Um episódio de violência escolar vem causando forte comoção em Mato Grosso. Uma aluna de apenas 12 anos foi espancada por um grupo de colegas dentro da Escola Estadual Carlos Hugueney, em Alto Araguaia (415 km ao sul de Cuiabá), nesta segunda-feira (4). O caso foi registrado em vídeo e circula nas redes sociais, chocando pais, educadores e autoridades. De acordo com a Polícia Civil, as autoras da agressão, com idades entre 12 e 14 anos, fazem parte de um grupo estruturado com regras próprias, punições e liderança definida, moldado com base em facções criminosas. Segundo as investigações, a agressão ocorreu porque a vítima teria desrespeitado uma das “normas” estabelecidas pelo grupo. Durante o depoimento das agressoras, a polícia descobriu que outras quatro estudantes já haviam sido espancadas anteriormente por motivos semelhantes. A apreensão dos celulares revelou novos vídeos de agressões, indicando que o episódio não foi isolado. “Elas confidenciaram que agrediram outras quatro colegas por descumprimento das regras do grupo. E os vídeos confirmam isso”, afirmou o delegado Marcos Paulo Batista de Oliveira. Grupo com referências criminosas O delegado também destacou que o grupo foi inspirado em facções reais. As adolescentes reproduziram regras e posturas semelhantes às de organizações criminosas, cujos “estatutos” estão disponíveis na internet. Algumas das envolvidas, segundo a polícia, possuem histórico familiar ligado ao crime, o que pode ter influenciado seu comportamento. “Elas internalizaram e replicaram um modelo de organização com base no que talvez veem em casa”, declarou Marcos. Ele afirmou ainda que o caso será encaminhado ao Ministério Público, com pedido de internação das envolvidas, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Nota da Seduc-MT: providências em andamento A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) emitiu nota informando que já está apurando o caso com rigor e que medidas disciplinares estão sendo tomadas. Confira a íntegra: “A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) informa que já está apurando com rigor o caso de agressão envolvendo um grupo de estudantes contra uma aluna da Escola Estadual Carlos Hugueney, em Alto Araguaia, registrado em vídeo e divulgado nas redes sociais. As equipes gestora e psicossocial da unidade e da Diretoria Regional de Educação já foram mobilizadas para prestar atendimento à vítima, aos demais envolvidos e às suas famílias, com o objetivo de oferecer acolhimento e suporte necessários. O caso já foi registrado junto à autoridade policial competente e, paralelamente, a Seduc está tomando as medidas disciplinares cabíveis, conforme as normas do Regimento Escolar e demais legislações vigentes, com providências firmes para que situação como esta não se repita, aplicando punições exemplares dentro do que permite a legislação. Reafirmamos nosso compromisso com a promoção de um ambiente escolar seguro, respeitoso e acolhedor para todos.” ⚠️ Reflexão necessária: onde estão as falhas? O caso levanta um ponto de atenção importante: se esta não foi a primeira agressão registrada, como apontam os próprios depoimentos das alunas envolvidas, é inevitável questionar o nível de vigilância e prevenção dentro da escola. Mesmo com o esforço da Seduc em prestar apoio e tomar medidas, o caso mostra que talvez seja necessária uma reavaliação mais profunda do ambiente escolar, da atuação das equipes pedagógicas e das políticas de prevenção à violência nas escolas estaduais. A pergunta que fica é: quantos outros casos semelhantes poderiam ter sido evitados se sinais anteriores tivessem sido identificados a tempo? Veja o Vídeo:
Prisão domiciliar de Bolsonaro gera reações intensas entre lideranças políticas de Mato Grosso
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de decretar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por quebra de medidas cautelares e suposta tentativa de coação ao Judiciário, provocou forte repercussão entre parlamentares e lideranças políticas de Mato Grosso. As reações foram imediatas, principalmente entre representantes da direita no estado, que classificaram a decisão como “perseguição”, “revanchismo” e até “instalação de ditadura”. Reações da direita em MT: Senador Wellington Fagundes (PL) afirmou que Bolsonaro não cometeu crime e que a decisão busca apenas calar sua voz. “Ele não roubou, não está envolvido em escândalos. O que querem é silenciar Bolsonaro, mas não vão conseguir. O povo já está na rua”, declarou. Fagundes também destacou que os atos do domingo (3), intitulados “Reaja Brasil”, superaram manifestações anteriores. “O bolsonarismo não vai morrer. Está no coração do povo”, concluiu. Deputado Estadual Gilberto Cattani (PL) classificou a prisão como absurda e afirmou que o Brasil não vive mais em uma democracia. “Foi instaurada uma ditadura. Ele não cometeu crime algum, apenas cumprimentou manifestantes”, disse. Deputado Federal Coronel Assis (União) emitiu nota de repúdio, apontando a decisão como “midiática”. “O decreto busca antecipar um espetáculo pretendido pela esquerda para tirar de cena o maior líder da direita brasileira.” Deputado Federal José Medeiros (PL) defendeu que Bolsonaro não fez publicações nas redes e criticou o critério da prisão. “Se for por isso, então vão ter que prender metade do Congresso. Ele [Moraes] está exagerando. Está mais preso que o próprio Bolsonaro.” Deputada Federal Coronel Fernanda (PL) apontou perseguição política: “É uma injustiça que envergonha o Brasil. Mas não conseguirão calar quem sempre defendeu o povo.” Prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL) compartilhou vídeo do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) criticando a decisão de Moraes. Também publicou a nota de repúdio do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), que classificou a prisão como “injusta e desnecessária”. Vozes da esquerda e críticas ao ex-presidente: Deputado Estadual Valdir Barranco (PT) defendeu a medida, apontando que Bolsonaro descumpriu reiteradamente as medidas impostas. “Ele brinca com a Justiça. Logo será preso em definitivo”, comentou. Ex-deputada Federal Rosa Neide (PT) disse que o grupo de Bolsonaro desrespeita a democracia e os problemas econômicos atuais têm raízes em sua gestão. “Eles atacam o STF e não respeitam a Constituição. A população já entendeu quem são os verdadeiros traidores da pátria.” Senadora Margareth Buzetti (PSD) também criticou o ministro Moraes, dizendo que “ninguém está acima da lei” e afirmou que assinou o pedido de impeachment do magistrado. “Paciência tem limite”, declarou em vídeo. Contexto da decisão judicial: O ex-presidente Jair Bolsonaro foi colocado em prisão domiciliar por, supostamente, ter descumprido a proibição de usar redes sociais — direta ou indiretamente. O estopim foi a participação remota de Bolsonaro em uma manifestação no Rio de Janeiro, com o vídeo sendo compartilhado por seus filhos, parlamentares federais. A medida segue outras ações do STF que investigam o ex-presidente por tentativa de golpe e coação institucional. O cenário político que se forma: Enquanto muitos apontam o risco de enfraquecimento da direita, aliados acreditam que a prisão de Bolsonaro pode causar efeito contrário. A insatisfação popular com a atual situação econômica — marcada por juros altos, instabilidade do mercado, preços elevados e dificuldades no comércio — pode reacender o desejo de mudança e reforçar a mobilização da base conservadora. Além disso, lideranças de direita em Mato Grosso, como Gilberto Cattani (Assembleia Legislativa), José Medeiros (Câmara dos Deputados), Coronel Assis, Abilio Brunini e Coronel Fernanda, reforçam que o movimento bolsonarista continua vivo e atuante. A prisão domiciliar de Bolsonaro, embora simbólica, reacendeu o debate político em Mato Grosso e em todo o país. De um lado, a Justiça alega quebra de regras. Do outro, a direita interpreta a decisão como tentativa de silenciamento. Seja qual for o desfecho, o episódio reafirma o clima de polarização no Brasil e antecipa os desafios e estratégias que marcarão as eleições de 2026. 🗞️ Por MT Urgente News
Mesmo com Bolsonaro em prisão domiciliar, Direita pode sair fortalecida para 2026
A prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, deu início a um novo ciclo na política nacional. Embora muitos enxerguem esse fato como um golpe quase fatal na direita brasileira, o episódio pode ter efeito contrário: mobilizar, fortalecer e amadurecer o campo conservador — agora mais consciente da necessidade de estrutura, estratégia e representatividade em todas as esferas do poder. A ausência de Bolsonaro nas urnas é um duro baque, mas não representa o fim do movimento. O legado político plantado pelo ex-presidente permanece vivo — e suas sementes estão se reorganizando para florescer em 2026. Eduardo Bolsonaro: articulador fora do país, mas presente no jogo político Mesmo estando atualmente nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, continua sendo um nome central na engrenagem da Direita. Com forte articulação internacional, influência digital massiva e laços sólidos com líderes conservadores de diversos países, Eduardo é peça-chave na composição do grupo que organizará a chapa de candidatos do PL para as eleições de 2026. Sua missão será dupla: proteger o legado do pai e garantir que os nomes escolhidos estejam alinhados com os princípios que mobilizaram milhões de brasileiros desde 2018 — liberdade econômica, combate à corrupção, fortalecimento da família, da segurança pública e respeito à Constituição. Michelle Bolsonaro: mais que ex-primeira-dama, um ativo político crescente Michelle Bolsonaro tem se consolidado como um dos maiores trunfos da Direita. Com uma imagem positiva, discurso firme, forte conexão com a comunidade evangélica e apelo popular, ela pode assumir papel de destaque nas eleições de 2026. Seja como candidata ou coordenadora nacional da campanha do PL, sua presença será estratégica para mobilizar públicos específicos e reforçar a essência do bolsonarismo de forma mais sensível, agregadora e simbólica. Tarcísio de Freitas: o presidenciável técnico e confiável O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é hoje o nome mais forte da Direita para disputar a Presidência. Ex-ministro de Infraestrutura, gestor técnico e político habilidoso, Tarcísio representa a combinação de capacidade administrativa, discurso equilibrado e fidelidade aos princípios conservadores. Sua gestão em São Paulo é aprovada por grande parte da população e seu nome circula com cada vez mais força nos bastidores do PL como possível sucessor natural de Jair Bolsonaro. Reestruturação estadual: a missão do PL até 2026 O desafio agora é não deixar a base conservadora se esvaziar. O Partido Liberal precisará se organizar com rigor em cada estado, evitando que candidatos oportunistas “caiam de paraquedas” na legenda apenas para se eleger, sem compromisso com as bandeiras da direita. Cada estado será uma trincheira política. O objetivo? Fortalecer o Senado, ampliar a bancada federal, conquistar governos estaduais e montar um exército de deputados estaduais alinhados com o projeto nacional. Panorama por estado: os nomes que devem puxar a Direita 📍 São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos): liderança consolidada com grande potencial presidencial. Michelle Bolsonaro também deve ter forte atuação no estado, principalmente no interior paulista. 📍 Minas Gerais Nikolas Ferreira (PL): fenômeno político e digital, é o principal nome da Direita para o governo mineiro. Sua eventual vitória em Minas poderá impulsionar toda a campanha nacional. 📍 Goiás Ronaldo Caiado (União Brasil): figura tradicional do conservadorismo, com papel estratégico na articulação do Centro-Oeste e possível influência no Senado. 📍 Rio de Janeiro Eduardo Bolsonaro (PL) manterá forte influência na composição da bancada do estado e na defesa dos pilares bolsonaristas, mesmo sem concorrer deve lançar grandes nomes. 📍 Bahia Terreno ainda em desenvolvimento, mas com abertura para lideranças conservadoras crescerem nas regiões do interior. O PL deve focar na construção de nomes com forte vínculo popular e religioso. 📍 Mato Grosso Gilberto Cattani (PL), deputado estadual, é referência na defesa de pautas conservadoras e deve puxar a mobilização no estado, sendo exemplo de fidelidade ideológica e atuação parlamentar combativa. Tiro pela culatra? A prisão e a crise do governo podem impulsionar a Direita A tentativa de fragilizar a direita com a prisão do ex-presidente pode gerar o efeito contrário. Com o país vivendo: Juros altos, Preços nas alturas, Comércio enfraquecido, Setores produtivos em alerta, E crescente insatisfação da população com o governo federal… … o clima pode se inverter. A população começa a perceber que é preciso mudar os gestores, os políticos que se omitiram, e aqueles que prometeram muito e entregaram pouco. O sentimento de injustiça, somado ao caos econômico, pode impulsionar a Direita para um novo ciclo de crescimento. O Jogo Político Está em Movimento A política brasileira é dinâmica. O que hoje parece um baque, amanhã pode ser a faísca de uma virada. A Direita tem estrutura, nomes, base e apoio popular. O que precisa agora é de estratégia, unidade e planejamento. 2026 começou — e quem não se preparar agora, vai assistir de fora. 📌 Alex Rabelo – JornalistaPara o MT Urgente News
Nikolas Ferreira critica prisão domiciliar de Bolsonaro e fala em “escalada autoritária”
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se manifestou nas redes sociais nesta sexta-feira (2) sobre a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Para o parlamentar, a medida representa uma “escalada autoritária sem precedentes” e teria sido motivada pela suposta utilização de redes sociais de terceiros para divulgar a manifestação marcada para o próximo dia 3 de agosto. “Prisão domiciliar decretada para Jair Bolsonaro por Alexandre de Moraes. E qual foi o motivo? Corrupção? Rachadinha? Lavagem de dinheiro? Nada disso. O motivo seria o uso de redes sociais de terceiros para divulgar a manifestação do dia 3 de agosto”, disse Nikolas. Em tom de crítica, o deputado mencionou que “nem a Lei Magnitsky” — legislação internacional que trata de sanções contra violações de direitos humanos — “seria suficiente para Alexandre de Moraes”, sugerindo que o ministro teria ultrapassado os limites legais com a decisão. A prisão domiciliar foi determinada no contexto do inquérito que investiga uma tentativa de golpe de Estado e envolvimento em atos antidemocráticos. Além de Bolsonaro, outros aliados também são alvos da operação. O caso segue em apuração pelo STF e pela Polícia Federal.
A GESTÃO DA ESQUERDA E O IMPACTO DIRETO NO BOLSO DO BRASILEIRO
Sob a liderança do atual presidente da República, o governo federal adotou nos últimos anos uma série de medidas que, embora populares, vêm sendo apontadas por economistas renomados como prejudiciais à saúde econômica do país. Entre os principais problemas: Rombo fiscal crescente: A flexibilização do teto de gastos e a criação de programas de alto custo sem a devida compensação em arrecadação aumentaram o déficit público. Isso gerou insegurança no mercado e afugentou investidores. Inflação persistente: Mesmo com juros altos mantidos pelo Banco Central, os preços de alimentos, combustíveis e energia continuam pressionando o orçamento das famílias, especialmente das mais vulneráveis. Dólar instável e crédito caro: A instabilidade política e os conflitos com o setor produtivo aumentaram o custo do crédito e diminuíram a confiança do empresariado. Essas decisões não apenas comprometem o crescimento do país, como aprofundam a desigualdade e empurram a população para um ciclo vicioso: mais impostos, mais endividamento público e menor poder de compra. A DIREITA E A POLÍTICA DE APARÊNCIA: MUITO POST, POUCA AÇÃO Se a esquerda falha na condução econômica, parte da direita se perde no universo digital. Muitos dos eleitos sob a bandeira da “nova política” ou do conservadorismo usam o mandato como vitrine, não como instrumento de mudança. O que se vê são políticos que acordam com o celular na mão: gravam vídeos tomando café, almoçando com Dona Maria, visitando obras que não saíram do papel, entregando presentes simbólicos. Fazem questão de mostrar tudo — menos trabalho concreto. Sabem que as redes sociais criam proximidade com o povo. E como dominam essas ferramentas, investem pesado nelas para ganhar curtidas, comentários e seguidores. Mas, na prática, os resultados para a população são quase nulos. Esquecem das promessas de campanha, se fingem de desentendidos e seguem criando conteúdo, como se engajamento fosse sinônimo de produtividade. Muitos ainda acreditam que o papel de um parlamentar se resume a fiscalizar, reclamar ou acusar — e ignoram completamente a parte mais importante: apresentar projetos, propor soluções e fazer gestão pública com responsabilidade. A ELEIÇÃO COMO ESPETÁCULO: A TEMPORADA DA ENCENAÇÃO COMEÇOU Com a aproximação das eleições de 2026, a movimentação começa. Políticos que estavam sumidos surgem sorridentes, visitam comunidades, distribuem cestas básicas, doam tijolos, colocam a camisa do time da vila e dizem que “sentem a dor do povo”. Muitos mudam de partido, de discurso, de tom de voz. Escolhem o que dizer e com quem aparecer baseados em puro cálculo eleitoral: “O que preciso fazer para ser eleito?” É uma encenação ensaiada, com enredo repetido e final previsível. E, infelizmente, muitos eleitores ainda caem no mesmo roteiro. NÃO É SOBRE LADO. É SOBRE COMPROMISSO. A discussão que o Brasil precisa fazer vai além de direita ou esquerda. O que está em jogo não é o lado, é a competência. O que o povo precisa são de políticos com preparo, responsabilidade, histórico de trabalho e compromisso real com resultados. A frase “se eu for eleito, eu vou fazer” deveria ser substituída por: “Veja o que eu já estou fazendo. Por isso, eu mereço seu voto.” O Brasil não precisa de salvadores da pátria. Precisa de servidores públicos que saibam o que estão fazendo — e que trabalhem pelo povo de verdade. A REFLEXÃO QUE FICA: Em 2026, muitos nomes estarão nas ruas tentando se reinventar. Vão prometer mundos e fundos, usar as dores do povo como palanque, abraçar causas que ignoraram por anos. Mas você, eleitor, pode — e deve — olhar além. Investigue. Pergunte. Avalie. Compare promessas com entregas. 📌 Que bom seria se o Brasil não precisasse escolher lados, mas sim escolher quem já está fazendo a diferença — longe do palco, perto da ação.
Batida entre Uno e ônibus deixa dois adultos e uma criança gravemente feridos em Cuiabá
Três pessoas — dois adultos e uma criança — ficaram gravemente feridas após um acidente envolvendo um Fiat Uno e um ônibus do transporte coletivo, na noite de domingo (3), no bairro Industriário, em Cuiabá. De acordo com informações preliminares, o condutor do Uno trafegava em alta velocidade quando perdeu o controle da direção. O veículo colidiu primeiro contra o ônibus e, em seguida, atingiu um bloco de concreto. Com o impacto, os ocupantes do carro — incluindo a criança — foram arremessados para fora do veículo. Todos ficaram feridos com gravidade e foram socorridos por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), sendo encaminhados a uma unidade de saúde para os devidos atendimentos. O ônibus, que fazia a linha Pedra 90 – Centro, transportava passageiros no momento do acidente, mas nenhum deles ficou ferido. A Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran) irá apurar as causas e a dinâmica do acidente.
Governo de MT vai substituir mais de 1,3 mil pontes de madeira até 2026
O Governo de Mato Grosso substitui mais de 1.300 pontes de madeira em todo o Estado até o final de 2026. A meta inclui tanto a substituição das estruturas de madeira por novas pontes de concreto, quanto a troca por aduelas de concreto ou tubos metálicos. Os números se referem a obras em rodovias estaduais e estradas municipais vicinais. Até o momento, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) já entregou 222 pontes de concreto e outras 130 estão em construção, com mais 23 em processo de licitação. No total, são 375 estruturas de concreto planejadas. Desse total, nove pontes estão sendo construídas para substituir balsas, garantindo mais segurança e agilidade na travessia de veículos em regiões antes dependentes desse tipo de transporte fluvial. As outras irão substituir pontes de madeira. Além das pontes de concreto, a Sinfra também investe na instalação de aduelas de concreto e tubos metálicos, usados para permitir a passagem de pequenos cursos d’água, principalmente em estradas vicinais. Esses serviços são realizados por meio de convênios ou doações para prefeituras, associações e consórcios. Com esse tipo de intervenção, 565 pontes de madeira já foram eliminadas e substituídas por aduelas ou tubos. Outras 367 estão em fase de instalação, já conveniadas ou com material entregue, totalizando 932 substituições realizadas ou em andamento. Somando as pontes de concreto, aduelas e tubos, o número chega a 787 estruturas já entregues e 520 em execução, o que projeta um total de pelo menos 1.307 substituições, sendo 1.298 pontes de madeira e nove balsas. Além disso, a Sinfra ainda irá adquirir mais aduelas e tubos para continuar com o programa. Segundo o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, a substituição dessas estruturas é essencial para garantir o desenvolvimento regional. “Mesmo uma ponte pequena pode representar um grande obstáculo para quem depende daquela estrada. Eliminar essas travessias precárias é dar condições reais de mobilidade, acesso a serviços e escoamento da produção”, afirma. O secretário também destaca os benefícios ambientais dessa substituição. “Ao substituirmos pontes de madeira por estruturas permanentes, reduzimos a extração de madeira, aumentamos a durabilidade das obras e diminuímos a necessidade de intervenções frequentes. Isso representa economia de recursos públicos e mais respeito ao meio ambiente”, complementa.
Mato Grosso lidera saldo comercial do Brasil no 1º semestre de 2025!
Estado responde por 45% do superávit nacional e reforça força do agro no cenário econômico Entre janeiro e junho deste ano, Mato Grosso cravou o maior saldo comercial do país, com um superávit de US$ 13,57 bilhões. O estado exportou US$ 14,6 bilhões e importou apenas US$ 1,12 bilhão, garantindo 45,08% de todo o saldo positivo da balança comercial brasileira no semestre. 📊 Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC) e foram organizados pelo Observatório do Desenvolvimento da SEDEC-MT. O resultado coloca o estado na liderança nacional, à frente de gigantes como São Paulo, Minas Gerais e Paraná — impulsionado, claro, pela força do agronegócio mato-grossense. O agro puxa a fila! O setor agropecuário foi o grande responsável pelo desempenho. Sozinho, respondeu por US$ 10,85 bilhões em exportações — o que representa 27,71% de toda a exportação agropecuária do Brasil no primeiro semestre. 🌾 Produtos líderes de exportação de MT em 2025: Produto Valor Exportado (US$) Participação Nacional 🌿 Soja US$ 8,46 bilhões 33,27% 🧵 Algodão US$ 1,69 bilhão 68% 🌽 Milho US$ 511,9 milhões 34,41% Importações em baixa Enquanto as exportações disparam, as importações seguem modestas: apenas 0,83% de tudo que o Brasil comprou do exterior veio de Mato Grosso. Os itens mais adquiridos foram fertilizantes, defensivos agrícolas, máquinas e peças — ou seja, insumos para manter a engrenagem do agro girando. Crescimento impressionante! Comparado ao mesmo período de 2024, a participação de Mato Grosso na balança comercial nacional cresceu 25,7% — saltando de 35,86% para 45,08%. 🔎 MT segue firme como potência econômica nacional. O agro acelera, a economia cresce — e os números confirmam: o estado é o motor do Brasil! 🗞️ Por MT Urgente News
Marinha abre vagas para técnicos com ensino médio: salário, formação e carreira garantida
Se você tem um curso técnico de nível médio e sonha com estabilidade, boa remuneração e uma carreira de prestígio, essa pode ser a sua chance. A Marinha do Brasil está com concurso aberto para o Quadro Técnico de Praças da Armada (QTPA), com 10 vagas destinadas a técnicos das áreas de Mecânica e Eletroeletrônica. As inscrições vão até 7 de agosto no site do Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha, e a taxa é de R$ 80. Podem concorrer brasileiros entre 18 e 24 anos (até 30 de junho de 2026), que tenham concluído ou estejam em vias de concluir um curso técnico reconhecido. Os diplomas aceitos abrangem áreas como Automação Industrial, Eletrotécnica, Mecatrônica, Manutenção Automotiva, entre outros. A primeira etapa do processo seletivo será uma prova objetiva com 50 questões e redação, no dia 14 de setembro. Quem for aprovado passará por outras fases: verificação de documentos, testes físicos, inspeção de saúde e avaliação psicológica. Os classificados dentro do número de vagas iniciarão o Curso de Formação de Sargentos, no Rio de Janeiro, recebendo desde o primeiro dia uma bolsa de R$ 1.414,82, além de uniforme, alimentação, assistência médica, odontológica e até apoio psicológico e espiritual. Depois da formação, os novos sargentos serão promovidos e encaminhados para o Curso de Subespecialização de Submarinos, em Niterói, com duração de 24 semanas. O objetivo é prepará-los para atuar em submarinos e instalações nucleares da Marinha. Quem não for aprovado nessa etapa é desligado do serviço ativo. Por isso, a dedicação é essencial desde o início. Mais detalhes e o edital completo estão no site da Marinha (www.ingressonamarinha.mar.mil.br).
Jovem desaparece após se afogar no rio Garças em Barra do Garças
Um jovem de 18 anos está desaparecido após se afogar no rio Garças, na tarde deste sábado (2), no município de Barra do Garças (509 km de Cuiabá). Segundo informações, ele estava tomando banho com amigos quando submergiu e não retornou à superfície. Testemunhas relataram que o afogamento ocorreu diante de outros jovens que tentaram socorrê-lo, mas não obtiveram sucesso. O Corpo de Bombeiros foi acionado e iniciou imediatamente os trabalhos de resgate. Equipes de mergulhadores seguem realizando buscas no local. Em decorrência do ocorrido, a Secretaria Municipal de Turismo de Barra do Garças informou o cancelamento dos shows programados para este domingo (3) dentro da programação da Temporada de Praia 2025, que contaria com apresentações da dupla João Gustavo & Murilo e da banda gospel Só Pra Te Adorar. As circunstâncias do desaparecimento são apuradas pelas autoridades competentes.