estadual de Mato Grosso; A norma proíbe incentivos e terrenos públicos a empresas que aderirem à Moratória da Soja; A regra começa a valer em 1º de janeiro de 2026; O Estado reforça sua autonomia sobre políticas agrícolas e fiscais; A decisão deve impactar diretamente as exportadoras e empresas do setor da soja. MT Urgente News — Informação clara, direta e sem rodeios.
Corpo de Bombeiros socorre vítima após capotamento em Sinop
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atendeu, na tarde desta quarta-feira (29.10), uma vítima de acidente de trânsito envolvendo um capotamento na estrada Atlântica, em Sinop (a 481 km de Cuiabá). Segundo informações colhidas no local, a motorista perdeu o controle do veículo, que capotou e caiu em uma valeta. No local, a equipe do 4º Batalhão Bombeiro Militar (4º BBM) verificou que a vítima ainda estava dentro veículo. A vítima relatou apresentar dores na região da clavícula e em um dos joelhos. Antes do início do atendimento, foi necessário estabilizar o veículo com calços e o auxílio do gancho frontal da viatura, garantindo a segurança da operação. Em seguida, os bombeiros realizaram a imobilização e retirada cuidadosa da vítima do interior do veículo. Após realizar os procedimentos de atendimento pré-hospitalar e a estabilização da vítima no local, a equipe encaminhou a motorista ao Hospital Regional Sinop para avaliação e cuidados médicos complementares. *Sob supervisão de SD Karine Miranda
Assembleia Legislativa aprova decreto que suspende cobrança de empréstimos consignados por 120 dias em Mato Grosso
Medida protege mais de 60 mil servidores estaduais e fortalece ações do Ministério Público contra empresas investigadas por fraudes. Por Redação MT Urgente NewsPublicado em 30 de outubro de 2025 — Atualizado às 12h45 A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, por unanimidade, nesta quarta-feira (29), um Decreto Legislativo que suspende por 120 dias a cobrança de empréstimos e cartões de crédito consignados considerados irregulares, beneficiando mais de 60 mil servidores públicos estaduais. A medida, liderada pelo presidente Max Russi (Podemos) e de autoria dos deputados Janaina Riva (MDB) e Wilson Santos (PSD), reforça o compromisso da Casa com a defesa dos servidores e com o combate a práticas abusivas identificadas em contratos de crédito consignado. “A Assembleia cumpriu seu papel de proteger quem mais precisa. Estamos garantindo que os servidores não continuem sendo lesados enquanto as investigações avançam”, destacou o presidente Max Russi. ALMT atua junto com o Ministério Público e órgãos de controle O Decreto Legislativo 1395/2025 nasceu após o Ministério Público de Mato Grosso (MPE-MT) ingressar com uma Ação Civil Pública contra fintechs e empresas suspeitas de fraudes em consignados, entre elas a Capital Consig, investigada também pela Polícia Federal e pela CPI do INSS. De acordo com o Procon-MT, cerca de 30 mil contratos foram analisados, e todos apresentaram algum tipo de irregularidade. As apurações indicam que servidores foram enganados com empréstimos disfarçados de compras no cartão, o que gerou dívidas impagáveis e sérios prejuízos financeiros e psicológicos. “O que vimos foi uma estrutura montada para enganar o servidor, disfarçando empréstimos como se fossem compras no cartão”, explicou a promotora Valnice Silva dos Santos, responsável pela ação civil pública. O decreto suspende temporariamente todos os contratos suspeitos até a conclusão das investigações conduzidas pela Controladoria-Geral do Estado (CGE) e pela Força-Tarefa criada pelo Decreto Estadual nº 1.454/2025. O que o decreto determina Pelo texto aprovado, ficam suspensos por até 120 dias (prorrogáveis) os efeitos financeiros e operacionais dos seguintes contratos: Cartões de crédito consignado; Cartões de benefício consignado; Créditos Diretos ao Consumidor (CDC); Operações com desconto em folha que ultrapassem 35% da renda líquida do servidor; Contratos não registrados corretamente no sistema do Banco Central (Registrato). A medida não afeta descontos obrigatórios, como pensão alimentícia e ordens judiciais. Servidores endividados e colapso financeiro De acordo com o Sinpaig-MT (Sindicato dos Profissionais da Área Instrumental do Governo), a crise causada por essas operações é “irreversível” e atinge diretamente a estabilidade financeira e emocional de milhares de famílias. “O quadro é caótico e de difícil recuperação. Muitos servidores estão com mais de 20% de perda no salário real e em situação de colapso financeiro”, afirmou o presidente do sindicato, Antônio Wagner. A deputada Janaina Riva (MDB) reforçou a gravidade das irregularidades detectadas. “As investigações do Tribunal de Contas, da Decon e do Procon são claras: houve ilegalidades e má-fé. O decreto é um passo fundamental para garantir justiça aos servidores”, destacou. Como surgiu o caso As denúncias começaram após o Inquérito Civil SIMP nº 009467-001/2025, instaurado pelo Ministério Público para investigar a Capital Consig Sociedade de Crédito Direto S.A..Durante as apurações, foram descobertas outras empresas ligadas ao mesmo grupo econômico, ampliando o escândalo. Mesmo sem credenciamento para operar consignados, essas empresas acessavam indevidamente as margens salariais dos servidores.Em junho, o Governo do Estado já havia proibido temporariamente novas operações das fintechs ABC Card, Cartos, ClickBank, Bem Cartões e Capital Consig, com base nas irregularidades detectadas pela Força-Tarefa e pela Seplag. Próximos passos Com o decreto aprovado, a ALMT se torna parte ativa na proteção dos servidores, ao lado do Ministério Público, Procon, Tribunal de Contas e Polícia Civil.A Força-Tarefa Estadual continuará cruzando dados e analisando denúncias no Sistema Revisa Consignações, priorizando casos de fraudes, juros abusivos e contratos irregulares. “Essa é uma vitória dos servidores e da boa política. A Assembleia está ao lado do cidadão e vai continuar acompanhando o caso até o fim”, reforçou Max Russi, presidente da ALMT. O decreto representa um alívio temporário para milhares de famílias que enfrentam o drama das dívidas fraudulentas e marca uma atuação conjunta entre Assembleia Legislativa, Ministério Público e Governo do Estado.Enquanto as investigações seguem, as cobranças ficam suspensas, e o Estado avança em busca de justiça e transparência no sistema de crédito consignado. 📰 MT Urgente News – Informação com credibilidade e velocidade.