Tecnologia de raio-X corporal identificou o material escondido com uma visitante durante o procedimento de revista na Penitenciária Central do Estado, em Cuiabá.
A atuação da Polícia Penal de Mato Grosso impediu a entrada de 490 chips de telefonia móvel na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá. A apreensão ocorreu durante o procedimento de revista de visitantes, realizado com o auxílio do equipamento BodyScan, tecnologia de inspeção por raio-X corporal utilizada para reforçar a segurança nas unidades prisionais.
Durante a fiscalização, o aparelho detectou um volume suspeito oculto junto ao corpo de uma visitante. Ao ser informada sobre a identificação do objeto, a mulher retirou espontaneamente um invólucro que continha os chips de telefonia das operadoras TIM, Claro e Vivo.
Segundo as informações apuradas pela Polícia Penal, o material seria destinado a um custodiado da unidade prisional. A apreensão evitou que os dispositivos ingressassem no sistema penitenciário, reforçando o trabalho de combate à comunicação ilícita dentro da unidade.
Os 490 chips foram recolhidos e encaminhados ao setor de Disciplina e Segurança da Penitenciária Central do Estado, que ficará responsável pelos procedimentos administrativos e pelas providências legais decorrentes da ocorrência. A ação evidencia a importância do uso de tecnologias de inspeção para fortalecer o controle de acesso e impedir a entrada de materiais proibidos nas unidades prisionais.


