Reeleito com 60,7% dos votos, governador afirma que alterações serão pontuais e cita saúde e ensino profissionalizante entre as prioridades para os próximos quatro anos Um dia após ser reeleito governador de Mato Grosso com 60,7% dos votos, Otaviano Pivetta (Republicanos) confirmou que fará mudanças no secretariado estadual para o próximo mandato. Em entrevista à TV Centro América nesta segunda-feira (5), o governador afirmou que as alterações serão anunciadas em breve e devem ocorrer de forma pontual, sem uma ampla reformulação da estrutura administrativa. Segundo Pivetta, a intenção é promover ajustes na gestão para aperfeiçoar os serviços públicos e corrigir pontos que ainda precisam avançar. O governador não revelou quais secretarias poderão passar por mudanças nem antecipou possíveis nomes para os cargos. A definição do novo secretariado, conforme Pivetta, faz parte de um processo de avaliação da atual estrutura do Governo de Mato Grosso. A proposta é manter as ações que apresentam bons resultados e promover mudanças onde houver necessidade de aperfeiçoamento. Após a confirmação da vitória nas urnas, o governador também se reuniu nesta segunda-feira com integrantes da equipe de governo. Ele afirmou que, neste momento, não há um ato específico previsto como primeira medida do novo mandato e que a administração seguirá normalmente enquanto os ajustes são definidos. Prioridades Entre as principais metas apontadas por Pivetta para os próximos quatro anos estão a ampliação do ensino técnico profissionalizante e o fortalecimento da saúde pública. O governador destacou iniciativas como o Fila Zero e a tabela SUS-Mato Grosso, além da expansão da rede hospitalar estadual. Pivetta também sinalizou que pretende buscar uma relação de apoio com a Assembleia Legislativa para garantir a aprovação e a execução das medidas previstas para a nova gestão. Ao avaliar o resultado eleitoral, o governador afirmou que a votação recebida representa uma confirmação da população ao projeto de governo desenvolvido em Mato Grosso. Ele destacou ainda sua experiência à frente da Prefeitura de Lucas do Rio Verde e os oito anos de atuação ao lado do governador Mauro Mendes. Com a reeleição, Pivetta afirmou que pretende manter a linha de gestão adotada nos últimos anos, mas com mudanças necessárias para melhorar os resultados e ampliar a qualidade dos serviços oferecidos à população. “Agora eu me sinto legitimado para governar Mato Grosso”, declarou o governador, ao afirmar que conduzirá o novo mandato em nome dos mato-grossenses.
Bombeiros retiram vítima das ferragens após acidente com morte na BR-163
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na manhã desta segunda-feira (5.10), o desencarceramento do corpo do condutor de um caminhão após um acidente de trânsito na BR-163, em Sorriso (a 397 km de Cuiabá). A equipe do 5º Batalhão de Bombeiros Militar (5º BBM) foi acionada por volta das 9h20 para atender à ocorrência, que envolveu um caminhão carregado com brita. Conforme as informações repassadas aos bombeiros, o veículo colidiu contra o meio-fio e tombou sobre a rodovia. No local, as equipes encontraram duas vítimas. O passageiro do caminhão estava fora da cabine e recusou atendimento de primeiros socorros. Já o condutor ficou preso às ferragens e não apresentava sinais vitais. Após os procedimentos periciais, os bombeiros realizaram o desencarceramento e a retirada do corpo do homem da estrutura do veículo. Em seguida, o corpo foi entregue à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e à Polícia Civil para os procedimentos cabíveis. Além do desencarceramento, os bombeiros fizeram a limpeza da pista, que teve derramamento de combustível após o impacto. Para evitar que o produto se espalhasse durante o atendimento, as equipes utilizaram terra para formar barreiras de contenção na área atingida. Uma equipe da Defesa Civil Municipal e outra da concessionária responsável pela administração da rodovia também estiveram no local e prestaram apoio no atendimento da ocorrência.
Medeiros promete mudar comando do Senado e rever Reforma Tributária após eleição
Senador eleito por Mato Grosso diz que pretende atuar pela troca da presidência do Senado, defender impeachment de ministros do STF e destravar o desenvolvimento do Estado Eleito para uma das duas vagas de Mato Grosso no Senado Federal, José Medeiros (PL) afirmou que sua atuação no Congresso Nacional terá como prioridades a mudança no comando da Casa, a revisão da Reforma Tributária e a defesa de medidas que, segundo ele, possam ampliar a segurança jurídica e estimular investimentos no Estado. Em entrevista na noite deste domingo (4), após a confirmação do resultado das urnas, Medeiros fez duras críticas à atual condução do Senado e defendeu a abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Para o senador eleito, a primeira medida será trabalhar pela substituição de Davi Alcolumbre (União-AP) na presidência do Senado. Medeiros afirmou que pretende atuar para que a Casa volte a exercer, na avaliação dele, uma postura mais efetiva diante das questões nacionais. “Chegando lá, a prioridade é a gente mudar a presidência do Senado, porque hoje ele está fechado. É um Senado omisso. O Senado está fechado, está com o olho fechado, com o ouvido tampado e a boca fechada. Não nos ouve, não vê o que está acontecendo e não fala nada”, afirmou. Medeiros também declarou que pretende apoiar a abertura de processos de impeachment contra ministros do STF. “Mato Grosso pode esperar também um senador que vai, com unhas e dentes, lutar para que Davi Alcolumbre não continue presidente do Senado e que a gente possa imediatamente iniciar o processo de impeachment de vários, não é um só não, ministros do STF”, disse. Outro ponto apontado como prioridade é a Reforma Tributária. O parlamentar avalia que o modelo aprovado pelo Congresso precisa ser revisto para evitar impactos negativos sobre a economia de Mato Grosso. “A prioridade é mudar a presidência do Senado. Em seguida, segurança jurídica. E logo em seguida, mudar a reforma tributária que foi aprovada, que Mato Grosso não sobrevive com ela”, declarou. Na avaliação de Medeiros, a segurança jurídica é fundamental para garantir a confiança de investidores. Ele criticou decisões do Judiciário que, segundo sua interpretação, interferem em normas aprovadas pelo Congresso e acabam dificultando a previsibilidade necessária para novos investimentos. “Quem quer investir quer previsibilidade. Quem quer investir quer um ambiente amigável. E é impossível hoje ter qualquer previsibilidade com o jeito que está a nossa corte”, afirmou. Desenvolvimento de Mato Grosso Medeiros também destacou entre suas metas o que chamou de “destravamento” de Mato Grosso. Segundo ele, será necessário enfrentar entraves burocráticos e restrições que, em sua avaliação, dificultam o crescimento econômico do Estado. Ao falar sobre o potencial mato-grossense, o senador eleito comparou o Estado a um bebê em fase de crescimento, que precisa de condições adequadas para se desenvolver. “Muito trabalho. O destravamento desse Estado. Nós precisamos fazer com que esse bebê, que é o Mato Grosso, é um bebê em termos de desenvolvimento no Brasil, precisa de muito alimento para se desenvolver”, afirmou. José Medeiros conquistou uma das duas vagas de Mato Grosso ao Senado nas eleições deste domingo (4). A outra cadeira ficou com o ex-governador Mauro Mendes (União).
Prêmio de Jornalismo do Governo de MT entra no último mês de inscrições
Jornalistas e fotógrafos podem inscrever gratuitamente reportagens e fotos publicadas entre 1º de abril e 5 de novembro; primeiro colocado em cada categoria receberá R$ 50 mil O período de inscrições para a 2ª edição do Prêmio de Jornalismo do Governo de Mato Grosso entrou no último mês. Jornalistas e fotógrafos têm até o dia 5 de novembro para inscrever gratuitamente seus trabalhos no concurso. As inscrições devem ser realizadas pelo site oficial da premiação. Para participar, basta acessar o endereço eletrônico https://premiodejornalismogovmt.com.br/#inicio, onde também está disponível o regulamento do Prêmio. Podem concorrer reportagens e fotografias publicadas entre 1º de abril de 2026 e 5 de novembro de 2026. Promovido pelo Governo de Mato Grosso, o concurso oferece o maior prêmio financeiro do país na área e reconhece produções jornalísticas que valorizem ações e políticas públicas desenvolvidas no Estado. Criado para reconhecer e valorizar profissionais da imprensa que produzem conteúdos jornalísticos sobre iniciativas que contribuem para o desenvolvimento de Mato Grosso, o prêmio distribuirá R$ 50 mil ao primeiro colocado de cada categoria. O segundo lugar receberá R$ 35 mil, enquanto o terceiro será premiado com R$ 20 mil. Os valores são líquidos, ou seja, os vencedores receberão integralmente as quantias previstas. O tema desta edição é “Ações do Estado de Mato Grosso que o tornam um exemplo de Brasil que dá certo”. Os conteúdos devem se enquadrar em um dos eixos temáticos preestabelecidos: infraestrutura, social, meio ambiente, educação, empreendedorismo, agricultura familiar, saúde, cultura, esporte, segurança, ciência e tecnologia, turismo e desenvolvimento econômico. A premiação conta com as categorias Impresso, para reportagens em texto publicadas em jornais e revistas; Internet, para reportagens em texto publicadas em sites jornalísticos; Vídeo, para reportagens veiculadas em televisão ou plataformas digitais de vídeo; Áudio, para reportagens veiculadas em rádio ou plataformas de streaming; e Fotografia, para fotos publicadas em veículos impressos ou digitais, em matérias jornalísticas. Nesta edição, fotografias que façam parte de reportagens inscritas no Prêmio também poderão concorrer. Os valores da premiação são líquidos, e o pagamento será realizado via Pix, assim como na primeira edição. A cerimônia de entrega dos prêmios está prevista para o dia 10 de dezembro.
Direita amplia força nas urnas, e Flávio Bolsonaro chega ao 2º turno à frente de Lula
Resultado do primeiro turno mostra avanço do campo conservador no Congresso e nos estados, enquanto disputa presidencial entre Flávio Bolsonaro e Lula segue para 25 de outubro O resultado das eleições deste domingo (04.10) redesenhou o cenário político brasileiro e evidenciou o crescimento da direita nas urnas. Na disputa pela Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL) terminou o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os dois disputarão o segundo turno no dia 25 de outubro. Com 99,97% das urnas apuradas, Flávio contabilizava 56,1 milhões de votos, equivalentes a 47,04% dos votos válidos. Lula somava 53,8 milhões, com 45,15%. A diferença ficou em pouco mais de 2,2 milhões de votos. Os números foram confirmados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que posteriormente registrou 99,99% da apuração com Flávio em 47,03% e Lula em 45,16%. O resultado presidencial veio acompanhado de uma mudança significativa na composição política do país. O campo de direita ampliou sua presença no Congresso e conquistou espaço em governos estaduais, fortalecendo uma tendência que ganhou força desde 2018 e se consolidou nas eleições de 2022. A disputa pelo Palácio do Planalto, porém, permanece aberta. Como nenhum dos dois candidatos alcançou mais de 50% dos votos válidos, a definição ficará para uma nova votação. Cerca de 7,8% dos votos válidos foram destinados aos demais candidatos, formando o principal universo em disputa no segundo turno. Entre os nomes que ficaram fora da segunda etapa estão Augusto Cury, que recebeu 2,89% dos votos válidos, e Renan Santos, com 2,25%. Ronaldo Caiado e Romeu Zema também encerraram a participação na corrida presidencial. Mudança no mapa político A eleição também revelou alterações importantes no equilíbrio de forças entre estados e no Congresso Nacional. O avanço de candidatos identificados com a direita foi acompanhado pela ampliação da presença do PL e de partidos aliados nas bancadas legislativas. Minas Gerais aparece entre os estados que reforçaram essa mudança. A disputa presidencial no estado terminou com vantagem para Flávio Bolsonaro, enquanto Cleitinho Azevedo (Republicanos) foi eleito governador ainda no primeiro turno, com 55,40% dos votos válidos. O desempenho mineiro ganha peso por se tratar de um dos maiores colégios eleitorais do país e por historicamente apresentar forte relevância nas eleições presidenciais. No Senado, a nova composição também aponta para uma Casa mais alinhada ao campo conservador. Em São Paulo, por exemplo, Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL) foram eleitos para as duas vagas em disputa. Segundo turno terá disputa acirrada A diferença inferior a dois pontos percentuais entre Flávio e Lula deixa a segunda etapa marcada pela disputa pelos votos dos candidatos que ficaram pelo caminho e pela mobilização dos eleitores que não compareceram às urnas. No primeiro turno, a abstenção ficou em 21,08%, enquanto os votos brancos representaram 1,84% e os nulos, 2,93%. Com os dois principais candidatos concentrando mais de 92% dos votos válidos, a campanha para o segundo turno deverá se concentrar na busca por alianças, na tentativa de ampliar a base eleitoral e na consolidação dos votos já conquistados. A nova etapa da eleição também recoloca no centro do debate temas como economia, segurança pública, programas sociais, relação entre os Poderes e políticas para o Congresso Nacional. Congresso terá papel estratégico Além da disputa presidencial, a nova configuração do Congresso será um dos elementos relevantes para o próximo governo. O crescimento das bancadas de direita deverá influenciar a relação entre o Executivo e o Legislativo, independentemente do resultado da eleição presidencial. O cenário também deverá repercutir na relação entre Congresso e Supremo Tribunal Federal, especialmente diante de pautas que já provocam divergências entre parlamentares de diferentes campos políticos. Com a eleição de novos senadores e deputados, a composição do Legislativo a partir de 2027 terá peso nas discussões sobre projetos de governo, orçamento, reformas e demais propostas que dependerão de maioria parlamentar. Decisão será em 25 de outubro O segundo turno está marcado para o domingo, 25 de outubro. Flávio Bolsonaro chega à nova etapa como o candidato mais votado do primeiro turno, enquanto Lula busca reverter a diferença registrada na primeira votação. A eleição, portanto, entra em uma nova fase, com os dois candidatos disputando os votos dos demais concorrentes e dos eleitores que não participaram do primeiro turno. O resultado definirá quem comandará a Presidência da República no próximo mandato.
Metade da bancada de Mato Grosso na Câmara será renovada a partir de 2027
Quatro deputados federais foram reeleitos, enquanto quatro novos nomes conquistaram vagas para representar o Estado na próxima legislatura. Mato Grosso terá uma renovação de 50% de sua bancada na Câmara dos Deputados a partir de fevereiro de 2027. Dos oito parlamentares eleitos pelo Estado, quatro conquistaram a reeleição e outros quatro chegam pela primeira vez à representação federal. O resultado foi definido nas urnas neste domingo (04.10), com 100% da apuração concluída. Permanecem na Câmara Coronel Fernanda (PL), Fábio Garcia (União Brasil), Coronel Assis (PL) e Juarez Costa (Republicanos). Coronel Fernanda foi a candidata mais votada para deputado federal em Mato Grosso, com 205.064 votos. Fábio Garcia recebeu 139.777 votos, Coronel Assis obteve 128.697 e Juarez Costa somou 83.728 votos. A nova composição terá Professora Rosa Neide (PT), Virginia Mendes (União Brasil), Thiago Boava Hey Roy (PL) e Coronel César Roveri (Podemos). Rosa Neide foi a segunda mais votada no Estado, com 140.351 votos, seguida por Fábio Garcia. Virginia Mendes recebeu 102.120 votos, Thiago Boava Hey Roy, 72.375, e Coronel Roveri, 47.195. A renovação também ocorre em razão da saída de parlamentares que integravam a atual bancada. Emanuelzinho (PSD), Rodrigo da Zaeli (PL) e Nelson Barbudo (Podemos) não foram eleitos para um novo mandato. Já José Medeiros (PL) deixou a disputa pela Câmara para concorrer ao Senado e foi eleito para uma das duas vagas de Mato Grosso. Com a nova composição, o PL terá três representantes, enquanto União Brasil contará com dois. PT, Republicanos e Podemos terão uma cadeira cada. Dos oito eleitos, três são mulheres: Coronel Fernanda, Professora Rosa Neide e Virginia Mendes. Os deputados federais eleitos assumem os mandatos em 1º de fevereiro de 2027, para uma legislatura de quatro anos.
CIEE oferta 175 vagas de estágio em Mato Grosso e amplia oportunidades para jovens
Estado integra lista de oportunidades disponíveis nesta semana, com vagas para estudantes do ensino médio e de diferentes áreas de formação O mercado de trabalho abre nesta semana novas portas para estudantes que buscam experiência profissional e uma oportunidade de ingressar no mundo do trabalho. O Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) disponibiliza mais de 6,2 mil vagas de estágio em todo o Brasil, sendo 175 oportunidades destinadas a estudantes de Mato Grosso. As vagas estão distribuídas entre empresas privadas e órgãos públicos e contemplam diferentes níveis e áreas de formação. Entre os segmentos com oportunidades no Estado estão Administração, Arquitetura e Urbanismo, Comunicação, Construção Civil, Contabilidade, Direito, Economia, Educação, Esportes, Informática, Marketing e Meio Ambiente. Também há oportunidades para estudantes do Ensino Médio, ampliando o acesso de adolescentes e jovens ao primeiro contato com o ambiente profissional. Para participar dos processos seletivos, o estudante deve realizar gratuitamente seu cadastro no Portal CIEE e manter os dados pessoais e acadêmicos atualizados. As informações são utilizadas pela instituição e pelas empresas para localizar candidatos compatíveis com os perfis das vagas e realizar os encaminhamentos para entrevistas. O cadastro pode ser complementado com recursos como redação e vídeo de apresentação. Segundo o CIEE, manter um perfil completo e atualizado pode ajudar o estudante a se destacar durante os processos de seleção. Com 62 anos de atuação, o CIEE tem como foco a inserção de jovens e adolescentes no mundo do trabalho por meio de programas de estágio e aprendizagem. A instituição afirma já ter contribuído para a entrada de cerca de 7 milhões de brasileiros no mercado profissional. Além da intermediação de oportunidades, o CIEE oferece cursos on-line gratuitos voltados à qualificação de jovens e desenvolve ações socioassistenciais destinadas ao fortalecimento de vínculos e à ampliação do acesso ao conhecimento. Em Mato Grosso, a instituição mantém unidades em Cuiabá, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sinop e Sapezal, oferecendo atendimento aos estudantes e candidatos interessados nas oportunidades. Unidades do CIEE em Mato Grosso Cuiabá: Avenida Mato Grosso, nº 226, Centro Norte. Primavera do Leste: Anexo à Anhanguera – Avenida Paulo César Aranda, nº 241, Jardim Riva. Rondonópolis: Rua Otávio Pitaluga, nº 2.078, bairro La Salle A. Sinop: Rua dos Ingás, nº 2.123, bairro Jardim Maringá. Sapezal: Anexo à Unicesumar – Avenida Silvestre Domingos Barbon, s/nº.
Senado terá maior bancada feminina da história após eleição de 12 mulheres
Resultado das urnas estabelece recorde de mulheres eleitas em uma única disputa e levará a presença feminina a 18 das 81 cadeiras da Casa em 2027 A eleição de 4 de outubro estabeleceu um novo marco para a participação feminina no Senado Federal. Ao todo, 12 mulheres foram eleitas para as 54 cadeiras que estavam em disputa, o maior número de senadoras escolhidas em uma única eleição desde a redemocratização do país. Com o resultado, a composição do Senado deverá chegar a 18 mulheres entre os 81 parlamentares, o equivalente a 22,2% da Casa a partir de 2027. Até então, o recorde de mulheres eleitas para o Senado em uma mesma disputa havia sido registrado em 2002, quando oito candidatas conquistaram uma cadeira. Em 2018, na última eleição em que dois terços do Senado foram renovados, sete mulheres foram eleitas. As novas senadoras foram eleitas por dez estados e pelo Distrito Federal. O resultado também produziu uma situação inédita na representação do DF: Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, ambas do PL, foram eleitas para as duas vagas em disputa e se juntarão a Damares Alves (Republicanos), que já possui mandato até 2031. Pela primeira vez, uma unidade da Federação terá suas três cadeiras no Senado ocupadas exclusivamente por mulheres. As eleitas são Mara Rocha (Republicanos-AC), Marina JHC (PSDB-AL), Rayssa Furlan (Podemos-AP), Luizianne (Rede-CE), Michelle Bolsonaro (PL-DF), Bia Kicis (PL-DF), Gracinha Caiado (União-GO), Marília Campos (PT-MG), Marília Arraes (PDT-PE), Samanda de Lula (PT-RN), Teresa Surita (MDB-RR) e Carol de Toni (PL-SC). Com as novas eleitas, a Bancada Feminina do Senado ganhará espaço na próxima legislatura. O grupo representa institucionalmente as mulheres nas decisões da Casa, participa das reuniões de líderes, pode orientar votações e possui preferência no uso da palavra em determinadas situações. O resultado ocorre em um cenário de aumento da participação feminina nas candidaturas. Ao todo, 69 mulheres concorreram ao Senado em 2026, número superior ao registrado nas eleições anteriores em que houve renovação de dois terços das cadeiras. Apesar do avanço no número de mulheres que ocuparão a Casa, candidatas que já exerciam mandato não conseguiram retornar ao Senado nas urnas. Entre elas estão Leila Barros (PDT-DF), Zenaide Maia (PSD-RN), Soraya Thronicke (PSB-MS), Daniella Ribeiro (PP-PB) e Eliziane Gama (PT-MA). Mara Gabrilli (PSD-SP), que também era senadora, disputou uma vaga para deputada estadual e não foi eleita. A nova composição do Senado começa a valer com a posse dos eleitos, marcada para 1º de fevereiro de 2027, quando os novos parlamentares iniciarão mandatos de oito anos.
Mauro Mendes celebra vitória e promete levar ao Senado modelo de gestão com resultados
Senador eleito afirma que resultado das urnas representa reação à “velha política” e defende trabalho, responsabilidade e entregas concretas para Mato Grosso O senador eleito por Mato Grosso, Mauro Mendes (União), comemorou a vitória nas urnas ao lado de aliados e destacou o resultado obtido pelo grupo político que também garantiu a eleição de Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Governo do Estado no primeiro turno. Em discurso após a confirmação dos resultados, o ex-governador afirmou que a votação representa, na avaliação dele, uma mudança na forma de fazer política em Mato Grosso. Mendes classificou a vitória como um momento de ruptura com práticas que considera ultrapassadas e fez críticas a adversários que, segundo ele, priorizam discursos em vez de trabalho e resultados. Para o senador eleito, o eleitor mato-grossense sinalizou nas urnas a preferência por uma atuação política voltada à construção de soluções e à melhoria dos serviços públicos. Ao agradecer aos eleitores, coordenadores de campanha e apoiadores, Mendes também destacou a trajetória de Pivetta e atribuiu a vitória ao trabalho conjunto realizado durante o processo eleitoral. Segundo ele, o resultado não deve ser interpretado apenas como uma conquista individual dos candidatos eleitos, mas como uma escolha da população por um projeto de futuro para o Estado. O ex-governador também resgatou ações realizadas durante sua passagem pelo comando do Executivo estadual e defendeu uma administração baseada em investimentos e entregas à população. Ele citou áreas como saúde, infraestrutura e educação como exemplos de setores em que o poder público deve transformar a arrecadação de impostos em serviços e melhorias concretas. Em tom de comemoração, Mendes afirmou que a vitória foi expressiva e associou o resultado ao trabalho realizado durante sua gestão. Para o novo senador, a expectativa da população é que os representantes eleitos mantenham o mesmo compromisso com resultados também no Congresso Nacional. Questionado sobre as primeiras medidas que pretende adotar ao assumir o mandato em Brasília, Mendes evitou antecipar projetos específicos. O senador eleito afirmou que prefere deixar de lado anúncios considerados espetaculosos e concentrar sua atuação no trabalho parlamentar. A proposta, segundo ele, será atuar com seriedade no Senado Federal e buscar resultados que atendam aos interesses de Mato Grosso e também contribuam para o desenvolvimento do país.
Max Russi já entra em 2027 como nome de peso para 2030
Com 86,9 mil votos, presidente da Assembleia garante o quarto mandato e lidera bancada de seis deputados eleitos pelo Podemos O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (Podemos), saiu das urnas neste domingo (4) como o deputado estadual mais votado do Estado e consolidou uma das maiores forças políticas para a próxima legislatura. Com 86.934 votos, Russi garantiu o quarto mandato consecutivo e conduziu o Podemos à formação da maior bancada da Assembleia Legislativa, com seis das 24 cadeiras. O resultado combina desempenho individual expressivo com força partidária. Além de Russi, o Podemos elegeu Ulysses Moraes, com 56.207 votos; Beto Dois a Um, com 56.148; Alessandra Ferreira, com 50.802; Fabinho Tardin, com 36.122; e Adelcino Lopo, com 21.146 votos. A composição coloca o Podemos à frente de partidos tradicionais na nova configuração da Assembleia. PL e Republicanos elegeram quatro parlamentares cada, enquanto o MDB terá três representantes. PT, União Brasil e PSDB ficaram com duas cadeiras cada, e o PSD conquistou uma vaga. O desempenho fortalece a posição de Russi nas articulações políticas que começam a ganhar forma para a próxima legislatura. À frente da Assembleia, o deputado chega a 2027 reunindo dois ativos importantes: a maior votação individual entre os candidatos à Casa e o comando da maior bancada partidária. A força conquistada nas urnas também amplia o espaço de Russi nas discussões sobre os rumos da política estadual nos próximos anos. Embora uma eventual disputa majoritária esteja distante, o resultado eleitoral passa a alimentar as articulações e projeções para 2030, quando estará em debate a sucessão do comando do Estado. Russi iniciou sua trajetória política em Jaciara, onde foi vereador e prefeito por dois mandatos, antes de chegar à Assembleia Legislativa em 2015. Agora, ao conquistar o quarto mandato consecutivo e liderar uma bancada de seis deputados, reforça seu protagonismo no cenário político de Mato Grosso e inicia uma nova etapa com maior capacidade de articulação dentro da principal Casa legislativa do Estado.