A | A Ação conjunta das Forças Táticas do 1º e 6º Comandos Regionais da Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na apreensão de 19 tabletes de pasta base de cocaína, nesta terça-feira (28.10), em Várzea Grande. Na ação, um homem, de 38 anos, foi preso em flagrante por tráfico ilícito de drogas. Por volta de 10h45, durante patrulhamento conjunto das forças de segurança, as equipes policiais seguiram até a um posto de gasolina, na rodovia dos Imigrantes, e realizaram abordagem a um Fiat Pálio branco, com suspeita de transporte de ilícitos. Nas buscas ao carro, os policiais localizaram uma caixa térmica, no porta-malas, onde estavam os 19 tabletes de pasta base de cocaína. Os policiais verificaram ainda que as drogas estavam em meio a quantidades de café, para disfarçar o odor do entorpecente. O suspeito motorista do carro foi identificado e recebeu voz de prisão em flagrante. Não foi informado por ele qual seria a origem ou destino do transporte das drogas. O homem foi conduzido para a Central de Flagrantes para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências necessárias. Disque-denúncia A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Brasil abre 6 novos mercados e retoma exportações após missão à Ásia
Acordos firmados na Indonésia e na Malásia reforçam a diplomacia agrícola e ampliam oportunidades para o agronegócio nacional. Por Alex Rabelo — Jornalista A missão oficial do Governo Federal à Ásia, liderada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, consolidou avanços importantes para o agronegócio brasileiro. Entre os dias 23 e 28 de outubro, a comitiva visitou Indonésia e Malásia, resultando na abertura de seis novos mercados, retomada de exportações estratégicas e assinatura de acordos bilaterais de cooperação técnica e científica. Com os novos avanços, o Brasil já soma 466 mercados abertos desde o início do atual governo, reforçando o papel do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) como protagonista da diplomacia agropecuária e motor da expansão comercial do país. Novos mercados e oportunidades Em Kuala Lumpur, capital da Malásia, o Brasil garantiu a abertura de seis novos mercados para exportação: Pescados extrativos e de cultivo; Gergelim; Ovo em pó; Melões do Ceará e do Rio Grande do Norte; Maçãs do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Além disso, foi retomada a exportação de carne de frango ao país, com atualização do protocolo sanitário que reduziu o prazo de suspensão por Influenza Aviária de 12 para três meses. A Malásia também antecipou para novembro a auditoria que pode habilitar novos frigoríficos de carne suína, ampliando o potencial de negócios entre os dois países. Cooperação científica e inovação agropecuária Outro ponto de destaque foi a assinatura de um acordo de cooperação técnica entre o MAPA, a Embrapa e o Instituto de Pesquisa Agrícola da Malásia (MARDI).A parceria prevê projetos conjuntos nas áreas de biotecnologia e nanotecnologia, além de intercâmbio técnico em cadeias produtivas estratégicas como sorgo, soja, milho e coco. Segundo o ministro Carlos Fávaro, o acordo reforça a capacidade do Brasil de liderar não apenas na produção, mas também em tecnologia e sustentabilidade: “O mundo reconhece a qualidade do nosso agro. Agora estamos expandindo também o conhecimento e a inovação que tornam nossa agricultura uma das mais competitivas e sustentáveis do planeta.” Exportações à União Europeia e avanços com a Indonésia Durante a missão, o Brasil também recebeu a confirmação da retomada do pré-listing para exportações de carne de frango à União Europeia, suspenso desde 2018.O novo sistema permitirá que frigoríficos que já atendam às normas sanitárias europeias exportem sem necessidade de auditorias individuais, aumentando a competitividade e agilidade do setor. Na Indonésia, as negociações avançaram para ampliar o mercado de carne bovina. O país deve realizar uma nova auditoria ainda este ano, o que pode habilitar novas plantas exportadoras brasileiras.Considerada o quarto maior mercado agropecuário do mundo, a Indonésia é vista como um destino estratégico para o crescimento das exportações brasileiras. Diplomacia e segurança alimentar A viagem também resultou em um acordo de cooperação com a autoridade quarentenária da Indonésia, estabelecendo equivalência sanitária e fitossanitária entre os dois países.O pacto prevê ainda a certificação eletrônica de produtos agropecuários, o que fortalece a confiança técnica e o intercâmbio comercial. Com isso, o Brasil reafirma seu papel como fornecedor global de alimentos seguros e sustentáveis, ao mesmo tempo em que amplia o espaço do agronegócio brasileiro nos mercados asiáticos — uma das regiões mais estratégicas do mundo em consumo e demanda alimentar. Um novo capítulo para o agro brasileiro Os resultados da missão à Ásia mostram que o Brasil segue consolidando sua posição como potência agrícola e diplomática, abrindo portas para novos mercados e fortalecendo parcerias que garantem mais oportunidades para produtores e exportadores de todo o país. “Com planejamento, cooperação e presença internacional, o agro brasileiro cresce com responsabilidade e inovação”, concluiu Fávaro.
O senador Wellington Fagundes (PL) voltou a mandar indiretas ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), afirmando que como homem público não teme deixar a sua vida política e pessoal aberta para a população mato-grossense. Fagundes revelou ainda que durante as eleições de 2014, quando se elegeu senador pela primeira vez, sofreu ataques do seu adversário da época, Rogério Salles (PSDB), e que tinha Pivetta como coordenador de sua campanha. Contudo, em 2022 estiveram juntos no mesmo palanque majoritário. Um candidato ao Senado e o outro a vice. “Quando você é candidato, você é um homem público, a minha vida privada também pode ser devassada. O homem público tem que dar satisfação de tudo”, disse ao comentar a disputa de 2024. “Na minha primeira campanha de senador e que o Pivetta era o coordenador do candidato Rogério Sales, ele foi e fez uma denúncia qualquer. E eu falei: ‘Olha, vamos então para o cartório, vocês abrem o sigilo e eu abro o meu, não só o meu, da minha família inteira. E fomos para o cartório, hora e dia marcada. Fomos lá, eu, minha esposa e meus filhos assinamos uma escritura pública de quebra de sigilo da nossa vida. E eles não foram”, completou num momento em que está sendo preterido no seu próprio partido. Questionado se isso seria um novo desafio à Pivetta, Fagundes apontou que a articulação que o vice-governador está fazendo, só o tempo irá mostrar se são ‘legítimas ou não’. “Nunca tive problemas com ele [Pivetta], eu estou falando isso agora porque ele está manifestando, ele foi no Rio de Janeiro, Bolsonaro me falou, eles foram em São Paulo. Então tá claro que ele tá fazendo as articulações.Então eu tenho que responder a um possível adversário. Mas eu não estou ofendendo ninguém. Eu estou dizendo o que eu fiz. Que eu abri o meu sigilo e estou disposto a fazê-lo. Então, portanto, o homem público ele tem obrigação de prestar contas”, pontuou. A declaração de Fagundes ocorre após o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ter revelado interesse em apoiar a candidatura de Pivetta ao governo. Pivetta tem aproveitado os períodos em que assume o governo na ausência de Mauro Mendes e intensifica sua relação com os principais prefeitos do PL no Estado, como Abilio Brunini (PL) em Cuiabá e, Flávia Moretti (PL), em Várzea Grande. Wellington afirmou que ainda não conversou com o presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto sobre o assunto. Fonte: gazeta Digital
Janaina Riva mantém discurso firme ao Senado, mas bastidores apontam possível recuo: o tabuleiro político de 2026 começa a se mover
Por Alex Rabelo – Jornalista e Analista Político | MT Urgente News CUIABÁ (MT) – A deputada estadual Janaina Riva (MDB) vive um momento decisivo na sua trajetória política.Mesmo mantendo o discurso firme de que será candidata ao Senado Federal em 2026, os bastidores indicam que a “Mulher-Maravilha da política mato-grossense” enfrenta uma série de obstáculos que podem redefinir seus planos — e até mesmo forçar um recuo estratégico para a disputa à reeleição na Assembleia Legislativa. As peças começam a se mover em um tabuleiro político cada vez mais apertado, onde as alianças, a força dos grupos e os cálculos de sobrevivência passam a falar mais alto.E tudo isso quando as eleições de 2026 ainda estão só no começo. Discurso firme, mas terreno instável Desde que assumiu o comando do MDB em Mato Grosso, Janaina Riva tem reafirmado publicamente que o partido terá candidatura própria ao Senado. “O MDB está unido, e vamos disputar com força. Não dependemos de ninguém para fazer política”, afirmou recentemente, em tom confiante. Mas, por trás dessa segurança, a realidade é bem mais complexa.Nos corredores da política estadual, cresce o número de aliados e analistas que acreditam que Janaina poderá rever sua decisão e disputar novamente uma vaga na Assembleia.O motivo? O isolamento político, o enfraquecimento interno do MDB e o cerco silencioso promovido pelo grupo do governador Mauro Mendes (União Brasil). O boicote silencioso do Palácio Paiaguás Janaina Riva se tornou um dos principais alvos políticos do governo Mauro Mendes.Desde que decidiu assumir posição independente e disputar espaços de poder, foi deixada de fora da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa (ALMT) e passou a ver suas emendas parlamentares sendo pagas a conta-gotas, diferente de outros deputados da base governista. Essa estratégia, que muitos consideram uma forma de pressão política, tem como objetivo reduzir sua influência e enfraquecer seu projeto majoritário.Apesar disso, Janaina evita embates diretos com o governador, mantendo uma postura de equilíbrio — uma marca que a consolidou como uma das líderes mais respeitadas da política estadual. MDB dividido e sem comando coeso Embora presida o MDB em Mato Grosso, Janaina enfrenta dificuldades para unificar o partido.Na Assembleia Legislativa, três parlamentares da sigla — Dr. João José, Thiago Silva e Juca do Guaraná — continuam ligados ao governo Mauro Mendes, com cargos e acordos políticos mantidos.Na votação que aprovou o reajuste de 6,38% aos servidores do Tribunal de Justiça (TJMT), por exemplo, os três votaram contra a orientação da própria presidente estadual do partido. Enquanto isso, no cenário nacional, os deputados federais Juarez Costa e Emanuelzinho articulam deixar o MDB em busca de partidos com melhores alianças e palanques para 2026.O resultado é um partido rachado, enfraquecido e com poucas perspectivas de crescimento, justamente no momento em que deveria se fortalecer para a próxima eleição. Sem palanque e sem alianças sólidas O isolamento político do MDB é um dos principais desafios de Janaina.De um lado, o grupo do governador Mauro Mendes e do vice Otaviano Pivetta (Republicanos) domina a máquina pública e se movimenta com força para manter o poder.De outro, o PL de Wellington Fagundes consolida o palanque da direita com apoio do bolsonarismo. Sem espaço nas duas frentes e com restrições internas a alianças com partidos de centro-esquerda, o MDB ficou sem palanque claro e sem campo de manobra.Isso coloca o projeto de Janaina ao Senado em uma posição delicada, sem sustentação partidária e sem alianças regionais capazes de garantir competitividade. Bastidores apostam em recuo estratégico Nos bastidores da política mato-grossense, cresce a avaliação de que Janaina pode mudar de rota.A aposta é que ela decida disputar novamente uma vaga na Assembleia Legislativa, adotando o discurso de que quer “fortalecer o MDB e puxar votos para a chapa”.Essa narrativa permitiria à deputada manter influência, preservar sua base e continuar no centro das decisões, mesmo sem concorrer a uma cadeira no Senado. “Janaina é pragmática e sabe que política se vence com estratégia. Se for para salvar o partido e garantir espaço, ela recua com classe e volta ainda mais forte”, afirmou um aliado próximo da parlamentar. A força e o desafio de ser “Mulher-Maravilha” Janaina Riva construiu sua imagem como uma líder combativa, técnica e articulada, capaz de transitar entre grupos e negociar com firmeza.Mas, neste novo cenário, enfrenta uma disputa que exige mais do que influência — exige resistência e recalculagem de rota.Ela sabe que, em política, nem sempre vence quem avança mais, mas quem sabe o momento certo de recuar. Mesmo assim, segue mantendo o discurso firme, reafirmando que será candidata ao Senado e que o MDB terá protagonismo em 2026.Nos bastidores, porém, lideranças já discutem um novo caminho para a parlamentar, com a meta de reeleger-se deputada estadual e liderar a formação da maior bancada feminina e emedebista da ALMT. 2026: o jogo apenas começou O que hoje parece indefinido é, na verdade, apenas o início de uma corrida que promete reviravoltas, alianças improváveis e disputas acirradas.Enquanto o governador Mauro Mendes trabalha pela continuidade com Pivetta, e Wellington Fagundes tenta reorganizar a direita, Janaina Riva luta para manter o MDB vivo e relevante. E, se tem algo que a história política mato-grossense já mostrou, é que nunca se deve subestimar a força e a estratégia de Janaina Riva. As eleições de 2026 ainda estão só começando — mas os movimentos que acontecem agora já definem quem estará no topo e quem ficará pelo caminho.E, mais uma vez, a “Mulher-Maravilha do MDB” se prepara para decidir o próximo capítulo da sua trajetória.
Nova regra da ANTT complica a vida de caminhoneiros autônomos e acende alerta nas estradas
Motoristas relatam prejuízos, viagens canceladas e multas automáticas após nova regulamentação. “Ficou impossível rodar”, diz autônomo que procurou o MT Urgente News. 📍 Por Alex Rabelo – Jornalista e Analista Político | MT Urgente News CUIABÁ (MT) – A recente mudança nas regras da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que passou a valer em outubro de 2025, tem gerado grande preocupação entre motoristas autônomos e transportadoras de pequeno porte.A nova regulamentação, que altera o modo como os fretes são fiscalizados e pagos, tem provocado atrasos, autuações automáticas e até paralisações de cargas, especialmente em rotas do Centro-Oeste e do Norte do país. De acordo com motoristas ouvidos pelo MT Urgente News, a mudança — que deveria aumentar a transparência no transporte rodoviário — acabou se tornando uma armadilha burocrática que atinge principalmente os profissionais que trabalham por conta própria. O que mudou na prática A Resolução 6.068/2025 da ANTT, publicada no início de outubro, trouxe duas mudanças principais: Fiscalização automática dos fretesAgora, todo o cruzamento entre o MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais) e a Tabela do Piso Mínimo de Frete é feito de forma digital e em tempo real.Isso significa que qualquer transporte realizado abaixo do valor mínimo fixado pela ANTT é automaticamente detectado pelo sistema e gera multa, sem necessidade de fiscalização presencial. Seguro obrigatório para autônomosAlém disso, a resolução tornou obrigatória a contratação de seguro de carga e responsabilidade civil também para motoristas autônomos — algo que antes era exigido apenas de transportadoras com CNPJ e frota registrada. Multas automáticas e mais custos Com a nova regra, qualquer divergência no valor do frete em relação à tabela mínima é considerada infração grave.As penalidades vão de R$ 550 a R$ 10 mil, dependendo do tipo de carga e da distância percorrida.Na prática, mesmo um frete negociado por necessidade ou retorno — quando o caminhoneiro aceita um valor menor para não voltar vazio — pode gerar multa. 📍 Exemplo prático:Antes, um motorista podia pegar um frete de R$ 3.800 de Sinop a Rondonópolis, mesmo que a tabela mínima fosse de R$ 4.200, só para garantir o retorno.Agora, o sistema detecta a diferença e aplica multa automática para o transportador, que ainda pode ser bloqueado no RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas). Além disso, o novo seguro obrigatório tem custo médio entre R$ 3.000 e R$ 5.000 por caminhão/ano, elevando o custo fixo de operação.Somando combustível, pedágio, manutenção, impostos e taxas, um caminhoneiro que antes gastava cerca de R$ 12 mil por mês, agora pode gastar até R$ 15 mil para manter o veículo rodando. Impactos no transporte e na economia As consequências já são sentidas em todo o país.Empresas e cooperativas relatam queda no número de viagens e atrasos nas entregas.O receio de multas fez com que muitos motoristas recusassem fretes de retorno, deixando rotas importantes — como as de grãos e fertilizantes — com menos caminhões disponíveis. No Mato Grosso, principal produtor de soja do Brasil, a situação é ainda mais preocupante.De acordo com representantes do setor, a nova regra pode aumentar o custo logístico da produção agrícola e reduzir a rentabilidade dos pequenos transportadores. Um levantamento informal da Federação dos Caminhoneiros Autônomos (Fecam-MT) aponta que, nas duas primeiras semanas após a mudança, cerca de 30% dos autônomos deixaram de rodar, aguardando uma posição mais clara da ANTT. Voz da estrada: “Estamos sendo punidos por tentar trabalhar” O MT Urgente News ouviu um motorista autônomo de Cuiabá que preferiu não se identificar.Ele contou que já teve um frete bloqueado após o novo cruzamento automático de dados: “Eu aceitei um frete abaixo da tabela porque precisava voltar pra casa. No outro dia, recebi uma notificação no sistema. Agora, se a gente pega um valor menor, leva multa. Se não pega, o caminhão fica parado. A gente trabalha pra sobreviver, não pra ser punido”, desabafou. ⚠️ Entidades pedem revisão e diálogo Associações e sindicatos do setor pressionam a ANTT para rever a forma como a regra está sendo aplicada.A principal reivindicação é a criação de exceções para fretes de retorno e para motoristas autônomos que não possuem frota ou estrutura empresarial. Para o presidente da Fecam-MT, Robson Martins, o novo sistema “foi feito para as grandes empresas, e não para o caminhoneiro que vive na boleia”. “A ideia de padronizar o frete é boa, mas precisa considerar a realidade do autônomo. Do jeito que está, quem sofre é quem move o país”, afirmou. Quando a mudança entrou em vigor A Resolução 6.068/2025 foi publicada no Diário Oficial da União no dia 30 de setembro de 2025 e entrou em vigor 15 dias depois, em 15 de outubro de 2025.Desde então, a fiscalização eletrônica está 100% ativa e integrada ao sistema nacional de transporte de cargas. Caminhos possíveis e incertezas Enquanto o governo defende que a medida traz mais transparência e segurança jurídica, os caminhoneiros afirmam que a regra foi implementada sem diálogo e sem transição.A expectativa é que a ANTT publique uma portaria complementar nos próximos dias para flexibilizar parte das exigências. Nos bastidores, há pressões políticas e parlamentares — especialmente de bancadas ligadas ao agronegócio — para que o tema seja revisto. 🚦 O peso da estrada e da burocracia O cenário mostra um contraste: de um lado, a busca por modernização e padronização; de outro, uma categoria que se sente cada vez mais sufocada pela burocracia e pelos custos.Motoristas autônomos afirmam que o transporte rodoviário, que já enfrentava altos custos com diesel e pedágios, agora vive um dos momentos mais difíceis dos últimos anos. Enquanto o governo fala em controle, os motoristas pedem respeito e sensatez. O MT Urgente News continuará acompanhando de perto o impacto dessa nova resolução e ouvindo quem mais entende do assunto:os caminhoneiros, que seguem na estrada enfrentando o asfalto, o cansaço e agora também a burocracia que ameaça parar o Brasil.
Max Russi articula bastidores, atrai grandes nomes e prepara o Podemos para ser uma das maiores forças políticas de Mato Grosso
Por Alex Rabelo – Jornalista e Analista Político CUIABÁ (MT) – A movimentação política em Mato Grosso ganhou novo rumo com a articulação do presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, que vem se tornando o grande protagonista das conversas políticas e partidárias rumo às eleições de 2026.Mesmo antes da abertura da janela partidária, Russi já trabalha nos bastidores para se filiar ao Podemos e consolidar uma das chapas mais fortes e competitivas do Estado. Conhecido pela organização, planejamento e pela capacidade de unir pessoas em torno de um mesmo propósito, Max tem conquistado cada vez mais espaço político e respeito em todas as regiões. Seu estilo conciliador, de quem ouve, decide com equilíbrio e cumpre o que fala, tem atraído lideranças que buscam um grupo coeso, estruturado e com visão estratégica. “A política se faz com diálogo, planejamento e grupo”, afirma Max Russi Com postura de liderança madura e visão de futuro, Max Russi tem ampliado o diálogo com prefeitos, vereadores e lideranças comunitárias, fortalecendo as bases e construindo uma rede política sólida. “A política é feita com responsabilidade, com planejamento e com pessoas comprometidas. Quem quer vencer precisa estar em um bom grupo, e o nosso tem foco, estrutura e propósito. Estamos formando uma chapa representativa, com nomes que conhecem a realidade do estado e querem fazer a diferença”, afirmou Russi. Um líder que inspira confiança e mobiliza resultados A trajetória de Max Russi à frente da Assembleia Legislativa mostra o perfil de um gestor eficiente e líder confiável, capaz de mediar interesses, resolver conflitos e transformar compromissos em ações concretas.Essa combinação de organização, diálogo e credibilidade tem atraído políticos de diversas regiões e tendências partidárias, que enxergam nele a liderança ideal para construir um novo momento na política estadual. Nos bastidores, o nome de Max é citado como um dos grandes articuladores da próxima eleição, alguém que fala pouco, mas age com precisão e cumpre o que promete — um diferencial cada vez mais valorizado em tempos de descrédito político. Uma chapa forte e nomes que representam todo o Estado O movimento liderado por Max Russi já reflete na formação da futura chapa proporcional do Podemos, que deve reunir nomes conhecidos e novas apostas de todas as regiões de Mato Grosso. Entre os pré-candidatos à Assembleia Legislativa, destacam-se: Priscila Dourado, suplente de deputada (Alto Araguaia) Valdeníria Dutra, vereadora (Cáceres) Joize Marques, liderança (Várzea Grande) Marcelo Aquino, ex-prefeito (General Carneiro) Kan, empresário (Diamantino) Professor Valcimar, (Guarantã do Norte) Karen Rocha, advogada (Tangará da Serra) Janailza Taveira, ex-prefeita (São Félix do Araguaia) Adelcino Lopo, prefeito (Pontal do Araguaia) Gustavo Bang, filho do prefeito João Bang (Nova Xavantina) Ulysses Moraes, ex-deputado estadual Esses nomes reforçam a capilaridade e diversidade do projeto que está sendo articulado por Russi, unindo lideranças com trajetórias sólidas, forte presença regional e compromisso com o desenvolvimento de Mato Grosso. Além disso, outros grandes nomes da política estadual já estão em conversas avançadas com o grupo, interessados em fazer parte desse movimento que cresce a cada semana. Um novo ciclo político começa com liderança e planejamento Max Russi se consolida como um dos líderes mais respeitados e influentes de Mato Grosso, com uma marca cada vez mais evidente: planejar, unir e entregar resultados.Sua forma de fazer política — com diálogo, equilíbrio e visão estratégica — tem reposicionado o Podemos e fortalecido a ideia de um partido que preza por organização, seriedade e protagonismo. “A política precisa de líderes que falem pouco e façam mais. Max tem mostrado que é possível liderar com responsabilidade, cumprir compromissos e construir resultados coletivos”, destacou uma das lideranças regionais que acompanha de perto as articulações. 2026: o Podemos se prepara para ser o partido do equilíbrio e da vitória Com Max Russi à frente, o Podemos deixa de ser uma legenda de apoio e passa a ser um dos principais partidos em ascensão no Estado.A estrutura, o planejamento e a credibilidade do grupo indicam que o partido será uma das grandes forças políticas nas eleições de 2026. Uma coisa é certa: quem deseja disputar e vencer em 2026 sabe que precisa estar em um bom grupo — e o Podemos será um dos melhores caminhos para isso.
Forças de segurança intensificam ações contra adulteração de bebidas alcoólicas em Mato Grosso
As forças de segurança participaram, neste mês de outubro, de pelo menos oito ações de fiscalização e repressão à adulteração de bebidas alcoólicas em Mato Grosso. As operações ocorreram nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Nova Mutum, Barra do Garças, Água Boa, Nova Xavantina e Querência. Participaram das ações a Polícia Militar, Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), em conjunto com vigilâncias sanitárias, órgãos fiscalizadores e de saúde. O secretário adjunto de Integração Operacional da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), coronel Fernando Augustinho, destacou a orientação do Governo do Estado em reforçar a atuação preventiva e integrada das forças de segurança. “Essa atuação visa localizar, investigar e fechar fábricas clandestinas, além de intensificar o monitoramento em pontos de venda por meio de operações conjuntas, com cada instituição atuando dentro da sua expertise. O trabalho conjunto aumenta a eficiência e celeridade das ações. A Politec, por exemplo, realiza a análise de rótulos, tampas e do próprio produto adulterado, gerando provas para as investigações”, explicou o coronel. Fiscalização Em uma das ações realizadas uma distribuidora em Várzea Grande foi alvo de fiscalização após ser apontada como fornecedora de bebidas destiladas para supermercados do interior, onde foram encontradas garrafas com suspeita de adulteração. Mais de 7 mil garrafas de whisky foram retidas no local. A ação foi realizada por equipes da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), da Vigilância Sanitária Estadual de Mato Grosso, da Vigilância Sanitária Municipal de Várzea Grande e da Politec. As investigações começaram após as Delegacias de Água Boa, Nova Xavantina e Barra do Garças apreenderem diversas garrafas de whisky com suspeita de adulteração ou falsificação em supermercados, entre os dias 22 e 23 de outubro. As ações foram deflagradas depois que a Vigilância Sanitária acionou a Polícia Civil com a denúncia de que várias pessoas passaram mal na região do Araguaia após consumirem bebidas alcoólicas entre os dias 11 e 14 de outubro. Uma das vítimas foi internada em Goiânia (GO), com suspeita de intoxicação por metanol. Durante as oitivas, representantes dos estabelecimentos fiscalizados informaram que o fornecedor das bebidas era uma grande distribuidora localizada em Várzea Grande, o que levou as equipes à operação que resultou na retenção das mais de 7 mil garrafas. “Ainda não há confirmação de que se trata de uma falsificação. No entanto, o material está sendo retido por ser da marca consumida em Água Boa e haver uma divergência entre o número de lote da caixa e o das garrafas. Mas a retenção, neste momento, é uma retirada de mercado, até que a investigação seja concluída”, explicou o delegado Rogério Ferreira, titular da Decon. Trabalho pericial As duas formas mais comuns de adulteração em bebidas alcoólicas são identificadas por meio de irregularidades nos rótulos e pela adição de substâncias perigosas e proibidas, como o metanol. No processo de verificação, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) segue um protocolo rigoroso, utilizado pelas polícias científicas e também pela Polícia Federal. A investigação passa por quatro etapas. O trabalho começa no local de crime, onde as amostras são cuidadosamente coletadas e preservadas. Em seguida, na etapa de documentoscopia, são verificados os rótulos, lacres e selos das embalagens, para identificar possíveis indícios de falsificação. Na sequência, a química forense realiza análises detalhadas das amostras, inclusive de bebidas lacradas, com o objetivo de detectar a presença de substâncias proibidas, como o metanol. Por fim, a toxicologia forense utiliza a cromatografia para identificar o nível exato de substâncias tóxicas e confirmar se houve ingestão por parte dos consumidores. Para o diretor-geral da Politec, Jaime Trevizan Teixeira, o trabalho da perícia em Toxicologia Forense da Politec de Mato Grosso foi peça-chave para transformar em evidência técnica o primeiro caso confirmado de intoxicação por metanol no Estado, abrindo caminho para ações de prevenção, responsabilização e proteção da saúde da população. “É por meio da atuação técnica dos peritos que se torna possível identificar, com precisão científica, a presença dessa substância tóxica em bebidas, sangue, ou materiais recolhidos em locais de apreensão. Além disso, a perícia oficial assegura a proteção da saúde pública, evitando novos casos por meio da identificação da origem do produto adulterado e da interrupção da cadeia de distribuição. Sem o trabalho pericial, não há como comprovar tecnicamente o crime, nem assegurar justiça e segurança à população”.
Após ser deixado de lado pelo PL, Wellington Fagundes se aproxima de Jayme Campos e acende alerta no grupo de Mauro Mendes
Cacique do União Brasil ganha aliados, fortalece base e prepara terreno para uma das disputas mais acirradas da história política de Mato Grosso Por Alex Rabelo – Jornalista e Analista Político CUIABÁ (MT) – Depois de o PL virar as costas ao senador Wellington Fagundes, um novo caminho começa a se desenhar no cenário político de Mato Grosso.Nos bastidores, a movimentação mais comentada dos últimos dias é a aproximação entre Wellington e o senador Jayme Campos (União Brasil) — uma aliança que promete mexer com o tabuleiro político e transformar a disputa de 2026 em uma verdadeira batalha de gigantes. De um lado, o grupo de Mauro Mendes, que aposta no vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) para dar continuidade ao atual projeto de governo.Do outro, um time de peso liderado por Jayme Campos, agora fortalecido com o apoio de Wellington, e que reúne nomes influentes e insatisfeitos com o atual cenário político. Jayme Campos: o cacique que se levanta Veterano e estrategista, Jayme Campos tem mostrado que ainda é um dos políticos mais influentes de Mato Grosso.Nos últimos meses, o senador intensificou viagens, conversas e reuniões, ampliando sua base política e reconectando antigas alianças.Ao lado do irmão, ex-governador Júlio Campos, ele vem consolidando apoios de prefeitos, deputados e lideranças regionais que não se sentem representados pelas decisões centralizadas do grupo de Mauro Mendes. Jayme tem repetido a interlocutores que a escolha do candidato ao governo não pode ser pessoal, mas sim do grupo político.Com calma e experiência, o senador costura apoios e atrai nomes que até pouco tempo orbitavam ao redor do Palácio Paiaguás.Agora, com Wellington Fagundes a seu lado, o jogo mudou de patamar. 🩵 Wellington e Jayme: a aliança que muda o rumo da disputa Após ser preterido dentro do PL, o senador Wellington Fagundes decidiu reagir.Sem espaço junto ao grupo bolsonarista e com a sigla cada vez mais alinhada a Mauro Mendes, Wellington viu em Jayme Campos um aliado natural — um político com história, base consolidada e discurso independente. Essa união começa a preocupar o núcleo político do governo, que apostava em Pivetta como um nome praticamente imbatível.Mas com Jayme e Wellington no mesmo lado do tabuleiro, o cenário ficou mais equilibrado — e o clima dentro do União Brasil passou de confiança para tensão. “Jayme não aceita ser coadjuvante. Ele joga para liderar, e com Wellington ao seu lado, o equilíbrio de forças mudou completamente”, avaliou um político veterano próximo da base governista. Racha no União Brasil e o dilema de Mauro Mendes O fortalecimento de Jayme acendeu um sinal de alerta dentro do União Brasil.A legenda vive um impasse: quem vai ficar e quem vai sair? Nos bastidores, já se comenta será que Mauro Mendes pode deixar o partido para disputar o Senado em 2026, levando consigo parte de sua base e mantendo aliança com Pivetta (Republicanos).A tendência é que o governador busque abrigo em siglas aliadas como o PL ou até o PRD, comandado por Mauro Carvalho, um de seus mais próximos aliados. Enquanto isso, Jayme Campos segue firme dentro do União, construindo sua própria rota — e testando até onde vai a fidelidade das lideranças estaduais.O embate entre os dois caciques parece inevitável.A disputa pelo controle político da legenda pode ser o primeiro grande capítulo da corrida ao Palácio Paiaguás. Um novo grupo se forma — e cresce rápido Com a força de sua história e o peso de sua articulação, Jayme Campos já começa a reunir um exército de lideranças ao seu redor.Entre os nomes que despontam nesse novo grupo estão:Janaína Riva (MDB), Emanuelzinho (MDB), Carlos Fávaro (PSD) Ministro da Agricultura, Eduardo Botelho (União Brasil) — que ainda carrega mágoa da eleição municipal em Cuiabá e do episódio em que Mauro Mendes o chamou de mentiroso — além de Wilson Santos (PSD), Thiago Silva (MDB), Juarez Costa (MDB), Dr. João (MDB) e Juca do Guaraná (MDB). Essa frente ampla ultrapassa barreiras partidárias e mostra que Jayme vai além do União Brasil — ele lidera um movimento político pela reconstrução e autonomia do estado, com discurso de equilíbrio, diálogo e fortalecimento das bases municipais. “O cacique Jayme não fala em revanche, fala em reconstrução. Ele quer recolocar Mato Grosso no eixo político do diálogo e da união”, disse um aliado próximo. Pedro Taques também entra no tabuleiro Enquanto os grupos se movimentam, o ex-governador e ex-senador Pedro Taques também volta à cena política.Com discurso firme e análises contundentes, ele tem usado entrevistas e vídeos para criticar pontos da atual gestão de Mauro Mendes e alertar sobre a importância de posicionamento político e estratégia de comunicação. Segundo Taques, ninguém vence uma eleição apenas com estrutura — é preciso conquistar o eleitor do adversário mais forte, no caso, o próprio governador, que lidera as intenções para o Senado.Suas declarações reforçam o clima de disputa e mostram que a eleição de 2026 está apenas começando. O jogo começou — e a batalha promete ser histórica O que se desenha é um duelo entre dois grandes projetos:de um lado, o modelo de continuidade representado por Mauro Mendes e Otaviano Pivetta;do outro, o movimento de retomada política liderado por Jayme Campos e Wellington Fagundes, agora aliados em torno de um novo caminho para Mato Grosso. As alianças se multiplicam, os bastidores fervem e, mesmo sem campanha oficial, o clima eleitoral já domina o estado. A pergunta que fica é:👉 Quem vai controlar o União Brasil?👉 Será Jayme Campos o novo desafiante do poder no Palácio Paiaguás?👉 Ou Mauro Mendes deixará o partido para trilhar sua própria rota rumo ao Senado? O certo é que o cenário político de Mato Grosso nunca esteve tão acirrado — e tudo indica que a eleição de 2026 será uma das mais imprevisíveis e intensas da história recente do estado. Por Alex RabeloJornalista e Analista Político Veja o Vídeo:
FEDAF-MT e APROFIR representam Mato Grosso em encontro nacional do cacau e reforçam o papel da agricultura familiar
Evento realizado na Bahia reuniu especialistas e produtores para debater inovação, sustentabilidade e oportunidades para o campo A agricultura familiar de Mato Grosso mais uma vez mostrou sua força e representatividade em nível nacional.As equipes da FEDAF-MT (Federação de Desenvolvimento da Agricultura Familiar de Mato Grosso) e da APROFIR (Associação dos Produtores de Feijão, Pulses, Grãos Especiais e Irrigantes de Mato Grosso) participaram do 3º Encontro Nacional do Cacau de Alta Produtividade, realizado em Itabuna, na Bahia, no Shopping Jequitibá, entre os dias 23 e 25 de outubro. O evento é considerado um dos mais importantes da cadeia do cacau no país, reunindo especialistas, produtores, pesquisadores e empresários para discutir tecnologias, boas práticas agrícolas e sustentabilidade no cultivo do cacau — uma cultura que vem ganhando destaque também entre os pequenos e médios produtores de Mato Grosso. 🍫 Agricultura familiar em destaque Durante o encontro, as equipes da FEDAF-MT e da APROFIR apresentaram os avanços conquistados em projetos que estão transformando a realidade da agricultura familiar no estado.A participação foi marcada por trocas de experiências, novas parcerias e aprendizados que poderão ser aplicados em várias regiões de Mato Grosso. O técnico Marquinhos, que representou a APROFIR, destacou o valor das informações adquiridas no evento. “Foi uma oportunidade incrível de aprendizado. Levamos a realidade de Mato Grosso e voltamos com novas ideias que vão fortalecer o pequeno produtor e ampliar a produção sustentável. Esse tipo de troca é fundamental para o avanço da agricultura irrigada e familiar no estado”, afirmou. Um dos temas que despertou grande interesse foi o projeto da Calculadora Agrícola, desenvolvido especialmente para Mato Grosso.A ferramenta vai ajudar produtores e técnicos a planejar e otimizar a produção, contribuindo para reduzir custos e aumentar a eficiência das lavouras. Novos viveiros e expansão dos projetos A FEDAF-MT também apresentou ações concretas que fortalecem o desenvolvimento do campo.O diretor de projetos, Mário Benevides, anunciou a implantação de dois novos viveiros de mudas — um em Santo Antônio do Leverger e outro em Nobres — e informou que um terceiro já está sendo planejado para o município de Campo Verde. “Esses viveiros vão garantir mudas de qualidade, ajudando os produtores a iniciarem o cultivo com segurança e produtividade. É um passo importante para fortalecer a agricultura familiar e gerar mais renda no campo”, explicou Benevides. Os viveiros serão integrados ao trabalho da APROFIR, presidida por Hugo Garcia, que tem sido um dos grandes incentivadores da união entre associações, produtores e entidades públicas.Essa parceria tem resultado em projetos modernos e sustentáveis, voltados ao fortalecimento da agricultura familiar e irrigada em todo o estado. “A força do pequeno produtor move Mato Grosso” O presidente da FEDAF-MT, Coronel Paulo Selva, representou o estado no dispositivo de honra do evento e reforçou o papel da agricultura familiar como base do desenvolvimento rural sustentável.Segundo ele, o cultivo do cacau é um exemplo de como é possível gerar renda, preservar o meio ambiente e fortalecer comunidades rurais ao mesmo tempo. “Estamos mostrando que a agricultura familiar pode ser protagonista no desenvolvimento de Mato Grosso. A força do pequeno produtor é o motor que move a nossa economia e alimenta o futuro”, destacou o presidente. Paulo Selva também ressaltou que o trabalho conjunto entre a FEDAF-MT e a APROFIR, liderada por Hugo Garcia, vem construindo uma nova realidade no campo, baseada em inovação, capacitação e apoio técnico permanente. 🚜 União que gera resultados Com ações concretas, projetos modernos e parcerias estratégicas, a FEDAF-MT e a APROFIR seguem lado a lado no fortalecimento da agricultura familiar, ajudando Mato Grosso a se destacar como referência nacional em produção sustentável, irrigada e de alta produtividade. O trabalho das duas instituições prova que quando o produtor é valorizado e tem apoio técnico, o campo cresce — e o estado cresce junto. 📽️ Veja o vídeo da participação da equipe no evento:(aqui entra o link ou vídeo incorporado) Por Alex Rabelo – Jornalista e Analista Político https://www.instagram.com/reel/DQMVRdzDhVY/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==
Max Russi consolida liderança e deve transformar o Podemos em uma das maiores forças políticas de Mato Grosso
Por Alex Rabelo – Jornalista e Analista Político CUIABÁ (MT) – Com habilidade política e articulação reconhecida em todos os grupos partidários, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, se prepara para uma das movimentações mais estratégicas do cenário político estadual: sua filiação ao Podemos, partido que deve ganhar musculatura e projeção inédita sob seu comando. Considerado um dos principais nomes da política mato-grossense atual, Max combina experiência de gestão, prestígio entre prefeitos e influência sobre o Legislativo, que em 2026 terá um duodécimo superior a R$ 1 bilhão. Essa estrutura o coloca em posição privilegiada para reorganizar alianças e atrair lideranças municipais — movimento que deve reposicionar o Podemos entre os três maiores partidos de Mato Grosso, ao lado do União Brasil e do PL. Liderança que atrai prefeitos e constrói grupo Fontes próximas ao gabinete do presidente afirmam que 35 prefeitos já sinalizaram apoio à migração para o Podemos junto com Max, movimento que vem sendo tratado como uma verdadeira reconfiguração do mapa político estadual. A expectativa é que, com essa base consolidada, o partido consiga eleger ao menos seis deputados estaduais nas próximas eleições, ampliando seu peso na Assembleia e garantindo forte presença regional. “Max une gestão eficiente com sensibilidade política. É respeitado até pelos adversários e tem o que poucos têm hoje: credibilidade e resultado”, avalia um interlocutor próximo. Do PSB ao Podemos: uma virada estratégica A saída de Max Russi do PSB — partido que o projetou — marca também um reposicionamento nacional. A sigla comandada por Renata Abreu vem crescendo em todo o país e busca nomes com densidade eleitoral para fortalecer o projeto de 2026. Com Max à frente, o Podemos passa a ter liderança com capilaridade, estrutura e poder de articulação, condições que o colocam no centro das negociações políticas que vão definir o futuro do Estado. Gestão, resultado e visão de futuro Além do papel político, Max tem se destacado como gestor e líder institucional. À frente da Assembleia, conduziu pautas estruturantes, fortaleceu o diálogo com os municípios e ampliou a autonomia administrativa do Legislativo, consolidando uma imagem de eficiência e equilíbrio. “Ele é o tipo de líder que não atua apenas pensando em eleição, mas em legado. E isso o torna um dos nomes mais fortes de Mato Grosso para o futuro”, resume outro aliado. 💬 Leia mais no site: mturgentenews.com.br 📲 Siga o MT Urgente News no Instagram para mais análises e bastidores da política mato-grossense.