Os moradores da Cohab São Lourenço e do bairro João de Barro, em Jaciara, realizaram nesta quarta-feira (27) o sonho de conquistar a escritura definitiva de suas casas. A entrega faz parte do programa “Solo Seguro Favela”, desenvolvido pelo governo do estado por meio do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), e contou com a articulação direta do deputado Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa. A solenidade reuniu a prefeita Andréia Wagner (Podemos) e o presidente do Intermat, Francisco Serafim. Ao todo, foram entregues 99 títulos de propriedade para famílias que aguardavam pela regularização há mais de quatro décadas. Max Russi destacou o impacto social e econômico da ação para o município. “Entregar a escritura definitiva é quase igual a entregar uma casa, porque realiza o sonho de famílias que esperam por isso há muitos anos. Além disso, movimenta a economia local, pois abre portas para financiamentos, ampliação de imóveis e arrecadação de ITBI pela prefeitura, girando toda uma cadeia”, explicou o parlamentar. O presidente da Casa de Leis relembrou sua trajetória com a pauta, destacando que a Assembleia Legislativa tem sido uma parceira de primeira hora do Estado nas ações fundiárias. “Quando fui prefeito, investi muito forte na regularização em Jaciara, resolvendo problemas de décadas. Fico feliz em ver a prefeita Andréia dar continuidade a esse trabalho junto com o Intermat, mostrando a força da parceria entre o Estado e o município para garantir esse direito aos moradores”, pontuou Max Russi.
Cidinho acusa Wellington de oportunismo por críticas à MT-170 e sai em defesa de Mauro Mendes
Ex-senador afirma que estadualização da antiga BR-174 trouxe avanços históricos ao noroeste de Mato Grosso e diz que problemas na rodovia são pontuais e de responsabilidade das construtoras O ex-senador Cidinho Santos (PP) reagiu às críticas feitas pelo senador Wellington Fagundes (PL) sobre a estadualização da antiga BR-174, atual MT-170, e classificou a postura do parlamentar como “oportunista”. A declaração foi dada nesta quarta-feira (27), durante conversa com a imprensa, em defesa do ex-governador Mauro Mendes (União), que recentemente rebateu as críticas de Wellington e o chamou de “cara de pau”. O embate gira em torno das condições da MT-170, rodovia localizada no noroeste de Mato Grosso. Durante audiência realizada no Tribunal de Contas do Estado (TCE), Wellington questionou a decisão do Governo do Estado de assumir a estrada, apontando problemas estruturais na via. Cidinho, no entanto, afirmou que a estadualização representou um avanço histórico para a região, que durante décadas enfrentou dificuldades de trafegabilidade e isolamento devido à precariedade da antiga BR-174. “É muito oportunismo. A gente tem que ter uma certa coerência. O pessoal sofreu muitos e muitos anos nessa rodovia”, declarou. Segundo o ex-senador, os problemas existentes atualmente são localizados e não invalidam a importância da obra para o desenvolvimento regional. Ele destacou ainda que há fatores que contribuem para o desgaste da pista, como o intenso fluxo de veículos pesados e caminhões trafegando acima do limite permitido. Cidinho também ressaltou que as empresas responsáveis pelas obras devem solucionar os defeitos apresentados, lembrando que os contratos preveem garantia de cinco anos para os serviços executados. “É um problema localizado. A construtora tem que resolver, porque existe um prazo de cinco anos de garantia da obra”, afirmou. Ao comentar a reação de Mauro Mendes às declarações de Wellington, Cidinho disse que críticas feitas de forma “oportunista” acabam gerando respostas mais duras no cenário político. “Quando você age de forma oportunista, corre o risco de receber a resposta que o senador Wellington recebeu do ex-governador Mauro Mendes, que não ficou satisfeito”, completou.
A ANSIEDADE VIROU REGRA E NINGUÉM PERCEBEU
Acordamos com o celular vibrando. Mensagens, prazos, cobranças, notificações. Antes mesmo do café, o dia já começou atrasado. A sensação é de que estamos sempre devendo algo a alguém ou a algum sistema invisível que nunca se satisfaz. A ansiedade deixou de ser exceção. Virou regra. E o mais curioso é que quase ninguém percebeu. Vivemos em um tempo em que tudo é urgente. Respostas imediatas, soluções rápidas, decisões instantâneas. Se algo demora, incomoda. Se exige paciência, irrita. Se pede tempo, parece erro. Mas o ser humano não foi feito para viver em alerta permanente. No meio disso tudo está o cidadão comum, tentando dar conta da própria vida e, ao mesmo tempo, lidar com instituições que exigem documentos, senhas, cadastros, filas, protocolos e prazos que não se explicam. É banco, é plano de saúde, é previdência, é escola, é poder público. Tudo cobra. Pouco escuta. O problema é que essa lógica não afeta apenas a rotina. Ela afeta a saúde emocional. Afeta relações familiares. Afeta a forma como as pessoas enxergam o Estado, o Direito e até a si mesmas. Muitos começam a achar que estão falhando, quando na verdade estão apenas sobrecarregados. O Direito, que deveria ser instrumento de equilíbrio social, muitas vezes acaba reforçando essa pressão. Processos que demoram, decisões que não vêm, respostas automáticas que não resolvem. O cidadão se sente pequeno diante de sistemas grandes, frios e distantes. E aqui está um ponto importante: ansiedade não é fraqueza. Não é falta de fé. Não é incapacidade emocional. Em muitos casos, é consequência direta de um modelo que exige demais e acolhe de menos. Vivemos conectados o tempo todo, mas raramente somos ouvidos. Somos informados, mas não explicados. Somos cobrados, mas não compreendidos. Esse ambiente produz angústia, insegurança e uma sensação constante de insuficiência. É preciso repensar a forma como o Estado, as instituições e até o próprio Direito se relacionam com as pessoas. Humanizar procedimentos não é flexibilizar a lei. É aplicar a lei com sensibilidade. É lembrar que por trás de cada processo existe alguém tentando apenas viver com dignidade. Simplificar não é enfraquecer. Agilizar não é perder segurança. Escutar não é abrir mão da autoridade. Pelo contrário. Um sistema que respeita o tempo humano é mais justo, mais eficiente e mais legítimo. Enquanto tratarmos a ansiedade como um problema individual, continuaremos errando o diagnóstico. Ela é, muitas vezes, um sintoma coletivo. Um sinal de que algo no ritmo da sociedade precisa ser revisto. Talvez não seja o cidadão que esteja lento demais. Talvez seja o mundo que esteja rápido demais. E reconhecer isso já é um começo. Diogo Fernandes Colunista em Justiça & Sociedade, MT Urgente News Advogado, fundador do escritório Diogo Fernandes Advocacia
Governo de Mato Grosso lança programa “Juntos Pela Saúde Plena” para fortalecer Atenção Primária nos municípios
O Governo de Mato Grosso lançou, nesta quinta-feira (28), o programa “Juntos Pela Saúde Plena”, iniciativa estratégica voltada ao fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) nos municípios mato-grossenses. Os dois primeiros encontros reuniram gestores das regiões Sul, do Complexo Nascente do Pantanal e do Vale do Guaporé, abrangendo 40 municípios do Estado. Durante o evento de lançamento, foi assinado o decreto que oficializa a implementação do programa. Os próximos encontros irão contemplar as demais regiões de Mato Grosso. A iniciativa integra ações das secretarias estaduais de Saúde, Educação e Assistência Social. No eixo da Saúde, o programa busca consolidar a Atenção Primária como coordenadora do cuidado nas Redes de Atenção à Saúde (RAS), garantindo atendimento mais qualificado, humanizado e eficiente à população. “A nossa intenção é sair daqui com uma carta compromisso para que, em um determinado tempo, cada um de nós faça o dever de casa para atingirmos a excelência em serviço público”, afirmou o governador Otaviano Pivetta. A Carta Compromisso do programa estabelece ações estratégicas voltadas à qualificação dos serviços de saúde, melhoria da infraestrutura das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e fortalecimento dos indicadores de qualidade da APS. Entre os compromissos assumidos pelo Estado estão a implantação de um modelo de premiação por resultados para municípios e profissionais da atenção primária, a oferta de cursos de capacitação e apoio técnico para gestores e equipes de saúde, além do financiamento para construção de novas UBS, ampliando o acesso da população aos serviços. “Esse programa é importante porque a Atenção Primária é o que faz a solução dos problemas. A gente estima que 90% dos problemas de saúde, se bem conduzidos na atenção primária, são resolvidos ali. Isso envolve investimento robusto de quase meio bilhão de reais entre este ano e o ano que vem”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo. A coordenadora de Atenção Primária da SES, Regina Amorim, ressaltou a importância da iniciativa para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde. “Uma atenção primária forte, organizada, qualificada e financiada tem capacidade de transformar o sistema público de saúde. Para isso, contamos com a parceria dos municípios”, afirmou. Os municípios participantes também assumem compromissos relacionados à organização das equipes de Saúde da Família e Saúde Bucal, melhoria da estrutura física das UBS, informatização dos serviços, garantia de exames laboratoriais e qualificação permanente dos profissionais da saúde. A prefeita de Jaciara, Andreia Wagner, destacou a relevância dos investimentos para os municípios. “A saúde sempre é prioridade. Esse investimento chega em boa hora e quem ganha é a população, com serviços mais estruturados e eficientes”, disse. O programa também estabelece metas para melhoria dos indicadores da Atenção Primária, com foco no cuidado materno-infantil, imunização, acompanhamento de idosos, controle de doenças crônicas, saúde bucal e combate a doenças endêmicas, como hanseníase e tuberculose. Outro eixo prioritário da iniciativa é o fortalecimento da gestão da informação, incentivando a qualificação dos registros em prontuários eletrônicos e a integração entre saúde e educação para promoção da saúde integral dos estudantes. Participaram ainda do evento os deputados estaduais Max Russi, Nininho, Beto Dois a Um, Diego Guimarães, Valmir Moretto, Paulo Araújo e Thiago Silva; os deputados federais Fábio Garcia e José Medeiros; além dos secretários de Estado Mauro Carvalho (Casa Civil), Laice Souza (Comunicação), Flávia Soares (Educação) e Klebson Gomes (Assistência Social e Cidadania).
Max destaca avanços da enfermagem e homenageia categoria em MT
A iniciativa, criada pelo parlamentar, reúne os principais avanços conquistados após um ano de debates. O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), participa nesta quinta-feira (28), às 14 horas, da entrega oficial do relatório final da Câmara Setorial Temática (CST) da Enfermagem, no auditório Milton Figueiredo, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A iniciativa, criada pelo parlamentar, reúne os principais avanços conquistados após um ano de debates, audiências públicas e articulações em defesa dos profissionais da enfermagem no estado. Max tem defendido pautas históricas da enfermagem mato-grossense, como a efetivação do piso salarial nacional, melhores condições de trabalho, implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV), redução da jornada para 30 horas e mais investimentos em segurança e qualificação profissional. “O nosso compromisso é continuar construindo pontes, promovendo diálogo e fortalecendo políticas públicas que garantam mais dignidade e reconhecimento aos profissionais da saúde. Valorizar a enfermagem é valorizar a vida”, afirmou o deputado. Durante o evento, Max Russi também reforçará a importância da aprovação do Projeto de Lei nº 1993/2025, de sua autoria, que institui a campanha estadual “Maio Verde Esmeralda – Pela Valorização da Enfermagem”. A proposta busca ampliar o reconhecimento e fortalecer políticas públicas voltadas aos enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem em Mato Grosso. Além da entrega do relatório, o deputado lidera uma homenagem especial a profissionais indicados pela própria categoria, reconhecendo o trabalho desenvolvido diariamente na rede pública e privada de saúde.
Deputados de MT votam a favor do fim da escala 6×1; entenda o que muda para trabalhadores e empresas
Todos os oito deputados federais de Mato Grosso votaram favoráveis à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 no Brasil. A votação ocorreu na noite desta quarta-feira (27), na Câmara dos Deputados, em Brasília. A proposta agora segue para análise do Senado Federal e vem gerando forte repercussão em todo o país, principalmente entre trabalhadores e empresários. A PEC aprovada reduz a jornada semanal de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial. Na prática, a proposta cria a obrigatoriedade de dois dias de folga por semana para os trabalhadores brasileiros, substituindo o atual modelo conhecido como escala 6×1 — quando o funcionário trabalha seis dias e descansa apenas um. Pelo texto aprovado: os trabalhadores passarão a ter cinco dias de trabalho e dois dias de descanso semanal; uma das folgas deverá ocorrer, preferencialmente, aos domingos; a redução da carga horária acontecerá de forma gradual. Segundo a proposta: duas horas da jornada serão reduzidas 60 dias após a promulgação da PEC; outras duas horas serão reduzidas em até 14 meses. Ou seja: o trabalhador que hoje cumpre 44 horas semanais passará primeiro para 42 horas e, posteriormente, para 40 horas semanais. A proposta também mantém os salários atuais dos trabalhadores. O tema provocou intenso debate no Congresso Nacional. Defensores da PEC afirmam que a medida melhora a qualidade de vida, reduz desgaste físico e mental, fortalece o convívio familiar e pode aumentar a produtividade. Já parlamentares contrários e representantes do setor empresarial alertam para possíveis impactos econômicos, aumento dos custos operacionais, risco de demissões e crescimento da informalidade. Entre os deputados de Mato Grosso, o primeiro a votar favoravelmente foi Rodrigo da Zaeli (PL-MT), ainda durante a análise da matéria em comissão especial da Câmara. Confira os deputados de Mato Grosso que votaram favoráveis à PEC: Coronel Fernanda José Medeiros Rodrigo da Zaeli Juarez Costa Nelson Barbudo Fábio Garcia Coronel Assis Emanuelzinho Agora, para entrar em vigor, a PEC ainda precisa ser aprovada pelo Senado Federal em dois turnos. Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News
Câmara de Cuiabá promove 1º Seminário de Comunicação e Política com especialistas nacionais
Evento reunirá vereadores, assessores e profissionais da imprensa para debater comunicação pública, estratégia digital e os desafios da informação na era das redes sociais A Câmara Municipal de Cuiabá realizará, nos dias 22 e 23 de junho, o 1º Seminário de Comunicação e Política da Câmara de Cuiabá, iniciativa voltada à qualificação de vereadores, assessores de imprensa, profissionais da comunicação institucional e equipes de gabinetes do Legislativo municipal. O seminário acontecerá nas dependências da Casa de Leis e contará com a participação de especialistas nacionais em comunicação política, narrativa institucional e estratégia digital. A proposta é fortalecer a comunicação pública e ampliar o diálogo entre o Poder Legislativo e a população em um cenário marcado pela rapidez das informações e pelo crescimento das plataformas digitais. Promovido pela Mesa Diretora da Câmara, o encontro busca preparar os profissionais que atuam diretamente na cobertura política e na comunicação institucional para os desafios contemporâneos da informação, especialmente diante da proximidade do período eleitoral e da intensa circulação de conteúdos nas redes sociais. A programação inclui debates e palestras sobre relacionamento com a imprensa, comunicação de crise, posicionamento institucional, produção de conteúdo para redes sociais, construção de narrativas e linguagem política na comunicação contemporânea. O seminário também pretende discutir o papel estratégico da comunicação pública na transparência das ações legislativas e no fortalecimento da relação entre o parlamento municipal e os cidadãos. Para a presidente da Câmara de Cuiabá, vereadora Paula Calil, investir na capacitação dos profissionais ligados à comunicação política é uma forma de aproximar ainda mais o Legislativo da sociedade e garantir uma comunicação mais eficiente, responsável e acessível à população. A expectativa da organização é reunir profissionais de diferentes áreas da comunicação institucional e política, promovendo troca de experiências, atualização profissional e debates sobre os novos formatos de comunicação no ambiente digital.
Mato Grosso lança programa para transformar algodão em indústria e ampliar geração de empregos
Nova política estadual busca fortalecer a cadeia têxtil, atrair investimentos e agregar valor à produção de algodão dentro do próprio Estado Mato Grosso deu mais um passo para consolidar sua posição no cenário econômico nacional ao lançar o Programa de Verticalização da Indústria Têxtil, iniciativa que pretende ampliar a industrialização do algodão produzido no Estado e fortalecer toda a cadeia produtiva do setor. O programa foi lançado nesta quarta-feira (27), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, durante cerimônia conduzida pelo governador em exercício, Otaviano Pivetta, acompanhado de secretários estaduais, representantes do setor produtivo, prefeitos e lideranças empresariais ligadas ao agronegócio e à indústria têxtil. Reconhecido como o maior produtor brasileiro de algodão em pluma — responsável por mais de 70% da produção nacional —, Mato Grosso busca agora avançar na transformação da matéria-prima em produtos industrializados, como fios, tecidos, malhas e confecções, gerando mais renda, empregos e desenvolvimento econômico dentro do próprio território mato-grossense. Durante o evento, foi assinado o decreto que institui oficialmente o programa. A proposta cria mecanismos para aproximar produtores rurais e indústrias, permitindo a transferência de créditos acumulados de ICMS ao longo da cadeia produtiva. Esses créditos poderão ser utilizados pelas indústrias para reduzir parte dos impostos devidos, diminuindo custos operacionais e aumentando a competitividade do setor. Segundo o governador em exercício, a medida representa um novo momento para a economia estadual, focado na industrialização e na geração de oportunidades. “Estamos criando um ambiente seguro para investimentos, fortalecendo a indústria e permitindo que a riqueza produzida no campo gere mais empregos e renda para a população”, afirmou Pivetta. O secretário de Fazenda, Fábio Pimenta, destacou que Mato Grosso já é referência mundial na produção agrícola, mas ainda possui baixa capacidade de industrialização do algodão. Para ele, o programa cria uma ligação estratégica entre o setor produtivo e a indústria. “A iniciativa fortalece a indústria têxtil mato-grossense, amplia a competitividade e cria condições para novos investimentos no Estado”, pontuou. A expectativa do Governo é que a nova política estimule a expansão das indústrias já instaladas, incentive a chegada de novas empresas e fortaleça a economia regional, especialmente nos municípios ligados à cadeia produtiva do algodão. A secretária de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, ressaltou que o programa representa um avanço importante na estratégia de industrialização da produção estadual. “Precisamos transformar nossa matéria-prima em produtos dentro de Mato Grosso, gerando empregos, renda e desenvolvimento. Esse é um passo importante para o futuro da indústria têxtil no Estado”, afirmou. O programa também se soma a outras medidas já adotadas pelo Governo de Mato Grosso para incentivar a industrialização, como a isenção do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) sobre o algodão destinado às indústrias de fiação instaladas no Estado e os benefícios fiscais concedidos por meio do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic). Atualmente, o setor têxtil já conta com redução da carga tributária do ICMS, com alíquotas efetivas reduzidas nas operações internas e interestaduais, medida considerada estratégica para fortalecer a competitividade da indústria local. Participaram do lançamento representantes da Casa Civil, Sedec, Seciteci, Receita Pública, setor empresarial, cooperativas, sindicatos, federações e lideranças ligadas à cadeia produtiva do algodão em Mato Grosso.