Ex-go governador aparece com 52,3% das intenções de voto na pesquisa estimulada, enquanto Janaina Riva tem 33,7%; dois senadores serão eleitos em 2026 O ex-governador de Mato Grosso Mauro Mendes (União Brasil) lidera a corrida por uma das duas vagas ao Senado que estarão em disputa nas eleições de 2026. É o que aponta levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (24). Na modalidade estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Mendes aparece com 52,3% das intenções de voto. A deputada estadual Janaina Riva (MDB) ocupa a segunda colocação, com 33,7%. Como Mato Grosso elegerá dois senadores neste ano, os dois aparecem, neste momento, à frente dos demais concorrentes na pesquisa. Na sequência, o deputado federal José Medeiros (PL) registra 18,8%, seguido pelo ex-governador Pedro Taques (PSB), com 16,5%, e pelo senador Carlos Fávaro (PSD), que soma 14,6%. Os três estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos. Entre os demais nomes apresentados, Coronel Darwin (Democrata) aparece com 4,7%, Professor Nelson Ferreira (Agir) tem 4,1% e Antônio Galvan (Avante), 4%. Margareth Buzetti (PP) registra 1,8%, enquanto Beny Godoy (Agir) tem 1,1%. Ainda na pesquisa estimulada, 6% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos. Outros 5,1% não souberam ou não quiseram opinar. Cenário espontâneo Quando os nomes dos candidatos não são apresentados, Mauro Mendes também aparece na liderança, mas com percentual bem menor: 15,8%. Janaina Riva é citada por 7,3% dos entrevistados, enquanto José Medeiros soma 6,6%. Os dois estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro. Carlos Fávaro aparece com 3,6% e Pedro Taques com 1,9%, também em situação de empate técnico. Antônio Galvan registra 0,9%, seguido por Coronel Darwin e Margareth Buzetti, com 0,3% cada. Professor Nelson Ferreira e Beny Godoy aparecem com 0,1% cada. Outros nomes citados pelos entrevistados somaram 0,3%. O dado que mais chama atenção no cenário espontâneo é o elevado índice de indecisos: 62,4% dos eleitores ainda não souberam ou não quiseram indicar um nome para o Senado. Outros 5% declararam voto em branco, nulo ou em nenhum candidato. Pesquisa O levantamento do Paraná Pesquisas ouviu 1.504 eleitores em 56 municípios de Mato Grosso entre os dias 21 e 23 de agosto. A pesquisa tem margem de erro de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-02157/2026.
Polícia Civil e Politec iniciam campanha de coleta de DNA de familiares de desaparecidos nesta segunda-feira (24)
A Polícia Civil de Mato Grosso inicia, nesta segunda-feira (24.8), os trabalhos da 4ª Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas. A ação é idealizada e organizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em todos os estados do país, com a execução, em Mato Grosso, do Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). A coleta é mais um recurso para a identificação e localização de pessoas desaparecidas e pode ajudar a trazer respostas para as famílias. Os familiares que ainda não doaram material genético em momentos anteriores poderão fornecer uma amostra. Mais informações: https://dnadesaparecidos.pjc.mt.gov.br/ A ação busca ampliar o número de perfis genéticos disponíveis e, com isso, aumentar as possibilidades de identificação de pessoas desaparecidas. Durante os dias 24 e 28 de agosto, os trabalhos serão intensificados em 17 pontos de coleta da Politec instalados no estado, porém a ação de coleta de DNA ocorre durante todo o ano. Atualmente, o banco estadual de perfis genéticos conta com 433 perfis de restos mortais não identificados que estão aptos para confronto com DNA de possíveis familiares. Na prática Para realizar a coleta de DNA, os familiares devem dirigir-se a um posto e apresentar um documento de identificação, bem como as informações do Boletim de Ocorrência do desaparecimento (número, estado de registro e delegacia). É recomendável, mas não obrigatório, levar uma cópia do boletim. Quem já fez a coleta não precisa repetir o procedimento. Recomenda-se que a doação seja realizada por familiares de primeiro grau, de preferência na seguinte ordem: pai ou mãe biológicos; filhos biológicos e o outro genitor; e, por fim, irmãos biológicos – filhos do mesmo pai e da mesma mãe. Caso não seja possível seguir a ordem sugerida, outros familiares poderão ser considerados. Crianças podem doar material genético, desde que acompanhadas do responsável legal. Coleta em qualquer local Independentemente de onde ocorreu o desaparecimento, a doação pode ser feita em qualquer ponto de coleta. Nesses casos, basta comunicar a situação aos profissionais para que a informação seja registrada. Se a pessoa tiver desaparecido em outro país, também é possível realizar a busca por meio da verificação em bancos de DNA internacionais. Prazo e procedimentos futuros Não há prazo limite para a coleta. Os familiares podem doar amostras a qualquer momento, independentemente do tempo que o parente esteja desaparecido. Contudo, é necessário ter um Boletim de Ocorrência registrado. Se não o tiver, a família pode procurar a delegacia mais próxima para registrá-lo. Se a pessoa desaparecida vier a ser identificada, será elaborado um laudo oficial de identificação, que será encaminhado à delegacia responsável pelo caso. A partir disso, a equipe policial entrará em contato diretamente com a família para informar e orientar sobre os próximos passos.
Paraná Pesquisas: Pivetta aparece à frente para o Governo e Mauro Mendes passa de 50% na disputa pelo Senado em MT
Levantamento mostra empate técnico entre Otaviano Pivetta e Wellington Fagundes na corrida pelo Governo; para o Senado, Mauro Mendes lidera e Janaina Riva aparece na segunda colocação A disputa eleitoral em Mato Grosso ganhou novos números nesta segunda-feira (24). Levantamento do Paraná Pesquisas mostra o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) numericamente à frente na corrida pelo Governo do Estado, enquanto Mauro Mendes (União Brasil) aparece com mais de 50% das intenções de voto na disputa pelas duas vagas ao Senado. Apesar da vantagem numérica de Pivetta, a diferença para o senador Wellington Fagundes (PL) está dentro da margem de erro de 2,6 pontos percentuais. Portanto, o cenário é de empate técnico. A pesquisa ouviu 1.504 eleitores entre os dias 21 e 23 de agosto de 2026. Governo: Pivetta tem 39% e Wellington 35% Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Pivetta aparece com 39%, contra 35% de Wellington Fagundes. A diferença é de quatro pontos percentuais, mas, considerando a margem de erro, os dois estão tecnicamente empatados. Os números são: Otaviano Pivetta (Republicanos): 39% Wellington Fagundes (PL): 35% Doutora Natasha (PSD): 8,7% Sargento Laudicério (Agir): 2,2% Maurício Coelho (Mobiliza): 0,4% Rafaell Millas (Missão): 0,3% Branco/nulo: 8,1% Não sabem/não responderam: 6,3% Os números mostram uma disputa concentrada principalmente entre Pivetta e Wellington. Somados, os dois alcançam 74% das intenções de voto no cenário estimulado apresentado pelo instituto. Segundo turno também tem empate técnico O Paraná Pesquisas também simulou um eventual segundo turno entre Pivetta e Wellington. Nesse confronto, Pivetta aparece com 44,3%, enquanto Wellington registra 40,8%. Novamente, a diferença não permite apontar uma liderança isolada considerando a margem de erro do levantamento. Pivetta: 44,3%Wellington: 40,8%Branco/nulo: 9,1%Não sabem/não responderam: 5,8% Espontânea mostra que eleição ainda está aberta Outro dado importante aparece na pesquisa espontânea, quando o entrevistador não apresenta uma lista de candidatos. Nesse cenário, Pivetta é citado por 15,9%, contra 8,6% de Wellington e 2,7% de Natasha. Mas o número que mais chama atenção é outro: 65,2% dos entrevistados não souberam ou não quiseram apontar espontaneamente um nome para o Governo. Isso mostra que, apesar da polarização observada na pesquisa estimulada, existe uma parcela expressiva do eleitorado que ainda não demonstra uma escolha espontânea consolidada. Wellington tem maior rejeição A pesquisa também perguntou em quem o eleitor não votaria de jeito nenhum. Wellington Fagundes registra a maior rejeição entre os candidatos apresentados, com 25,7%. Na sequência aparecem: Doutora Natasha: 19,3%Otaviano Pivetta: 16,3%Sargento Laudicério: 11,8%Maurício Coelho: 9,5%Rafaell Millas: 8,6% Outros 14% disseram que poderiam votar em qualquer um dos candidatos, enquanto 19,1% não souberam ou não responderam. Senado: Mauro Mendes passa dos 50% Se a disputa pelo Governo aparece equilibrada, a pesquisa para o Senado apresenta uma fotografia diferente. Mauro Mendes (União Brasil) lidera com 52,3% das intenções de voto. É importante lembrar que Mato Grosso elegerá dois senadores em 2026. Por isso, os percentuais dessa pesquisa não devem ser interpretados como uma eleição em que os candidatos disputam apenas um voto por eleitor. Na segunda colocação aparece Janaina Riva (MDB), com 33,7%. Depois vêm José Medeiros (PL), Pedro Taques (PSB) e Carlos Fávaro (PSD). Os números apresentados são: Mauro Mendes (União Brasil): 52,3%Janaina Riva (MDB): 33,7%José Medeiros (PL): 18,8%Pedro Taques (PSB): 16,5%Carlos Fávaro (PSD): 14,6%Coronel Darwin (Democrata): 4,7%Professor Nelson Ferreira (Agir): 4,1%Antônio Galvan (Avante): 4%Margareth Buzzetti (PP): 1,8%Beny Godoy (Agir): 1,1% Brancos e nulos somam 6%, enquanto 5,1% não souberam ou não responderam. Mauro também lidera na espontânea Na pesquisa espontânea para o Senado, Mauro Mendes também aparece na primeira colocação, com 15,8%. Janaina Riva registra 7,3%, seguida por José Medeiros, com 6,6%; Carlos Fávaro, com 3,6%; Pedro Taques, com 1,9%; e Galvan, com 0,9%. Mais uma vez, entretanto, a indefinição chama atenção: 62,4% não souberam ou não quiseram apontar espontaneamente um candidato ao Senado. Isso indica que ainda existe espaço para mudanças importantes durante a campanha. O que a pesquisa mostra neste momento? A fotografia apresentada pelo Paraná Pesquisas revela dois cenários distintos. Na disputa pelo Governo, Pivetta e Wellington concentram a maior parte das intenções de voto e estão tecnicamente empatados, apesar da vantagem numérica do atual governador. Já para o Senado, Mauro Mendes aparece com vantagem expressiva, enquanto Janaina Riva ocupa a segunda posição. Como duas cadeiras estarão em disputa, a batalha pelas demais posições também ganha importância, principalmente entre Medeiros, Taques e Fávaro. Outro ponto relevante é o elevado número de eleitores sem uma escolha espontânea definida. Faltando semanas para o primeiro turno, marcado para 4 de outubro, campanha de rua, propaganda eleitoral, debates e acontecimentos políticos ainda podem movimentar esse cenário. Metodologia e fonte O Paraná Pesquisas entrevistou 1.504 eleitores de Mato Grosso entre 21 e 23 de agosto de 2026. A margem de erro informada é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Sedek Serviços, Tecnologia & Informação Ltda. e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MT-02157/2026. Fonte: Paraná Pesquisas, conforme levantamento divulgado pelo portal Esportes & Notícias em 24 de agosto de 2026.
Incêndios florestais mobilizam equipes em diferentes regiões de Mato Grosso
Fogo de grandes proporções em Sorriso foi controlado após três horas de combate; outros municípios seguem com equipes mobilizadas e Estado registra 255 focos de calor em 24 horas Um incêndio de grandes proporções mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) na tarde desta segunda-feira (24), em uma área de vegetação no bairro Jardim Aurora, em Sorriso. Os bombeiros foram acionados por volta das 14h15 e encontraram o fogo avançando por praticamente toda a área verde. A ocorrência exigiu uma operação conjunta, com emprego de militares, viaturas, caminhões-pipa e brigadistas disponibilizados pela Prefeitura de Sorriso. Após cerca de três horas de trabalho, as chamas foram controladas e isoladas, reduzindo o risco de propagação para as áreas próximas. Apesar do avanço no combate, ainda há focos no interior da vegetação, principalmente em troncos e materiais orgânicos, e as equipes permanecem no local realizando o rescaldo. A dinâmica do incêndio levantou a suspeita de que o fogo tenha sido provocado de forma intencional. O trabalho continua concentrado na eliminação dos focos remanescentes e na prevenção de novos pontos de combustão. Em Nova Santa Helena, outro incêndio permanece sob controle, sem risco imediato de avanço. O fogo atingiu uma área de assentamento sob responsabilidade da União e apresenta focos isolados. Como se trata de uma área de competência federal, o CBMMT solicitou reforço ao Centro Integrado Multiagência de Coordenação Operacional Federal (Ciman), mas não recebeu retorno até o momento. Enquanto isso, as equipes estaduais seguem monitorando a região e atuando nos focos remanescentes. Outras ocorrências continuam em combate no Estado. Em Santo Antônio de Leverger, os bombeiros atuam em três frentes. Também há operações em andamento em Paranatinga, nas proximidades da MT-020 e da Terra Indígena Marechal Rondon, além de Ribeirão Cascalheira, Matupá, Vila Rica, Cláudia e São José do Rio Claro. As ações são coordenadas de acordo com a necessidade de cada ocorrência e incluem combate direto ao fogo, monitoramento e proteção de áreas rurais, propriedades e comunidades. Quando necessário, as operações recebem apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. Mato Grosso registra 255 focos de calor O Estado registrou 255 focos de calor nas últimas 24 horas, segundo a atualização realizada às 17h pelo Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com dados do satélite de referência Aqua Tarde. Do total, 166 foram identificados no bioma Amazônia, 85 no Cerrado e quatro no Pantanal. Também foram registrados 15 focos em Terras Indígenas. Os pontos foram identificados nas terras indígenas Areões, em Nova Nazaré; Sangradouro/Volta Grande, em Poxoréu; Kawahiva do Rio Pardo e Piripkura, em Colniza; Aripuanã, em Juína; Roosevelt, em Rondolândia; e Utiariti, em Campo Novo do Parecis. O CBMMT reforça que a identificação de um foco de calor por satélite não significa, necessariamente, a existência de um incêndio florestal. O registro indica uma área com temperatura elevada que pode estar ou não relacionada ao fogo. A análise de vários focos concentrados em uma mesma região auxilia na identificação de possíveis incêndios. Nas Terras Indígenas, a atuação para combate aos incêndios é de responsabilidade dos órgãos federais, devido à competência sobre essas áreas. Operação monitora uso irregular do fogo O CBMMT também mantém ações de fiscalização por meio da Operação Infravermelho, coordenada a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá. Com auxílio de imagens de satélite e outras ferramentas tecnológicas, o trabalho busca detectar antecipadamente áreas com risco de incêndio ou locais onde o fogo tenha sido iniciado de maneira irregular. A estratégia combina prevenção, monitoramento e responsabilização de quem descumpre a legislação ambiental. Desde o início do período proibitivo para uso do fogo, os bombeiros já atuaram na extinção de incêndios em diversos municípios mato-grossenses, entre eles Água Boa, Aripuanã, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Canarana, Chapada dos Guimarães, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Lambari D’Oeste, Matupá, Nova Maringá, Nova Ubiratã, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia e União do Sul. Uso do fogo está proibido O CBMMT alerta que o uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais está proibido nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, a utilização do fogo é proibida durante todo o ano. Além de representar risco à população, à saúde e ao meio ambiente, a utilização irregular do fogo pode configurar crime ambiental e resultar em penalidades previstas na legislação. Denúncias de uso irregular do fogo podem ser feitas pelo 193, do Corpo de Bombeiros Militar, ou pelo 190, da Polícia Militar.
Max Russi diz que Podemos pode eleger até dois deputados federais em Mato Grosso
O deputado estadual e presidente estadual do Podemos, Max Russi, afirmou que o partido conseguiu montar uma chapa competitiva para a disputa por vagas na Câmara Federal nas eleições deste ano. Segundo ele, há um ano a sigla trabalhava com a possibilidade de não eleger nenhum representante, mas atualmente projeta conquistar até duas cadeiras. De acordo com Max, a formação da chapa para deputado federal foi mais difícil do que o esperado, mas o partido conseguiu reunir nove candidatos, número máximo permitido pela legislação eleitoral. “Hoje nós temos a certeza de um deputado federal e, agora, começando a campanha com o trabalho dos nossos candidatos, nós já temos a perspectiva e a possibilidade de elegermos dois deputados federais”, afirmou. Entre os nomes considerados mais competitivos estão o deputado federal Nelson Barbudo, o ex-deputado federal Neri Geller e o ex-secretário de Segurança Pública, coronel Roveri. A expectativa é de que o Podemos consiga garantir inicialmente uma cadeira e dispute uma segunda vaga por meio das sobras eleitorais, dependendo do desempenho da chapa e dos demais partidos. Também integram a chapa o pastor Marcos Ritella, o delegado Fred Murta, o ex-prefeito de Querência Fernando Gorgen e as vereadoras Katiuscia Manteli, de Cuiabá; Gisa Barros, de Várzea Grande; e Kalynka Meirelles, de Rondonópolis. A projeção citada na reportagem é de que o quociente eleitoral para deputado federal em Mato Grosso fique próximo de 230 mil votos.