Estado antecipa ações contra queimadas e reforça combate aos incêndios nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal O Governo de Mato Grosso oficializou nesta quarta-feira (29) a situação de emergência ambiental em todo o território estadual e definiu o período de proibição do uso do fogo como medida preventiva diante do alto risco de incêndios florestais nos próximos meses. Conforme o decreto, a restrição valerá entre 1º de julho e 30 de novembro, abrangendo áreas localizadas nos três biomas presentes no estado: Amazônia, Cerrado e Pantanal. Durante esse intervalo, ficam proibidas queimadas para limpeza de terrenos e manejo rural. A decisão considera previsões climáticas desfavoráveis para 2026, com possibilidade de estiagem prolongada, temperaturas elevadas, ondas de calor, baixa umidade do ar e ventos fortes — fatores que aumentam significativamente a propagação do fogo. O texto também prevê flexibilidade no calendário. Caso as condições climáticas se agravem, o período proibitivo poderá ser antecipado ou prorrogado por determinação do órgão estadual responsável. A norma ressalta que queimadas excepcionais, quando realizadas ou acompanhadas por órgãos públicos encarregados da prevenção e combate aos incêndios, continuam autorizadas dentro dos critérios legais. Outra medida anunciada é a criação da Sala de Situação Central, estrutura que atuará durante toda a temporada crítica de incêndios. O grupo será responsável por monitoramento contínuo, decisões técnicas, integração entre instituições e respostas emergenciais rápidas contra focos ilegais e incêndios de grandes proporções. A coordenação ficará sob responsabilidade do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, por meio da Diretoria Operacional.
Meningite avança em Mato Grosso e mortes sobem para 8; Sinop entra no radar da vigilância
Estado registra 29 casos até abril, número acima dos anos anteriores, enquanto autoridades reforçam vacinação e alerta para sintomas graves. O avanço dos casos de meningite em Mato Grosso acendeu o alerta das autoridades de saúde após a confirmação de 29 ocorrências e oito mortes pela doença somente até o fim de abril. O total de óbitos aumentou após atualização oficial incluir registros de Sinop, município que segue sob monitoramento epidemiológico. Os números deste ano já superam o mesmo período de 2024, quando haviam sido contabilizados 22 casos, e também 2025, que somava 25 notificações até abril. Apesar do crescimento, a Secretaria de Estado de Saúde informou que, até o momento, não há indícios de surto nem transmissão comunitária no território mato-grossense. A meningite é uma inflamação que pode ser provocada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes infecciosos. Por isso, cada caso exige investigação específica para identificar a causa, rastrear contatos próximos e definir medidas de controle adequadas. Diante do cenário, o principal foco do Estado é reforçar a vacinação de rotina, especialmente entre crianças e adolescentes com esquema vacinal incompleto. As doses previstas no calendário nacional seguem disponíveis gratuitamente nas unidades básicas de saúde. Entre os imunizantes ofertados pelo SUS estão a vacina meningocócica C, destinada a bebês, e a ACWY, indicada como reforço infantil e também para adolescentes de 11 a 14 anos. Segundo a SES, a cobertura vacinal contra meningite C em menores de um ano está em 98,72% no Estado. A população também foi orientada a procurar atendimento médico imediato em caso de febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, sonolência, convulsões, manchas avermelhadas na pele ou piora rápida do estado geral. Em bebês, sintomas como irritabilidade, recusa alimentar e moleira estufada exigem atenção redobrada. A Secretaria reforçou ainda que automedicação e uso de antibióticos sem prescrição devem ser evitados. O acompanhamento segue em todo o Estado, com apoio técnico aos municípios para investigação, coleta de amostras e prevenção de novos casos.
Aquário Municipal de Cuiabá amplia inclusão e recebe escola bilíngue e crianças com autismo
Espaço gratuito no Porto se destaca como polo de educação ambiental, turismo e atendimento adaptado a diferentes públicos O Aquário Municipal de Cuiabá reafirmou uito no Porto se destaca como polo de educação ambiental, turismo e atendimento adaptado a diferentes públicosnesta terça-feira (28) seu papel como referência em lazer educativo e inclusão social ao receber visitas de duas instituições privadas com perfis distintos: a Red House International School, escola de ensino bilíngue, e a Clínica Girassóis, especializada no atendimento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Localizado no Complexo Biocultural do Porto, ao lado do Museu do Rio, o espaço tem se consolidado como um dos principais atrativos gratuitos da Capital, reunindo educação ambiental, turismo e valorização da cultura regional. Além dos tanques com espécies de peixes típicos de Mato Grosso, os visitantes encontram produtos artesanais, doces tradicionais e restaurante com culinária regional. Segundo a coordenação do complexo, o aquário recebe frequentemente grupos escolares por meio de agendamento prévio, o que permite visitas mais direcionadas ao aprendizado. Durante os passeios, são apresentadas informações sobre as espécies expostas, hábitos alimentares e os biomas que formam o território mato-grossense. A visita da Clínica Girassóis teve caráter especial. O espaço foi reservado exclusivamente para crianças de 3 a 9 anos acompanhadas pela instituição, em uma iniciativa pensada para oferecer conforto e estímulos adequados às necessidades sensoriais dos participantes. De acordo com a equipe técnica da clínica, o ambiente tranquilo, a iluminação suave e o interesse natural das crianças pelos peixes contribuíram para uma experiência positiva, aliando lazer, interação e desenvolvimento. Aberto ao público de terça a domingo, das 9h às 18h, sem interrupção no horário de almoço, o Aquário Municipal funciona também em fins de semana, feriados e pontos facultativos. Instituições interessadas podem solicitar visitas agendadas e informar necessidades específicas, como atividades pedagógicas, condução em outros idiomas ou adaptações de acessibilidade. O Complexo Biocultural do Porto está localizado na Avenida Manoel José de Arruda, nº 1899, no bairro Porto, em Cuiabá.
Mega-Sena acumula novamente e próximo prêmio dispara para R$ 130 milhões
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 3.001; sorteio da quinta-feira promete uma das maiores premiações do ano. A Caixa Econômica Federal informou que nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 3.001 da Mega-Sena, realizado na noite desta terça-feira (28). Com isso, o prêmio principal acumulou e está estimado em R$ 130 milhões para o próximo sorteio, marcado para quinta-feira (30). Os números sorteados foram: 01, 13, 32, 36, 43 e 60. Apesar de ninguém ter levado o prêmio máximo, 92 apostas acertaram cinco dezenas e cada uma receberá R$ 41.209,18. Já outras 5.877 apostas fizeram a quadra e terão direito ao valor individual de R$ 1.063,34. As apostas para o próximo concurso podem ser registradas até as 20h, no horário de Brasília, em casas lotéricas credenciadas de todo o país, além dos canais digitais disponibilizados pela Caixa. Com o valor milionário em jogo, a expectativa é de aumento no movimento das lotéricas e grande procura por apostas nos próximos dois dias.
Polícia Civil deflagra Operação Sem Rastros contra facção investigada por homicídio e ocultação de cadáver em Araputanga
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (29), a Operação Sem Rastros para cumprir ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa investigados por homicídio qualificado e ocultação de cadáver em Araputanga (a 345 km de Cuiabá). Ao todo, são cumpridas 12 ordens judiciais expedidas pela Vara Única de Araputanga, sendo três mandados de prisão preventiva, um mandado de internação provisória, quatro mandados de busca e apreensão e quatro determinações de quebra de sigilo telefônico. As medidas são executadas nos municípios de Araputanga, Indiavaí, Cáceres e Figueirópolis d’Oeste. Segundo a Polícia Civil, outras ordens judiciais já haviam sido autorizadas durante o andamento das investigações e contribuíram para o avanço das apurações. Desaparecimento da vítima O caso começou a ser investigado após o registro do desaparecimento da vítima, vista pela última vez em 20 de fevereiro de 2026. Após cerca de dois meses de diligências, os policiais identificaram cinco suspeitos de participação direta no crime. Durante a investigação, foram reunidos relatórios, interrogatórios, representações e registros em áudio e vídeo que, conforme a polícia, confirmam o envolvimento do grupo criminoso. Os trabalhos também contaram com apoio do Corpo de Bombeiros de Pontes e Lacerda e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que auxiliaram nas buscas pelo corpo e na realização de exames periciais. Dinâmica do crime De acordo com as investigações, a vítima vinha sendo ameaçada por membros da facção após rumores de que teria cometido crime de natureza sexual contra uma mulher. No dia do crime, ela teria sido atraída para uma emboscada na residência de um dos investigados. Em seguida, foi levada até as margens do Rio Jauru, onde foi assassinada com um golpe de faca no pescoço. Segundo a Polícia Civil, o corpo foi ocultado na tentativa de dificultar a localização e eliminar vestígios do homicídio. Nome da operação O nome Operação Sem Rastros faz referência, segundo os investigadores, à tentativa dos criminosos de apagar evidências e impedir o esclarecimento do caso. Operação Pharus e Renorcrim A ação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para 2026, dentro da Operação Pharus, vinculada ao programa Tolerância Zero, de enfrentamento às facções criminosas no Estado. As atividades também fazem parte da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas), coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi).
Pivetta recua sobre cortes no Samu e admite renovar contratos após pressão de servidores
Governador em exercício afirma que vai se reunir com a categoria na quinta-feira (30) e diz que não quer conflito com trabalhadores da saúde O governador em exercício de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), sinalizou nesta terça-feira (28) a possibilidade de rever o encerramento de contratos de profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A declaração foi dada durante reunião da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, marcada pela presença de servidores da categoria e representantes do Ministério da Saúde. Ao defender diálogo com os trabalhadores, Pivetta afirmou que o Estado não tem interesse em ampliar o impasse envolvendo o serviço de urgência. Segundo ele, uma reunião foi agendada para quinta-feira (30), quando o governo deverá discutir alternativas para a continuidade do atendimento e a situação dos contratos encerrados. O embate começou após denúncias de servidores sobre a não renovação de vínculos de 56 profissionais, além da retirada de ambulâncias de circulação na região metropolitana de Cuiabá. Também gerou reação da categoria a decisão de transferir ao Corpo de Bombeiros parte do comando operacional do Samu. Durante o encontro, Pivetta afirmou que antes de qualquer definição pretende analisar como estão estruturados o Samu e os Bombeiros na Capital, a fim de evitar sobreposição de funções e desperdício de recursos públicos. Mesmo defendendo equilíbrio financeiro, o governador garantiu que há condições de manter os serviços funcionando adequadamente e admitiu a possibilidade de aditivo contratual ou renovação dos vínculos encerrados. A expectativa agora é que a reunião com os servidores possa destravar a crise e trazer uma solução consensual para garantir o atendimento de urgência à população mato-grossense.
PM lança megaoperação para reforçar segurança no Centro de Cuiabá e em todo Mato Grosso nesta quarta (29)
Ações Centro Seguro e Força Total mobilizam efetivo estadual e nacional para prevenir crimes e ampliar presença policial nas ruas A Polícia Militar de Mato Grosso realiza, na manhã desta quarta-feira (29), o lançamento simultâneo da 4ª edição da Operação Centro Seguro e da 26ª edição da Operação Força Total. Em Cuiabá, a solenidade está marcada para às 8h, na Praça Alencastro, na região central da capital. A Operação Centro Seguro tem como foco principal intensificar o policiamento ostensivo em áreas comerciais e de grande circulação de pessoas, especialmente na região central. A iniciativa busca coibir crimes como furtos, roubos e assaltos, além de aumentar a sensação de segurança para comerciantes, trabalhadores e consumidores. Já a Operação Força Total integra uma mobilização nacional coordenada pelo Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares do Brasil, reunindo as polícias militares de todos os estados em ações simultâneas. Em Mato Grosso, a estratégia também prevê reforço no policiamento em diferentes municípios. Com as duas operações, a expectativa é ampliar a presença policial nas ruas, fortalecer o combate à criminalidade e promover maior tranquilidade à população.
Max cobra mais recursos para os municípios e Pivetta sinaliza positivamente
Presidente da Assembleia destaca que as prefeituras estão no limite financeiro e pede atualização de valores O deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa, cobrou hoje (28) do Ministério da Saúde aumento no repasse de recursos para investimentos na saúde nos municípios. A mesma cobrança já tinha sido feita ao governador Otaviano Pivetta, que garantiu ao parlamentar que onde for preciso ampliar, o estado irá atuar, desde que o governo federal faça a parte dele. A defesa no aumento dos repasses foi feita por Russi durante a reunião da comissão de saúde, na Assembleia Legislativa. “O prefeito hoje está fazendo ‘continha’. Ele acaba assumindo responsabilidades de programas federais que a prefeitura não tem condição de bancar integralmente”, pontou Max, que encaminhou a cobrança ao representante do Ministério da Saúde, Fernando Figueira. De acordo com o deputado, os municípios enfrentam sérias dificuldades para manter programas de saúde lançados pelo governo federal, pois a contrapartida exigida acaba pesando no caixa das prefeituras. “Precisamos melhorar o valor do repasse. Os prefeitos querem avançar, mas muitas vezes não dão conta de pagar a conta sozinhos”, afirmou o parlamentar. Conforme Max Russi, antes do reajuste ocorrido em 2023, o setor passou por um longo período de oito anos (desde 2015) sem qualquer atualização nos valores enviados pela União. Como ex-prefeito de Jaciara, onde foi um dos pioneiros na implantação do Samu em parceria com os Bombeiros, ele destacou que conhece de perto a realidade de quem gere a saúde na ponta. “Já tratei desse tema com o governador Pivetta, que reconheceu as dificuldades enfrentadas pelos municípios. Precisamos que o governo federal também tenha esse entendimento para que possamos avançar e sairmos da incomoda posição de 25ª colocado nos indicadores de saúde”, argumentou o parlamentar.
Em lágrimas, Rosy Prado retorna à tribuna e cobra respeito após denúncia contra vereador em Várzea Grande
Vereadora afirma sofrer ataques pessoais e de gênero, critica silêncio da Câmara e exige providências sobre caso envolvendo mensagens atribuídas a parlamentar. Uma semana após denunciar supostas ameaças atribuídas ao vereador Kleber Feitoza (PSB), a vereadora Rosy Prado (União) voltou à tribuna da Câmara Municipal de Várzea Grande nesta terça-feira (28) e fez um pronunciamento marcado por emoção. Durante o discurso, a parlamentar chorou ao relatar que os ataques ultrapassaram o campo político e passaram a atingir sua vida pessoal. Rosy afirmou que tem sido alvo de ofensas e tentativas de constrangimento que, segundo ela, não miram sua atuação parlamentar, mas sua condição de mulher. Para a vereadora, as investidas têm o objetivo de descredibilizar sua presença no Legislativo municipal e silenciar sua voz no debate público. Em tom firme, a parlamentar criticou a postura adotada pela Câmara diante do episódio e disse que situações como essa não podem ser tratadas com normalidade. Ela também citou outros casos recentes envolvendo denúncias no meio político local, defendendo uma resposta mais rígida contra qualquer forma de violência de gênero dentro das instituições. Rosy ressaltou que foi eleita para representar a população, fiscalizar o Executivo e apresentar propostas para a cidade, e não para sofrer intimidações. Segundo ela, a Casa de Leis precisa garantir respeito e segurança para que todos os vereadores exerçam seus mandatos de forma plena. O caso teve início após a denúncia de mensagens e áudios supostamente enviados por Kleber Feitoza por meio do WhatsApp. Conforme a vereadora, os conteúdos teriam sido encaminhados no modo de visualização única e continham acusações e insinuações relacionadas a familiares e possíveis irregularidades em serviços públicos. Rosy informou que conseguiu registrar parte do material por outro aparelho e formalizou requerimento junto à Mesa Diretora da Câmara. O caso segue em análise interna e poderá ser encaminhado à Comissão de Ética do Legislativo municipal. Além das medidas no âmbito da Câmara, a vereadora avalia levar o caso ao Ministério Público de Mato Grosso, apresentar representação partidária junto ao PSB e ingressar com eventual ação judicial por danos morais.
MT Hemocentro entra em alerta e convoca população para doação de sangue
Único banco de sangue público de Mato Grosso está com estoque crítico de vários tipos sanguíneos e amplia atendimento para receber doadores em Cuiabá e no interior O MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, está com o estoque de bolsas de sangue em nível crítico e faz um apelo à população para reforçar as doações. Estão em alerta os tipos sanguíneos O-, B-, A-, AB-, O+ e B+, fundamentais para atender a demanda da rede pública de saúde em todo o estado. O diretor da unidade, Fernando Henrique Modolo, convidou moradores de Cuiabá e região metropolitana a comparecerem à sede do Hemocentro para realizar a doação. “Atualmente enfrentamos um momento delicado, com baixa no estoque de diversos tipos sanguíneos. Por isso, pedimos o apoio da população para doar sangue em nossa sede, localizada na Rua 13 de Junho, nº 1.055, no Centro-Sul de Cuiabá”, afirmou. Para facilitar o acesso dos voluntários, a unidade realiza coletas das 7h30 às 18h, sem intervalo para almoço, permitindo que trabalhadores e estudantes possam doar também no horário de almoço. Além da capital, moradores do interior podem procurar uma das 15 Unidades de Coleta e Transfusão instaladas nos municípios de Água Boa, Alta Floresta, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Colíder, Juara, Juína, Porto Alegre do Norte, Primavera do Leste, Rondonópolis, Tangará da Serra, Sinop, Sorriso e Várzea Grande. O MT Hemocentro também mantém ações itinerantes em diferentes cidades para ampliar a captação de bolsas de sangue. Quem pode doar Para doar sangue, é necessário apresentar documento oficial com foto, pesar no mínimo 50 quilos, estar em boas condições de saúde e ter feito alimentação leve e equilibrada. Podem doar pessoas entre 16 e 69 anos, 11 meses e 29 dias. Quem tem entre 60 e 69 anos precisa já ter realizado doação antes dos 60 anos. Adolescentes de 16 e 17 anos devem apresentar autorização assinada pelos pais ou responsável legal. Homens podem doar até quatro vezes por ano, enquanto mulheres podem doar até três vezes no mesmo período. Em cada doação, são coletados aproximadamente 450 mililitros de sangue. Após a doação, recomenda-se evitar atividades físicas intensas e o consumo de bebidas alcoólicas. Agendamento O atendimento pode ser agendado pelo Sistema de Agendamento do MT Hemocentro, pelo WhatsApp no número (65) 98433-0624 (somente mensagens) ou pelo telefone (65) 3623-0044, ramais 2024, 2025 e 2026. O doador recebe comprovante de comparecimento. Quem efetivar a doação também recebe atestado para justificativa de ausência no trabalho.