Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News Uma pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Meta Inteligência Eleitoral revelou o atual cenário político de Barra do Garças para as eleições de 2026 e trouxe números que chamam atenção pela força de alguns nomes e pelo desenho político que começa a se consolidar na região do Araguaia. O levantamento foi realizado entre os dias 20 e 21 de maio de 2026, com 500 entrevistas presenciais feitas em 22 setores censitários da zona urbana de Barra do Garças. A pesquisa possui margem de erro de ±4,3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-02200/2026 e foi contratado pela empresa Edição Publicidade. Segundo o relatório, os entrevistadores foram treinados pelo Instituto Meta e utilizaram questionários digitais aplicados presencialmente em residências e pontos comerciais do município. A pesquisa ouviu homens e mulheres acima de 16 anos, respeitando critérios proporcionais de sexo, faixa etária, escolaridade e renda familiar para representar o eleitorado da cidade. A pesquisa mostra um cenário onde alguns nomes aparecem extremamente consolidados, enquanto outras disputas seguem mais abertas e com espaço para crescimento político. DEPUTADO ESTADUAL: ADELClNO LOPO SURGE ISOLADO, MAS MAX RUSSI APARECE COMO PRINCIPAL FORÇA POLÍTICA ESTADUAL NA REGIÃO Na disputa para deputado estadual, o nome que domina completamente o cenário em Barra do Garças é Adelcino Lopo. Ele aparece com 65,2% das intenções de voto, abrindo uma diferença impressionante de 57,6 pontos sobre o segundo colocado, Max Russi, que aparece com 7,6%. Em seguida aparecem: • Beto 2 a 1 — 7,0% • Dr. Eugênio — 5,2% • Moacir Couto — 2,6% Apesar da ampla liderança de Adelcino, o levantamento também evidencia a presença política de Max Russi no município, aparecendo entre os principais nomes da disputa estadual e figurando como segundo colocado no cenário pesquisado. O resultado reforça que Max Russi mantém influência política consolidada em várias regiões do estado e continua sendo um dos nomes mais fortes da política mato-grossense para 2026. DEPUTADO FEDERAL: DISPUTA MAIS ABERTA Diferente da disputa estadual, a corrida para deputado federal aparece mais equilibrada. Virgínia Mendes lidera com 21,6%, seguida por Prof. Sivirino com 15%. Logo atrás aparecem: • Ronair Nunes — 11,4% • Coronel Fernanda — 7,8% • Fábio Garcia — 5,2% O que chama atenção nesse cenário é o alto número de indecisos, que chega a 19,6%, mostrando que ainda existe muito espaço para crescimento e mudanças até o período eleitoral. SENADO: MAURO MENDES DOMINA PRIMEIRO VOTO Na disputa pela primeira vaga ao Senado, Mauro Mendes aparece extremamente forte em Barra do Garças. O ex-governador lidera com 61% das intenções de voto, muito à frente de Janaina Riva, que soma 17,4%. Na sequência aparecem: • Carlos Fávaro — 5,6% • José Medeiros — 5,2% • Pedro Taques — 4,4% Os números mostram que Mauro Mendes mantém forte capital político na região e larga em posição confortável na disputa. JANAINA RIVA CRESCE NO SEGUNDO VOTO AO SENADO Quando o eleitor é perguntado sobre a segunda vaga ao Senado, o cenário muda. Janaina Riva assume a liderança com 36,8%, demonstrando forte competitividade para conquistar a segunda cadeira. Depois aparecem: • Mauro Mendes — 12,6% • José Medeiros — 9% • Carlos Fávaro — 8% • Pedro Taques — 7,2% O levantamento mostra que Janaina possui um eleitorado consolidado para o segundo voto, o que pode fortalecer ainda mais sua presença na disputa estadual. WELLINGTON FAGUNDES LIDERA PARA GOVERNADOR E MAX RUSSI SURGE COMO PRINCIPAL ADVERSÁRIO Na disputa pelo Governo de Mato Grosso, o senador Wellington Fagundes aparece na liderança com 50,4% das intenções de voto em Barra do Garças. Mas um dos pontos que mais chama atenção no levantamento é o desempenho de Max Russi, que aparece em segundo lugar com 25,8%, consolidando-se como principal adversário no cenário apresentado pela pesquisa. Depois aparecem: • Jayme Campos — 10,6% • Otaviano Pivetta — 5,4% • Marcelo Maluf — 1,6% A pesquisa mostra Wellington com vantagem superior a 24 pontos percentuais sobre Max Russi, mas também evidencia que Russi já aparece fortemente posicionado na corrida estadual e com recall importante junto ao eleitorado da região. Outro ponto observado é que Max Russi aparece bem colocado tanto na disputa para deputado estadual quanto no cenário para governador, mostrando presença política consolidada e forte nível de conhecimento popular. FLÁVIO BOLSONARO LIDERA PARA PRESIDENT No cenário presidencial, Barra do Garças demonstra um perfil mais conservador e alinhado à direita. Flávio Bolsonaro lidera com 54,8% das intenções de voto, enquanto o presidente Lula aparece com 27%. Na sequência aparecem: • Ronaldo Caiado — 8,8% • Renan Santos — 2,4% • Romeu Zema — 1,2% A diferença entre Flávio Bolsonaro e Lula chega a 27,8 pontos percentuais. ANÁLISE POLÍTICA — ALEX RABELO Para o estrategista político Alex Rabelo, a pesquisa mostra que o eleitorado de Barra do Garças já começa a demonstrar sinais claros de posicionamento político para 2026. “Essa pesquisa mostra um cenário muito interessante porque revela lideranças extremamente consolidadas em algumas disputas e, ao mesmo tempo, abre espaço para articulações em outras. O Adelcino Lopo aparece praticamente isolado no cenário estadual dentro do município. Isso mostra força regional e conexão direta com o eleitor.” Alex Rabelo também destacou o desempenho de Max Russi no levantamento. “O Max Russi aparece em duas frentes importantes da pesquisa. Ele surge como segundo colocado para deputado estadual e também como principal adversário de Wellington Fagundes para o Governo do Estado. Isso demonstra que o nome dele possui forte presença política e grande nível de reconhecimento junto ao eleitorado.” Segundo Alex, o desempenho de Russi chama atenção por aparecer competitivo em cenários diferentes. “Poucos políticos conseguem aparecer bem posicionados em disputas diferentes dentro da mesma pesquisa. Isso mostra amplitude política, articulação e capacidade de diálogo em várias regiões do estado.” Alex também destacou a liderança de Wellington Fagundes e Mauro Mendes. “O Wellington aparece muito forte para governador na região do Araguaia, mostrando que conseguiu
Prefeitura de Cuiabá e TCE investigam possível rombo milionário em contratos da Educação
Vistoria identificou materiais didáticos sem contrato formal e levantou suspeitas sobre compras de até R$ 70 milhões feitas pela gestão anterior. A Prefeitura de Cuiabá e o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) realizaram, nesta sexta-feira (29), uma vistoria técnica no almoxarifado da Secretaria Municipal de Educação após denúncias de possíveis irregularidades na aquisição de materiais didáticos para a rede pública municipal. A fiscalização reuniu o presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, o prefeito Abilio Brunini, equipes da Controladoria Geral do Município, Procuradoria-Geral, Secretaria Municipal de Educação e vereadores da capital. Após a inspeção no galpão onde os materiais estão armazenados, a comitiva visitou a EMEB Francisco Pedroso da Silva para verificar a utilização pedagógica dos produtos adquiridos. Segundo a atual gestão, parte dos materiais teria sido entregue ao município sem contrato formal, ordem de serviço ou autorização oficial de compra. Entre os itens encontrados estão livros didáticos, kits pedagógicos e programas educacionais fornecidos por empresas do setor editorial. Durante a vistoria, Sérgio Ricardo afirmou que a investigação foi motivada por denúncias encaminhadas pela própria Prefeitura de Cuiabá. O presidente do TCE destacou a importância da atuação dos órgãos de controle diante das suspeitas levantadas. O prefeito Abilio Brunini informou que pagamentos e contratos foram suspensos após a identificação de inconsistências nos processos de aquisição. Conforme a administração municipal, empresas teriam assumido o risco de entregar materiais antes da formalização contratual. Uma auditoria aberta pela prefeitura apontou ainda que aproximadamente R$ 21 milhões foram destinados à compra de livros didáticos enquanto escolas municipais enfrentavam problemas estruturais e falta de itens básicos no início do ano letivo. A fiscalização também identificou materiais voltados para informática e educação financeira, áreas que não integram a grade curricular da rede municipal e que, segundo a gestão, não possuem estrutura adequada para aplicação prática, como laboratórios de informática. Outro ponto questionado durante a vistoria foi a aquisição de kits de educação bucal destinados à distribuição periódica para estudantes. Técnicos da Secretaria de Educação levantaram dúvidas sobre a adequação dos materiais para determinadas faixas etárias. O secretário municipal de Educação, Reginaldo Teixeira, afirmou que o número elevado de programas pedagógicos contratados compromete a execução prática nas escolas. De acordo com ele, foram identificados até 19 programas diferentes previstos para um único ano letivo, o que dificultaria o planejamento pedagógico e o foco em alfabetização e aprendizagem. As investigações fazem parte de um procedimento instaurado pela Prefeitura de Cuiabá em janeiro deste ano para apurar possíveis irregularidades na tentativa de aquisição de materiais didáticos. Segundo a administração municipal, a medida evitou um gasto estimado em R$ 70 milhões em recursos públicos. A apuração é conduzida pela Controladoria Geral do Município, com apoio de setores de auditoria, monitoramento e inteligência da prefeitura. O caso também foi encaminhado ao Tribunal de Contas da União (TCU), Polícia Federal, Polícia Civil, Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual e demais órgãos de fiscalização. Conforme a prefeitura, cerca de R$ 20 milhões já haviam sido pagos antes da suspensão dos processos. A administração municipal informou que continuará encaminhando documentos aos órgãos de controle para aprofundamento das investigações e eventual responsabilização dos envolvidos, caso as irregularidades sejam confirmadas.
PT recua de candidatura própria ao Senado, abre espaço para Taques e gera crise interna na Federação em MT
A decisão do PT de Mato Grosso de retirar a pré-candidatura da ex-vereadora Edna Sampaio ao Senado abriu uma nova crise interna dentro da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB, e movimentou os bastidores políticos do campo da esquerda em Mato Grosso. O motivo da turbulência é que a direção nacional do PT decidiu apoiar o ex-senador Pedro Taques para a segunda vaga ao Senado, em uma possível composição política ao lado do senador Carlos Fávaro. A decisão foi comunicada oficialmente à ex-vereadora Edna Sampaio pela presidente estadual do PT, Rosa Neide. PT TIRA CANDIDATURA PRÓPRIA E GERA DESCONFORTO O movimento causou desconforto dentro da própria militância petista. Isso porque, na prática, o PT deixa de disputar diretamente uma vaga majoritária ao Senado em Mato Grosso para apoiar um nome de fora do partido — e justamente um político que historicamente teve embates com setores da esquerda nacional. Em comunicado interno, Edna Sampaio demonstrou insatisfação com a decisão e afirmou que o partido acabou sendo retirado da disputa majoritária. “Essa decisão retira o partido da disputa majoritária e nos obriga a repensar o papel que podemos ter nestas eleições”, afirmou. A declaração rapidamente repercutiu nos bastidores políticos e fortaleceu a percepção de que a decisão não foi absorvida de forma tranquila dentro da Federação. PCdoB NÃO ACEITA RECUO E MANTÉM PATRÍCIA NOGUEIRA Horas após o posicionamento do PT, o PCdoB reagiu e decidiu manter a pré-candidatura da professora Patrícia Nogueira ao Senado. A decisão deixou evidente que a Federação Brasil da Esperança ainda está longe de uma unidade definitiva em Mato Grosso. Em nota oficial, o partido afirmou que manterá o nome da professora Patrícia como alternativa política até as convenções partidárias ou até eventual deliberação nacional da Federação. “Nós, do PCdoB, manteremos o nome da professora Patrícia, construindo-o como uma alternativa”, afirmou o partido. Apesar da divergência, o PCdoB reforçou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além da aliança com Carlos Fávaro e outros nomes do campo progressista. O FATOR PEDRO TAQUES A entrada de Pedro Taques no centro das articulações também chamou atenção por um motivo político importante: a resistência de setores da esquerda nacional ao seu nome. Nos bastidores da Federação, integrantes ainda enxergam Taques como uma figura ligada à chamada “Lava Jato” e ao movimento político que apoiou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Taques foi eleito senador pelo PDT, posteriormente migrou para o PSDB e, durante seu período político mais forte, se posicionou de forma crítica aos governos petistas. Esse histórico passou a gerar resistência dentro de setores mais ideológicos da Federação Brasil da Esperança. MOVIMENTO MOSTRA PRAGMATISMO POLÍTICO Apesar do desconforto interno, a movimentação também mostra um novo momento político dentro da esquerda em Mato Grosso. A avaliação de lideranças é de que o PT nacional começa a priorizar alianças consideradas mais competitivas eleitoralmente, mesmo que isso signifique abrir mão de candidaturas próprias. Nos bastidores, a leitura é que o principal objetivo do grupo é fortalecer: a reeleição de Lula; a sustentação do governo federal; e ampliar a bancada aliada no Congresso Nacional. Dentro dessa estratégia, Pedro Taques passou a ser visto por parte do grupo como um nome capaz de agregar votos fora da bolha tradicional da esquerda. FEDERAÇÃO AINDA DEVE TER NOVOS CAPÍTULOS Apesar da decisão do PT, lideranças reconhecem que o cenário ainda está longe de uma definição final. Isso porque as convenções partidárias ainda não aconteceram e as articulações políticas seguem em andamento. Nos bastidores, o entendimento é de que a Federação Brasil da Esperança ainda deve enfrentar novas disputas internas até a consolidação definitiva do projeto eleitoral para 2026 em Mato Grosso. E mais uma vez, a política mostra que alianças improváveis, reaproximações e mudanças de rota podem acontecer rapidamente conforme o jogo eleitoral começa a ganhar força. Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News
Operação resgata trabalhadores em condições análogas à escravidão e flagra adolescentes em atividades de risco em Cuiabá e VG
Uma operação realizada pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Mato Grosso (SRTE-MT), com apoio da Polícia Federal, resgatou oito trabalhadores submetidos a condições análogas à escravidão em Cuiabá e Várzea Grande. As ações ocorreram entre os dias 26 e 29 de maio e também identificaram adolescentes exercendo atividades consideradas proibidas e de alto risco. As fiscalizações tiveram como foco empreendimentos dos setores agropecuário e madeireiro. Na primeira inspeção, em uma propriedade rural de Cuiabá, sete trabalhadores foram encontrados vivendo em condições degradantes. Conforme os auditores-fiscais do Trabalho, os empregados estavam alojados em ambiente precário, sem estrutura adequada de higiene, instalações sanitárias e conforto mínimo. Além disso, a equipe constatou que a maior parte dos trabalhadores atuava sem registro em carteira e sem equipamentos de proteção individual (EPIs). Durante a fiscalização, um adolescente de 17 anos foi flagrado realizando o enchimento e transporte de sacos de ração com peso superior a 20 quilos, atividade proibida para menores de idade. Entre os trabalhadores resgatados também estava um homem que sofreu um grave acidente enquanto trabalhava sem vínculo formal de emprego. Ele perdeu parte de um dos dedos ao conduzir uma motocicleta utilizada para levar refeições aos funcionários que atuavam na área rural. A segunda fiscalização ocorreu em uma madeireira em Várzea Grande. No local, um trabalhador foi resgatado após os fiscais identificarem condições análogas à escravidão. Segundo os auditores, ele vivia em um alojamento improvisado, sem banheiro e sem cozinha. Na mesma empresa, três adolescentes foram encontrados realizando transporte manual de madeira. Dois tinham 17 anos e um deles apenas 14 anos. De acordo com a fiscalização, a atividade oferecia sérios riscos à saúde e à integridade física dos menores. Durante a operação, os auditores determinaram ainda a interdição de 11 máquinas, entre serras e plainas, por apresentarem risco grave e iminente de acidentes. A equipe também identificou 20 trabalhadores sem registro formal de emprego na madeireira. Após as irregularidades serem constatadas, os empregadores foram notificados e tiveram que adotar medidas imediatas. As empresas efetuaram o pagamento das verbas rescisórias aos trabalhadores resgatados, afastaram os adolescentes das atividades proibidas e regularizaram os registros em carteira. Segundo a superintendente regional substituta do Trabalho e auditora-fiscal do Trabalho, Flora Camargos, os equipamentos interditados só poderão voltar a operar após nova inspeção da Auditoria-Fiscal do Trabalho. Além dos resgates, a operação também realizou ações preventivas em outras propriedades rurais da região, com orientações técnicas e notificações relacionadas a infrações trabalhistas de menor gravidade.
Max Russi articula parceria para construir 300 casas populares em Alto Garças
O sonho da casa própria está mais perto de se tornar realidade para centenas de famílias em Alto Garças. Nesta sexta-feira (29), o deputado Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa, participou de uma audiência pública no município para alinhar os detalhes do projeto habitacional. Por meio de uma força-tarefa que une o Governo do Estado, a MT Participações e Projetos (MT Par), a Caixa Econômica Federal e a prefeitura local, a iniciativa, que inicialmente previa 250 moradias, foi ampliada e vai garantir mais de 300 casas populares para reduzir o déficit habitacional da cidade. Esse acréscimo de mais de 50 unidades é fruto de uma articulação direta realizada junto à ex-primeira-dama do Estado, Virginia Mendes. Para tornar o financiamento acessível à população de baixa renda, o projeto conta com um modelo robusto de subsídios. O grande diferencial do projeto é o aporte direto de Max, que destinou uma emenda parlamentar no valor de R$ 10 mil para cada uma das casas. Esse investimento reduz drasticamente o saldo devedor e garante parcelas mais baratas para os moradores. “Habitação significa dignidade, conforto e tranquilidade. Coloquei R$ 10 mil do nosso orçamento em cada casa para baixar o valor da prestação, fazendo com que caiba no bolso do cidadão. Pagar aluguel é ver o dinheiro ir embora. Já pagando a casa própria, a pessoa investe no que é seu. Pelo grande número de famílias que compareceu à audiência, tivemos a certeza de que estamos no caminho certo”, destacou Russi, elogiando a gestão do prefeito Júnior Pitucha (PL) e da primeira-dama Marise Aires pela busca constante de projetos para o município. O cadastramento das famílias interessadas em obter os subsídios habitacionais já está sendo estruturado. Além das moradias, Max Russi confirmou que o pacote de trabalho na cidade inclui a destinação de emendas para a construção de uma nova praça pública e investimentos para a melhoria do sistema de abastecimento de água, além de um suporte contínuo junto às secretarias estaduais de saúde e de assistência social para fortalecer os atendimentos. Durante a agenda no município, o presidente da Casa de Leis foi homenageado com o título de cidadão Alto-garcense, uma honraria proposta pelo vereador Alan Jordão (PSB). O parlamentar celebrou o reconhecimento e afirmou que o título aumenta sua responsabilidade com a cidade. “Fico honrado e ainda mais motivado para trabalhar. Esse reconhecimento é fruto das emendas e defesas que fazemos na Assembleia, onde Alto Garças é uma verdadeira prioridade”, agradeceu.
Tribunal do crime termina com oito presos e vítima resgatada em Sinop
Homem sequestrado por faccionados foi encontrado amarrado e ameaçado de morte durante ação da Polícia Militar Uma ação rápida da Polícia Militar impediu a execução de um homem de 32 anos que estava sendo mantido em cárcere privado por integrantes de uma facção criminosa, na noite desta quinta-feira (28), em Sinop. Oito suspeitos foram presos em flagrante durante a ocorrência. Equipes do Grupo de Apoio do 11º Batalhão realizavam patrulhamento quando receberam denúncias sobre um possível sequestro ligado a um “tribunal do crime”. Segundo as informações, a vítima estaria sendo julgada por criminosos suspeita de envolvimento com uma facção rival. Os policiais seguiram imediatamente até o endereço indicado, com apoio da equipe do bairro São Cristóvão. Ao chegarem ao local, os militares flagraram diversos suspeitos tentando fugir pelos telhados e muros das residências vizinhas. Durante a operação, três homens e duas mulheres foram detidos inicialmente. Outros três suspeitos foram encontrados escondidos em imóveis próximos após tentarem escapar da abordagem policial. A vítima relatou que permaneceu amarrada e sob constantes ameaças de morte. Conforme o homem, ele só foi desamarrado quando os criminosos perceberam a aproximação das viaturas da Polícia Militar. Natural do Estado de São Paulo, o homem informou que estava em Sinop a trabalho, participando da Exponorte. Ele contou ainda que havia ido até uma barbearia no bairro Menino Jesus para cortar o cabelo quando foi surpreendido pelos suspeitos, que chegaram em um veículo Fiat Uno e o sequestraram sob ameaça. Todos os envolvidos foram encaminhados à delegacia para registro da ocorrência e demais providências cabíveis. Em meio ao medo e à tensão vividos pela vítima, histórias como essa também despertam reflexões sobre os conflitos emocionais e espirituais que muitas pessoas enfrentam em silêncio. No desenvolvimento mediúnico, por exemplo, é comum que iniciantes convivam com dúvidas, inseguranças e receio de julgamento. Muitos médiuns relatam sentir a presença de entidades, perceber alterações de energia e até ouvir mensagens durante manifestações, mas ainda assim questionam se as experiências são reais ou fruto da própria mente. Esse conflito costuma ser ainda mais intenso nos casos de mediunidade semiconsciente. O medo de errar ou ser julgado também leva muitos praticantes a tentarem controlar movimentos e palavras durante incorporações. Com o tempo, porém, a experiência dentro do terreiro ajuda a fortalecer a confiança, permitindo que o médium aprenda a distinguir ansiedade, intuição e percepção espiritual. Mesmo médiuns mais experientes afirmam já ter enfrentado bloqueios e inseguranças no início da caminhada espiritual. Segundo relatos comuns no meio religioso, a compreensão dessas experiências costuma surgir gradualmente, por meio da prática, do estudo e do amadurecimento espiritual.
TCE encontra erros em livros investigados por suposto superfaturamento de R$ 80 milhões na Educação de Cuiabá
A polêmica envolvendo a compra de materiais didáticos pela Prefeitura de Cuiabá ganhou novos desdobramentos após o presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo, afirmar ter encontrado erros ortográficos e problemas de concordância nos livros adquiridos pela Secretaria Municipal de Educação. O caso já vinha sendo investigado após denúncias de um suposto superfaturamento que pode chegar a quase R$ 80 milhões na aquisição de materiais pedagógicos realizada entre 2025 e 2026. Durante visita técnica realizada nesta sexta-feira (29) ao almoxarifado da Secretaria Municipal de Educação, Sérgio Ricardo fez duras críticas à qualidade dos materiais e questionou quem autorizou a compra da coleção. “QUERO SABER QUEM FOI O GÊNIO” Durante a inspeção, o presidente do TCE demonstrou indignação ao comentar os erros encontrados nos livros. Segundo ele, uma das coleções apresentaria erros básicos de português, incluindo troca de palavras e falhas de concordância. “Eu quero saber quem foi o gênio, o secretário que decidiu por isso. Quero ver se estão usando essa coleção do Theo que está com erro. Em vez de usar a palavra ‘mas’, eles usaram ‘mais’. Quero saber se a editora arrumou isso”, declarou Sérgio Ricardo. A fala rapidamente repercutiu nos bastidores políticos e aumentou ainda mais a pressão sobre os responsáveis pela aquisição dos materiais. INVESTIGAÇÃO PODE CHEGAR AO GOVERNO DO ESTADO Outro ponto que chamou atenção foi o fato de o presidente do TCE afirmar que irá verificar se os mesmos livros também foram adquiridos pelo Governo de Mato Grosso para a rede estadual de ensino. Segundo Sérgio Ricardo, a apuração busca entender se existe relação entre as compras realizadas pela Secretaria Estadual e pela Secretaria Municipal de Educação. O motivo da investigação envolve o ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que anteriormente também atuou na Secretaria Estadual de Educação. “Eu quero ver toda a correlação que existe entre as aquisições desses livros, que foram adquiridos pelo Estado, uma vez que o secretário era o mesmo”, afirmou. A declaração ampliou ainda mais o alcance político da investigação. O QUE ESTÁ SENDO INVESTIGADO O centro da polêmica envolve contratos milionários para aquisição de materiais didáticos considerados de alto valor. Segundo denúncias apresentadas pelo prefeito Abilio Brunini, a gestão municipal identificou indícios de possível superfaturamento próximo de R$ 80 milhões. Além do valor elevado, outro ponto questionado é a prioridade dada aos pagamentos dos materiais pedagógicos no início do ano letivo. Segundo Abilio, enquanto escolas municipais precisavam de recursos básicos para limpeza, manutenção e preparação para retorno das aulas, pagamentos milionários relacionados aos livros teriam sido priorizados. “O que estamos discutindo é o motivo da compra de tanto material pedagógico num volume de quase R$ 80 milhões”, afirmou o prefeito. VISITA COM REPERCUSSÃO POLÍTICA A visita do TCE ao almoxarifado ocorreu com presença da imprensa e forte repercussão política. Durante a inspeção, Sérgio Ricardo chegou a questionar o prefeito sobre quem teria indicado Amauri Monge para assumir a Secretaria Municipal de Educação. Abilio respondeu afirmando que o ex-secretário possui conhecimento técnico e experiência na área da educação. “O Amauri tem bastante conhecimento sobre gestão educacional e organização da Secretaria”, declarou. Mesmo assim, o prefeito reforçou que a investigação não gira em torno da capacidade técnica do ex-secretário, mas sim sobre os critérios utilizados para a aquisição dos materiais e os possíveis prejuízos causados aos cofres públicos. CASO GANHA FORÇA NO TCE E NO MINISTÉRIO PÚBLICO A denúncia já foi encaminhada ao Tribunal de Contas do Estado e também ao Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que devem aprofundar as investigações sobre: possíveis irregularidades nos contratos; critérios utilizados nas compras; qualidade dos materiais adquiridos; e eventual prejuízo ao dinheiro público. Nos bastidores, o caso já é tratado como uma das investigações mais sensíveis envolvendo a Educação de Cuiabá nos últimos anos. Isso porque a situação mistura: contratos milionários; suspeita de superfaturamento; qualidade questionada dos materiais; e possível impacto direto no aprendizado dos alunos da rede pública. Agora, a expectativa gira em torno do avanço das auditorias e da identificação de eventuais responsabilidades administrativas, técnicas e jurídicas. Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News
MT-170: Se os problemas são “pontuais”, qual é o tamanho do prejuízo para Mato Grosso?
A polêmica envolvendo as obras da MT-170 ganhou novos capítulos após declarações do vice-governador Otaviano Pivetta, que classificou como “pontuais” os problemas identificados em cerca de mil quilômetros de rodovias asfaltadas em Mato Grosso. A fala rapidamente repercutiu nos bastidores políticos e reacendeu uma discussão importante: afinal, se os problemas são considerados pontuais, qual é o tamanho real do prejuízo causado ao Estado e à população mato-grossense? A discussão vai muito além de números de obras entregues. Ela envolve: qualidade dos investimentos; fiscalização; segurança da população; durabilidade das rodovias; responsabilidade com dinheiro público; e principalmente o impacto econômico para regiões inteiras que dependem dessas estradas. A IMPORTÂNCIA DA MT-170 A MT-170 não é apenas uma rodovia estadual. Ela é considerada uma das principais rotas estratégicas de desenvolvimento do noroeste de Mato Grosso, ligando municípios importantes e servindo como corredor de transporte para: agronegócio; transporte de cargas; escoamento da produção; comércio; atendimento de saúde; educação; turismo; e deslocamento diário de milhares de famílias. Por décadas, moradores da região sonharam com a pavimentação da rodovia. A estrada era vista como símbolo de progresso, valorização econômica e integração regional. Empresários acreditavam no fortalecimento do comércio. Produtores esperavam redução de custos logísticos. Moradores enxergavam mais segurança e dignidade. Mas parte desse sonho começou a virar preocupação. Trechos da rodovia passaram a apresentar problemas estruturais, levantando questionamentos sobre: qualidade da execução; fiscalização técnica; responsabilidade das empresas; e possível desperdício de dinheiro público. O QUE DISSE PIVETTA Durante entrevista recente, Pivetta afirmou que os problemas registrados representam uma parcela pequena diante dos quase sete mil quilômetros de rodovias executados pela atual gestão. A declaração, porém, acabou gerando ainda mais debate político. Isso porque, para muitos moradores e lideranças da região, o problema deixa de ser “pontual” quando passa a colocar vidas em risco, causar acidentes, prejuízos financeiros e comprometer uma obra considerada estratégica para Mato Grosso. Nos bastidores, a avaliação de parte do meio político é que o Governo precisará apresentar respostas mais detalhadas sobre: o tamanho do prejuízo; quem será responsabilizado; quais empresas executaram os trechos com problemas; quanto foi investido; e quanto poderá custar a recuperação dessas obras. O DINHEIRO QUE CHEGOU PARA MATO GROSSO Outro ponto que voltou ao centro da discussão é o volume de recursos recebidos pelo Estado nos últimos anos. Entre 2020 e 2026, Mato Grosso recebeu aproximadamente R$ 2,9 bilhões por meio da compensação das perdas da Lei Kandir, através da Lei Complementar 176/2020 — recursos conhecidos como FEX. Os valores foram destinados aos cofres do Estado durante a atual gestão e tiveram como objetivo fortalecer a capacidade de investimento de Mato Grosso. A articulação política para destravar esses recursos em Brasília teve participação importante do senador Wellington Fagundes, que atuou junto ao Congresso Nacional nas negociações envolvendo a compensação financeira aos estados exportadores. Diante desse cenário, cresce a cobrança da população sobre: como esses recursos foram aplicados; quais obras receberam investimentos; e por que ainda existem rodovias estaduais apresentando problemas estruturais. TCE ENTROU NA DISCUSSÃO As denúncias envolvendo problemas na MT-170 e em outras rodovias estaduais passaram a ganhar ainda mais força após fiscalizações realizadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). Os apontamentos feitos pelos órgãos de controle identificaram situações que agora exigem: correções técnicas; fiscalização mais rigorosa; responsabilizações; e possíveis medidas administrativas. A situação fez o debate sair do campo político e entrar também no campo técnico e jurídico. O EMBATE POLÍTICO Outro ponto que chamou atenção foi o fato de Pivetta voltar a citar Wellington Fagundes ao comentar questões ligadas ao DNIT e às obras federais. Nos bastidores, a leitura política é de que o tema infraestrutura começa a ganhar tom de disputa pré-eleitoral para 2026. Isso porque Wellington construiu parte de sua trajetória política justamente ligada à articulação de obras e destravamento de licenciamentos em Brasília, principalmente envolvendo rodovias estratégicas como: BR-174; BR-242; BR-364. Já o grupo do Governo Mauro Mendes/Pivetta tenta reforçar a narrativa das grandes entregas e do avanço da infraestrutura estadual nos últimos anos. O QUE A POPULAÇÃO QUER SABER No meio dessa disputa política, uma pergunta começa a crescer entre a população: Se os problemas eram “pontuais”, por que o assunto ganhou tamanho impacto e preocupação? Para quem vive nas regiões atendidas pela MT-170, o debate não gira apenas em torno de política. A preocupação é prática: segurança; qualidade da obra; durabilidade; prejuízo econômico; acidentes; e desperdício de dinheiro público. Porque no final, independentemente da disputa política, quem paga a conta é a população mato-grossense. E diante do tamanho dos investimentos realizados nos últimos anos, a sociedade agora cobra algo simples: transparência, qualidade nas obras e responsabilidade com cada centavo aplicado nas rodovias de Mato Grosso. Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News Veja a Entrevis e a Fala do Governador: https://www.instagram.com/reels/DY66ke_B_jX/
Pesquisa mostra força de Max Russi e revela cenário totalmente aberto para 2026 em Mato Grosso
Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News A nova pesquisa divulgada pelo Instituto MT Dados começou a movimentar fortemente os bastidores da política mato-grossense e trouxe sinais importantes sobre o cenário da disputa pela Assembleia Legislativa em 2026. O levantamento foi realizado com 1.500 entrevistas presenciais em 45 municípios distribuídos em sete regiões geográficas de Mato Grosso, abrangendo cerca de 77% do eleitorado estadual. A pesquisa foi feita na modalidade espontânea — quando o eleitor responde em quem pretende votar sem receber lista de candidatos — modelo considerado um dos mais importantes para medir força política e lembrança real junto ao eleitor. E um dos nomes que mais chamou atenção foi o do presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi. VEJA OS NOMES MAIS CITADOS 1º — Lúdio Cabral — 1,9% 2º — Max Russi — 1,4% 3º — Eduardo Botelho — 1,1% 4º — Dr. João — 1,0% 5º — Thiago Silva — 0,7% 6º — Gilberto Cattani — 0,6% 7º — Chico Guarnieri — 0,6% 8º — Dilmar Dal Bosco — 0,5% 9º — Beto Dois a Um — 0,5% 10º — Diego Guimarães — 0,5% Também aparecem: Jessica Riva — 0,5% Valdir Barranco — 0,4% Wilson Santos — 0,4% Samantha Íris — 0,4% Dr. Eugênio — 0,3% Léo Bortolin — 0,3% Rafael Machado — 0,3% Ulysses Moraes — 0,3% O NÚMERO QUE MAIS CHAMOU ATENÇÃO Mas o dado que mais movimentou os bastidores políticos foi outro. Segundo a pesquisa: 69,1% dos entrevistados disseram ainda não saber em quem votar; 11,3% afirmaram votar branco ou nulo. Na prática, isso mostra que a eleição de 2026 ainda está completamente aberta. A avaliação de lideranças políticas é de que o cenário pode mudar rapidamente nos próximos meses, principalmente conforme as alianças forem sendo construídas e os grupos políticos começarem a definir oficialmente seus projetos. MAX RUSSI VOLTA AO CENTRO DAS DISCUSSÕES POLÍTICAS Mesmo aparecendo na disputa proporcional para deputado estadual, Max Russi voltou a ter seu nome comentado nos bastidores como possível peça importante no cenário majoritário. Prefeitos, vereadores e lideranças do interior ainda enxergam Max como um dos nomes mais fortes da política mato-grossense para uma eventual disputa ao Governo do Estado. Isso porque Max construiu ao longo dos anos uma imagem de articulador, conciliador e líder de confiança entre diferentes grupos políticos. Hoje, muitos avaliam que Max possui algo raro na política: baixo índice de rejeição, forte trânsito político e boa relação com lideranças municipais. Nos bastidores, existe inclusive quem defenda que o presidente da Assembleia seria um nome mais competitivo para o Governo do Estado. Por outro lado, Max Russi mantém um discurso cauteloso e alinhado ao grupo político. Publicamente, ele já afirmou que uma eventual candidatura ao Governo não pode partir apenas de uma vontade pessoal, mas sim de uma construção coletiva do grupo político. Mesmo sendo considerado por aliados um sonho pessoal chegar futuramente ao Palácio Paiaguás, Max Russi demonstra compreender o momento político e reforça que sua prioridade agora é fortalecer o Podemos em Mato Grosso e continuar trabalhando a sua reeleição. Entre os objetivos do grupo estão: ampliar a bancada estadual; eleger um deputado federal; fortalecer o partido regionalmente; e ajudar o projeto majoritário que o grupo decidir apoiar. O CENÁRIO DE PIVETTA Hoje, o nome apoiado pelo governador Mauro Mendes para sua sucessão é o do vice-governador Otaviano Pivetta. Pivetta conta com o apoio da máquina estadual e de grandes empresários ligados ao agronegócio. Porém, lideranças políticas avaliam reservadamente que o governador ainda enfrenta dificuldades de crescimento popular em várias regiões do estado e resistência de importantes grupos políticos que não acreditam que ele será eleito. Esse cenário acaba fortalecendo ainda mais as especulações sobre possíveis mudanças de rota até 2026. POLÍTICA MUDA RÁPIDO Nos bastidores, a avaliação é clara: a política mato-grossense está em movimento acelerado. As pesquisas começam a mostrar tendências, mas as definições ainda estão longe de serem consolidadas. Com um eleitorado altamente indefinido, alianças em construção e grupos se reorganizando, muita coisa ainda pode mudar até a abertura oficial da campanha eleitoral. E em Mato Grosso, quem acompanha política sabe: o cenário de hoje dificilmente será o mesmo amanhã. Por: Alex Rabelo — jornalista e analista político | MT Urgente News
Após articulação de Max Russi, governador Pivetta anuncia convocação de 430 novos policiais militares
Em entrevista ao programa Resumo do Dia, o deputado Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa, comemorou o anúncio feito pelo governador Otaviano Pivetta na noite desta quinta-feira (28) para o chamamento de mais 430 policiais militares. A convocação dos aprovados no concurso público é fruto de uma articulação direta do parlamentar, que se reuniu com o chefe do Executivo estadual na última terça-feira (19) para apresentar a necessidade urgente de reforço no policiamento do interior. De acordo com o cronograma anunciado pelo governo do estado, serão chamados 400 soldados e 30 oficiais. Os novos soldados serão divididos e formados diretamente em oito cidades-polos de Mato Grosso, com um contingente de 50 policiais destacados para cada uma dessas regiões. A estratégia visa descentralizar a formação e garantir que os profissionais fixem base e já passem a atuar nas localidades onde realizaram o treinamento. “Esta é mais uma luta vitoriosa e uma conquista que me deixou muito feliz. O governador acerta em cheio nesse chamamento. Em minhas andanças pelo estado, tenho visto de perto a necessidade de aumentar o efetivo nas cidades do interior. Levei essa realidade ao governador, que se sensibilizou. O anúncio dessas 430 vagas mostra que nossa cobrança era justa e necessária”, destacou Max. Fim da angústia Além de comemorar o ganho técnico e estratégico para a segurança pública do estado, o presidente da Casa de Leis ressaltou o lado humano dos aprovados, lembrando o período de forte expectativa enfrentado pelos candidatos desde a homologação do processo. “Quem faz um concurso estuda, se prepara e vive uma agonia e uma angústia muito grandes esperando pelo chamamento. Se o prazo expira e o concurso se perde, todo mundo perde. O que mais me sensibilizou foi a vontade desse pessoal em assumir as vagas e a luta que eles travaram por todos os meios legítimos. Eles querem trabalhar, querem servir a nossa sociedade e estão prontos para arriscar as próprias vidas na linha de frente para proteger a população”, concluiu o deputado.