Alunos do Pré II foram atendidos na UPA Morada do Ouro; seis permanecem em observação e uma criança foi encaminhada ao HMC para acompanhamento especializado
Sete crianças da turma do Pré II da Escola Municipal Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, localizada no bairro Alvorada, em Cuiabá, precisaram de atendimento médico na manhã desta segunda-feira (10) após terem contato com uma substância identificada preliminarmente como veneno de rato. O produto teria sido levado para a unidade de ensino por um dos alunos.
A ocorrência foi registrada no pátio da escola, enquanto as crianças aguardavam na fila antes do início das atividades em sala de aula. Assim que a situação foi percebida, funcionários acionaram as equipes responsáveis e os estudantes foram encaminhados para atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Morada do Ouro.
Após a avaliação inicial, seis crianças, que apresentavam quadro estável, foram transferidas para o Centro Médico Infantil (CMI), onde permanecem em observação e sob acompanhamento médico. Segundo a Prefeitura de Cuiabá, elas estão conscientes e fora de perigo.
A criança apontada como responsável por levar a substância para a escola apresentou um quadro clínico que exigiu cuidados mais específicos. Depois do primeiro atendimento na UPA, ela foi encaminhada ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde permanece sob acompanhamento especializado e monitoramento toxicológico.
O episódio provocou preocupação entre familiares de alunos da unidade. Uma mãe relatou que tomou conhecimento da ocorrência por meio de um grupo de moradores e foi até a escola para buscar o filho, que não estava entre as crianças encaminhadas para atendimento médico. Segundo ela, a possibilidade de o produto ter circulado entre os estudantes gerou apreensão.
A Prefeitura informou que as Secretarias Municipais de Educação e Saúde atuaram de forma integrada desde que a situação foi identificada, garantindo o atendimento e o encaminhamento das crianças para as unidades de saúde. O município também afirmou que os estudantes recebem toda a assistência necessária e que, neste momento, não há risco à vida.
Por envolver crianças e informações relacionadas a atendimento médico, a Prefeitura informou que não divulgará detalhes sobre diagnósticos ou procedimentos adotados, em respeito ao sigilo médico, à privacidade e à preservação da imagem dos estudantes.
As equipes das Secretarias de Educação e Saúde continuam acompanhando o caso e prestando suporte às famílias envolvidas.
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