Presidente estadual do PL adota tom conciliador e tenta evitar um rompimento interno entre as principais lideranças do partido no estado. Por Redação MT Urgente NewsPublicado em 29 de outubro de 2025 — Atualizado às 09h20 O presidente estadual do Partido Liberal (PL), Ananias Filho, tenta conter a crise que se instalou na legenda em Mato Grosso após a informação de que o ex-presidente Jair Bolsonaro teria comunicado ao presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, sua intenção de apoiar Otaviano Pivetta (Republicanos) ao governo do Estado em 2026 — e não o senador Wellington Fagundes, nome histórico do partido e principal articulador da sigla no estado. A movimentação de Bolsonaro foi interpretada como um golpe direto nas pretensões de Wellington, que há meses vem articulando para ser o candidato ao governo com o aval do próprio ex-presidente e da executiva nacional. Clima de tensão e tentativa de apaziguamento Diante da repercussão, Ananias Filho adotou um discurso conciliador para tentar evitar um racha definitivo dentro do partido.Segundo ele, o momento é de manter o diálogo e evitar conflitos públicos que possam enfraquecer o PL em Mato Grosso. “Com tranquilidade, sem problema nenhum. Quando há manifestação de intenção, qualquer membro do partido pode se posicionar. Isso é normal, é democrático. Vemos com muita tranquilidade as manifestações de um lado ou de outro”, afirmou o dirigente. Ananias negou que haja crise interna ou clima de retaliação após a sinalização de Bolsonaro. “Não tem retaliação, não tem nada. É normal, é tranquilo. Divergências e manifestações fazem parte da democracia”, reforçou. Bastidores e movimentação política Nos bastidores, entretanto, a tensão é evidente.Aliados de Wellington Fagundes demonstraram insatisfação com a aproximação de Bolsonaro e Pivetta, vista como uma manobra costurada com o aval de Mauro Mendes (União Brasil), atual governador e padrinho político do vice-governador. Para interlocutores próximos ao senador, a decisão representa uma ruptura na relação histórica entre Bolsonaro e Wellington, que sempre foi um dos principais apoiadores do ex-presidente em Mato Grosso. O gesto também é interpretado como um reposicionamento estratégico do bolsonarismo local, que busca ampliar alianças com figuras ligadas ao grupo do governo estadual, mirando uma composição majoritária mais ampla em 2026. O discurso oficial: unidade e foco na organização interna Tentando conter o avanço da crise, Ananias Filho reforçou que o foco do partido continua sendo a organização interna e a manutenção da unidade. “Estamos trabalhando para manter o partido homogêneo, com unicidade. Essa é a nossa prioridade neste momento”, afirmou. Mesmo com o tom moderado, o desafio do dirigente será equilibrar os interesses das duas maiores forças do partido em Mato Grosso — de um lado, o grupo de Wellington Fagundes; do outro, os bolsonaristas que se aproximam cada vez mais de Mauro Mendes e Otaviano Pivetta. O que está em jogo O PL é uma das legendas mais estratégicas do país e será decisivo na disputa de 2026 em Mato Grosso.O partido deve lançar candidaturas tanto proporcionais quanto majoritárias, e o cenário de divisão pode comprometer a formação de chapas competitivas e a influência bolsonarista no estado. Analistas avaliam que a legenda precisará definir rapidamente sua linha de atuação, para evitar que o racha interno enfraqueça o desempenho eleitoral e reduza sua bancada nas próximas eleições. 🗳️ O fato é que o PL vive um dos seus momentos mais delicados em Mato Grosso — e a habilidade política de Ananias Filho será posta à prova para decidir se o partido sairá unido ou fragmentado da disputa de 2026. Veja o Vídeo:
Cenas de guerra: moradores da Penha levam 54 corpos para praça após operação policial no Rio de Janeiro
Corpos encontrados não constam no balanço oficial do governo; operação é considerada a mais letal da história do estado Por Redação MT Urgente News Publicado em 29 de outubro de 2025 – Atualizado às 08h17 O Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, viveu momentos de desespero e caos nas primeiras horas desta quarta-feira (29). Moradores da comunidade levaram pelo menos 54 corpos até a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas — uma das principais vias da região —, um dia após a megaoperação policial que deixou dezenas de mortos e foi considerada a mais violenta da história do Rio. Imagens e vídeos compartilhados nas redes sociais mostram corpos cobertos por lençóis, lado a lado na praça, enquanto moradores denunciam execuções e abusos durante a ação das forças de segurança. 🚨 A operação mais letal do estado O governo do Rio de Janeiro informou, na noite de terça-feira (28), que 60 suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas foram mortos durante a megaoperação conjunta realizada nos complexos da Penha e do Alemão. A ação também resultou na morte de quatro policiais militares. No entanto, nesta quarta-feira, o secretário da Polícia Militar, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, declarou que os 54 corpos levados à praça pelos moradores não constam no balanço oficial divulgado pelo governo. “Será realizada uma perícia detalhada para verificar se há relação entre essas mortes e os confrontos da operação”, afirmou o secretário à imprensa. Corpos foram retirados de área de confronto De acordo com informações apuradas pelo g1, os corpos foram retirados de uma região de mata conhecida como Vacaria, localizada na Serra da Misericórdia, onde ocorreram os confrontos mais intensos entre policiais e traficantes. Moradores relatam que ainda há vítimas no alto do morro, e que a movimentação para retirada dos corpos começou ainda na madrugada. “A gente passou a noite ouvindo tiros sem parar. De manhã, começaram a descer os corpos. Foi uma cena que nunca vimos aqui”, relatou uma moradora, que preferiu não se identificar. Investigação e tensão no Complexo da Penha A Polícia Civil informou que uma equipe foi enviada ao local para iniciar a perícia e identificar as vítimas. A corporação também confirmou que as mortes serão investigadas individualmente, para determinar se ocorreram durante a troca de tiros ou após o fim da operação. Entidades de direitos humanos pedem transparência na apuração e cobram que o governo esclareça a diferença entre o número oficial e os corpos encontrados pelos moradores. O clima na comunidade é de medo. Escolas e comércios não abriram as portas nesta quarta-feira, e moradores relatam toques de recolher impostos por traficantes após o confronto. “O morro está em silêncio. Ninguém sabe o que vai acontecer. Parece uma guerra”, afirmou um comerciante local. O que se sabe até agora 54 corpos foram levados por moradores para a Praça São Lucas, na Penha; 60 mortos é o número oficial divulgado pelo governo; 4 policiais militares também morreram durante a operação; As vítimas da praça ainda não estão incluídas no balanço oficial; A Polícia Civil realiza perícia e identificação; Os corpos teriam sido retirados da região da Vacaria, ponto central dos confrontos. A operação que começou na manhã de terça-feira mobilizou centenas de agentes das polícias Civil, Militar e Federal, com o objetivo de combater facções criminosas que controlam a região. Segundo o governo, o foco era reprimir o tráfico de armas e drogas e cumprir mandados de prisão contra líderes do Comando Vermelho (CV). Com os novos números extraoficiais, o total de mortos pode ultrapassar 100 pessoas, o que transformaria a ação na mais letal da história policial do país. 📰 MT Urgente News segue acompanhando o caso e atualizando as informações à medida que novas confirmações oficiais forem divulgadas.
Homem tem dedo decepado em sessão de tortura aplicada por facção criminosa em Santa Carmem
Vítima de 30 anos foi atacada por membros do Comando Vermelho e negou envolvimento com facção rival. Polícia investiga o caso. Por Redação MT Urgente News Um homem de 30 anos foi vítima de tortura brutal na noite de terça-feira (28), no município de Santa Carmem (a 531 km de Cuiabá). Segundo a polícia, o crime foi cometido por membros do Comando Vermelho (CV), que acusaram o rapaz de fazer parte de uma facção rival.Durante a agressão, a vítima teve um dedo decepado com um facão. O ataque De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada via 190 por volta das 22h, após moradores da zona rural ouvirem pedidos de socorro.Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o homem com sangramento intenso e uma camiseta enrolada na mão esquerda, tentando conter o ferimento. A vítima contou que trabalha como ajudante de pedreiro e que estava em uma praça da cidade junto com um colega, quando dois homens em uma motocicleta se aproximaram. Logo depois, outros suspeitos chegaram em um veículo Gol branco, cercando os dois. Sessão de tortura Os criminosos questionaram se o homem seria membro do Primeiro Comando da Capital (PCC).Mesmo negando qualquer envolvimento com o grupo, ele foi espancado com socos e tapas e, em seguida, um dos agressores usou um facão para amputar o dedo indicador da mão esquerda. Ferido e desesperado, o homem conseguiu fugir e se escondeu em um canavial, onde permaneceu até sentir-se seguro para pedir ajuda.Ele foi socorrido por populares e encaminhado para uma unidade de saúde do município. Investigação em andamento A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o crime e identificar os autores.Até o momento, nenhum dos envolvidos foi localizado.A principal linha de investigação aponta que o ataque estaria relacionado à disputa entre facções criminosas que atuam na região norte de Mato Grosso. 👉 A violência e o avanço das facções no interior do estado têm preocupado as forças de segurança, que reforçaram o policiamento em cidades da região. 🔗 MT Urgente News acompanhará o caso e trará novas atualizações assim que forem confirmadas pelas autoridades.
Jayme Campos critica viagem de Abilio Brunini e dispara: “Está perdido como cachorro que caiu da mudança”
Senador afirma que prefeito deveria focar na gestão e resolver os problemas da capital, em vez de buscar investimentos internacionais. Por Alex Rabelo – Jornalista e Analista Político O senador Jayme Campos (União Brasil) não poupou críticas ao prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), após a viagem internacional do gestor a Dubai, Xangai e Emirados Árabes, onde participa de agendas voltadas à atração de investimentos e parcerias para a capital mato-grossense. Em entrevista nesta terça-feira (28), Jayme afirmou que Abilio deveria priorizar a administração municipal, especialmente nas áreas da saúde e educação, que enfrentam sérios desafios. “Abilio tem que se preocupar com a gestão dele aqui em Cuiabá, que é um fiasco. Infelizmente, até agora não provou para que veio. Eu espero que ele passe a sentar na cadeira dele e procurar minimizar o sofrimento do povo cuiabano”, criticou o senador. “Foi passear”, dispara Jayme Jayme ironizou o argumento do prefeito de que a viagem busca linhas de financiamento internacionais para obras de mobilidade urbana. “Na saúde, até agora, piorou. Na educação, quer privatizar. E agora foi buscar dinheiro em Dubai? Muito fácil liberar dinheiro lá. Você imagina ele pegar dinheiro em Dubai. Foi passear, vamos fazer assim”, ironizou. Em tom de deboche, o senador completou dizendo que o prefeito estaria “perdido como cachorro que caiu da mudança” e sem direção política. “Abilio fala uma coisa de manhã, outra de tarde. Tenho pena dele. Vamos tentar salvar Cuiabá dessa gestão que ele tem. Está perdido como cachorro que caiu da mudança”, afirmou Jayme, reforçando o desgaste da atual administração. A missão internacional No último dia 16 de outubro, Abilio anunciou que participaria de uma missão internacional promovida pela Embaixada dos Emirados Árabes Unidos, em Dubai, com o objetivo de apresentar projetos de mobilidade urbana e pavimentação. Entre as propostas apresentadas estão a construção de seis viadutos e a pavimentação de bairros estratégicos de Cuiabá. O evento reuniu apenas 15 prefeitos brasileiros e buscou promover parcerias internacionais para o desenvolvimento urbano sustentável. “Cuiabá tem um grande potencial de crescimento e precisa de infraestrutura para acompanhar esse avanço. Os Emirados têm linhas de crédito com juros bem menores, e vamos buscar essas oportunidades para investir na cidade”, declarou Abilio antes da viagem. A comitiva cuiabana é composta pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Medeiros, representantes da iniciativa privada e dois vereadores. Após Dubai, o grupo tem agendas em Xangai e Beijing, na China, para fortalecer cooperações voltadas à mobilidade e sustentabilidade urbana. Clima político em ebulição As declarações de Jayme Campos aumentam a temperatura na política mato-grossense e reforçam o distanciamento entre o grupo do União Brasil e o prefeito Abilio Brunini, que tem buscado espaço entre os aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nos bastidores, a fala do senador foi interpretada como um recado direto à base política do prefeito, que enfrenta críticas crescentes pela condução da gestão municipal. Com a disputa eleitoral de 2026 se aproximando, o tom das declarações mostra que a política cuiabana promete fortes embates e alianças cada vez mais imprevisíveis.
Força Tática da PM e PRF apreendem 19 tabletes de pasta base de cocaína em Várzea Grande
A | A Ação conjunta das Forças Táticas do 1º e 6º Comandos Regionais da Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na apreensão de 19 tabletes de pasta base de cocaína, nesta terça-feira (28.10), em Várzea Grande. Na ação, um homem, de 38 anos, foi preso em flagrante por tráfico ilícito de drogas. Por volta de 10h45, durante patrulhamento conjunto das forças de segurança, as equipes policiais seguiram até a um posto de gasolina, na rodovia dos Imigrantes, e realizaram abordagem a um Fiat Pálio branco, com suspeita de transporte de ilícitos. Nas buscas ao carro, os policiais localizaram uma caixa térmica, no porta-malas, onde estavam os 19 tabletes de pasta base de cocaína. Os policiais verificaram ainda que as drogas estavam em meio a quantidades de café, para disfarçar o odor do entorpecente. O suspeito motorista do carro foi identificado e recebeu voz de prisão em flagrante. Não foi informado por ele qual seria a origem ou destino do transporte das drogas. O homem foi conduzido para a Central de Flagrantes para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências necessárias. Disque-denúncia A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Brasil abre 6 novos mercados e retoma exportações após missão à Ásia
Acordos firmados na Indonésia e na Malásia reforçam a diplomacia agrícola e ampliam oportunidades para o agronegócio nacional. Por Alex Rabelo — Jornalista A missão oficial do Governo Federal à Ásia, liderada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, consolidou avanços importantes para o agronegócio brasileiro. Entre os dias 23 e 28 de outubro, a comitiva visitou Indonésia e Malásia, resultando na abertura de seis novos mercados, retomada de exportações estratégicas e assinatura de acordos bilaterais de cooperação técnica e científica. Com os novos avanços, o Brasil já soma 466 mercados abertos desde o início do atual governo, reforçando o papel do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) como protagonista da diplomacia agropecuária e motor da expansão comercial do país. Novos mercados e oportunidades Em Kuala Lumpur, capital da Malásia, o Brasil garantiu a abertura de seis novos mercados para exportação: Pescados extrativos e de cultivo; Gergelim; Ovo em pó; Melões do Ceará e do Rio Grande do Norte; Maçãs do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Além disso, foi retomada a exportação de carne de frango ao país, com atualização do protocolo sanitário que reduziu o prazo de suspensão por Influenza Aviária de 12 para três meses. A Malásia também antecipou para novembro a auditoria que pode habilitar novos frigoríficos de carne suína, ampliando o potencial de negócios entre os dois países. Cooperação científica e inovação agropecuária Outro ponto de destaque foi a assinatura de um acordo de cooperação técnica entre o MAPA, a Embrapa e o Instituto de Pesquisa Agrícola da Malásia (MARDI).A parceria prevê projetos conjuntos nas áreas de biotecnologia e nanotecnologia, além de intercâmbio técnico em cadeias produtivas estratégicas como sorgo, soja, milho e coco. Segundo o ministro Carlos Fávaro, o acordo reforça a capacidade do Brasil de liderar não apenas na produção, mas também em tecnologia e sustentabilidade: “O mundo reconhece a qualidade do nosso agro. Agora estamos expandindo também o conhecimento e a inovação que tornam nossa agricultura uma das mais competitivas e sustentáveis do planeta.” Exportações à União Europeia e avanços com a Indonésia Durante a missão, o Brasil também recebeu a confirmação da retomada do pré-listing para exportações de carne de frango à União Europeia, suspenso desde 2018.O novo sistema permitirá que frigoríficos que já atendam às normas sanitárias europeias exportem sem necessidade de auditorias individuais, aumentando a competitividade e agilidade do setor. Na Indonésia, as negociações avançaram para ampliar o mercado de carne bovina. O país deve realizar uma nova auditoria ainda este ano, o que pode habilitar novas plantas exportadoras brasileiras.Considerada o quarto maior mercado agropecuário do mundo, a Indonésia é vista como um destino estratégico para o crescimento das exportações brasileiras. Diplomacia e segurança alimentar A viagem também resultou em um acordo de cooperação com a autoridade quarentenária da Indonésia, estabelecendo equivalência sanitária e fitossanitária entre os dois países.O pacto prevê ainda a certificação eletrônica de produtos agropecuários, o que fortalece a confiança técnica e o intercâmbio comercial. Com isso, o Brasil reafirma seu papel como fornecedor global de alimentos seguros e sustentáveis, ao mesmo tempo em que amplia o espaço do agronegócio brasileiro nos mercados asiáticos — uma das regiões mais estratégicas do mundo em consumo e demanda alimentar. Um novo capítulo para o agro brasileiro Os resultados da missão à Ásia mostram que o Brasil segue consolidando sua posição como potência agrícola e diplomática, abrindo portas para novos mercados e fortalecendo parcerias que garantem mais oportunidades para produtores e exportadores de todo o país. “Com planejamento, cooperação e presença internacional, o agro brasileiro cresce com responsabilidade e inovação”, concluiu Fávaro.
O senador Wellington Fagundes (PL) voltou a mandar indiretas ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), afirmando que como homem público não teme deixar a sua vida política e pessoal aberta para a população mato-grossense. Fagundes revelou ainda que durante as eleições de 2014, quando se elegeu senador pela primeira vez, sofreu ataques do seu adversário da época, Rogério Salles (PSDB), e que tinha Pivetta como coordenador de sua campanha. Contudo, em 2022 estiveram juntos no mesmo palanque majoritário. Um candidato ao Senado e o outro a vice. “Quando você é candidato, você é um homem público, a minha vida privada também pode ser devassada. O homem público tem que dar satisfação de tudo”, disse ao comentar a disputa de 2024. “Na minha primeira campanha de senador e que o Pivetta era o coordenador do candidato Rogério Sales, ele foi e fez uma denúncia qualquer. E eu falei: ‘Olha, vamos então para o cartório, vocês abrem o sigilo e eu abro o meu, não só o meu, da minha família inteira. E fomos para o cartório, hora e dia marcada. Fomos lá, eu, minha esposa e meus filhos assinamos uma escritura pública de quebra de sigilo da nossa vida. E eles não foram”, completou num momento em que está sendo preterido no seu próprio partido. Questionado se isso seria um novo desafio à Pivetta, Fagundes apontou que a articulação que o vice-governador está fazendo, só o tempo irá mostrar se são ‘legítimas ou não’. “Nunca tive problemas com ele [Pivetta], eu estou falando isso agora porque ele está manifestando, ele foi no Rio de Janeiro, Bolsonaro me falou, eles foram em São Paulo. Então tá claro que ele tá fazendo as articulações.Então eu tenho que responder a um possível adversário. Mas eu não estou ofendendo ninguém. Eu estou dizendo o que eu fiz. Que eu abri o meu sigilo e estou disposto a fazê-lo. Então, portanto, o homem público ele tem obrigação de prestar contas”, pontuou. A declaração de Fagundes ocorre após o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ter revelado interesse em apoiar a candidatura de Pivetta ao governo. Pivetta tem aproveitado os períodos em que assume o governo na ausência de Mauro Mendes e intensifica sua relação com os principais prefeitos do PL no Estado, como Abilio Brunini (PL) em Cuiabá e, Flávia Moretti (PL), em Várzea Grande. Wellington afirmou que ainda não conversou com o presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto sobre o assunto. Fonte: gazeta Digital
Janaina Riva mantém discurso firme ao Senado, mas bastidores apontam possível recuo: o tabuleiro político de 2026 começa a se mover
Por Alex Rabelo – Jornalista e Analista Político | MT Urgente News CUIABÁ (MT) – A deputada estadual Janaina Riva (MDB) vive um momento decisivo na sua trajetória política.Mesmo mantendo o discurso firme de que será candidata ao Senado Federal em 2026, os bastidores indicam que a “Mulher-Maravilha da política mato-grossense” enfrenta uma série de obstáculos que podem redefinir seus planos — e até mesmo forçar um recuo estratégico para a disputa à reeleição na Assembleia Legislativa. As peças começam a se mover em um tabuleiro político cada vez mais apertado, onde as alianças, a força dos grupos e os cálculos de sobrevivência passam a falar mais alto.E tudo isso quando as eleições de 2026 ainda estão só no começo. Discurso firme, mas terreno instável Desde que assumiu o comando do MDB em Mato Grosso, Janaina Riva tem reafirmado publicamente que o partido terá candidatura própria ao Senado. “O MDB está unido, e vamos disputar com força. Não dependemos de ninguém para fazer política”, afirmou recentemente, em tom confiante. Mas, por trás dessa segurança, a realidade é bem mais complexa.Nos corredores da política estadual, cresce o número de aliados e analistas que acreditam que Janaina poderá rever sua decisão e disputar novamente uma vaga na Assembleia.O motivo? O isolamento político, o enfraquecimento interno do MDB e o cerco silencioso promovido pelo grupo do governador Mauro Mendes (União Brasil). O boicote silencioso do Palácio Paiaguás Janaina Riva se tornou um dos principais alvos políticos do governo Mauro Mendes.Desde que decidiu assumir posição independente e disputar espaços de poder, foi deixada de fora da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa (ALMT) e passou a ver suas emendas parlamentares sendo pagas a conta-gotas, diferente de outros deputados da base governista. Essa estratégia, que muitos consideram uma forma de pressão política, tem como objetivo reduzir sua influência e enfraquecer seu projeto majoritário.Apesar disso, Janaina evita embates diretos com o governador, mantendo uma postura de equilíbrio — uma marca que a consolidou como uma das líderes mais respeitadas da política estadual. MDB dividido e sem comando coeso Embora presida o MDB em Mato Grosso, Janaina enfrenta dificuldades para unificar o partido.Na Assembleia Legislativa, três parlamentares da sigla — Dr. João José, Thiago Silva e Juca do Guaraná — continuam ligados ao governo Mauro Mendes, com cargos e acordos políticos mantidos.Na votação que aprovou o reajuste de 6,38% aos servidores do Tribunal de Justiça (TJMT), por exemplo, os três votaram contra a orientação da própria presidente estadual do partido. Enquanto isso, no cenário nacional, os deputados federais Juarez Costa e Emanuelzinho articulam deixar o MDB em busca de partidos com melhores alianças e palanques para 2026.O resultado é um partido rachado, enfraquecido e com poucas perspectivas de crescimento, justamente no momento em que deveria se fortalecer para a próxima eleição. Sem palanque e sem alianças sólidas O isolamento político do MDB é um dos principais desafios de Janaina.De um lado, o grupo do governador Mauro Mendes e do vice Otaviano Pivetta (Republicanos) domina a máquina pública e se movimenta com força para manter o poder.De outro, o PL de Wellington Fagundes consolida o palanque da direita com apoio do bolsonarismo. Sem espaço nas duas frentes e com restrições internas a alianças com partidos de centro-esquerda, o MDB ficou sem palanque claro e sem campo de manobra.Isso coloca o projeto de Janaina ao Senado em uma posição delicada, sem sustentação partidária e sem alianças regionais capazes de garantir competitividade. Bastidores apostam em recuo estratégico Nos bastidores da política mato-grossense, cresce a avaliação de que Janaina pode mudar de rota.A aposta é que ela decida disputar novamente uma vaga na Assembleia Legislativa, adotando o discurso de que quer “fortalecer o MDB e puxar votos para a chapa”.Essa narrativa permitiria à deputada manter influência, preservar sua base e continuar no centro das decisões, mesmo sem concorrer a uma cadeira no Senado. “Janaina é pragmática e sabe que política se vence com estratégia. Se for para salvar o partido e garantir espaço, ela recua com classe e volta ainda mais forte”, afirmou um aliado próximo da parlamentar. A força e o desafio de ser “Mulher-Maravilha” Janaina Riva construiu sua imagem como uma líder combativa, técnica e articulada, capaz de transitar entre grupos e negociar com firmeza.Mas, neste novo cenário, enfrenta uma disputa que exige mais do que influência — exige resistência e recalculagem de rota.Ela sabe que, em política, nem sempre vence quem avança mais, mas quem sabe o momento certo de recuar. Mesmo assim, segue mantendo o discurso firme, reafirmando que será candidata ao Senado e que o MDB terá protagonismo em 2026.Nos bastidores, porém, lideranças já discutem um novo caminho para a parlamentar, com a meta de reeleger-se deputada estadual e liderar a formação da maior bancada feminina e emedebista da ALMT. 2026: o jogo apenas começou O que hoje parece indefinido é, na verdade, apenas o início de uma corrida que promete reviravoltas, alianças improváveis e disputas acirradas.Enquanto o governador Mauro Mendes trabalha pela continuidade com Pivetta, e Wellington Fagundes tenta reorganizar a direita, Janaina Riva luta para manter o MDB vivo e relevante. E, se tem algo que a história política mato-grossense já mostrou, é que nunca se deve subestimar a força e a estratégia de Janaina Riva. As eleições de 2026 ainda estão só começando — mas os movimentos que acontecem agora já definem quem estará no topo e quem ficará pelo caminho.E, mais uma vez, a “Mulher-Maravilha do MDB” se prepara para decidir o próximo capítulo da sua trajetória.
Nova regra da ANTT complica a vida de caminhoneiros autônomos e acende alerta nas estradas
Motoristas relatam prejuízos, viagens canceladas e multas automáticas após nova regulamentação. “Ficou impossível rodar”, diz autônomo que procurou o MT Urgente News. 📍 Por Alex Rabelo – Jornalista e Analista Político | MT Urgente News CUIABÁ (MT) – A recente mudança nas regras da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que passou a valer em outubro de 2025, tem gerado grande preocupação entre motoristas autônomos e transportadoras de pequeno porte.A nova regulamentação, que altera o modo como os fretes são fiscalizados e pagos, tem provocado atrasos, autuações automáticas e até paralisações de cargas, especialmente em rotas do Centro-Oeste e do Norte do país. De acordo com motoristas ouvidos pelo MT Urgente News, a mudança — que deveria aumentar a transparência no transporte rodoviário — acabou se tornando uma armadilha burocrática que atinge principalmente os profissionais que trabalham por conta própria. O que mudou na prática A Resolução 6.068/2025 da ANTT, publicada no início de outubro, trouxe duas mudanças principais: Fiscalização automática dos fretesAgora, todo o cruzamento entre o MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais) e a Tabela do Piso Mínimo de Frete é feito de forma digital e em tempo real.Isso significa que qualquer transporte realizado abaixo do valor mínimo fixado pela ANTT é automaticamente detectado pelo sistema e gera multa, sem necessidade de fiscalização presencial. Seguro obrigatório para autônomosAlém disso, a resolução tornou obrigatória a contratação de seguro de carga e responsabilidade civil também para motoristas autônomos — algo que antes era exigido apenas de transportadoras com CNPJ e frota registrada. Multas automáticas e mais custos Com a nova regra, qualquer divergência no valor do frete em relação à tabela mínima é considerada infração grave.As penalidades vão de R$ 550 a R$ 10 mil, dependendo do tipo de carga e da distância percorrida.Na prática, mesmo um frete negociado por necessidade ou retorno — quando o caminhoneiro aceita um valor menor para não voltar vazio — pode gerar multa. 📍 Exemplo prático:Antes, um motorista podia pegar um frete de R$ 3.800 de Sinop a Rondonópolis, mesmo que a tabela mínima fosse de R$ 4.200, só para garantir o retorno.Agora, o sistema detecta a diferença e aplica multa automática para o transportador, que ainda pode ser bloqueado no RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas). Além disso, o novo seguro obrigatório tem custo médio entre R$ 3.000 e R$ 5.000 por caminhão/ano, elevando o custo fixo de operação.Somando combustível, pedágio, manutenção, impostos e taxas, um caminhoneiro que antes gastava cerca de R$ 12 mil por mês, agora pode gastar até R$ 15 mil para manter o veículo rodando. Impactos no transporte e na economia As consequências já são sentidas em todo o país.Empresas e cooperativas relatam queda no número de viagens e atrasos nas entregas.O receio de multas fez com que muitos motoristas recusassem fretes de retorno, deixando rotas importantes — como as de grãos e fertilizantes — com menos caminhões disponíveis. No Mato Grosso, principal produtor de soja do Brasil, a situação é ainda mais preocupante.De acordo com representantes do setor, a nova regra pode aumentar o custo logístico da produção agrícola e reduzir a rentabilidade dos pequenos transportadores. Um levantamento informal da Federação dos Caminhoneiros Autônomos (Fecam-MT) aponta que, nas duas primeiras semanas após a mudança, cerca de 30% dos autônomos deixaram de rodar, aguardando uma posição mais clara da ANTT. Voz da estrada: “Estamos sendo punidos por tentar trabalhar” O MT Urgente News ouviu um motorista autônomo de Cuiabá que preferiu não se identificar.Ele contou que já teve um frete bloqueado após o novo cruzamento automático de dados: “Eu aceitei um frete abaixo da tabela porque precisava voltar pra casa. No outro dia, recebi uma notificação no sistema. Agora, se a gente pega um valor menor, leva multa. Se não pega, o caminhão fica parado. A gente trabalha pra sobreviver, não pra ser punido”, desabafou. ⚠️ Entidades pedem revisão e diálogo Associações e sindicatos do setor pressionam a ANTT para rever a forma como a regra está sendo aplicada.A principal reivindicação é a criação de exceções para fretes de retorno e para motoristas autônomos que não possuem frota ou estrutura empresarial. Para o presidente da Fecam-MT, Robson Martins, o novo sistema “foi feito para as grandes empresas, e não para o caminhoneiro que vive na boleia”. “A ideia de padronizar o frete é boa, mas precisa considerar a realidade do autônomo. Do jeito que está, quem sofre é quem move o país”, afirmou. Quando a mudança entrou em vigor A Resolução 6.068/2025 foi publicada no Diário Oficial da União no dia 30 de setembro de 2025 e entrou em vigor 15 dias depois, em 15 de outubro de 2025.Desde então, a fiscalização eletrônica está 100% ativa e integrada ao sistema nacional de transporte de cargas. Caminhos possíveis e incertezas Enquanto o governo defende que a medida traz mais transparência e segurança jurídica, os caminhoneiros afirmam que a regra foi implementada sem diálogo e sem transição.A expectativa é que a ANTT publique uma portaria complementar nos próximos dias para flexibilizar parte das exigências. Nos bastidores, há pressões políticas e parlamentares — especialmente de bancadas ligadas ao agronegócio — para que o tema seja revisto. 🚦 O peso da estrada e da burocracia O cenário mostra um contraste: de um lado, a busca por modernização e padronização; de outro, uma categoria que se sente cada vez mais sufocada pela burocracia e pelos custos.Motoristas autônomos afirmam que o transporte rodoviário, que já enfrentava altos custos com diesel e pedágios, agora vive um dos momentos mais difíceis dos últimos anos. Enquanto o governo fala em controle, os motoristas pedem respeito e sensatez. O MT Urgente News continuará acompanhando de perto o impacto dessa nova resolução e ouvindo quem mais entende do assunto:os caminhoneiros, que seguem na estrada enfrentando o asfalto, o cansaço e agora também a burocracia que ameaça parar o Brasil.
Max Russi articula bastidores, atrai grandes nomes e prepara o Podemos para ser uma das maiores forças políticas de Mato Grosso
Por Alex Rabelo – Jornalista e Analista Político CUIABÁ (MT) – A movimentação política em Mato Grosso ganhou novo rumo com a articulação do presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, que vem se tornando o grande protagonista das conversas políticas e partidárias rumo às eleições de 2026.Mesmo antes da abertura da janela partidária, Russi já trabalha nos bastidores para se filiar ao Podemos e consolidar uma das chapas mais fortes e competitivas do Estado. Conhecido pela organização, planejamento e pela capacidade de unir pessoas em torno de um mesmo propósito, Max tem conquistado cada vez mais espaço político e respeito em todas as regiões. Seu estilo conciliador, de quem ouve, decide com equilíbrio e cumpre o que fala, tem atraído lideranças que buscam um grupo coeso, estruturado e com visão estratégica. “A política se faz com diálogo, planejamento e grupo”, afirma Max Russi Com postura de liderança madura e visão de futuro, Max Russi tem ampliado o diálogo com prefeitos, vereadores e lideranças comunitárias, fortalecendo as bases e construindo uma rede política sólida. “A política é feita com responsabilidade, com planejamento e com pessoas comprometidas. Quem quer vencer precisa estar em um bom grupo, e o nosso tem foco, estrutura e propósito. Estamos formando uma chapa representativa, com nomes que conhecem a realidade do estado e querem fazer a diferença”, afirmou Russi. Um líder que inspira confiança e mobiliza resultados A trajetória de Max Russi à frente da Assembleia Legislativa mostra o perfil de um gestor eficiente e líder confiável, capaz de mediar interesses, resolver conflitos e transformar compromissos em ações concretas.Essa combinação de organização, diálogo e credibilidade tem atraído políticos de diversas regiões e tendências partidárias, que enxergam nele a liderança ideal para construir um novo momento na política estadual. Nos bastidores, o nome de Max é citado como um dos grandes articuladores da próxima eleição, alguém que fala pouco, mas age com precisão e cumpre o que promete — um diferencial cada vez mais valorizado em tempos de descrédito político. Uma chapa forte e nomes que representam todo o Estado O movimento liderado por Max Russi já reflete na formação da futura chapa proporcional do Podemos, que deve reunir nomes conhecidos e novas apostas de todas as regiões de Mato Grosso. Entre os pré-candidatos à Assembleia Legislativa, destacam-se: Priscila Dourado, suplente de deputada (Alto Araguaia) Valdeníria Dutra, vereadora (Cáceres) Joize Marques, liderança (Várzea Grande) Marcelo Aquino, ex-prefeito (General Carneiro) Kan, empresário (Diamantino) Professor Valcimar, (Guarantã do Norte) Karen Rocha, advogada (Tangará da Serra) Janailza Taveira, ex-prefeita (São Félix do Araguaia) Adelcino Lopo, prefeito (Pontal do Araguaia) Gustavo Bang, filho do prefeito João Bang (Nova Xavantina) Ulysses Moraes, ex-deputado estadual Esses nomes reforçam a capilaridade e diversidade do projeto que está sendo articulado por Russi, unindo lideranças com trajetórias sólidas, forte presença regional e compromisso com o desenvolvimento de Mato Grosso. Além disso, outros grandes nomes da política estadual já estão em conversas avançadas com o grupo, interessados em fazer parte desse movimento que cresce a cada semana. Um novo ciclo político começa com liderança e planejamento Max Russi se consolida como um dos líderes mais respeitados e influentes de Mato Grosso, com uma marca cada vez mais evidente: planejar, unir e entregar resultados.Sua forma de fazer política — com diálogo, equilíbrio e visão estratégica — tem reposicionado o Podemos e fortalecido a ideia de um partido que preza por organização, seriedade e protagonismo. “A política precisa de líderes que falem pouco e façam mais. Max tem mostrado que é possível liderar com responsabilidade, cumprir compromissos e construir resultados coletivos”, destacou uma das lideranças regionais que acompanha de perto as articulações. 2026: o Podemos se prepara para ser o partido do equilíbrio e da vitória Com Max Russi à frente, o Podemos deixa de ser uma legenda de apoio e passa a ser um dos principais partidos em ascensão no Estado.A estrutura, o planejamento e a credibilidade do grupo indicam que o partido será uma das grandes forças políticas nas eleições de 2026. Uma coisa é certa: quem deseja disputar e vencer em 2026 sabe que precisa estar em um bom grupo — e o Podemos será um dos melhores caminhos para isso.