Proposta aprovada, em segunda votação, foca no envelhecimento ativo, acolhimento e convivência comunitária para garantir dignidade à população idosa O deputado Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa, comemorou a aprovação em segunda votação do seu projeto de lei (PL) que institui o programa social “Creche da Terceira Idade”. A aprovação ocorreu nesta quarta-feira (3), durante a sessão ordinária no Parlamento Estadual. O objetivo central da proposta é criar uma rede de proteção e atendimento especializado para acompanhar o envelhecimento da população. De acordo com o texto, os espaços deverão atender pessoas a partir de 60 anos de idade, proporcionando atividades culturais, de lazer e físicas, além da alimentação, no período diurno e, se necessário, também no período noturno. E ainda, atenderá e destinará um número de vagas para famílias de baixa renda, que não tenham com quem deixar os idosos do seu núcleo familiar. Para Max Russi, a criação de espaços públicos voltados ao acolhimento diurno de idosos é uma necessidade urgente e estratégica de futuro. O parlamentar citou como exemplo prático uma iniciativa que já está sendo desenhada em Jaciara, em parceria com a prefeita Andréia Wagner (Podemos), para a implantação de um “Cantinho do Idoso”. “A população está envelhecendo e nós temos que ter um cuidado, um respeito e um carinho muito grande com a melhor idade. Não é justo que quem trabalhou a vida inteira enfrente o abandono ou a falta de apoio na idade avançada. Estamos propondo políticas públicas para valorizar essas pessoas que já ajudaram muito o nosso estado. Da mesma forma que pensamos nas creches para as crianças, precisamos desse espaço de atenção para os nossos idosos”, defendeu o presidente da ALMT. Com a aprovação em segunda votação do PL nº 1816/2024, o programa “Creche da Terceira Idade” passará a estruturar pontos de apoio multifuncionais focados na dignidade e no bem-estar dos idosos em Mato Grosso. A proposta estabelece diretrizes fundamentais para o setor, garantindo um atendimento integral que suporte as necessidades básicas e específicas desse público, ao mesmo tempo em que contribui diretamente para um processo de envelhecimento ativo, saudável e autônomo. Além disso, o projeto visa assegurar espaços de convivência que promovam encontros intergeracionais para fortalecer os vínculos familiares e comunitários, permitindo também detectar motivações e capacidades individuais para o desenvolvimento de novos projetos de vida. Por fim, a iniciativa propicia vivências que valorizam a experiência prática dos idosos e estimulam sua capacidade de escolha e decisão, o que reforça significativamente a autonomia social de cada usuário. Com a aprovação em segunda votação, a matéria segue agora para a sanção do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
Alvo da PF, Faissal nega irregularidades e afirma que investigação não tem relação com seu mandato
Deputado estadual diz estar tranquilo diante da operação, nega qualquer envolvimento com suposta venda de sentenças e garante que colaborará com as investigações. A operação da Polícia Federal que apura um suposto esquema de venda de sentenças no Judiciário mato-grossense teve como um dos alvos o deputado estadual Faissal Calil (PL), que reagiu com tranquilidade ao cumprimento de mandado de busca e apreensão em sua residência, em Cuiabá. O parlamentar afirmou que não possui qualquer envolvimento com os fatos investigados e ressaltou que a apuração não guarda relação com sua atuação na Assembleia Legislativa. Ao comentar a ação policial, Faissal destacou que recebeu os agentes sem resistência e afirmou confiar no trabalho das autoridades. Segundo ele, a medida foi determinada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e será uma oportunidade para esclarecer qualquer dúvida existente. O deputado também declarou desconhecer os detalhes da investigação, mas garantiu estar à disposição para prestar esclarecimentos. Questionado sobre a suspeita de comercialização de decisões judiciais, ele negou categoricamente qualquer participação em negociações ou transações com o desembargador afastado Dirceu dos Santos, um dos principais alvos da apuração. Faissal afirmou ainda que o vínculo profissional que teve com o magistrado ocorreu há muitos anos e que o contato entre ambos foi interrompido após sua entrada na vida política. Segundo o parlamentar, desde que assumiu o mandato, não manteve relações com o desembargador. Durante a operação, conforme relatou, os agentes apreenderam apenas seu telefone celular. Sobre informações que apontam para a apreensão de armas e relógios de luxo, o deputado disse acreditar que esses objetos tenham sido encontrados em endereços ligados a outros investigados, e não em sua residência. A Operação Gemini foi deflagrada pela Polícia Federal para aprofundar investigações sobre um suposto esquema de venda de decisões judiciais e possíveis favorecimentos envolvendo integrantes do sistema de Justiça em Mato Grosso. As apurações seguem sob sigilo.
Operação Gemini mira deputado, desembargador afastado e advogado em investigação sobre suposta venda de sentenças em MT
Ação da Polícia Federal apura esquema de negociação de decisões judiciais e lavagem de dinheiro; armas foram apreendidas durante o cumprimento dos mandados. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta segunda-feira (8), a Operação Gemini para aprofundar as investigações sobre um suposto esquema de venda de decisões judiciais e lavagem de dinheiro envolvendo integrantes do sistema de Justiça de Mato Grosso. Entre os alvos da ação estão o deputado estadual Faissal Calil (PL), o desembargador afastado Dirceu dos Santos e o advogado Bruno Castro. A operação representa mais uma etapa das apurações conduzidas pela PF sobre suspeitas de comercialização de sentenças judiciais e ocultação de recursos de origem ilícita. Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados, além de medidas autorizadas pela Justiça para quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático. Durante o cumprimento das ordens judiciais, armas de fogo foram encontradas em imóveis dos investigados. A Polícia Federal, no entanto, não informou a quem pertencem os armamentos nem se possuem registro regular. De acordo com os investigadores, o objetivo é esclarecer a atuação de pessoas supostamente envolvidas na negociação de decisões judiciais e na movimentação financeira de valores que teriam origem ilícita. Conforme o avanço das investigações, os envolvidos poderão responder por crimes como corrupção passiva, advocacia administrativa e lavagem de dinheiro, de acordo com a participação individual de cada um. A Operação Gemini é um desdobramento de investigações que vêm sendo realizadas pela Polícia Federal para apurar possíveis irregularidades no âmbito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. O desembargador Dirceu dos Santos está afastado do cargo desde março por determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ele é investigado por suspeitas de obtenção de vantagens indevidas em troca de decisões judiciais. As apurações apontam que o magistrado teria apresentado evolução patrimonial considerada incompatível com os rendimentos obtidos ao longo da carreira. Dados levantados durante a investigação indicam que, nos últimos cinco anos, houve movimentação patrimonial superior a R$ 14,6 milhões. O patrimônio atribuído ao desembargador ultrapassaria R$ 16 milhões, incluindo um apartamento avaliado em cerca de R$ 1 milhão, localizado em uma área nobre de Cuiabá. Segundo documentos analisados pelos investigadores, o imóvel teria sido adquirido por meio de permuta em conjunto com o deputado estadual Faissal Calil. O parlamentar também trabalhou no gabinete de Dirceu dos Santos entre 2017 e 2018, antes de ser eleito para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Na semana passada, o CNJ reforçou as medidas contra o magistrado ao determinar novas diligências, incluindo buscas no gabinete de Dirceu dos Santos na sede do Tribunal de Justiça. As investigações seguem em andamento e buscam identificar a extensão do suposto esquema e a participação de cada um dos envolvidos.
Mais de 50 acidentes com cargas perigosas mobilizam equipes ambientais em MT
Entre janeiro e maio deste ano, Mato Grosso registrou 52 acidentes em rodovias envolvendo o transporte de produtos perigosos. Em 12 dessas ocorrências houve derramamento de substâncias, exigindo ações emergenciais para conter danos ambientais e garantir a segurança nas áreas afetadas. Os atendimentos contam com a atuação de uma comissão formada por diferentes órgãos públicos e instituições ligadas à fiscalização, segurança e meio ambiente. O trabalho inclui a avaliação dos riscos, monitoramento de possíveis impactos no solo, na água e no ar, além da definição de medidas para recuperação das áreas atingidas. Sempre que ocorre um acidente desse tipo, equipes especializadas são acionadas para acompanhar a situação e verificar a necessidade de intervenções imediatas. Dependendo da gravidade do caso, também podem ser aplicadas sanções administrativas e exigidas medidas de reparação ambiental por parte dos responsáveis. Um dos atendimentos mais recentes ocorreu no início de junho, na BR-163, em Rondonópolis, após o tombamento de um caminhão-tanque que transportava aproximadamente 59 mil litros de etanol. Durante a vistoria, técnicos identificaram um pequeno vazamento de óleo diesel proveniente do sistema de alimentação do veículo durante sua remoção. Apesar da existência de um curso d’água próximo ao local, não foram constatados indícios de contaminação. A transportadora responsável foi notificada a retirar resíduos gerados pelo acidente e apresentar um relatório técnico detalhando as ações de recuperação ambiental realizadas na área. Em situações envolvendo cargas perigosas, é comum a formação de um comitê de crise com participação de órgãos de fiscalização, concessionárias, autoridades de trânsito e empresas envolvidas. O objetivo é coordenar as ações de resposta, reduzir os impactos ambientais e restabelecer a normalidade no tráfego o mais rápido possível.
Maior ponte de Mato Grosso avança e promete transformar logística na região Noroeste
Com 68% das obras concluídas, estrutura sobre o Rio Juruena eliminará travessia por balsa e reduzirá em mais de 400 quilômetros o acesso aos portos da Região Norte. A construção da maior ponte de Mato Grosso sobre o Rio Juruena, na MT-208, segue em ritmo acelerado e já alcançou 68% de execução. Considerada uma das obras de infraestrutura mais importantes em andamento no Estado, a estrutura deve ser entregue até o final de 2026, consolidando uma nova rota de integração para a região Noroeste mato-grossense. Com investimento de quase R$ 294 milhões, a ponte vai conectar os municípios de Cotriguaçu e Nova Bandeirantes, por meio do distrito de Japuranã, facilitando o deslocamento de moradores, produtores rurais e transportadores. A obra faz parte de um amplo pacote de melhorias viárias que inclui ainda a pavimentação de 59 quilômetros da MT-208 e a construção de outras três pontes ao longo do trecho. Quando concluída, a nova travessia terá dimensões inéditas em Mato Grosso, superando com folga a atual maior ponte do Estado. A estrutura será estratégica para impulsionar o desenvolvimento econômico da região, criando uma ligação mais eficiente com a BR-163 e reduzindo significativamente o percurso até os portos da Região Norte. Além dos ganhos logísticos, a obra também representa mais segurança e agilidade para quem depende da rodovia. Atualmente, a travessia do Rio Juruena é realizada por meio de balsa, um processo que pode levar quase uma hora e que frequentemente impacta o fluxo de veículos e cargas. Segundo o Governo do Estado, a nova ponte eliminará esse gargalo histórico, ampliando a mobilidade e fortalecendo o potencial produtivo de uma das regiões que mais crescem em Mato Grosso. A expectativa é que a infraestrutura contribua diretamente para a redução dos custos de transporte, aumento da competitividade e melhoria da qualidade de vida da população local. Com o avanço dos trabalhos, a obra se consolida como um marco da engenharia e da integração regional, abrindo caminho para uma nova fase de desenvolvimento econômico e social no interior mato-grossense.
Pai é preso suspeito de matar filha de 12 anos após espancamento em Várzea Grande
Adolescente chegou sem vida à unidade de saúde com diversas lesões pelo corpo; suspeito se apresentou à polícia e foi autuado por feminicídio. Uma adolescente de 12 anos, identificada como Olga Beatriz Santos da Silva, morreu após ser brutalmente agredida, supostamente pelo próprio pai, em Várzea Grande. O caso, que chocou moradores da região, foi registrado na noite de domingo (7), e resultou na prisão em flagrante do suspeito, de 42 anos, pelo crime de feminicídio. As investigações tiveram início após a Polícia Civil ser acionada para apurar a morte da menor, que deu entrada já sem sinais vitais na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Verdão, em Cuiabá. Conforme constatado pela equipe médica, a adolescente apresentava diversas lesões compatíveis com agressões físicas. De acordo com o relato da mãe da vítima aos investigadores, ela foi até a residência do ex-companheiro para buscar a filha no início da noite. Após insistir várias vezes para ser atendida, o homem saiu do imóvel e informou que a adolescente não estava no local, alegando que ela estaria brincando na casa de uma vizinha. A versão levantou suspeitas, especialmente pelo comportamento incomum apresentado pelo suspeito, que deixou a residência logo em seguida e fugiu. Ao entrar no imóvel, a mãe encontrou a filha caída no chão de um dos quartos, inconsciente e com marcas de violência pelo corpo. Com auxílio de uma amiga, ela levou a menina à unidade de saúde, onde o óbito foi confirmado. Enquanto uma equipe policial realizava o isolamento da residência para os trabalhos da perícia, os investigadores receberam a informação de que o suspeito havia se apresentado espontaneamente na Delegacia Especializada de Defesa da Mulher e Vulneráveis de Várzea Grande. O homem foi encaminhado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde prestou depoimento e acabou autuado em flagrante. A Polícia Civil também solicitou à Justiça a conversão da prisão em flagrante para prisão preventiva. Segundo informações preliminares apuradas durante a investigação, a violência teria sido motivada após o pai descobrir conversas da filha com um menino por meio de uma rede social. A hipótese ainda será aprofundada no decorrer do inquérito. A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer completamente as circunstâncias do crime e reunir todos os elementos que subsidiarão a responsabilização do suspeito.
WELLINGTON DEFENDE POLÍTICA PERMANENTE PARA O PANTANAL E COBRA PREVENÇÃO DIANTE DOS ALERTAS CLIMÁTICOS PARA MATO GROSSO
Por: Alex Rabelo — jornalista e estrategista político | MT Urgente News Durante participação na FIT Pantanal, o senador e pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), fez um alerta sobre os riscos ambientais e climáticos que podem atingir o Pantanal e defendeu a criação de uma política pública permanente voltada à preservação, desenvolvimento sustentável e proteção das famílias que vivem na região. Segundo Wellington, o Pantanal não pode ser tratado apenas com ações emergenciais ou decisões temporárias de governo. Para ele, Mato Grosso precisa construir uma política de Estado, com planejamento contínuo, investimentos permanentes e ações integradas para proteger o bioma e preparar a região para os desafios climáticos que já começam a preocupar especialistas. “Não dá para pensar o Pantanal apenas dentro de um mandato. Precisamos de uma política permanente de Estado, capaz de garantir segurança para quem produz, para quem vive na região e para quem investe no turismo sustentável. O Pantanal exige planejamento, continuidade e responsabilidade”, afirmou. ALERTA SOBRE NOVA CRISE CLIMÁTICA A preocupação do senador ganhou ainda mais força após especialistas apresentarem, durante audiência pública no Senado Federal, alertas sobre a possibilidade de um novo ciclo climático severo atingir o Centro-Oeste e a Amazônia nos próximos anos. Segundo os estudos apresentados: ✔️ Mato Grosso poderá enfrentar estiagens prolongadas ✔️ aumento extremo das temperaturas ✔️ baixa umidade do ar ✔️ crescimento do risco de incêndios florestais ✔️ impactos ambientais e econômicos Especialistas alertam que os reflexos podem atingir diretamente: ➡️ o Pantanal ➡️ a produção agropecuária ➡️ o abastecimento ➡️ a biodiversidade ➡️ o turismo ➡️ a saúde pública ➡️ a qualidade de vida das populações da região Diante desse cenário, Wellington questionou quais medidas efetivas estão sendo adotadas atualmente pelo Estado para enfrentar esses riscos. “Os especialistas estão alertando para um cenário preocupante. A pergunta que faço é: o que está sendo feito hoje para prevenir novas queimadas e preparar Mato Grosso para enfrentar os efeitos desses fenômenos climáticos? Precisamos agir antes da crise acontecer, e não apenas reagir quando ela já estiver instalada”, destacou. PREVENÇÃO, PESQUISA E CIÊNCIA Wellington defendeu que a prevenção precisa começar através do fortalecimento da ciência, da pesquisa e do monitoramento climático. Segundo ele, universidades, centros de pesquisa, produtores rurais, comunidades tradicionais e órgãos ambientais precisam atuar de forma integrada. O senador destacou investimentos destinados ao Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP), além de ações voltadas: ✔️ à educação ambiental ✔️ ao monitoramento climático ✔️ à preservação sustentável ✔️ ao fortalecimento da pesquisa científica “O conhecimento científico precisa estar na linha de frente das políticas públicas. É a ciência que nos permite antecipar problemas, proteger o meio ambiente e construir soluções duradouras para o Pantanal”, afirmou. PANTANAL ILUMINADO Outro ponto destacado por Wellington foi o programa Pantanal Iluminado, projeto que busca ampliar o acesso à energia elétrica em comunidades isoladas da região pantaneira. Segundo ele, a iniciativa vem sendo construída em parceria com: ✔️ ANEEL ✔️ Energisa ✔️ instituições públicas e privadas O objetivo é levar energia, dignidade e desenvolvimento para famílias que vivem em regiões distantes do Pantanal. “Estamos trabalhando para levar energia às comunidades mais isoladas do Pantanal. Isso representa dignidade, inclusão produtiva, desenvolvimento e melhor qualidade de vida para milhares de famílias”, explicou. DESENVOLVIMENTO COM PRESERVAÇÃO Durante a coletiva, Wellington também defendeu mais investimentos em: ✔️ saneamento básico ✔️ infraestrutura ✔️ logística ✔️ conectividade ✔️ capacitação profissional ✔️ turismo sustentável Segundo ele, preservar o Pantanal não significa impedir o crescimento econômico da região, mas garantir que o desenvolvimento aconteça de forma organizada e sustentável. “O Pantanal é patrimônio da humanidade, mas também é o lar e o sustento de milhares de famílias. Preservação e desenvolvimento precisam caminhar juntos, com responsabilidade, planejamento e visão de futuro”, concluiu. ESTATUTO DO PANTANAL Wellington também destacou que a aprovação do Estatuto do Pantanal, juntamente com a legislação estadual, representa um avanço importante para garantir mais segurança jurídica, preservação ambiental e estímulo ao desenvolvimento sustentável da região. Nos bastidores políticos, a fala do senador reforça o posicionamento de Wellington Fagundes em temas ligados: ✔️ ao meio ambiente ✔️ ao desenvolvimento sustentável ✔️ à infraestrutura ✔️ à prevenção climática ✔️ à proteção das comunidades pantaneiras A discussão ganha ainda mais relevância diante das preocupações sobre novas queimadas e dos impactos climáticos que podem atingir Mato Grosso nos próximos anos. Por: Alex Rabelo — jornalista e estrategista político | MT Urgente News