A lesão de Raphinha trouxe uma preocupação para a Seleção Brasileira, mas também abriu uma das principais disputas internas do elenco comandado por Carlo Ancelotti. Com o camisa 11 fora dos próximos compromissos da Copa do Mundo, a comissão técnica agora avalia quem assumirá a vaga na ponta direita do ataque brasileiro.
Três nomes aparecem como os principais candidatos: Luiz Henrique, Rayan e Endrick.
Entre eles, Luiz Henrique surge como o atleta mais experiente dentro do sistema implantado por Ancelotti. O atacante já iniciou quatro partidas como titular sob o comando do treinador italiano e conhece bem as funções exigidas para a posição.
Já Rayan ganhou força na disputa após ter sido o escolhido por Ancelotti para entrar no lugar de Raphinha durante a vitória do Brasil sobre o Haiti. O jovem atacante agradou a comissão técnica pela velocidade, intensidade e capacidade de atacar espaços.
Após a partida, Ancelotti explicou sua escolha.
“Coloquei Rayan porque mostrou boa qualidade e tem características diferentes das de Raphinha. São pequenos detalhes que determinam a entrada de um ou outro jogador. Por pequenos detalhes escolhi Rayan”, afirmou o treinador.
Endrick corre por fora
Outro nome que aparece como alternativa é Endrick. Apesar de ser visto por muitos torcedores como uma opção natural para assumir a vaga, o jovem atacante possui características diferentes das exercidas por Raphinha.
Nas oportunidades em que atuou sob o comando de Ancelotti, Endrick foi utilizado mais centralizado, próximo da área adversária. Sua principal característica é atacar os espaços em direção ao gol, diferentemente do papel exercido por um ponta aberto que atua dando amplitude ao setor ofensivo.
Além disso, o atacante costuma render melhor próximo da área, participando diretamente das finalizações e com menor responsabilidade defensiva na recomposição.
Luiz Henrique e Rayan largam na frente
Diante das características táticas da equipe, Luiz Henrique e Rayan aparecem como os favoritos para assumir a vaga deixada por Raphinha.
Luiz Henrique oferece mais experiência e entendimento do modelo de jogo. Rayan, por outro lado, representa juventude, velocidade e uma alternativa capaz de mudar o ritmo das partidas.
A decisão final deverá ser tomada nos próximos treinamentos, mas a tendência é que um dos dois seja escolhido para iniciar o próximo compromisso da Seleção.
Dor de cabeça para Ancelotti
Embora a ausência de Raphinha seja uma perda importante, a disputa evidencia a profundidade do elenco brasileiro nesta Copa do Mundo.
Com diversas opções ofensivas à disposição, Carlo Ancelotti terá a missão de encontrar a melhor solução para manter o alto nível da equipe e garantir que o Brasil siga forte na busca pelo tão sonhado hexacampeonato.
Por Alex Rabelo
MT Urgente News


