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Eleições 2026: vai votar domingo? Veja o que pode e o que não pode fazer na hora da votação

Celular não entra na cabine, “colinha” de papel está liberada e eleitor pode demonstrar preferência de forma individual e silenciosa; veja as principais regras para evitar problemas no dia 4 de outubro

Neste domingo, 4 de outubro, milhões de brasileiros irão às urnas no primeiro turno das Eleições 2026. A votação será realizada das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Justiça Eleitoral

Para evitar dúvidas — e até problemas na seção eleitoral — o MT Urgente News preparou um guia simples com algumas das principais orientações da Justiça Eleitoral.

📱 Posso entrar com celular na cabine?

Não.

O eleitor pode levar o aparelho até a seção, mas, antes de entrar na cabine, deverá deixá-lo no local indicado pela mesa receptora. A proibição vale mesmo se o aparelho estiver desligado.

Também não podem ser levados para a cabine máquinas fotográficas, filmadoras ou outros equipamentos capazes de registrar ou transmitir o voto. A medida existe para preservar o sigilo da votação. Justiça Eleitoral

📝 Posso levar os números dos meus candidatos anotados?

Sim — e pode ser uma boa ideia.

A chamada “colinha eleitoral” em papel é permitida. Como o eleitor terá que fazer seis escolhas, a própria Justiça Eleitoral orienta que os números possam ser levados anotados para consulta durante a votação. Justiça Eleitoral

A ordem na urna será:

  1. Deputado federal — 4 dígitos
  2. Deputado estadual ou distrital — 5 dígitos
  3. Senador — primeira vaga — 3 dígitos
  4. Senador — segunda vaga — 3 dígitos
  5. Governador — 2 dígitos
  6. Presidente da República — 2 dígitos. Justiça Eleitoral

Atenção: em 2026 serão escolhidos dois senadores. Segundo o TSE, devem ser candidatos diferentes; se o eleitor repetir o mesmo número nas duas vagas, o segundo voto será anulado. Justiça Eleitoral

👕 Posso ir votar demonstrando preferência por candidato?

Sim, desde que a manifestação seja individual e silenciosa.

A Justiça Eleitoral permite que o eleitor manifeste sua preferência individualmente por meio de itens como bandeiras, broches, adesivos e camisetas. O que não pode ocorrer é manifestação coletiva, aglomeração padronizada ou ação destinada a convencer outros eleitores durante a votação. Justiça Eleitoral

Também são proibidas práticas como boca de urna e distribuição de materiais ou brindes no dia da eleição. Justiça Eleitoral

🩳 E bermuda e chinelo?

As normas eleitorais não estabelecem uma roupa formal para que o cidadão exerça o direito de voto. O importante é respeitar as regras da seção eleitoral e não transformar a vestimenta ou a presença de grupos em propaganda coletiva.

♿ Quem precisa de auxílio pode entrar acompanhado?

Eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida que necessitem de auxílio podem receber ajuda de uma pessoa de sua escolha, observadas as regras da Justiça Eleitoral. Os mesários também podem orientar sobre o procedimento de votação, mas não podem interferir na escolha do eleitor.

🕗 Qual é o horário da votação em Mato Grosso?

Este ponto merece atenção especial dos mato-grossenses.

O TSE estabeleceu que a votação ocorrerá simultaneamente em todo o país, das 8h às 17h pelo horário de Brasília. Portanto, em locais com fuso diferente de Brasília, o horário local é ajustado para manter a simultaneidade nacional. Justiça Eleitoral

⚠️ Antes de apertar “CONFIRMA”

Confira na tela da urna o nome, a fotografia, o cargo e o partido correspondentes à sua escolha antes de confirmar. Justiça Eleitoral

Com seis escolhas diferentes neste primeiro turno, preparar a “colinha” de papel antes de sair de casa pode facilitar a votação e diminuir erros.

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Confira as orientações oficiais do TSE para as Eleições 2026

Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News

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Defensoria atua para garantir ao eleitor uma eleição livre da intolerância política e ideológica
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Sem votos, base de Abilio recua e retira pauta de reeleição de Paula Calil FacebookWhatsAppPrintgoogle plus Pablo Rodrigo e Fred Moraes redacao@gazetadigital Reprodução Reprodução A base do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), na Câmara de Vereadores sofreu mais uma derrota na articulação política ao não conseguir pautar a votação do projeto de resolução que alteraria o regimento interno do Legislativo para esta terça-feira (29). A proposta tinha como objetivo abrir brecha para permitir a reeleição da atual presidente da Casa, Paula Calil (PL). A decisão de recuar e não levar o texto a plenário ocorreu porque o grupo governista não conseguiu reunir votos suficientes para garantir a aprovação da mudança. Embora os aliados do Executivo tenham obtido uma vitória liminar na Justiça que reduziu o quórum mínimo de dois terços (18 votos) para maioria simples (14 votos), a presidente temeu ser derrotada em plenário e optou por não incluir o projeto na ordem do dia da sessão desta terça-feira (29). Com a inviabilização do projeto às vésperas do pleito interno, a eleição da Mesa Diretora, marcada para o dia 6 de outubro, deverá contar com outro nome do grupo do prefeito para a disputa do comando do Legislativo cuiabano. Entre os cotados para encabeçar a chapa governista estão os vereadores Kássio Coelho (Podemos), Kero Kero (PMB/Democratas), Eduardo Magalhães (Republicanos) e Dilemário Alencar (União). Leia também -Procuradoria nega retorno de vereador de oposição à Câmara O impasse em torno do Regimento Interno arrasta-se há meses e expõe o desgaste na base do prefeito Abilio Brunini para consolidar o controle da Câmara de Cuiabá. A tramitação do Projeto de Resolução nº 31.173/2026 estava prevista para entrar na pauta do plenário em 16 de julho, mas acabou suspensa por decisão liminar do desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), acolhendo recurso do vereador Marcus Brito Júnior. Na ocasião, o vereador questionava o quórum qualificado, enquanto a oposição e vereadores independentes apontavam manobra casuística do grupo de Paula Calil, que não alcançava os 18 votos necessários para alterar a norma. Paralelamente, o próprio prefeito Abilio Brunini ingressou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no TJMT contra a exigência de quórum qualificado para mudanças no regimento, alegando afronta à Lei Orgânica do Município. O Tribunal de Justiça, porém, indeferiu os pedidos do Executivo, mantendo em vigor as regras regimentais e impondo reveses jurídicos à gestão. A reviravolta mais recente ocorreu quando o juiz Luís Aparecido Bortolussi Junior, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Cuiabá, concedeu mandado de segurança, derrubando a exigência dos 18 votos e fixando a maioria simples como suficiente para deliberações regimentais. A decisão abriu brecha para a tentativa de Paula Calil pautar o projeto na sessão desta terça-feira. Apesar da redução do quórum pela via judicial, a oposição liderada pelo vereador Ilde Taques (Pode) articulou reação imediata para recorrer da decisão de primeira instância e alegou ter garantido o apoio de ao menos 15 parlamentares, número suficiente para impor derrota à base governista no plenário, mesmo sob a regra da maioria simples. A base do Executivo tentou ainda blindar a composição do plenário ao manter o vereador Jeferson Siqueira (PSD), de oposição, afastado do cargo. Um parecer da Procuradoria Legislativa indeferiu o pedido de regresso antecipado do parlamentar antes do término da licença de 120 dias, garantindo a permanência do suplente Antônio Lemes (PSD), alinhado à presidência. Ainda assim, a contagem de votos desfavorável no plenário prevaleceu, levando a presidente a retirar a matéria de pauta e consolidando o isolamento do projeto de recondução no comando do Legislativo.

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Alex Rabelo de Araújo
Jornalista — DRT 3336

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