A Toyota anunciou nesta quarta-feira (24) a suspensão temporária de toda sua produção no Brasil após a destruição da unidade de motores em Porto Feliz (SP), atingida por uma microexplosão atmosférica no último fim de semana. Sem prazo definido para retomada, a medida interrompe a fabricação dos modelos Yaris, Yaris Cross, Corolla e Corolla Cross, que dependem exclusivamente dos propulsores produzidos na planta paulista. Produção paralisada A decisão impacta diretamente as fábricas de Sorocaba e Indaiatuba, responsáveis pela montagem dos veículos. A montadora informou que a reconstrução da unidade de Porto Feliz pode levar “meses” e avalia alternativas emergenciais, como a importação de motores, para tentar reduzir o tempo de paralisação. Empregos preservados Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região, não haverá demissões imediatas. Só na unidade de Sorocaba, a Toyota mantém cerca de 4,5 mil empregos diretos, além de movimentar uma ampla cadeia de fornecedores e prestadores de serviço. Os trabalhadores de Sorocaba entrarão em férias coletivas, enquanto em Porto Feliz será utilizado o sistema de banco de horas, com possibilidade de adoção do mesmo regime nos próximos dias. O sindicato também negocia a alternativa de layoffs para garantir a manutenção dos postos de trabalho. Durante o período, salários de até R$ 4,5 mil serão pagos integralmente; valores superiores terão reposição de 95%. Benefícios como vale-refeição e plano de saúde permanecem assegurados. Peso econômico A fábrica de Sorocaba é estratégica para a Toyota no Brasil. De janeiro a agosto deste ano, a unidade exportou US$ 935,4 milhões em veículos, o equivalente a 23,1% das vendas externas do setor automotivo nacional, segundo levantamento do Dieese. Com a produção de Indaiatuba, o valor sobe para US$ 1,1 bilhão, representando 28% do total exportado pelo país no período. Investimentos em risco A paralisação ocorre em meio ao ciclo de R$ 11 bilhões em investimentos anunciados até 2030, dos quais R$ 5 bilhões estão programados até 2026. Parte desses recursos é destinada à ampliação da fábrica de Sorocaba e ao desenvolvimento de novos modelos híbridos, como o Yaris Cross. Compromisso com o Brasil Apesar da crise, a Toyota reafirmou que mantém seu compromisso com o mercado brasileiro e destacou que busca soluções rápidas para mitigar os impactos da tragédia climática.
Encontro em Sorriso discute fortalecimento da infraestrutura de aeroportos de MT
O município de Sorriso recebe, a partir desta terça-feira (23.9), a 3ª edição da Roda de Conversa com Gestores Aeroportuários de Mato Grosso. O evento é realizado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), com o objetivo de ampliar o conhecimento técnico e estimular o desenvolvimento da infraestrutura aeroportuária de Mato Grosso. O encontro vai ocorrer no Auditório Farroupilha, do Centro de Eventos Ari José Riedi, localizado na Avenida Blumenau. A abertura está marcada para as 8h30 e, logo depois, será realizado o primeiro painel do evento, chamado “Planejamento e Gestão da Infraestrutura Aeroportuária”, para debater a importância dos investimentos na garantia da segurança dos aeroportos. Entre os painelistas e debatedores estão servidores da Sinfra, representantes do Ministério dos Portos e Aeroportos, administradores de aeroportos e engenheiros especializados na área, entre outros profissionais. A programação inclui vários painéis temáticos e debates, sendo que no último dia será realizada uma visita técnica ao Aeroporto Municipal de Sorriso. A Roda de Conversa fortalece a integração entre as instituições e promove a troca de experiências. Entre os assuntos que serão discutidos estão o panorama atual das operações aéreas em Mato Grosso e perspectivas para o futuro da aviação regional. Confira a programação Terça-feira (23.9) 08h – Credenciamento 08h30 – Abertura 09h30 – Painel: Planejamento e Gestão da Infraestrutura Aeroportuária 13h30 – Painel: Atribuições Institucionais na Aviação Civil: Quem Faz o Quê? 15h30 – Painel: Conhecendo a Central Infra: Plataforma de Acesso à Informação sobre Infraestrutura 16h30 – Painel:Aviação em Mato Grosso: Cenário Atual e Perspectivas Futuras Quarta-feira (24.9) 08h – Painel: Afinal os Acidentes Estão Aumentando? 10h30 – Painel: Balizamento Aeroportuário: Tecnologia, Normas e Operação 13h30 – Painel: Obras Aeroportuárias: Da Execução à Homologação 16h – Painel: Construindo a Cultura de Segurança nos Aeródromos Quinta-feira (25.9) 08h30 – Painel: A Atuação Estratégica dos Gestores Aeroportuários de Mato Grosso 13h30 – Visita técnica ao Aeroporto Regional de Sorriso Adolino Bedin
Alça de acesso à Avenida Miguel Sutil será interditada a partir de segunda-feira (29)
A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que a partir da próxima segunda-feira (29.9) a alça de acesso da Avenida do CPA para a Avenida Miguel Sutil, ao lado da academia Smarfit, será totalmente interditada. A medida é necessária para a execução do aterro e das contenções que vão permitir a utilização do alargamento do Viaduto da Avenida do CPA. A interdição irá durar até o final dos serviços. Enquanto durar a interdição, o trânsito será desviado uma rua antes da alça, pela Rua Wilson Garcia – esquina da farmácia Drogasil. A partir de então os motoristas deverão seguir à direita pela Rua Marcos Pereira da Luz, depois continuar pela Rua O até chegar a Rua Desembargador Trigo de Loureiro e depois a Rua Oriente Tenuta para acessar a Avenida Miguel Sutil. As obras fazem parte da implantação do Complexo Leblon, uma série de intervenções que tem o objetivo de solucionar gargalos do trânsito nas duas pontas da Trincheira Jurumirim.
Homem morre em colisão entre carro e carreta em Campo Novo do Parecis
Um homem de 62 anos morreu na tarde desta quinta-feira (25) em um grave acidente envolvendo um Fiat Uno e uma carreta no bairro Olenca, em Campo Novo do Parecis (396 km de Cuiabá). De acordo com informações da Polícia Civil, o acidente ocorreu por volta das 15h50, na Avenida Eli Antonio Brizola. O motorista da carreta relatou que estava estacionado, em repouso, quando ouviu um forte impacto. Ao verificar, constatou que o carro havia colidido violentamente na traseira do veículo de carga. Com a força da batida, o condutor do Fiat Uno morreu ainda no local. A área foi isolada para o trabalho da Politec, responsável pela perícia. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exame de necropsia. A Polícia Civil abriu investigação para apurar as circunstâncias do acidente.
Paula Calil garante transparência e firmeza na CPI do Estacionamento Rotativo: “Não vai acabar em pizza”
A presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), reafirmou o compromisso da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura a implantação do Estacionamento Rotativo na capital. Segundo ela, os trabalhos caminham para a fase final e trarão respostas concretas à população. “Estamos avançando para o momento de conclusão, que tem poder de investigação. Depois disso, o relatório final será encaminhado às autoridades competentes para que sejam tomadas as medidas cabíveis. A sociedade pode ter certeza: estamos cumprindo nossa parte com seriedade, transparência e sem nenhum ruído que comprometa a credibilidade da comissão”, afirmou Paula. Mais de 200 dias de apuração A CPI foi instaurada em fevereiro deste ano para investigar possíveis irregularidades na Parceria Público-Privada (PPP) entre a empresa CS Mobi e a Prefeitura de Cuiabá. O contrato, que tem prazo de 30 anos, prevê a concessão do estacionamento rotativo e, em contrapartida, a revitalização de vias do Centro Histórico, a instalação de mobiliário urbano e a construção do novo Mercado Municipal Miguel Sutil. Paula destacou que o trabalho da comissão tem sido rigoroso e contínuo. “São mais de 200 dias de atuação intensa, com análise de documentos e oitivas de testemunhas. A sociedade espera retorno, e eu, junto com os vereadores Ranalli, Maysa Leão e Dilemário Alencar, estamos comprometidos em entregar um relatório sólido, acompanhado pelo corpo jurídico da Câmara. Até aqui, não houve falhas”, reforçou. Pontos em análise O relatório final deverá abordar questões como: A legalidade das cláusulas contratuais; A real vantagem do acordo para o município; O repasse mensal de R$ 650 mil da Prefeitura à CS Mobi, garantido pelo Fundo de Participação dos Municípios (FPM); O cumprimento das obrigações assumidas pela empresa, incluindo obras de modernização no Centro Histórico e a entrega do Mercado Municipal Miguel Sutil. Além disso, o documento poderá recomendar medidas administrativas e até judiciais, caso sejam identificadas irregularidades. Últimas oitivas Na sessão desta quarta-feira (24), a comissão ouviu o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), que apresentou documentos questionando a origem do contrato. Já o gerente-geral da CS Mobi, Kenon Mendes de Oliveira, também convocado, não compareceu, justificando a ausência por meio de nota oficial. Paula Calil encerrou reforçando o compromisso com a população cuiabana:“Não vamos permitir que esse trabalho termine em pizza. A sociedade quer respostas e pode ter certeza que elas virão.”
CPI da CS Mobi ganha força, mas gestão atual enfrenta críticas sobre falta de resultados concreto
A CPI da CS Mobi, em andamento na Câmara Municipal de Cuiabá, ganhou novos elementos nesta quarta-feira (24). O prefeito Abilio Brunini (PL) apresentou documentos que, segundo ele, apontam para possíveis irregularidades desde a origem do contrato de R$ 650 milhões, firmado na gestão anterior. De acordo com Abilio, a empresa vencedora já teria apresentado o projeto em 2019, antes mesmo da licitação. Para ele, isso compromete a lisura do processo. Outro ponto citado foram aditivos que poderiam gerar lucros superiores a R$ 300 milhões, além do uso do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) como garantia, que já ocasionou bloqueios de recursos importantes para áreas como saúde e educação. Gestão atual sob pressão Apesar do avanço nas investigações, muitos cuiabanos têm questionado se o tema não tem servido também para desviar o foco de fragilidades enfrentadas pela gestão atual. Entre os pontos mais comentados estão: Alta rotatividade de secretários – mudanças frequentes no secretariado dificultam a continuidade de projetos e comprometem a formação de uma equipe sólida. Conflitos internos – disputas de bastidores e falta de alinhamento prejudicam decisões estratégicas. Dificuldade em delegar funções – a máquina administrativa encontra obstáculos para dar andamento a projetos estruturantes, o que limita entregas concretas para a população. Promessas ainda sem execução – embora a gestão Emanuel Pinheiro tenha ficado para trás, muitos problemas permanecem sem solução no dia a dia da cidade. Expectativa Os vereadores consideraram os novos documentos relevantes para os trabalhos da CPI e cobraram explicações da CS Mobi, que não enviou representante oficial. Enquanto isso, a população acompanha de perto não apenas o desenrolar da investigação, mas também aguarda sinais de que a atual administração conseguirá superar seus impasses internos e avançar em projetos que tragam resultados reais para Cuiabá.
Gefron e PM apreendem arsenal de armas e drogas e causam prejuízo de R$ 8,4 milhões às facções criminosas
Operação Integrada entre o Grupo Especial de Fronteira (Gefron e PM) em Pontes e Lacerda (444 km de Cuiabá), causou um prejuízo de mais de R$ 8,4 milhões às facções criminosas, entre drogas, armas, munições e veículos. Conforme balanço do Gefron, foram apreendidos mais de 920 tabletes de drogas, entre elas a supermaconha, cloridrato de cocaína, pasta base e haxixe. Também houve a apreensão de oito armas do tipo, fuzil, carabina, revólver e pistolas, além de mais de 230 munições. Dois homens foram presos na ação com dois veículos, uma Toyota Hillux e um veículo Chevrolet Prisma que dava apoio aos suspeitos. Os policiais também apreenderam U$ 6,5 mil, equivalente a quase R$ 35 mil. A apreensão ocorreu após as equipes receberem informações de que um veículo Prisma estaria fazendo o transporte de grande quantidade de droga na cidade. O veículo foi acompanhado e tentou fugir da abordagem policial, porém os suspeitos foram detidos. Ao verificar o interior do Prisma, os policiais encontraram diversos tabletes do entorpecente. Os suspeitos levaram os policiais a uma propriedade onde foram encontradas a caminhonete, armas e munições, além de outras quantidades de drogas. Os detidos foram conduzidos a delegacia de Polícia Civil de Pontes e Lacerda suspeitos de tráfico de drogas e ficaram à disposição da Justiça. A operação foi realizada na última segunda-feira (24.9).
Preço do café deve subir até 15% nos próximos dias, alerta Abic
O café, uma das bebidas mais consumidas do Brasil, deve ficar mais caro já nas próximas semanas. A previsão é da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), que informou em coletiva nesta quarta-feira (24), em São Paulo, que os preços repassados ao consumidor final podem subir entre 10% e 15%. Segundo o presidente da entidade, Pavel Cardoso, o aumento decorre do encarecimento da matéria-prima para a indústria. “Esse reajuste não deve ser superior à média do ano, mas é inevitável diante dos custos”, disse. O diretor-executivo da Abic, Celírio Inácio da Silva, acrescentou que os novos valores já foram comunicados ao varejo no início de setembro, mas só agora devem chegar às prateleiras. “A partir da próxima semana ou no início do mês, o consumidor já deve sentir essa alta de 10% a 15%”, afirmou. Consumo em queda A sequência de reajustes em 2025 já vem impactando o mercado interno. De acordo com levantamento da Abic, houve uma retração de 5,41% no consumo de café no Brasil entre janeiro e agosto deste ano, em comparação com o mesmo período de 2024. As vendas caíram de 10,11 milhões de sacas para 9,56 milhões de sacas. O café solúvel foi o mais afetado, com aumentos acumulados de até 50,59%. Apesar da retração, a entidade mantém expectativa de estabilidade no fechamento do ano. “Os números de setembro indicam que podemos ter uma recuperação até dezembro, o que seria uma boa notícia para o setor”, projetou Cardoso. Incertezas externas O setor cafeeiro também enfrenta pressões no mercado internacional. Isso porque os Estados Unidos, maior importador do café brasileiro, anunciaram em setembro um pacote de sobretaxas contra produtos brasileiros. Embora o café não seja produzido em larga escala no território americano — apenas em pequenas áreas no Havaí e em Porto Rico —, ainda não está claro se o grão seguirá isento ou se terá a tarifa mantida em 10%. Para a Abic, a expectativa é de que as tarifas sejam zeradas. “Entendemos que os Estados Unidos não vão tributar um produto que eles praticamente não produzem. Mas seguimos aguardando definições”, destacou Pavel. Outro ponto monitorado pelo setor é o encontro previsto entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump na próxima semana. A reunião deve tratar, entre outros temas, da relação comercial entre os países. “Isso mostra como o café e também o setor de carnes são estratégicos para o mercado americano”, completou. Movimentação no mercado Enquanto o consumidor se prepara para o aumento no varejo, o mercado registrou recentemente uma queda nos preços pagos aos produtores. Segundo estudo do Cepea/Esalq/USP, entre os dias 15 e 22 de setembro, o preço do café arábica tipo 6 caiu 10,2% em São Paulo, enquanto o robusta recuou 11,1%. De acordo com o Indicador Cepea/Esalq, a queda foi influenciada pela expectativa de chuvas mais fortes nas principais regiões produtoras do país, além da liquidação de contratos na Bolsa de Nova York (ICE Futures) após altas expressivas.
Pivetta defende anistia a condenados do 8 de janeiro: “Já foram castigados”
O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), defendeu publicamente o Projeto de Lei que prevê anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e outros manifestos políticos a partir de 2022. A proposta tramita na Câmara dos Deputados e pode ser votada já nas próximas semanas, após aprovação do regime de urgência. Em entrevista, Pivetta afirmou que os envolvidos já cumpriram um “castigo” suficiente com as condenações determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e, por isso, considera que a anistia é justa. “Concordo com a anistia. As pessoas que cometeram aquele delito já foram castigadas durante esses anos. Houve no Brasil movimentos de terrorismo muito maiores do que este e ninguém foi preso. Defendo a anistia, esse pessoal já sofreu um castigo grande e está de bom tamanho”, declarou o vice-governador nesta quarta-feira (24). A posição de Pivetta acompanha a do governador Mauro Mendes (União), que também tem defendido a medida em aceno ao eleitorado bolsonarista, de olho nas articulações para as eleições de 2026. Trâmite do projeto O chamado “PL da Anistia” foi aprovado em regime de urgência e agora busca apoio entre diferentes bancadas. Temendo rejeição semelhante à da PEC da Blindagem no Senado, a proposta passou a ser chamada de “PL da Dosimetria”, prevendo inclusive redução de penas para evitar resistências. O relator, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), retomou nesta quarta-feira (24) a negociação com PL, Republicanos e MDB, além de tentar um acordo entre a Câmara e o Senado. Segundo ele, se não houver consenso com os senadores, a matéria dificilmente será votada. A expectativa é de que a proposta seja apreciada já na próxima terça-feira (30).
Max Russi comemora arquivamento da PEC da Blindagem no Senado e reafirma: “Sempre fui contra”
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), comemorou nesta quarta-feira (24), em Brasília, o arquivamento da chamada PEC da Blindagem pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal. A proposta, aprovada anteriormente na Câmara dos Deputados, pretendia ampliar o foro privilegiado e restringir investigações contra parlamentares, medida considerada um retrocesso democrático. Desde o início do debate, Russi foi categórico ao se posicionar contra a proposta, chamando-a de inaceitável para a sociedade brasileira. “Sempre fui firme e direto: a PEC da Blindagem é um retrocesso. Não podemos permitir que se criem privilégios para quem deveria dar o exemplo de transparência e responsabilidade”, destacou. Posição firme em Mato Grosso Antes mesmo da decisão no Senado, Russi já havia garantido que se posicionaria contra qualquer tentativa semelhante na Assembleia Legislativa de Mato Grosso: “Meu voto será contrário, meu posicionamento será contrário, minha defesa será contrária, minha articulação será contrária. Não acredito que esse projeto prospere dentro da Assembleia Legislativa”, reforçou o parlamentar. Rejeição unânime no Senado No Senado, o relator Alessandro Vieira (MDB-SE) classificou a PEC como uma tentativa de transformar o Legislativo em um “abrigo seguro para criminosos”. Com a rejeição unânime da CCJ, a proposta segue para arquivamento, sem possibilidade de recurso. Para Max Russi, a decisão reflete a voz da população: “O Brasil deixou claro que não aceita mais privilégios políticos. Nossa luta é por igualdade, transparência e justiça para todos.”